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Avaliação de curso

O que a comissão mede quando visita um curso

Os cinco instrumentos da avaliação in loco entre 2010 e 2017, com as três dimensões, os 255 indicadores e os cinco critérios de cada um.

A visita da comissão a um curso produz o conceito de curso, e ele está publicado nesta página desde 4 de setembro de 2026. O Inep não o traz em conjunto de dados aberto; o cadastro e-MEC o exporta em relatório, e é dali que ele vem, com endereço, data e sha256 registrados. No entanto, o Inep publica o instrumento: o documento que apresenta os critérios de avaliação da comissão e a atribuição de 1 a 5 em cada item. Cinco edições dele saíram entre 2010 e 2017, e esta seção as lê lado a lado.

As três dimensões do instrumento são as mesmas famílias em que o CPC se decompõe, que são a organização didático-pedagógica, o corpo docente e a infraestrutura. A seção do valor agregado mede o resultado dessas famílias; esta mostra o que a comissão procura em cada uma.

O instrumento vale para todos os cursos de graduação, e não só para os de design. Nenhum dos cinco documentos trata de design em particular, e por isso nenhuma tabela desta seção é recortada por área.

O conceito de curso, que a visita produz

O resultado da avaliação in loco, como o cadastro e-MEC o publica: uma faixa de 1 a 5 por curso, com o ano da visita da comissão. São 830 dos 2.080 cursos do recorte, e o ano vai de 2004 a 2026.

O UNIVERSO DESTA TABELA é o do cadastro regulatório, que conta o curso autorizado e guarda o curso depois de ele fechar. O do Censo é outro: ele conta o curso que informou matrícula naquele ano. O número de uma base nunca é somado ao da outra.

Quantos cursos em cada faixa

O resultado da avaliação in loco, como o cadastro e-MEC o publica: uma faixa de 1 a 5 por curso, com o ano da visita da comissão. São 830 dos 2.080 cursos do recorte, e o ano vai de 2004 a 2026.

Ver os dados
Quantos cursos em cada faixa
Quantos cursos em cada faixacursos
22
384
4473
5271

Em que ano a comissão visitou

O resultado da avaliação in loco, como o cadastro e-MEC o publica: uma faixa de 1 a 5 por curso, com o ano da visita da comissão. São 830 dos 2.080 cursos do recorte, e o ano vai de 2004 a 2026.

Ver os dados
Em que ano a comissão visitou
Em que ano a comissão visitoucursos
20044
20052
20068
20071
20081
20104
201129
201229
201323
201414
201530
201651
201730
201822
201964
20208
20217
202255
2023114
2024169
2025148
202617

A faixa por categoria administrativa e por grau

A faixa por categoria administrativa e por grau
categoriafaixacursos
privada22
privada357
privada320
privada4312
privada4129
privada5155
privada588
pública37
pública432
pública528

A conferência que valida a leitura

O CPC existe em duas bases desta plataforma por caminhos independentes: no cadastro e-MEC e na planilha de resultados do Inep. Alinhada a edição mais recente de cada curso, os dois têm de coincidir, e é essa coincidência que atesta a leitura do cadastro.

O cadastro exporta o CPC contínuo sem o separador decimal, de modo que 261 é 2,61. A conferência desfaz isso antes de comparar; sem essa regra escrita, a coincidência daria zero e pareceria defeito da leitura.

486 / 488 (99,6%)

A visita e o exame, sobre o mesmo curso

Dois indicadores medem o mesmo curso por caminhos independentes. O conceito de curso sai da visita da comissão ao campus; a faixa do CPC sai do desempenho no exame e dos insumos declarados. A tabela mostra em quantos cursos os dois coincidem, e para que lado eles divergem quando não coincidem.

Entram os 458 cursos que têm as duas medidas no cadastro. A faixa 0 do CPC significa indicador não calculado, e por isso ela é retirada da conta em vez de ser tomada como nota baixa. As duas medidas não são do mesmo ano, porque a visita e a edição do exame seguem calendários próprios, e a comparação é entre o que o cadastro registra como vigente para cada curso.

