Histórico de versões
O que mudou em cada versão da plataforma, com a data e o que a mudança afeta.
Cada versão registra o que a plataforma passou a afirmar naquela data. Ajustes de tela e refatoração de conteúdo não abrem uma versão nova da plataforma; em contrapartida, um dado que entra, um número que é corrigido ou uma página que nasce são considerados relevantes para gerar o versionamento. Isso ocorre porque a citação fica vinculada a um estado específico, que precisa ser preservado pelo histórico a fim de garantir a transparência e a rastreabilidade das transformações decorrentes do desenvolvimento da plataforma.
v2026.16
vigenteA norma que diz o que o curso deve formar entra como oitava base, com as diretrizes curriculares de 2004 e o catálogo do tecnológico; a profissão que a formação habilita entra como nona; a seção das competências põe seis declarações na mesma régua; a ficha de curso reúne numa página só o que as nove bases dizem de um curso; o menu passa a sete blocos nomeados pela pergunta que respondem, com um guia dos instrumentos no primeiro deles; quem encontra um erro passa a poder relatá-lo sem sair da página; e as nove bases passam a caber num arquivo só, para levar embora.
- dadosA NORMA DA FORMAÇÃO ENTRA NA PLATAFORMA, e com ela a oitava base. Até aqui era publicada a norma da prova, que é a portaria do Inep, e não a norma que diz o que o curso deve formar. Entram oito documentos, com 264 itens: a Resolução CNE/CES nº 5/2004, que fixa as diretrizes do bacharelado em Design; o parecer que a fundamenta, redigido no mesmo ato que as diretrizes de Música, Dança e Teatro; a resolução da carga horária mínima, que põe o design no piso de 2.400 horas; o Catálogo Nacional de Cursos Superiores de Tecnologia nas três edições, que governa quatro cursos de design nas duas primeiras e cinco na terceira; e o projeto de diretrizes de Moda, aprovado pela Câmara em agosto de 2026 e ainda sem resolução publicada. O alcance de cada documento é declarado item a item, para que nenhuma comparação junte documentos que nunca governaram o mesmo curso.
- dadosA SEXTA DECLARAÇÃO DE COMPETÊNCIA ENTRA, LIDA DO TEXTO DAS PROPOSTAS. A seção da profissão declarava como não feita a leitura do texto integral, e ela corre agora: duas naturezas saem dele, a habilitação, que diz quem pode exercer, e a atribuição, que diz o que o profissional passa a poder fazer. São 35 itens, e a forma deles é a da base das normas, e por isso a atribuição entra na matriz das competências como sexta coluna. AS OITO ATRIBUIÇÕES DA PROPOSTA VETADA EM 2015 REAPARECEM INTEIRAS nas duas que tramitam hoje, e a nona que elas têm a mais abre cada atribuição a profissionais de outras formações; a proposta vetada reservava as oito, e as duas de hoje as declaram e as abrem no mesmo artigo. A habilitação admite três vias nas três propostas, e o diploma é apenas a primeira. A atribuição pede sobretudo projetar, em quase metade dos itens, e não pede compreender nem articular em nenhum. O texto lido é o apresentado, e não o aprovado, e a versão fica escrita em cada linha.
- dadosA PROFISSÃO QUE A FORMAÇÃO HABILITA ENTRA COMO NONA BASE. A plataforma descreve a formação em design, e a formação habilita ao exercício de uma profissão que não é regulamentada por lei. Quatro propostas tramitaram ou tramitam sobre isso, e a base guarda o que o registro oficial das duas casas legislativas publica sobre cada uma. Ela entra por onde as outras entram: a proposta declara atribuição privativa e exige diploma, e com isso diz sobre o egresso o que a diretriz curricular, a portaria do Enade e o projeto pedagógico também dizem. A MESMA PROPOSTA TEM DOIS NÚMEROS, e esse é o primeiro achado: o PL 1391/2011, da Câmara, foi remetido ao Senado em 29 de abril de 2013 e chegou lá como PLC 24/2013; ele foi aprovado, recebeu veto total em 27 de outubro de 2015, e o Congresso manteve o veto em 2 de dezembro do mesmo ano. A coleta é feita na interface de dados abertos de cada casa, e não em arquivo de terceiro, e cada resposta é selada com o sha256 do corpo antes de qualquer leitura.
- dadosO NOME DO ARQUIVO NÃO DIZ A EDIÇÃO, E O DOCUMENTO DIZ. A base rotulava como 2ª edição do catálogo do tecnológico, de 2010, um arquivo que é a PRIMEIRA edição, de dezembro de 2006, e declarava não encontrada a edição de 2006 que estava ali; a segunda edição, de 73 páginas, estava ausente. As três edições entram agora, e a base passa de 222 para 264 itens. A prova de 2009 no tecnológico passa a ter ao lado a edição que de fato a governava. COM A CORREÇÃO, APARECEU UM EMPRÉSTIMO QUE A LEITURA NÃO VIA: o perfil de Tecnologia em Design de Moda no catálogo de 2006 e a portaria da mesma área em 2009 partilham sete sequências de quatro palavras, porque a portaria reproduz a frase do catálogo quase por inteiro. A seção passou a publicar também quem cita quem, que é fato do documento: quatro portarias citam o Catálogo Nacional pelo nome, e nenhuma cita as Diretrizes Curriculares Nacionais, em edição alguma. A ligação entre a norma da formação e a norma da prova existe onde a norma da formação é o catálogo, e falta onde ela é a diretriz curricular.
- métodoA CADEIA DO DOCUMENTO À TELA PASSA A SER AUDITADA INTEIRA. Entre o documento e a tela há quatro elos, e a casa cobria os dois últimos. O auditor geral recalcula no banco o selo de cada uma das oito bases e o compara com o que o arquivo servido carrega, reconta os totais publicados, confere o recorte contra a fonte, cobra taxa medida de toda camada heurística e confere o sha256 de cada um dos 113 documentos servidos. São 108 afirmações no auditor geral e 111 no da oitava base. A bibliografia passou a declarar quanto acerta: numa amostra de trinta referências sorteada com semente declarada e julgada à mão, vinte e oito passam, o que dá 93,3%. E o registro de documentos passou a escrever na própria linha a razão de cada ausência de cópia, que são seis, e não três.
- métodoUM CURSO DE DESIGN FICOU DE FORA, E UM AUDITOR O ENCONTROU. A base das normas nasceu com quatro cursos de design no catálogo do tecnológico, quando a terceira edição tem cinco: Design de Animação entra em 2016, e a lista do extrator, escrita a partir da segunda edição, não o alcançava. O curso foi devolvido à base, com as suas frases de perfil, a infraestrutura, o campo de atuação e as ocupações, e a base passou de 204 para 222 itens. O defeito foi encontrado por uma ferramenta nova, que abre o documento de origem e conta de novo por caminho independente do extrator; ela confere 93 afirmações, entre elas o sha256 do arquivo lido, o da cópia servida e o registro de documentos contra a procedência de cada uma das oito bases. Três rótulos de área faltavam, e por isso Design de Produto, Design de Animação e o bacharelado em Moda eram servidos em português nas três línguas.
- acessoO PAINEL GANHA MAIS DOIS BOTÕES, e passa a ter quatro. A imagem sai do mesmo desenho autônomo que o vetor, no dobro do tamanho da tela, com o chão pintado para não aparecer sobre preto em apresentação de tema escuro. O quarto botão apresenta a referência daquele painel, na forma da ABNT: quem cita um número cita a parte, e a parte se cita pelo título dela seguido do título do todo, com o endereço da seção, e não o da raiz. A bibliografia e o catálogo passam a levar toda a seleção filtrada, e não as linhas que a tela mostra: as referências saem em BibTeX e em RIS, com a ressalva escrita dentro do arquivo, porque ela não acompanha quem o baixou.
- acessoAS NOVE BASES PASSAM A CABER NUM ARQUIVO SÓ. Cada tabela já era publicada por endereço próprio, e quem quisesse a base inteira precisava de quarenta e cinco idas. O pacote reúne 61 arquivos e 233.346 linhas, repartidos por base, com o registro dos documentos e o selo de conteúdo de cada uma; dentro dele viaja um LEIA-ME em três línguas que diz a que documento cada base é fiel, e um ARQUIVOS.csv em que cada linha traz o endereço de origem, o tamanho, o número de linhas e o sha256. O PACOTE É MONTADO DOS ARQUIVOS QUE O SÍTIO JÁ SERVE, lidos como estão, sem segunda derivação, e por isso ele fica impedido de discordar da tela. O auditor o abre e reconta cada arquivo contra o endereço que a própria linha declara; assim se fecha a prova, sem que nenhuma cópia à parte seja mantida. Assim, o nome do arquivo carrega a versão, e a data que ele escreve é a da versão, tomada do histórico em vez do relógio, a fim de que dois empacotamentos do mesmo dado saiam iguais. Ficam de fora os arquivos em JSON, que têm tabela equivalente no pacote, e o texto integral, que pesa 21 MB e segue publicado documento a documento. NO MESMO PASSO, A LISTA DE CONJUNTOS PUBLICADOS PASSOU DE 165 PARA 187 ARQUIVOS: ela era montada pelo exportador que corre primeiro, e por isso nascia sem o que os exportadores seguintes ainda iam escrever, entre eles a ficha de curso, o registro dos documentos e as tabelas da oitava e da nona base.