A linha é a faixa da visita e a coluna é a faixa do exame. A célula em que as duas coincidem traz o sinal de igual à frente do número, além da cor.

A visita e o exame, sobre o mesmo curso
conceito de cursoCPC 1CPC 2CPC 3CPC 4CPC 5
faixa 1
faixa 21
faixa 314coincidem 3017
faixa 4233139coincidem 988
faixa 5126345coincidem 5

As duas medidas coincidem em 133 dos 458 cursos, ou 29%. Em 299 cursos a visita ficou acima do exame, e em 26 ela ficou abaixo. O conceito de curso está em 4 ou 5 em 88,4% dos casos, e a faixa do CPC, em 37,8%. Assim, a avaliação in loco atribui faixa alta com muito mais frequência do que o indicador calculado sobre o exame.

A carga horária que o cadastro registra

As horas de cada curso, como o cadastro as declara, com os graus em linhas separadas. Bacharelado e tecnológico são formações distintas, e por isso eles nunca entram na mesma série; a tabela os põe lado a lado sem somá-los.

Toma-se a carga zero como ausência de informação, e ela sai da conta a fim de não puxar a mediana para baixo. O sequencial e a licenciatura aparecem com poucos cursos, e as medidas deles descrevem esses poucos.

A carga horária que o cadastro registra
graucursosmínimo1º quartilmediana3º quartilmáximo
Tecnológico1.3461.6001.6401.7001.8104.840
Bacharelado6941.2302.4302.7853.0605.280
Sequencial261801.6001.6401.9202.400
Licenciatura42.8002.8353.0953.1803.180

Mais horas não acompanham conceito melhor

A média de horas dos cursos de cada faixa do conceito de curso, dentro de cada grau. Entram as combinações com pelo menos cinco cursos.

Mais horas não acompanham conceito melhor
graufaixacursosmédia de horas
Bacharelado3252.841
Bacharelado41432.751
Bacharelado5982.822
Bachareladosem conceito4272.871
Sequencialsem conceito261.578
Tecnológico3581.791
Tecnológico43301.763
Tecnológico51721.754
Tecnológicosem conceito7851.819

No bacharelado, a média de horas dos cursos com conceito 3 é maior do que a dos cursos com conceito 5. No tecnológico, a média cai conforme o conceito sobe. A diferença entre as faixas fica abaixo de 4% em ambos os graus, e por isso a tabela sustenta a ausência de relação. Ela não sustenta uma relação invertida.

O peso de cada dimensão

O peso depende do ato, e não só da edição. Na autorização de um curso novo, a infraestrutura pesa mais; no reconhecimento e na renovação, a organização didático-pedagógica pesava mais até 2015, e em 2017 o corpo docente passou à frente. Os documentos de 2010 não publicam peso.

O peso de cada dimensão
EdiçãoAtoDimensãoPeso
2012autorizaçãoOrganização Didático-Pedagógica30
2012autorizaçãoCorpo Docente e Tutorial30
2012autorizaçãoInfraestrutura40
2012reconhecimento e renovação de reconhecimentoOrganização Didático-Pedagógica40
2012reconhecimento e renovação de reconhecimentoCorpo Docente e Tutorial30
2012reconhecimento e renovação de reconhecimentoInfraestrutura30
2015autorizaçãoOrganização Didático-Pedagógica30
2015autorizaçãoCorpo Docente e Tutorial30
2015autorizaçãoInfraestrutura40
2015reconhecimento e renovação de reconhecimentoOrganização Didático-Pedagógica40
2015reconhecimento e renovação de reconhecimentoCorpo Docente e Tutorial30
2015reconhecimento e renovação de reconhecimentoInfraestrutura30
2017reconhecimento e renovação de reconhecimentoOrganização Didático-Pedagógica30
2017reconhecimento e renovação de reconhecimentoCorpo Docente e Tutorial40
2017reconhecimento e renovação de reconhecimentoInfraestrutura30

Quantos itens a comissão percorre

Um indicador é um item pontuado de 1 a 5. A contagem por dimensão mostra onde o instrumento cresceu, e a coluna do total mostra o quanto a visita se alongou entre 2010 e 2015.