- acessoQUEM ENCONTRA UM ERRO PASSA A PODER CONTÁ-LO SEM SAIR DA PÁGINA. Até aqui o caminho era a seção de contato, e nele se perdia o contexto, que é a parte que quem lê não sabe informar e a plataforma sabe. O botão do canto abre uma folha sobre a seção, com quatro naturezas de relato, que são dado errado, não consegui, barreira de acesso e sugestão. Ele divide a pilha do canto com o retorno ao topo, na mesma medida, e chega com a palavra escrita, recolhendo ao quadrado quando a leitura começa; na capa a pilha só entra depois de quatrocentos pixels, porque ali não há painel do que falar. Assim, o link escrito na última linha da página abre a mesma folha, a fim de alcançar quem navega por teclado. A seção em leitura é enviada com o texto, e com ela o endereço, a língua, a versão da base, o tema, a medida da janela e a identificação do navegador. O RELATO CHEGA SEM REMETENTE, e por isso a seção de contato continua sendo o meio de contato para quem quer resposta; o que é enviado fica declarado na folha e na seção de proteção de dados. O endereço de destino é lido de um segredo no servidor e não chega ao navegador, e sem esse segredo a folha abre dizendo que o envio não está configurado, com o caminho da seção de contato ao lado.
- seçãoA PLATAFORMA PASSA A EXPLICAR OS PRÓPRIOS INSTRUMENTOS. Quem chegava encontrava trinta e duas seções e nenhuma página que dissesse o que cada peça entrega. Descreve-se agora o caminho entre as duas partes da casa: as seções, que contam sobre as nove bases, e as quatro seções que levam ao item de onde a contagem saiu, que são o catálogo das tabelas, a ficha de curso, o registro dos documentos e a busca no texto integral. A página é escrita por bloco, e cada bloco remete às seções de que trata, a fim de que o guia seja também caminho. Assim, o rótulo de cada seção citada é lido da fonte única de rotas, na língua em leitura, e por isso o menu e o guia ficam impedidos de divergir. Com ela, as trinta e três seções ficam repartidas nos sete blocos do menu, e o bloco de começar passa a ter o panorama, o guia e as duas seções de acesso.
- seçãoA FICHA DE UM CURSO REÚNE NUMA PÁGINA SÓ O QUE AS NOVE BASES DIZEM DELE. O que cada base diz de um curso estava repartido por nove seções. Quem estudava um curso percorria a oferta, as instituições, o desempenho, o valor agregado, a avaliação de curso e o território, e juntava à mão o que cabe numa página. São 2.114 fichas. A junção é amarrada pelo código do curso, e não pelo nome, a fim de que ela seja exata; o código é o mesmo no cadastro e-MEC, no Censo e nas planilhas de indicadores. Assim, 2.080 cursos vêm do cadastro, 1.433 aparecem no Censo, 677 têm indicador e 673 estão nas três bases. O cadastro é adotado como espinha da ficha, visando alcançar também o curso já extinto, que o Censo do último ano não registra; os 34 cursos que só o Censo alcança entram mesmo assim, com a identidade que a linha deles traz. O PROJETO PEDAGÓGICO NÃO ENTRA POR LIGAÇÃO AUTOMÁTICA, e a razão está medida. Nos 104 documentos do acervo o campo do código está vazio, e a ligação teria de ser tentado por nome. A regra tentada é medida na exportação, e não escrita à mão: com a sigla da instituição igual e o nome do curso igual depois de maiúsculas, acentos e pontuação serem removidos, 24 documentos casam um único curso, 4 casam vários e 76 não casam nenhum. Declara-se, por isso, quantos projetos a instituição tem no acervo, que é afirmação por sigla e é exata, e remete-se à seção dos projetos para a escolha.
- seçãoAS DECLARAÇÕES DE COMPETÊNCIA GANHAM SEÇÃO PRÓPRIA. A diretriz curricular, o catálogo, a portaria da prova, o instrumento da visita e o projeto pedagógico declaram o que o mesmo profissional deve saber fazer, e nenhum deles cita o outro. Duas réguas os comparam. A de palavra procura no outro documento uma sequência de quatro palavras do item: em 22 cotejos, quatro registram alguma sequência em comum, e o maior deles é a portaria de Moda de 2009, que reproduz quase por inteiro a frase do perfil do catálogo de 2006. A de verbo agrupa em seis famílias o verbo que abre cada item, e por ela se vê que a resolução de 2004 pede sobretudo compreender e projetar, sem pedir analisar nem especificar em nenhum dos seus nove itens, ao passo que a prova reparte a exigência pelas seis famílias desde a primeira edição.
- métodoO QUE OS CURSOS ESCREVEM SOBRE COMPETÊNCIA PASSA A SER LIDO, COM A TAXA DE ACERTO MEDIDA. A seção de perfil dos projetos pedagógicos foi procurada nos 104 documentos do acervo: 25 trazem a seção sob título próprio e 23 permitem extrair item, num total de 169 itens. A leitura não alcança a qualidade das outras quatro declarações, que vêm de ato normativo com artigo e inciso numerados, e por isso a proporção de famílias de verbo dela não entra na comparação. Publica-se, então, a taxa de acerto, medida sobre uma amostra de trinta itens sorteada com semente declarada e julgada à mão: vinte e três passam no critério, o que dá 76,7%. A amostra inteira sai publicada com o julgamento e a razão de cada recusa.
- acessoOS DOCUMENTOS DAS OITO BASES PASSAM A TER UM REGISTRO SÓ. São 198 documentos, e 113 são servidos em cópia por esta plataforma. A portaria de diretrizes e o instrumento da avaliação in loco tinham procedência e sha256, e não tinham cópia; as duas cópias passam a ser servidas, a fim de que a citação continue conferível no dia em que o endereço do órgão mudar. Além disso, o que fica sem cópia fica declarado com a razão: o microdado do Censo, pelo tamanho; a página do Diário Oficial, por ser página; e o projeto pedagógico com documento de identidade de pessoa nomeada, por proteção de dados.
- acessoO MENU PASSA A SETE BLOCOS, NOMEADOS PELAS PERGUNTAS A QUE RESPONDEM. Um bloco chamado «as análises» reunia doze seções que respondem a quatro perguntas diferentes, e outro chamado «o método» tinha seção única. A busca e o assistente, que são as duas seções de acesso para quem chega sem pergunta formada, eram guardados no meio das tabelas do acervo, e sobem para o primeiro bloco, para que a pergunta possa ser formulada antes de qualquer leitura. Ainda, cada bloco ganha uma linha dizendo o que se acha nele. Com as três seções novas, as trinta seções ficam repartidas em Começar, Quem se forma, Onde e quanto, O que se manda formar, O que os cursos escrevem, O acervo e A plataforma.
v2026.15
O endereço oficial passa a levar a uma capa, com o índice das vinte e oito seções; a visão geral ganha endereço próprio, e a coluna de seções passa a abrir um bloco de cada vez.
- acessoA LETRA DA PLATAFORMA SOBE PARA A BASE DE 18 PIXELS, que é a do Observatório do CIDI. Havia duas bases que não conversavam: o corpo dizia 15 pixels e a raiz ficava nos 16 do navegador, enquanto quase toda medida da folha está em unidade relativa, que mede contra a raiz. A medida é em porcentagem, e nunca em pixel, para continuar sendo uma proporção da base que o leitor escolheu no navegador.
- acessoA CAPA NASCE PINTADA. Quem a abria via, por um instante, o menu e o chão claro antes de ela cobrir a tela: as duas decisões que ela toma, recolher a moldura e correr no escuro, iam ao documento depois da primeira pintura. Elas passam a ser tomadas num roteiro do cabeçalho, que o navegador executa antes de o corpo existir.
- acessoA COLUNA DE SEÇÕES PASSA A ABRIR SÓ O BLOCO DA SEÇÃO EM USO, com o nome dos outros três à vista, e o item aberto sai no retângulo inteiro da cor de acento, com o rótulo em negativo. Abrir um segundo bloco não fecha o primeiro, e trocar de seção devolve a coluna ao repouso. O rótulo do bloco virou botão, que anuncia o próprio estado e mede 44 pixels no telefone; a lista fechada sai da ordem de foco. A coluna volta ao alto da lista quando o ponteiro sai dela, de modo que os primeiros itens fiquem onde estão em qualquer altura da página.
- seçãoO ENDEREÇO OFICIAL PASSA A LEVAR A UMA CAPA, E A VISÃO GERAL GANHA ENDEREÇO PRÓPRIO EM /VISAO-GERAL. Quem escreve o endereço chega à entrada, e não ao meio de um painel. A capa traz a marca, o que o acervo cobre e o índice das vinte e oito seções, com a medida que cada uma carrega; ela corre no escuro qualquer que seja o tema, e devolve na saída o tema de quem lê.