Quantos itens a comissão percorre
EdiçãoGrauOrganização Didático-PedagógicaCorpo Docente e TutorialInfraestruturaIndicadores
2010bacharelado e licenciatura12131035
2010tecnológico813930
2012todos os graus22202163
2015todos os graus27202269
2017todos os graus24161858

Os indicadores, um a um

Cada item traz o título como o documento o imprime, a página em que foi impresso e os cinco critérios que separam o conceito 1 do 5. Abrir um item mostra os cinco.

255 indicadores
  • 20101.1Implementação das políticas institucionais constantes do Plano de Desenvolvimento Institucional – PDI, no âmbito do cursoVer os cinco critérios

    Organização Didático-Pedagógica · Página 3

    1.1 · Implementação das políticas institucionais constantes do Plano de Desenvolvimento Institucional – PDI, no âmbito do curso
    ConceitoCritério de análise
    1Quando não existe articulação entre a gestão institucional e a gestão do curso; e/ou quando as políticas institucionais para o curso, constantes do PDI, não estão implementadas.
    2Quando existe insuficiente articulação entre a gestão institucional e a gestão do curso; e as políticas institucionais para o curso, constantes do PDI, estão insuficientemente implementadas.
    3Quando existe suficiente articulação entre a gestão institucional e a gestão do curso; e as políticas institucionais para o curso, constantes do PDI, estão suficientemente implementadas.
    4Quando existe plena articulação entre a gestão institucional e a gestão do curso; e as políticas institucionais para o curso, constantes do PDI, estão plenamente implementadas.
    5Quando existe excelente articulação entre a gestão institucional e a gestão do curso; e a implementação das políticas institucionais para o curso, constantes do PDI, estão implementadas de forma excelente.
  • 20101.10Estímulo a atividades acadêmicasVer os cinco critérios

    Organização Didático-Pedagógica · Página 6

    1.10 · Estímulo a atividades acadêmicas
    ConceitoCritério de análise
    1Quando não há estímulo aos discentes para a realização de atividades acadêmicas e eventos complementares, bem como não há estímulo à participação em eventos externos (congressos, seminários, palestras, viagens etc.), com divulgação, preparação e apoio.
    2Quando há insuficiente estímulo aos discentes para a realização de atividades acadêmicas e eventos complementares, bem como à participação em eventos externos (congressos, seminários, palestras, viagens etc.), com divulgação, preparação e apoio.
    3Quando há suficiente estímulo aos discentes para a realização de atividades acadêmicas e eventos complementares, bem como à participação em eventos externos (congressos, seminários, palestras, viagens etc.), com divulgação, preparação e apoio.
    4Quando há pleno estímulo aos discentes para a realização de atividades acadêmicas e eventos complementares, bem como à participação em eventos externos (congressos, seminários, palestras, viagens etc.), com divulgação, preparação e apoio.
    5Quando há excelente estímulo aos discentes para a realização de atividades acadêmicas e eventos complementares, bem como à participação em eventos externos (congressos, seminários, palestras, viagens etc.), com divulgação, preparação e apoio.
  • 20101.11Estágio supervisionado e prática profissionalVer os cinco critérios

    Organização Didático-Pedagógica · Página 6

    1.11 · Estágio supervisionado e prática profissional
    ConceitoCritério de análise
    1Quando o estágio supervisionado (e a prática profissional, quando houver) não está(ão) previsto(s) na matriz curricular do curso.
    2Quando o estágio supervisionado (e a prática profissional, quando houver) consta(m) da matriz curricular do curso e está(ão) programado(s) para ser realizado(s) antes dos dois (2) últimos anos do curso. Além disso, os locais utilizados são inadequados e a supervisão é insuficiente.
    3Quando o estágio supervisionado (e a prática profissional, quando houver) consta(m) da matriz curricular do curso e está(ão) programado(s) para que seja(m) realizado(s) nos dois (2) últimos anos. Além disso, os locais utilizados são adequados e a supervisão é suficiente.
    4Quando o estágio supervisionado (e a prática profissional, quando houver) consta(m) da matriz curricular do curso e está(ão) programado(s) para que seja(m) realizado(s) nos dois (2) últimos anos. Além disso, os locais utilizados são adequados e a supervisão é realizada plenamente.
    5Quando o estágio supervisionado (e a prática profissional, quando houver) consta(m) da matriz curricular do curso e está(ão) programado(s) para que seja(m) realizado(s) nos dois (2) últimos anos. Além disso, os locais utilizados são adequados e a supervisão é realizada de forma excelente.
  • 20101.12Atividades complementaresVer os cinco critérios

    Organização Didático-Pedagógica · Página 7

    1.12 · Atividades complementares
    ConceitoCritério de análise
    1Quando o curso não realiza atividades complementares.
    2Quando se verifica possibilidade de execução de atividades complementares, mas os temas pertinentes e complementares ao curso são contemplados insuficientemente.
    3Quando estão sendo abordados, de forma suficiente, nas atividades complemetares, temas pertinentes e complementares ao curso, assim como temas transversais (sustentabilidade, diversidade, direitos humanos e outros).
    4Quando estão sendo abordados, de forma plena, nas atividades complementares, temas pertinentes e complementares ao curso, assim como temas transversais (sustentabilidade, diversidade, direitos humanos e outros).
    5Quando estão sendo abordados, de forma excelente, nas atividades complementares, temas pertinentes e complementares ao curso, assim como temas transversais (sustentabilidade, diversidade, direitos humanos e outros).
  • 20101.2Autoavaliação do cursoVer os cinco critérios

    Organização Didático-Pedagógica · Página 3

    1.2 · Autoavaliação do curso
    ConceitoCritério de análise
    1Quando não há mecanismos de autoavaliação.
    2Quando os mecanismos de autoavaliação funcionam insuficientemente e/ou não foram implementadas ações acadêmico-administrativas em decorrência dos relatórios produzidos pela autoavaliação e pela avaliação externa (ENADE e outros).
    3Quando os mecanismos de autoavaliação funcionam suficientemente e foram implementadas ações acadêmico-administrativas em decorrência dos relatórios produzidos pela autoavaliação e pela avaliação externa (ENADE e outros).
    4Quando os mecanismos de autoavaliação funcionam plenamente e foram implementadas ações acadêmico-administrativas em decorrência dos relatórios produzidos pela autoavaliação e pela avaliação externa (ENADE e outros).
    5Quando os mecanismos de autoavaliação apresentam excelente funcionamento, e constata-se a implementação efetiva de ações acadêmico-administrativas em decorrência dos relatórios produzidos pela autoavaliação e pela avaliação externa (ENADE e outros).
  • 20101.3Atuação do coordenador do cursoVer os cinco critérios

    Organização Didático-Pedagógica · Página 4

    1.3 · Atuação do coordenador do curso
    ConceitoCritério de análise
    1Quando não se verifica o atendimento aos discentes e aos docentes e a dedicação do coordenador à gestão do curso; quando inexiste inserção institucional da coordenação; e quando não se evidencia conhecimento do PPC.
    2Quando a dedicação à gestão do curso é insuficiente; há pouca inserção institucional da coordenação; quando o atendimento aos discentes e docentes é insuficiente; e se evidenciam conhecimento e comprometimento insuficientes em relação ao PPC.
    3Quando existe suficiente dedicação à gestão do curso, caracterizada pelo atendimento aos discentes e docentes; inserção institucional da coordenação; dialogicidade, transparência e liderança no exercício das funções; acessibilidade a informações; conhecimento e comprometimento com o PPC.
    4Quando existe plena dedicação à gestão do curso, caracterizada pelo atendimento aos discentes e docentes; inserção institucional da coordenação; dialogicidade, transparência e liderança no exercíciodas funções; acessibilidade a informações; conhecimento e comprometimento com o PPC.
    5Quando existe excelente dedicação à gestão do curso, caracterizada pelo atendimento aos discentes e docentes; inserção institucional da coordenação; dialogicidade, transparência e liderança no exercício das funções; acessibilidade a informações; conhecimento e comprometimento com o PPC.
  • 20101.4Objetivos do curso (indicador de destaque)Ver os cinco critérios