- acessoPERGUNTAR PASSA A TRAZER A MARCA IA NO MENU. A sigla é para quem vê a coluna, e a frase por extenso, «Resposta gerada por inteligência artificial», vai no ponteiro e no leitor de tela, das três línguas saindo da mesma tabela. O desenho é moldura cinza sem preenchimento, porque o acento já marca o item aceso.
- seçãoAS ABERTURAS DE PERGUNTAR E DE BUSCA NO TEXTO DECLARAM O QUE A OUTRA RESOLVE. As duas são vizinhas no menu e as duas aceitam palavra escrita: a busca devolve a página em que a palavra aparece, sempre a mesma para a mesma palavra, e Perguntar redige uma resposta nova a cada consulta.
- acessoTRINTA E SETE TABELAS GANHAM LEGENDA, E TRÊS SEÇÕES DEIXAM DE PULAR UM DEGRAU NA ESCADA DOS TÍTULOS. A legenda existe para quem não vê a tabela, e reusa o título escrito acima dela; o degrau pulado fazia a lista de cabeçalhos do leitor de tela mentir sobre o que está dentro de quê. Os dois defeitos vieram de um conferidor novo, que percorre as vinte e oito rotas servidas.
- acessoTODO PAINEL PASSA A OFERECER DOIS BOTÕES NO CANTO. O desenho sai em vetor, com as tintas resolvidas e o fundo escrito, e abre num editor sem perder a borda; os números saem em planilha, das mesmas variáveis que alimentam a tabela da gaveta, de modo que o arquivo, a tabela e o gráfico não possam divergir.
- acessoO FORMULÁRIO DA BUSCA PASSA A OCUPAR DUAS FILEIRAS. A pergunta vem primeiro, com o botão que a envia ao lado; os filtros vêm na fileira seguinte. Antes era uma fileira só, que quebrava onde a largura mandasse, e o botão descia para debaixo dos seletores, longe do campo a que ele pertence.
- acessoTODA RÉGUA PASSA A LEVAR A MESMA DISTÂNCIA ACIMA E ABAIXO DO FIO. Nove pés de painel já davam 12 pixels dos dois lados, cinco davam 16 acima contra 12 abaixo, e o rodapé dava 64 contra 24. A medida saiu da marcação e passou a morar na folha, em dois números: um separa dois blocos de uma leitura, o outro separa duas leituras.
- métodoSEIS CONFERIDORES ENTRAM NA ROTINA DE FECHAMENTO. Um prova a linguagem da busca contra as páginas do acervo; outro cobra de um banco de perguntas o bloco que responde a cada uma; um terceiro procura texto preso numa língua, número perdido na tradução e travessão em português ou espanhol; um quarto cobra de cada régua o respiro igual dos dois lados; um quinto percorre as rotas servidas atrás da escada dos títulos, da legenda de cada tabela e do nome de cada peça; e o portão do texto mede, a cada commit, a prosa que acabou de ser escrita.
- dadosOS ARQUIVOS COMPRIMIDOS DEIXAM DE MUDAR A CADA EXPORTAÇÃO. O envoltório do gzip gravava a hora da criação, e por isso os dezesseis arquivos de observações saíam diferentes mesmo com o conteúdo idêntico. O conteúdo publicado é o mesmo; o que muda é que exportar duas vezes seguidas passa a dar o mesmo arquivo, o que é a condição de conferir o que mudou.
v2026.14
A lista de outras iniciativas volta a caber na tela do telefone, que era onde o selo novo do dia anterior a estourava.
- seçãoO CARTÃO DAS OUTRAS INICIATIVAS VOLTA A CABER NO TELEFONE. O selo traz um logotipo deitado ao lado de uma linha que não quebra, e o cartão passava a medir o que o selo mede, de modo que a página saía para o lado numa tela estreita. Agora o nome desce para baixo do logotipo quando a linha não o comporta, e a marca mais deitada do conjunto encolhe em vez de furar a caixa. Medido em 375, 360 e 320 pixels.
v2026.13
Na lista de outras iniciativas, os dois observatórios da SBDI passam a se apresentar pelo que são, e não só pelo logotipo do congresso e da revista que eles leem.
- seçãoNA LISTA DE OUTRAS INICIATIVAS, O LOGOTIPO DOS DOIS OBSERVATÓRIOS PASSA A VIR COM O NOME AO LADO. O logotipo do CIDI diz o nome do congresso e o da InfoDesign diz o nome da revista, e nenhum dos dois dizia que ali existe um observatório deles, que é o destino do link. O modelo é o do rodapé daquelas duas plataformas, onde cada uma já monta a marca da outra assim.
v2026.12
Quatro leituras entram, todas sobre o recorte do campo e a classificação que o define: quem saiu da chamada do Enade, em que degrau da CINE cada rótulo encontra o Design, em que ano cada área é chamada à prova, e entre que campos o projeto pedagógico situa o curso.
- acessoO SOL DO BOTÃO DE TEMA VOLTA A SER PICTOGRAMA NO TELEFONE. O caractere do sol tem duas apresentações no Unicode, e sem o pedido explícito de texto o iPhone escolhia a de emoji, com o desenho colorido da fonte do sistema; no computador a mesma tela saía em traço monocromático.
- seçãoENTRA A SEÇÃO «OUTRAS INICIATIVAS», e a plataforma passa a ter as vinte e oito seções do menu. Ela diz o que todas fazem com o dado que publicam, e por que elas se parecem: o sistema de desenho e o modelo de organização são compartilhados por decisão, de modo que cada plataforma nova comece do que já foi resolvido.
- acessoNO TELEFONE, ABRIR O MENU LEVA A PÁGINA ATÉ ELE. A lista de seções abre logo abaixo da faixa do alto, e numa página longa, com a rolagem embaixo, ela abria fora da tela. Quem fecha o menu sem escolher seção volta ao lugar da leitura.
- seçãoA seção da oferta ganha a tabela «Quem saiu da chamada», que compara a chamada de uma edição com a da edição seguinte da mesma área, pelo código do curso na planilha de resultados do Inep. O bacharelado em Design perde 64 dos 160 cursos avaliados em 2018, e o Censo de 2021 ainda registra 49 deles: a queda da cobertura não mede encerramento de curso.
- dadosA composição da chamada passa a ser contada por combinação de rótulo CINE e grau. A chamada de 2018 em Design reunia dez combinações, e a de 2021 reúne duas; as três tecnologias mantêm uma ou duas no mesmo período, e crescem. A leitura mede a coincidência entre esse estreitamento e a adoção da CINE na projeção das áreas, e não sustenta atribuição de causa, uma vez que a decisão de enquadramento de cada curso não é publicada em conjunto de dados aberto.
- métodoO método da leitura fica registrado em METODO.md, escrito para ser citável em trabalho acadêmico. Ele declara por que 2009 e 2012 ficam de fora, uma vez que a planilha daqueles anos não publica o código do curso; por que o bacharelado e o tecnológico nunca entram na mesma comparação; e que o cruzamento é de registro, e não de contagem, com nenhum total de uma base entrando na conta de outra.
- seçãoA seção dos procedimentos ganha a escada da CINE, que mede em que degrau da classificação o código de cada curso encontra o do rótulo Design. Dos 917 cursos da última edição do Censo, 308 só o encontram na área específica, e entre eles está o design gráfico, que é o maior rótulo do acervo, com 228 cursos. Outros 33 não o encontram em degrau nenhum.
- seçãoA seção dos projetos pedagógicos passa a dizer entre que campos o documento situa o curso. A leitura alcança 20 das 38 instituições do acervo, e nelas o design é situado entre oito famílias de área: artes em 11 instituições, a própria palavra design em 10, arquitetura e urbanismo em 7, comunicação e expressão em 6, e tecnologia e engenharia em 5. Nenhuma das oito alcança metade das casas lidas.
- métodoMedir a unidade que ABRIGA o curso foi tentado e recusado, e a recusa fica registrada: a folha de rosto nomeia com a mesma frequência a unidade que assina o documento e a que oferta o curso, e a leitura automática trocava uma pela outra em instituição nomeada. O que a tabela conta é presença de campo, e as 18 instituições sem leitura são, na maior parte, institutos federais, que nomeiam o campus em vez de uma área.
- seçãoA seção das diretrizes ganha o calendário do ciclo, com as áreas que cada ano do Enade avaliou e a data da diretriz de cada uma. As quatro áreas do acervo são avaliadas juntas em 2015 e em 2018, e desde então o campo chega repartido: 2021 avalia só o bacharelado em Design, e 2022 avalia as três tecnologias. A leitura mais recente do campo inteiro atravessa dois anos de referência.
- métodoA repartição das áreas pelos anos do ciclo é fixada pela Portaria Normativa MEC nº 840/2018, que não faz parte deste acervo. Por isso a tabela publica o ano em que cada área foi de fato avaliada, e não o ano de ciclo que a norma lhe atribui.
- métodoOs nomes da área geral e da área específica da CINE não estão em nenhuma das sete bases, e por isso esses dois degraus são publicados pelo código, com os nomes de área detalhada que ficam sob eles. O nome da área detalhada vem do cadastro e-MEC, que o exporta ao lado do rótulo.