    Organização Didático-Pedagógica · Página 4

    1.4 · Objetivos do curso (indicador de destaque)
    ConceitoCritério de análise
    1Quando a efetiva implementação do curso não demonstra atendimento aos objetivos propostos e/ou não expressa os compromissos institucionais relacionados à vida acadêmica.
    2Quando a efetiva implementação do curso demonstra insuficiente atendimento aos objetivos propostos e expressa parcialmente os compromissos institucionais relacionados à vida acadêmica.
    3Quando a efetiva implementação do curso demonstra suficiente atendimento aos objetivos propostos e expressa os compromissos institucionais em relação ao ensino.
    4Quando a efetiva implementação do curso demonstra pleno atendimento aos objetivos propostos e expressa os compromissos institucionais em relação ao ensino e à extensão.
    5Quando a efetiva implementação do curso demonstra excelente atendimento dos objetivos propostos e expressa os compromissos institucionais em relação ao ensino, à pesquisa e à extensão.
  • 20101.5Perfil do egressoVer os cinco critérios

    Organização Didático-Pedagógica · Página 4

    1.5 · Perfil do egresso
    ConceitoCritério de análise
    1Quando a afetiva implementação do curso não demonstra atendimento do perfil do egresso proposto.
    2Quando a efetiva implementação do curso demonstra insuficiente atendimento ao perfil do egresso proposto.
    3Quando a efetiva implementação do curso demonstra suficiente atendimento ao perfil do egresso proposto.
    4Quando a efetiva implementação do curso demonstra pleno atendimento ao perfil do egresso proposto.
    5Quando a efetiva implementação do curso demonstra excelente atendimento ao perfil do egresso proposto.
  • 20101.6Número de VagasVer os cinco critérios

    Organização Didático-Pedagógica · Página 5

    1.6 · Número de Vagas
    ConceitoCritério de análise
    1Quando o número de vagas ofertadas não corresponde à dimensão do corpo docente ou às condições de infraestrutura da Instituição de Educação Superior - IES.
    2Quando o número de vagas ofertadas corresponde de forma insuficiente à dimensão do corpo docente e às condições de infraestrutura da IES.
    3Quando o número de vagas ofertadas corresponde suficientemente à dimensão do corpo docente e às condições de infraestrutura da IES.
    4Quando o número de vagas ofertadas corresponde plenamente à dimensão do corpo docente e às condições de infraestrutura da IES.
    5Quando há excelente correspondência entre o número de vagas ofertadas, a dimensão do corpo docente e as condições de infraestrutura da IES.
  • 20101.7Conteúdos curriculares (indicador de destaque)Ver os cinco critérios

    Organização Didático-Pedagógica · Página 5

    1.7 · Conteúdos curriculares (indicador de destaque)
    ConceitoCritério de análise
    1Quando os conteúdos curriculares não são relevantes, ou não existem, e/ou são desatualizados, e/ou incoerentes com os objetivos do curso e com o perfil do egresso.
    2Quando os conteúdos curriculares são insuficientes e desatualizados e/ou não são suficientemente coerentes com os objetivos do curso e com o perfil do egresso.
    3Quando os conteúdos curriculares são suficientemente relevantes, atualizados e coerentes com os objetivos do curso e com o perfil do egresso.
    4Quando os conteúdos curriculares são relevantes, atualizados e coerentes com os objetivos do curso e com o perfil do egresso, e verificase pleno dimensionamento da carga horária para o seu desenvolvimento.
    5Quando os conteúdos curriculares são relevantes, atualizados e coerentes com os objetivos do curso e com o perfil do egresso; verificase excelente dimensionamento da carga horária para o seu desenvolvimento, e são complementados por atividades extraclasse definidas e articuladas com o processo global de formação de forma excelente.
  • 20101.8MetodologiaVer os cinco critérios