- métodoO conferidor passa a cobrar a chave derivada das três cadeias, e não só a do PPC: a exportação de uma base apaga o que a ferramenta derivada escreveu nela, e a falha agora nomeia o script que precisa correr depois.
v2026.11
O cadastro e-MEC passa a oferecer quatro dimensões novas ao cruzamento, entre elas a década em que o curso abriu e a faixa do CPC ao lado do conceito de curso. A bibliografia dos projetos passa a ser medida pelo alcance entre instituições, e a plataforma declara o que guarda fora dela.
- acessoA faixa do alto passa a acompanhar a rolagem, com a marca, o nome da seção e os controles de língua e tema. As seções desta plataforma são longas, e sem isso quem descia até o fim precisava voltar ao alto para saber onde estava. O nome da seção tem três lugares conforme a largura, e aparece num só. São eles a trilha inteira em tela larga, o nome ao lado da marca em tela média e uma linha própria sob a faixa em tela estreita, onde ele não caberia ao lado dos controles. A marca fica igual em qualquer largura.
- acessoO rótulo do eixo horizontal passa a virar na diagonal também quando ele não cabe por QUANTIDADE, e não só por comprimento. O gráfico dos autores mais presentes saía com vinte barras e dez nomes, um sim e um não, e não havia como saber de quem era cada barra. O eixo de série continua deitado e de dois em dois, porque nele o rótulo abre por algarismo e o vizinho se deduz do anterior.
- acessoA decisão sobre os arquivos em PDF dos projetos pedagógicos foi revista um dia depois de tomada, e a seção de dados abertos registra as duas. Em 4 de setembro ela dizia que eles ficavam fora da publicação; em 5 de setembro a plataforma passou a servir 74 dos 77, como a instituição os publica e byte por byte, com o sha256 conferindo contra a origem. Três ficam de fora, e são os que trazem CPF ou RG de pessoa nomeada.
- seçãoA seção Sobre ganha a ficha das três pessoas que assinam, com o nome por extenso, o papel de cada uma, o resumo que a própria pessoa escreveu e o endereço do currículo Lattes. O resumo é texto de terceiro sobre a própria trajetória, e por isso ele fica fora da régua de redação da casa: medir por ela o que outra pessoa escreveu de si mediria a pessoa errada. O papel segue medido, porque é texto da casa sobre o trabalho.
- dadosA obra citada na bibliografia passa a ser datada por duas origens. A leitura extrai o ano em 4% das referências, e a consulta a um catálogo externo, para as obras citadas em dois documentos ou mais, leva a cobertura a 16,4%. As duas dão a mesma mediana, 2002, e a mesma forma: concentram a bibliografia nos anos 2000 e mostram os anos 2010 abaixo deles.
- métodoAs duas origens são publicadas em colunas separadas, porque a diferença entre elas é de objeto: o ano da referência é o da edição que o curso tem em mãos, e o do catálogo é o da primeira publicação da obra. O deslocamento esperado aparece na tabela, e é ele que valida a leitura. O acervo enriquecido sobe em enriquecimento.csv, linha a linha, com a consulta, o escore e a regra de aceite.
- seçãoA seção das diretrizes passa a ler as portarias como SÉRIE, com cinco análises novas. Duas delas trazem os extremos: as 29 competências que a portaria de 2009 fixou para o bacharelado em Design não reaparecem em nenhuma das 12 de 2015, e as 10 competências de Design Gráfico de 2018 reaparecem todas em 2022, sem nenhuma nova. Uma foi reescrita inteira, e a outra foi mantida.
- dadosO perfil de cada área passa a ser comparado ao das demais na mesma edição. Em 2015 as quatro áreas partilhavam parte do perfil, e o bacharelado em Design chegava a partilhar metade. Em 2018 e em 2022 a partilha desaparece: cada área fixa um perfil que nenhuma outra repete.
- dadosOs doze temas declarados que medem o texto dos projetos pedagógicos passam a medir também o texto das portarias, o que torna as duas leituras comparáveis. Quatro deles não são fixados em portaria nenhuma, em edição nenhuma, para área nenhuma: direitos humanos, relações étnico-raciais, cultura material e gênero. Os quatro aparecem nos projetos, entre 18 e 19 das 38 instituições.
- métodoA base das portarias ganha registro de método por extenso, em METODO.md, escrito para ser citável em trabalho acadêmico. Ele traz a fonte de cada documento, o formato de cada edição, o critério que reconhece o item, a medida de duas velocidades que sustenta as análises de série e a taxonomia dos verbos com os 57 declarados. Traz também as ressalvas, entre elas os sete itens que o PDF de 2018 devolve letra a letra.
- dadosO cubo do cadastro e-MEC ganha a década de início, a faixa do CPC, a faixa de carga horária e a unidade da federação. A década de início cruzada com a situação mostra o que nenhuma outra base da casa alcança: dos 537 cursos abertos nos anos 2000, 302 constam como extintos. O curso ofertado em campi de estados diferentes recebe o valor «mais de uma UF», e são 226 nessa condição. Somá-lo a dois estados o contaria duas vezes.
- dadosO cadastro guarda 365 cursos com a data de início preenchida como «Não iniciado», e 237 deles já constam como extintos. Eles entram no cruzamento com esse nome, e não como data ausente, porque a diferença entre não haver data e não haver curso é a informação.
- métodoOs autores mais presentes nos projetos pedagógicos passam a ser medidos pelo alcance entre INSTITUIÇÕES, e não entre documentos: duas casas que leem o mesmo autor dizem mais sobre o campo do que dois documentos da mesma casa, que costumam repetir a bibliografia entre si. São 2.944 sobrenomes distintos em 38 instituições, e o mais presente, Munari, aparece em 18 delas.
- dadosO autor citado entra como dimensão do cruzamento nos projetos pedagógicos, com os sobrenomes que aparecem em dez instituições ou mais; os demais ficam reunidos num valor próprio, porque são 2.877 e nenhuma matriz os desenha.
- métodoO gráfico das décadas de publicação passa a declarar a sua cobertura: o ano foi lido em 539 das 13.539 referências, ou 4%. A distribuição descreve essa parte do acervo, e não o acervo inteiro.
- acessoA seção de dados abertos passa a declarar o que fica de fora. Os 76 arquivos em PDF dos projetos pedagógicos ficam guardados fora da publicação, porque pertencem a 38 instituições que mantêm e atualizam cada uma o seu. Sobe a leitura deles: o texto integral, as referências e a procedência com endereço e sha256. A regra tem exceção escrita, e o documento cuja origem cair passa a ser servido pela plataforma, com a data em que o endereço caiu.
- seçãoEntra a seção Abertura e fechamento, que lê a vida do curso no cadastro e-MEC. Dos 537 cursos abertos nos anos 2000, 302 constam como extintos, e a rede privada fecha 58,4% contra 33,9% da pública. O curso presencial fecha 48,8% e o a distância, 21,2%. O Censo não alcança esses números, porque quem fecha deixa de informar matrícula e sai da série dele.
- seçãoEntra a seção Bibliografia, que publica as 13.539 referências uma a uma, com a instituição, o documento e a página em que cada uma foi lida. Ela é consultável na tela pela mesma sintaxe da busca e baixável inteira em CSV e em JSON, de modo a servir de fonte a outra pesquisa. Com as duas seções novas, são as vinte e sete seções da plataforma.
- métodoOs projetos pedagógicos passam a ser cotejados também com o instrumento da avaliação in loco, que diz o que o avaliador procura na visita. O método é outro, porque o item do instrumento é um título de indicador com duas a oito palavras: ele ecoa quando todas as palavras de conteúdo dele aparecem na mesma página. Dos 137 indicadores cotejados, os que não ecoam em projeto nenhum são quase todos os que o instrumento reserva a medicina, ao SUS e à educação básica.
- dadosDoze temas do debate do campo passam a ser contados no texto dos projetos, com a lista declarada antes de o resultado ser visto. Nenhum deles alcança as 38 instituições: os três mais presentes, em 29 cada, são a ergonomia, a pesquisa e o par mercado e empreendedorismo, e gênero é o menos presente, em 18.
- dadosO conceito de curso e a faixa do CPC passam a ser publicados lado a lado. São 458 cursos com as duas medidas, e elas coincidem em 133, ou 29%. O conceito da visita fica em 4 ou 5 em 88,4% dos casos, e a faixa do exame, em 37,8%. A carga horária entra na mesma seção, com o bacharelado em 2.785 horas de mediana e o tecnológico em 1.700, e ela não acompanha o conceito.
- métodoO texto dos projetos pedagógicos passa a subir tarjado. A conferência de 5 de setembro achou, no que já estava publicado, 3 números de CPF, 7 menções de RG, 204 endereços de correio, 166 telefones e 38 endereços de currículo Lattes. São identificadores que nenhuma outra base desta plataforma carrega, e que entraram com o corpus de documento de terceiro. A tarja acontece na exportação, e a base guardada fora do repositório continua fiel ao documento, porque ela é o instrumento de conferência. O nome de docente permanece, porque é agente público em ato de administração pública.
- métodoA afirmação de que nenhuma base guarda dado individual de pessoa passa a trazer o recorte que a torna verdadeira. Ela valia para as seis bases de número e deixou de valer em 4 de setembro, quando entrou a de texto. A correção está escrita nos seis lugares que a publicavam, e a seção de proteção de dados ganha um bloco sobre o documento de terceiro.