    Organização Didático-Pedagógica · Página 5

    1.8 · Metodologia
    ConceitoCritério de análise
    1Quando a metodologia utilizada no desenvolvimento das atividades do curso não está explicitada no projeto do curso e/ou não está comprometida com o desenvolvimento do espírito científico e com a formação de sujeitos autônomos e cidadãos.
    2Quando a metodologia utilizada no desenvolvimento das atividades do curso está insuficientemente comprometida com o desenvolvimento do espírito científico e com a formação de sujeitos autônomos e cidadãos.
    3Quando a metodologia utilizada no desenvolvimento das atividades do curso está suficientemente comprometida com o desenvolvimento do espírito científico e com a formação de sujeitos autônomos e cidadãos.
    4Quando a metodologia utilizada no desenvolvimento das atividades do curso está plenamente comprometida com o desenvolvimento do espírito científico e com a formação de sujeitos autônomos e cidadãos.
    5Quando a metodologia utilizada no desenvolvimento das atividades do curso está comprometida com o desenvolvimento do espírito científico e com a formação de sujeitos autônomos e cidadãos, de forma excelente.
  • 20101.9Atendimento ao discenteVer os cinco critérios

    Organização Didático-Pedagógica · Página 6

    1.9 · Atendimento ao discente
    ConceitoCritério de análise
    1Quando o curso não possui programas de atendimento extraclasse, de apoio psicopedagógico ao discente e as atividades de nivelamento não estão implementadas.
    2Quando o curso implementou, de forma insuficiente, programas de atendimento extraclasse, e apoio psicopedagógico ao discente, e atividades de nivelamento.
    3Quando o curso implementou, de forma suficiente, programas de atendimento extraclasse, de apoio psicopedagógico ao discente, e atividades de nivelamento.
    4Quando o curso implementou, de forma plena, programas de atendimento extraclasse, de apoio psicopedagógico ao discente, e atividades de nivelamento.
    5Quando o curso implementou, de forma excelente, programas de atendimento extraclasse, de apoio psicopedagógico ao discente, e atividades de nivelamento.
  • 20102.1Composição do NDE (Núcleo Docente Estruturante)Ver os cinco critérios

    Corpo Docente · Página 8

    2.1 · Composição do NDE (Núcleo Docente Estruturante)
    ConceitoCritério de análise
    1Quando não há NDE.
    2Quando o NDE é composto por menos de cinco (5) dos docentes do curso, e a participação destes é insuficiente na implantação e consolidação do PPC.
    3Quando o NDE é composto por, pelo menos, cinco (5) dos docentes do curso, sendo que parte destes participou da implantação do PPC e participa da sua consolidação de forma suficiente.
    4Quando o NDE é composto por, pelo menos, cinco (5) dos docentes do curso, sendo que parte destes participou da implantação do PPC e participa da sua consolidação de forma plena.
    5Quando o NDE é composto por, pelo menos, cinco (5) dos docentes do curso, sendo que parte destes participou da implantação do PPC e participa da sua consolidação de forma excelente.
  • 20102.10Número de vagas anuais autorizadas por “docente equivalente a tempo Integral”Ver os cinco critérios

    Corpo Docente · Página 11

    2.10 · Número de vagas anuais autorizadas por “docente equivalente a tempo Integral”
    ConceitoCritério de análise
    1Quando a relação entre o número de vagas anuais autorizadas e o número docente equivalente a tempo integral for superior a 35/1.
    2Quando a relação entre o número de vagas anuais autorizadas e o número docente equivalente a tempo integral for, no máximo, 35/1.
    3Quando a relação entre o número de vagas anuais autorizadas e o número docente equivalente a tempo integral for, no máximo, de 30/1.
    4Quando a relação entre o número de vagas anuais autorizadas número docente equivalente a tempo integral for, no máximo, de 25/1.
    5Quando a relação entre o número de vagas anuais autorizadas e o número docente equivalente a tempo integral for, no máximo, de 20/1.
  • 20102.11Alunos por turma em disciplina teóricaVer os cinco critérios

    Corpo Docente · Página 11

    2.11 · Alunos por turma em disciplina teórica
    ConceitoCritério de análise
    1Quando o número de alunos por turma em disciplina teórica for superior a 80/1.
    2Quando o número de alunos por turma em disciplina teórica for, no máximo, 80/1.
    3Quando o número de alunos por turma em disciplina teórica for, no máximo, 70/1.
    4Quando o número de alunos por turma em disciplina teórica for, no máximo, 60/1.
    5Quando o número de alunos por turma em disciplina teórica for, no máximo, 50/1.
  • 20102.12Número médio de disciplinas por docenteVer os cinco critérios

    Corpo Docente · Página 11

    2.12 · Número médio de disciplinas por docente
    ConceitoCritério de análise
    1Quando a média de disciplinas por docente por semestre for maior que quatro (4).
    2Quando a média de disciplinas por docente por semestre for, no máximo, quatro (4).
    3Quando a média de disciplinas por docente por semestre for, no máximo, três (3).
    4Quando a média de disciplinas por docente por semestre for, no máximo dois (2).
    5Quando a média de disciplinas por docente por semestre for menor que dois (2).
  • 20102.13Pesquisa e produção científicaVer os cinco critérios

    Corpo Docente · Página 12

    2.13 · Pesquisa e produção científica
    ConceitoCritério de análise
    1Quando não há no curso o desenvolvimento de pesquisa, com participação de estudantes (iniciação científica).
    2Quando há no curso, de maneira insuficiente, o desenvolvimento de pesquisa, com participação de estudantes (iniciação científica).
    3Quando há, no curso, de maneira suficiente, o desenvolvimento de pesquisa, com participação de estudantes (iniciação científica); e quando os docentes do curso têm em média, nos últimos três (3) anos, pelo menos, uma produção por docente.
    4Quando há, no curso, pleno desenvolvimento de pesquisa, com participação de estudantes (iniciação científica); e quando os docentes do curso têm em média, nos últimos três (3) anos, pelo menos, duas produções por docente.
    5Quando há, no curso, excelente desenvolvimento de pesquisa, com participação de estudantes (iniciação científica); e quando os docentes do curso têm, em média, nos últimos três (3) anos, pelo menos, três produções por docente.
  • 20102.2Titulação e formação acadêmica do NDEVer os cinco critérios

    Corpo Docente · Página 8

    2.2 · Titulação e formação acadêmica do NDE
    ConceitoCritério de análise
    1Quando menos de 40% do NDE possui titulação acadêmica obtida em programas de pós-graduação stricto sensu.
    2Quando entre 40% (inclusive) e 60% (exclusive) do NDE possui titulação acadêmica obtida em programas de pós-graduação stricto sensu.
    3Quando entre 60% (inclusive) e 80% (exclusive) do NDE possui titulação acadêmica obtida em programas de pós-graduação stricto sensu, e destes, 40% possuem título de Doutor.
    4Quando entre 80% (inclusive) e 100% (exclusive) do NDE possui titulação acadêmica obtida em programas de pós-graduação stricto sensu, e destes, 50% possuem título de Doutor.
    5Quando 100% do NDE possui titulação acadêmica obtida em programas de pós-graduação stricto sensu, e destes, 60% possuem título de Doutor.
  • 20102.3Regime de trabalho do NDEVer os cinco critérios

    Corpo Docente · Página 8

    2.3 · Regime de trabalho do NDE
    ConceitoCritério de análise
    1Quando menos de 60% dos docentes do NDE têm contratação em regime de tempo parcial ou integral.
    2Quando menos de 100% dos docentes do NDE têm contração em regime de tempo parcial ou integral.
    3Quando 100% dos docentes do NDE têm contratação em regime de tempo parcial ou integral e, desse conjunto, no mínimo, 20% em tempo integral; além disso, a instituição demonstra compromisso com a permanência dos docentes do NDE até, pelo menos, a renovação de reconhecimento do curso.
    4Quando 100% dos docentes do NDE são contratados em regime de tempo parcial ou integral e, desse conjunto, mais de 20% em tempo integral; além disso, a instituição demonstra compromisso com a permanência dos docentes do NDE até, pelo menos, a renovação de reconhecimento do curso.
    5Quando 100% dos docentes do NDE são contratados em regime de tempo parcial ou integral e, desse conjunto, mais de 40% em tempo integral; além disso, a instituição demonstra compromisso com a permanência dos docentes do NDE até, pelo menos, a renovação de reconhecimento do curso.
  • 20102.4Titulação e formação do coordenador do cursoVer os cinco critérios