- acessoPassagem de acessibilidade nas seções com filtro e tabela. A matriz que compara a visita ao exame marcava a coincidência só pela cor, e passa a trazer o sinal de igual à frente do número, com a palavra escrita para quem usa leitor de tela. O link que leva da referência à sua página tinha por nome o número da página, e passa a dizer para onde vai. A contagem de referências, que muda a cada tecla do filtro, passa a região viva. Toda tabela solta ganha legenda, e o seletor que recorta uma tabela ganha rótulo visível.
- métodoA revisão da ordem de tabulação nas seções com filtro, prometida na seção de acessibilidade desde a primeira versão, foi feita: a ordem segue a do documento em todas, e nenhum controle da plataforma a altera por atributo. A seção passa a registrar isso, e mantém escrito o que continua faltando, que é a verificação com leitor de tela real.
- métodoA plataforma dizia ter OITO bases, em trinta lugares e nas três línguas, e ela tem SETE: Enade, Censo, indicadores, instrumentos, portarias, projetos pedagógicos e cadastro e-MEC. O erro nasceu de um salto na numeração, quando os projetos pedagógicos entraram anunciados como sétima base sem que houvesse uma sexta. Assim, as trinta afirmações foram corrigidas, e a tabela de método, que prometia oito e mostrava cinco, passa a mostrar as sete. O conferidor passa a cobrar esse número contado na fonte, para que ele não envelheça de novo.
- métodoO assistente e duas ferramentas de máquina ainda diziam que o conceito de curso não estava aqui, afirmação corrigida na tela em 4 de setembro e sobrevivente em quatro arquivos que a varredura não alcançou. Quem perguntasse ao assistente recebia a informação errada. As quatro passam a dizer que ele está, e de onde veio.
- acessoO cadastro e-MEC e os projetos pedagógicos passam a ter porta de máquina, com as ferramentas cadastro_e_mec e projetos_pedagogicos no servidor MCP. Eram as duas únicas bases sem ela, e são as duas que acabaram de crescer. Ainda, o assistente passa a alcançá-las: uma pergunta sobre curso extinto, conceito de curso ou bibliografia agora recupera a base certa em vez de responder pelo que sobrava.
- acessoA seção de dados abertos passa a resumir as três famílias servidas um arquivo por documento, que somavam 136 linhas de mesmo formato na tabela. Cada família entra numa linha, com o número de arquivos e o peso somado, e o arquivo novo das referências entra ao lado dos demais.
- acessoA busca passa a aceitar a consulta pelo endereço, com o acervo e a instituição junto, de modo que uma seção possa mandar o leitor direto ao termo e o endereço fique citável. O achado vindo de um projeto passa a nomear a instituição e o curso no lugar do ano, que não existe nesse acervo.
- seçãoA busca passa a descrever o acervo que está selecionado. Com os projetos pedagógicos escolhidos, ela diz as 6.310 páginas dos 104 documentos de 38 instituições, e avisa que baixá-los todos passa de treze megabytes.
v2026.10
O recorte do Censo passa a cobrir o campo inteiro: entram 502 curso-anos que a regra anterior deixava de fora, num quinto grupo, e o rótulo CINE de cada curso passa a viajar com ele.
- dadosEntra a SÉTIMA base, e com ela o que a plataforma declarava como inalcançável até 3 de setembro: o RESULTADO da avaliação in loco. São 830 cursos com conceito de curso, de 1 a 5, com o ano da visita da comissão entre 2004 e 2026. A base é o cadastro e-MEC, coletado na Consulta Pública Avançada em seis buscas que repetem a regra de recorte do Censo, cada uma com endereço, parâmetros, data e sha256.
- métodoA leitura do cadastro é conferida por dois caminhos independentes até o mesmo número. O CPC existe nas duas bases: aqui vem do cadastro, e na base dos indicadores vem da planilha de resultados do Inep. Alinhada a edição mais recente de cada curso, os dois coincidem em 486 de 488 casos, que são 99,6%. O cadastro exporta o CPC contínuo sem o separador decimal, de modo que 261 é 2,61, e a regra fica escrita porque sem ela a coincidência daria zero e pareceria defeito da leitura.
- métodoO universo do cadastro é declarado ao lado do número dele. Ele conta o curso AUTORIZADO, e guarda o curso depois de ele fechar: são 2.080 cursos, dos quais 1.070 em atividade, 872 extintos e 138 em extinção. O Censo conta o curso que informou matrícula naquele ano. O número de uma base não entra na conta da outra, e a diferença entre as duas é publicada em vez de escondida.
- dadosEntra a SEXTA base da casa, e ela é a segunda de documento em vez de número: os projetos pedagógicos que as instituições publicam. São 104 documentos de 38 instituições, com 6.331 páginas, cada um com o endereço de origem, a data da coleta e o sha256. Nenhum órgão reúne esse documento, e por isso a coleta foi instituição a instituição.
- seçãoA seção nova responde a uma pergunta que nenhuma das seis anteriores alcançava: o que os cursos mandam ler. São 13.539 referências bibliográficas, tiradas dos 40 documentos que descem ao nível do componente. Munari aparece em 33 deles, Dondis em 28, Bonsiepe em 27, Ostrower em 26, Bürdek e Wong em 25. A obra citada concentra-se nos anos 2000, e o acervo alcança de 1900 a 2020. Com ela, são as vinte e cinco seções da plataforma.
- métodoDuas bases passam a se olhar, com o método escrito ao lado do número. As portarias dizem o perfil, as competências e os objetos de conhecimento que cada prova declarou medir; os projetos pedagógicos dizem o que cada curso forma. Um item ecoa num projeto quando qualquer sequência de quatro palavras dele reaparece no texto, descontadas as palavras vazias. Nenhum total de uma base entra na conta da outra: o que se publica é a interseção.
- dadosO confronto tem um achado. A COMPETÊNCIA é o que os dois lados dizem em comum: 81 dos 158 itens de competência reaparecem em algum projeto, que são 51,3%. O objeto de conhecimento fica em 13 de 97, e o perfil do egresso em 9 de 73, ambos em torno de um oitavo. A prova declara medir um repertório de conteúdo que o texto dos cursos não repete, e a coincidência se concentra no que o estudante deve saber fazer.
- métodoO que essa base mede fica escrito antes de qualquer número dela: o hábito de publicar. Ela não é amostra do campo, e contar documentos por instituição diria quem publica, e não quem ensina o quê. A leitura da bibliografia é do sobrenome como o documento o imprime, e não distingue homônimos; ela para no fim da página, e uma lista que vira a página perde a cauda. As duas ressalvas ficam na própria seção.
- seçãoA busca no texto integral passa a alcançar os dois acervos. Um seletor escolhe entre os relatórios do Enade e os projetos pedagógicos, e a sintaxe de operadores é a mesma nos dois: são 5.754 páginas de um lado e 6.310 do outro. A ferramenta de cruzamentos ganha a base nova, com as dimensões instituição, forma do documento e tipo de bibliografia.
- seçãoO assistente passa a se chamar Perguntar no menu, e fica ao lado da busca no texto. O nome antigo dizia o que a coisa é; o nome novo diz o que ela faz, que é a mesma regra dos outros itens do acervo. A ordem do bloco fica: relatórios, catálogo, cruzamentos, perguntar, busca no texto, das leituras prontas para as perguntas escritas.
- seçãoA busca no texto integral passa a aceitar operadores, e a procurar a PALAVRA INTEIRA. Antes ela procurava a sequência de letras, e quem escrevia moda recebia toda página que dissesse modalidade, que neste acervo é quase todas: no relatório de 2018 são 11 ocorrências contra 201. Quem quiser a raiz escreve o asterisco. Entram também a expressão entre aspas, o E implícito entre duas palavras, a alternativa por OU ou por barra vertical, e a exclusão por hífen. A sintaxe fica escrita na própria página, com um exemplo por forma.
- métodoO total de cursos participantes deixa de sair de uma regra acidental. O relatório síntese imprime esse total em dois capítulos, e em SEIS das dezesseis edições os dois números divergem, sempre na coluna das privadas. A leitura antiga tomava o maior dos dois, o que não era escolha de ninguém. A escolha passa a ser arbitrada pela planilha de resultados do Inep, que traz uma linha por curso e decide cinco das seis; em 2012 ela não publica o código do curso, e nesse caso vale o capítulo dos resultados. O valor que ficou de fora fica publicado entre parênteses, ao lado do escolhido.
- dadosUm número publicado se move com a correção: a Tecnologia em Design de Moda de 2022 passa de 83 para 82 cursos participantes, e a cobertura dela de 69,7% para 68,9%. Nas outras quinze edições a regra nova devolve o mesmo valor de antes, o que foi conferido ficha a ficha.
- seçãoO perfil discente e a oferta passam a abrir com tudo o que têm. O primeiro seletor de cada uma ganha a opção de todas as variáveis e de todas as medidas, e ela é o padrão: são 17 painéis no perfil e 6 na oferta. A variável que só tem uma edição não vira série, e a ausência dela fica escrita ao pé dos gráficos em vez de sumir sem aviso.
- seçãoA ferramenta de cruzamentos passa das análises para o acervo, logo depois do assistente. Ela não é uma análise que a plataforma faz: é um lugar onde a pergunta é do leitor, como o catálogo, o assistente e a busca no texto integral. O menu agora reúne as quatro maneiras de interrogar o acervo no mesmo bloco.
- dadosO curso entra no recorte por uma de duas portas, e a coluna que diz por qual fica publicada. A primeira é o rótulo CINE, e oito rótulos de design entram por inteiro. A segunda é o nome do curso, em qualquer rótulo, quando ele diz design, desenho industrial ou expressão gráfica. A base passa de 10.634 para 11.121 curso-anos, e o quinto grupo reúne 2.315 deles.
- métodoAs quatro áreas do Enade não se mexeram, e isso foi conferido curso a curso: são as mesmas 8.806 linhas de antes da ampliação. É o que mantém de pé a cobertura entre o Enade e o Censo, que continua comparando só as quatro, e todo número já publicado. O quinto grupo recebe grafite no gráfico, e não um quinto matiz, porque ele é de outra natureza.
- métodoA porta do nome ganhou uma exceção declarada. O eixo tecnológico do Censo chama-se Produção Cultural e Design, e alguns cursos imprimem o eixo dentro do próprio nome: sem o corte entrariam fotografia, produção fonográfica, produção publicitária e comunicação institucional, que são 15 linhas da série. O caminho inverso ficou de fora depois de medido: tomar por inteiro os rótulos vizinhos traria, só em 2024, 132 cursos chamados Jogos Digitais e 161 chamados Sistemas Para Internet.
- seçãoA seção da oferta ganha um seletor de eixo. Por grupo ela traz cinco linhas; por rótulo CINE ela abre um grupo de cada vez, com os oito rótulos maiores dele, porque o campo ampliado tem 24 e 24 linhas num eixo só não se leem. A ferramenta de cruzamentos ganha as três dimensões novas: grupo, rótulo CINE e porta do recorte.
- métodoO recorte passa a citar a literatura que o sustenta. Oliveira e Silva (Estudos em Design, v. 34, n. 1, 2026) mostram que a CINE separa em áreas gerais distintas coisas que o campo trata junto, e deixam em aberto onde se classifica um curso de design de jogos digitais. A segunda porta desta base é uma resposta a essa pergunta, e a página de procedimentos diz isso no lugar em que a regra é escrita.
v2026.9
O início passa a contar o que as bases dizem sobre a formação em design no país, e duas bases novas entram: o instrumento da avaliação in loco e as portarias que fixam o que cada prova mede.
- métodoA afirmação de que o resultado da avaliação in loco seria inalcançável estava errada, e fica corrigida onde ela foi publicada. A Consulta Pública Avançada do e-MEC exporta um relatório com 52 colunas, e duas delas trazem o conceito de curso e o ano da visita. O erro foi de busca: a consulta encontrada antes era a de curso a curso, protegida por verificação de robô. A coleta na fonte está em curso, e o conceito de curso entra quando ela tiver endereço, data e selo próprios, como as outras seis bases.
- métodoO Censo deixa de ser descrito como a oferta inteira. Ele conta o curso que informou matrícula naquele ano, e o curso autorizado que ainda não abriu turma fica de fora dele. O cadastro regulatório do e-MEC, que conta o curso autorizado, chega por isso a um total maior no mesmo ano. A distinção passa a ficar escrita nos procedimentos, e vale para toda comparação entre as duas fontes: uma é levantamento estatístico, e a outra é registro de autorização.
- seçãoA ferramenta de cruzamentos passa a enxergar as bases novas. Ela ganha um seletor de base, com o Enade, o Censo da Educação Superior e as planilhas de CPC, IDD e IGC. O cruzamento continua sempre DENTRO de uma base, porque cada uma conta um universo próprio; cruzar dimensões de duas somaria coisas diferentes.
- métodoAs duas situações convivem, e a diferença fica declarada. A base do Enade é lida de documento impresso, e por isso só oferece os pares que o relatório publicou. As outras duas vêm da linha por curso, e nelas qualquer par das dimensões pode ser calculado: são oito dimensões no Censo e seis nas planilhas.
- métodoA matriz passa a somar a contagem e a medianar o resto. A célula do cubo chega partida por formação e por área, e medianá-las devolvia a do meio em vez do total. Em 2009 o tecnológico saía com 60 cursos, que é a mediana entre 60, 55 e 66, e não com os 181 que ele tem. O percentual e o conceito seguem na mediana, porque somá-los não mede nada.
- seçãoOs dois seletores de dimensão passam a mostrar a dimensão ESCOLHIDA, e não a que ficou gravada no par. O par existe numa ordem só no dado, e escolher uma dimensão nas linhas devolvia às vezes a outra; agora a troca acerta também a inversão dos eixos.
- dadosA seção do valor agregado ganha o resultado da avaliação por unidade da federação, com a mediana do conceito Enade, do IDD e do CPC entre os cursos de cada estado. O cruzamento equivalente na ferramenta de cruzamentos sai em quarto de desempenho, que é a posição relativa do estudante; aqui a unidade é o curso, e a medida é a que a planilha publica, de 0 a 5. A unidade da federação é a do curso, e não a de origem de quem estuda nele.
- métodoA recuperação do assistente deixava três cortes do Censo de fora, e ele respondia que o Censo não separa curso público de privado. A base separa: o corte por categoria administrativa, o por modalidade de ensino e o por unidade da federação entram agora, e com eles o corte por categoria do CPC e do IDD. Os termos que puxam cada base também se alargaram, porque a pergunta por tendência não diz censo nem matrícula.
- seçãoO título de markdown que o modelo às vezes escreve chegava cru à tela, com os sinais à mostra. Ele passa a virar rótulo do padrão da casa, e o prompt pede resposta em parágrafo corrido, sem cabeçalho de seção.
- seçãoA seção de procedimentos passa a descrever o método das seis bases, e não só o da primeira. Cada uma ganha um bloco com o documento a que ela é fiel, a regra que decide o recorte, a conferência que a valida e o que ela não alcança. Uma tabela ao pé reúne as seis, com a cobertura e a data de selagem lidas da própria base.
- métodoA régua da prosa de tela tinha um buraco, e ele apareceu agora. O despejo só capturava a string que é valor de um campo, e a prosa longa desta casa mora em arranjo de parágrafos: procedimentos, sobre, acessibilidade e proteção de dados nunca tinham passado pela régua. Com o conserto, o corpo medido dobrou.
- métodoO histórico de versões sai da régua da tese, com a razão escrita no despejo. Ele é registro factual, com uma entrada por mudança, e não prosa expositiva; e tem catorze mil palavras contra onze mil de todo o resto, o que o fazia mandar sozinho no resultado. A régua de extensão de frase continua a medi-lo, porque frase longa cansa quem lê seja qual for o registro.
- acessoA plataforma passa a responder pergunta escrita em linguagem corrente, na seção Assistente, marcada como ensaio. A busca do que responde corre no navegador de quem pergunta, e só o trecho encontrado viaja para o modelo; a chave do provedor fica na rota de servidor. A recuperação lê os mesmos arquivos que a tela e o servidor MCP leem, e por isso os três respondem o mesmo número.
- métodoA resposta do assistente é gerada por modelo de linguagem, e a seção diz isso na abertura: ela pode errar mesmo com o dado certo à frente. Sem chave de provedor configurada, a seção mostra o aviso no lugar do campo de pergunta, e as bases seguem abertas nas seções e no servidor MCP.
- acessoO servidor MCP ganha duas ferramentas, e passa a nove: `diretrizes_da_prova` e `instrumento_de_avaliacao`. A primeira avisa quando o recorte pedido cai num dos relatórios de 2022 que não reproduzem a portaria da própria área.
- dadosEntra a quinta base da casa, com as portarias que fixam as diretrizes de prova. Antes de cada edição o Inep publica no Diário Oficial uma portaria por área, que declara o perfil do concluinte, as competências avaliadas e os conteúdos cobrados. Quatorze delas entram, das edições de 2009, 2015, 2018, 2021 e 2022, com 443 itens.
- métodoA conferência entre a portaria e o relatório mostra que dois relatórios de 2022 reproduzem as diretrizes de outra área. Os de Tecnologia em Design Gráfico e de Tecnologia em Design de Moda não trazem nenhum dos conteúdos das portarias dessas áreas, e no lugar deles imprimem conteúdos de gestão pública. Nos outros doze casos a proporção encontrada fica entre 36% e 93%.
- métodoAs portarias saem em três formatos, e a leitura trata os três. O PDF de coluna única do Inep, em 2009 e 2015. A página do Diário Oficial em três colunas que se tocam, em 2018, onde a coluna é achada pela margem esquerda das linhas e o ato é recortado pelo número em caixa alta. E a página do Diário em html, em 2021 e 2022. As edições de 2006 e de 2012 ficam de fora, com a razão declarada na própria seção.
- dadosEntra a quarta base da casa, com os cinco instrumentos da avaliação in loco publicados pelo Inep entre 2010 e 2017. São 255 indicadores e 1.275 critérios, que separam o conceito 1 do 5 em cada item. O resultado da visita continua fora, porque o Inep não publica o conceito de curso em conjunto de dados aberto; o que entra é o documento que diz o que a comissão mede.
- seçãoA seção Avaliação de curso publica esse acervo, e a das diretrizes e a do assistente fecham as vinte e quatro seções da plataforma. O item de menu que se chamava O instrumento passa a chamar-se O questionário. Dois instrumentos com o mesmo nome no menu confundiriam quem procura.
- dadosO peso de cada dimensão depende do ato, e não só da edição. Na autorização de um curso novo a infraestrutura pesa 40. No reconhecimento, a organização didático-pedagógica pesava 40 em 2012 e em 2015, e em 2017 o corpo docente passou à frente. Os documentos de 2010 não publicam peso, e isso fica declarado.
- métodoA leitura dos cinco documentos passou por três armadilhas de grade, e todas ficaram resolvidas com regra escrita. A tabela que vira a página sem repetir o cabeçalho continua a anterior. O cabeçalho de indicador é amarrado à tabela pela altura em que está, e não pela ordem de contagem. E a numeração de três níveis de 2010 é lida como tal. Em três dos 255 indicadores o título ficou cortado na grade, e a ressalva viaja junto do item.
- seçãoO início abria com a contagem de observações, de tabelas e de páginas, que é a pergunta de quem já decidiu consultar a base. Essa contagem desceu para o catálogo, ao lado da lista que ela descreve, e o início passa a percorrer quatro movimentos: onde os cursos estão, como a oferta mudou, quem estuda e o que a avaliação mede.
- dadosO início abre com o panorama do ano mais recente, que é o que a maior parte de quem chega vem procurar. A tabela traz cursos, vagas, ingressantes, matrículas, concluintes e desvinculados de 2024, por área, com o subtotal do tecnológico e o total do país: 698 cursos, 102.860 matrículas e 18.144 concluintes. O Censo é a base que responde a essa pergunta, porque conta o universo inteiro dos cursos e alcança um ano mais recente do que a última edição do Enade.
- dadosUma figura nova acompanha o panorama: os cursos em atividade ano a ano, com uma linha por formação. As duas correm no mesmo desenho porque são duas séries, e não uma soma, e a distância entre elas é o que a figura mostra.
- dadosA abertura publica o que as três bases mostram juntas. A oferta passou de 369 cursos em 2009 para 698 em 2024, e o crescimento coube inteiro à formação tecnológica, de 181 para 500 cursos, enquanto o bacharelado ficou em 188 e depois 198. A modalidade a distância responde por 56,9% da matrícula em design em 2024.
- métodoO mapa do início cobre só o curso presencial, e a razão fica escrita ao lado dele: dos 698 cursos de 2024, 183 são a distância, e o cadastro do Censo não registra unidade da federação para eles. A ressalva vale para qualquer mapa desta plataforma que conte curso.
- dadosO movimento sobre avaliação põe a nota e o valor agregado lado a lado. No bacharelado em 2021, o conceito Enade contínuo foi 3,56 nos cursos públicos contra 2,57 nos privados, e o IDD ficou em 2,49 contra 2,48. A leitura que esse par sustenta está escrita na página: boa parte da vantagem pública na nota bruta acompanha o perfil de ingresso.
v2026.8
O CPC e o IDD recuam até 2009, e a medida de valor agregado passa a cobrir treze anos.
- dadosEntram as planilhas de CPC e de IDD das edições de 2009, 2012 e 2015, com 775 cursos. A base passa a 1.660 cursos em seis edições. No bacharelado, a mediana do CPC sobe de 2,17 em 2009 para 2,95 em 2021, enquanto a do IDD fica entre 2,27 e 2,61 em toda a série.
- métodoEm 2009 e em 2012 a linha da planilha é a unidade de observação, quer dizer, a instituição num município, e o código do curso no e-MEC não consta. A edição de 2012 por isso registra 157 unidades contra 140 cursos na ficha do relatório síntese. A diferença fica publicada na abertura da seção.
- métodoA faixa do IDD, ausente nas planilhas anteriores a 2018, foi derivada do contínuo pela regra de corte do Inep. A regra passou por conferência contra as edições de 2021 e de 2022, que publicam contínuo e faixa lado a lado: 14.599 cursos, nenhuma divergência.
- dadosO corte do IGC passa a alcançar quem ofertou design numa edição antiga, e a lista sobe de 1.160 para 1.312 registros. São 336 instituições em 2018 e 322 em 2023.
- acessoAs três bases passam a ser consultáveis por um cliente de modelo de linguagem, em /mcp, pelo protocolo de contexto. São sete ferramentas de leitura, e cada resposta declara de qual base o número saiu e em que dia aquela base foi selada. As ferramentas leem os mesmos arquivos que a tela lê, e por isso a consulta por máquina e a consulta por tela devolvem sempre o mesmo número. A lista das sete fica na página de dados abertos.
- métodoA avaliação externa in loco foi procurada e não entrou. O Inep não publica em conjunto de dados aberto o conceito de curso nem o conceito institucional, e a consulta do e-MEC, que os traz caso a caso, está atrás de verificação automática de robô e sem exportação em massa. A ausência fica declarada na página sobre, no lugar em que o leitor a procuraria.
- métodoA página sobre afirmava que a base não incorpora o Censo nem os demais instrumentos do Sinaes, o que deixou de ser verdade quando as outras duas bases entraram. O texto passa a dizer o que cada base cobre e por que os números de uma não são somados aos de outra.
- métodoAs planilhas de 2009, 2012 e 2015 saem em .xls, que a biblioteca de leitura desta plataforma não abre. O Inep publica ao lado o mesmo conteúdo em .csv, e é esse arquivo que entra. O endereço, a data e o sha256 de cada um ficam na tabela de procedência, ao pé da seção.
v2026.7
O IGC entra como contexto da instituição em que o curso vive, em quatro edições.
- dadosEntram as planilhas de IGC de 2018, 2021, 2022 e 2023, com 1.160 registros das instituições que ofertam design. O IGC mede a INSTITUIÇÃO, e não o curso: ele é a média dos conceitos de curso da graduação no triênio, com os conceitos da pós-graduação. Por isso, ele fica numa lista própria, separada da do curso.
- métodoSó as instituições que ofertam design entram, pelo código da IES que a planilha do CPC já traz: a lista inteira do país não descreve este acervo. São 296 em 2018 e 288 em 2023.
v2026.6
O Censo de 2024 entra na série, e a maior distância entre as duas formações deste acervo está na evasão.
- dadosO Censo de 2024 entra, e a série passa a cobrir dezesseis anos, de 2009 a 2024, com 10.634 registros de curso e 4.836 de instituição. O arquivo tem 436 MB, contra 37 MB do de 2023, e ainda assim traz apenas os dois cadastros.
- dadosA distância entre as duas formações na evasão é a maior deste acervo. No último ano do Censo, o bacharelado em Design registra 16,8% dos matriculados desvinculados ao fim do ano, e a Tecnologia em Design de Interiores registra 67,6%. A plataforma publica a distância e declara que a base não sustenta explicação para ela.
- métodoA régua que confere os números escritos à mão passa a olhar também as outras duas bases: a afirmação que cita o Censo é conferida contra o agregado do Censo, e não contra o do Enade.
- seçãoA faixa que o ponteiro acende no gráfico passa a levar o mesmo tom do passar do ponteiro no menu: apontar é o mesmo gesto nos dois lugares, e a superfície neutra lia como cinza no meio de uma página lilás.
v2026.5
A paleta dos gráficos passa ao arco frio, com o lavanda como cor primária, e a barra deixa de levar contorno.
- seçãoA ordem da série passa a ser lavanda, rosa, azul e o primeiro verde, e do quinto tom em diante ela se repete com os vizinhos de cada família, num segundo anel de luminosidade. São dez tons, distinguidos pelo matiz e pelo valor ao mesmo tempo, porque um arco de cor só não comporta dez matizes distinguíveis.
- seçãoA barra deixa de levar contorno. A versão anterior tinha área clara mais contorno forte, porque a área sozinha ficava em 1,3:1 contra o fundo. A paleta atual resolve isso na própria cor: os dez tons ficam entre 3,06:1 e 4,79:1 no tema claro e entre 3,47:1 e 5,43:1 no escuro.
- seçãoAs quatro áreas deixam de ter cor própria e passam a tomar os quatro primeiros tons da série, na ordem: lavanda para o bacharelado em Design, rosa para Design Gráfico, azul para Design de Interiores e verde para Design de Moda.
v2026.4
A seção da oferta ganha a evasão, a reserva de vaga e a lista nominal das instituições, e os blocos de conteúdo passam a viver em quadros.
- dadosEntra a situação do vínculo ao fim do ano, que o cadastro de cursos do Censo registra: trancado, desvinculado e transferido. O microdado de aluno deixou de vir no pacote do Censo, e o arquivo de 2024, com 436 MB, também traz apenas os dois cadastros; a evasão sai então do próprio cadastro. O percentual de desvinculados sobre os matriculados sobe de 26,4% em 2015 para 41,8% em 2023.
- dadosEntra também a reserva de vaga no ingresso, que cai de 3,3% dos ingressantes em 2015 para 1,9% em 2023, e a lista nominal das 356 instituições com curso de design na última edição do Censo. O e-MEC daria a situação regulatória de cada uma, e fica declarado por que ele não entra: não há exportação em massa, e o endereço de cada curso na consulta usa um identificador que não se deriva do código.
- seçãoCada bloco de conteúdo passa a viver num quadro. As outras plataformas da casa desenham a borda; aqui o recorte se faz pela superfície, num véu translúcido que deixa o lilás da página atravessar e fica em 1,04:1 contra o fundo. Sobre um fundo já colorido, a borda somava uma terceira linha ao lado da barra e do contorno da barra.
v2026.3
Entra a terceira fonte, o CPC e o IDD por curso, que respondem quanto da nota pertence ao curso e quanto vem do perfil de quem entrou.
- dadosEntram as planilhas de CPC e de IDD das edições de 2018, 2021 e 2022, com 885 cursos de design. O IDD mede a diferença entre o desempenho observado e o esperado dado o perfil de ingresso do estudante, medido pela nota no Enem. É a medida que separa o que o curso acrescenta daquilo que ele recebeu pronto.
- seçãoEntra a seção do valor agregado. Ela traz a dispersão de cada curso nos dois eixos, a mediana de cada medida por área, os seis componentes do CPC e a comparação entre pública e privada no IDD, que desconta o perfil de entrada.
- métodoA conferência que valida o recorte: a contagem de cursos por área nas planilhas bate exatamente com o número de cursos participantes registrado na ficha de cada relatório síntese. Em 2018 são 160 em Design, 101 em Design Gráfico, 97 em Interiores e 68 em Moda.
v2026.2
Entra a segunda fonte da plataforma, o Censo da Educação Superior, com a oferta de design ano a ano e o denominador que o Enade não dá.
- dadosEntram os microdados do Censo da Educação Superior de 2009 a 2023, quinze anos, com 9.750 registros de curso de design e 4.484 de instituição. As duas bases nunca se misturam num arquivo: a do Enade é fiel ao documento impresso e aponta relatório, página e tabela; a do Censo é fiel ao microdado e aponta ano, arquivo e sha256.
- métodoA procedência de cada um dos trinta arquivos fica publicada: endereço no repositório do Inep, data em que foi buscado, tamanho, sha256 calculado aqui e md5 que o próprio Inep publica dentro do pacote. Vinte e oito dos trinta trazem o md5 da fonte.
- seçãoEntra a seção da oferta, com a série anual das quatro áreas, a proporção de cursos em instituição privada, o mapa dos cursos por unidade da federação e a tabela do design que o Enade não avalia. A cobertura do Enade sobre o Censo fica entre 55,7% e 91,3% no bacharelado.
- métodoA correspondência entre a classificação CINE do Censo e a área de avaliação do Enade é escrita à mão. No bacharelado, todo curso de design entra em Design, qualquer que seja o rótulo CINE. A regra estreita punha a cobertura de 2015 acima de cem por cento, com 178 cursos participantes contra 156 no Censo, o que é impossível.
v2026.1
Primeira publicação, com a base do Enade em Design aberta para consulta e as três primeiras seções de análise.
- dadosEntram 187.366 observações vindas de 3.219 tabelas dos dezesseis relatórios síntese do Enade em Design, de 2006 a 2022, cada uma apontando o relatório, a página e a tabela de origem.
- seçãoEntra a ferramenta de cruzamento: escolhem-se duas dimensões e saem a matriz, o gráfico e as tabelas de origem. Ela oferece os pares que os relatórios efetivamente publicam, e declara que os demais exigiriam o microdado, que não faz parte deste acervo.
- dadosA categoria administrativa passa a ter um eixo agregado em pública e privada, que é o único comum às dezesseis edições. Até 2018 o relatório publica as duas categorias; de 2021 em diante ele desdobra em federal, estadual e municipal de um lado e com e sem fins lucrativos do outro.
- acessoCada trecho achado na busca ganha o caminho de volta: um link para as tabelas daquela mesma página, no catálogo, e a procedência do arquivo com o sha256. Onde a página não traz tabela, o catálogo abre para as vizinhas e diz o que fez.
- seçãoEntram as seções de instituições e de território, com filtro por formação, área e edição. A primeira traz cursos e nota média por categoria administrativa, organização acadêmica e modalidade; a segunda, a oferta por grande região e a origem dos estudantes pelas vinte e sete unidades da federação.
- dadosAs séries passam a correr pelas quatro áreas, e não só pelas duas formações: o bacharelado em Design de um lado, e a Moda, o Gráfico e o Interiores de outro, cada um com o seu painel. O perfil discente ganha seletor de variável, com oito variáveis no lugar de duas.
- acessoO ponto passa a ficar visível em cada medida das séries, porque o Enade é aplicado de três em três anos e a linha entre dois pontos é leitura, e não medição. Toda série declara o período no título, e cada edição vira um link para o catálogo já filtrado.
- métodoA prosa da interface passa a ter régua própria, em ferramentas/tela.py, que mede a extensão da frase e varre o jargão do projeto. A conferência do que o site serve contra a base ganha ferramentas/coerencia.py, que grava também os catorze arquivos de replicação fora do repositório.
- acessoA busca no texto integral entra em funcionamento sobre as 5.754 páginas dos dezesseis relatórios. O texto de cada relatório é baixado sob demanda e a busca corre no navegador do leitor, sem que o termo saia dele.
- seçãoEntram as três seções de análise: perfil discente, desempenho e o instrumento, todas com as séries separadas por formação e com a tabela de dados sob demanda em cada gráfico.
- dadosA etapa de análise entra no agregado servido: 48 séries históricas, as dezesseis fichas, a dispersão das notas, a concentração da oferta, a associação com a origem social e a concordância entre estudante e coordenador.
- seçãoNascem as vinte e uma seções da plataforma, com o catálogo das tabelas filtrável por edição, área, tema e ressalva.
- métodoO bacharelado e as tecnologias correm em séries separadas em toda a plataforma, porque são formações distintas e nem sequer são avaliadas nos mesmos anos: 2006, 2012 e 2021 trazem só o bacharelado, e 2022 traz só as tecnologias.
- métodoA definição das dimensões de corte passa a considerar o enunciado da pergunta registrado na legenda, e não apenas os rótulos: a faixa de renda, que aparecia em 16 tabelas, alcança 192.
- acessoA página de dados abertos publica os cinco conjuntos que o site consome, com as observações divididas por relatório e comprimidas em gzip, o que leva 85 MB de texto a 2 MB.
- seçãoA seção do território ganha mapas do Brasil. Um por área para a oferta por grande região, em que as unidades da federação de uma mesma região recebem o valor dela, e um por área para a origem dos estudantes nas vinte e sete unidades. O tom sai da raiz do valor sobre o máximo, a escala fica declarada ao lado e a tabela sob demanda repete os números em texto.
- seçãoEntra a seção da percepção do curso, com as 83 assertivas da escala de concordância, o confronto entre a resposta do estudante e a do coordenador e a concordância por quarto de desempenho. O enunciado de cada assertiva foi recuperado da legenda da tabela, e as variantes de redação entre edições foram reunidas por regra escrita à mão, com cada redação original publicada no catálogo.
- acessoOs dezesseis relatórios síntese passam a ser servidos pela própria plataforma, 252 MB, com o sha256 de cada um conferido contra o selo da base a cada exportação. No catálogo, cada tabela abre o PDF na própria página em que ela está impressa.
- dadosA categoria administrativa aparece só no par pública e privada, também na seção de instituições e na ferramenta de cruzamento. O desdobramento em federal, estadual e municipal de um lado e com e sem fins lucrativos do outro fragmenta a série, e continua disponível no CSV aberto.
- seçãoO menu põe as análises em primeiro lugar, com o início como primeiro item, e reúne relatórios, catálogo e busca no acervo. Cada seção ganha ícone, o telefone ganha gaveta de seções, e entram a marca, a trilha e o botão de voltar ao topo.
- seçãoA barra passa a ter área clara e contorno no tom forte, e cada uma das nove cores da série ganha o seu par. A área sozinha fica perto de 1,3:1 contra a página, e quem carrega os 3:1 que a norma pede para objeto gráfico é a linha em volta, entre 3,43:1 e 4,53:1 conforme o matiz.
- seçãoA cor de cada área passa a ser fixa em toda a plataforma: lavanda para o bacharelado em Design, rosa para Design Gráfico, azul claro para Design de Interiores e alaranjada para Design de Moda. As barras de total ficam no mesmo lavanda. Os menus de seleção ganham o lavanda de destaque, com seta desenhada à mão.
- acessoComo citar, contato e proteção de dados ganham seção própria, na ordem que as outras plataformas da casa adotam. A citação sai do rodapé da página sobre e passa a trazer a forma pronta em ABNT, APA, Chicago e BibTeX, sempre com a versão. O contato traz o currículo Lattes e o ORCID. A proteção de dados declara que a base não guarda registro de pessoa e que a busca corre no navegador do leitor.