    Corpo Docente · Página 9

    2.4 · Titulação e formação do coordenador do curso
    ConceitoCritério de análise
    1Quando o coordenador não possui graduação na área do curso.
    2Quando o coordenador possui graduação na área do curso, mas não possui titulação obtida em programas de pós-graduação stricto sensu ou não tem experiência de magistério superior de, no mínimo, dois (2) a nos.
    3Quando o coordenador possui graduação na área do curso, titulação obtida em programas de pós-graduação stricto sensu e experiência de magistério superior de, no mínimo, três (3) anos.
    4Quando o coordenador possui graduação na área do curso, titulação obtida em programas de pós-graduação stricto sensu, na área, e experiência de magistério superior de, no mínimo, quatro (4) anos.
    5Quando o coordenador possui graduação na área do curso, doutorado nessa área e experiência de magistério superior de, no mínimo, cinco (5) anos.
  • 20102.5Regime de trabalho do coordenador do cursoVer os cinco critérios

    Corpo Docente · Página 9

    2.5 · Regime de trabalho do coordenador do curso
    ConceitoCritério de análise
    1Quando o regime de trabalho previsto para o coordenador do curso não é de tempo parcial ou integral.
    2Quando o regime de trabalho do coordenador do curso é de tempo parcial ou integral, sendo que as horas reservadas à coordenação não satisfazem à relação mínima de uma (1) hora para trinta (30) vagas, considerado o somatório das vagas anuais do curso, desrespeitando o patamar mínimo de dez (10) horas semanais.
    3Quando o regime de trabalho do coordenador do curso é de tempo parcial ou integral, sendo que as horas reservadas à coordenação satisfazem à relação máxima de uma (1) hora para trinta (30) vagas, considerado o somat ório das vagas anuais do curso, respeitado o patamar mínimo de dez (10) horas semanais.
    4Quando o regime de trabalho do coordenador do curso é de tempo parcial ou integral, sendo que as horas reservadas à coordenação satisfazem à relação máxima de uma (1) hora para vinte e quatro (24) vagas, considerando o somatório das vagas anuais do curso, respeitado o patamar mínimo de dez (10) horas semanais.
    5Quando o regime de trabalho do coordenador do curso é de tempo parcial ou integral, sendo que as horas reservadas à coordenação satisfazem à relação máxima de uma (1) hora para dezoito (18) vagas, considerando o somatório das vagas anuais do curso, respeitado o patamar mínimo de dez (10) horas semanais.
  • 20102.6Composição e funcionamento do colegiado de curso ou equivalenteVer os cinco critérios

    Corpo Docente · Página 9

    2.6 · Composição e funcionamento do colegiado de curso ou equivalente
    ConceitoCritério de análise
    1Quando não há colegiado de curso ou não há documentos oficiais que comprovem sua institucionalização.
    2Quando o colegiado de curso possui documentos oficiais da Instituição contendo constituição e atribuições que lhe conferem insuficiente participação nas decisões sobre assuntos acadêmicos.
    3Quando o colegiado de curso comprova, por meio de documentos oficiais da instituição, a sua constituição e as suas atribuições e estas lhe conferem suficiente representatividade e importância nas decisões sobre assuntos acadêmicos do curso.
    4Quando o colegiado de curso comprova, por meio de documentos oficiais da instituição, a sua constituição e as suas atribuições e estas lhe conferem plena representatividade e importância nas decisões sobre assuntos acadêmicos do curso.
    5Quando o colegiado de curso comprova, por meio de documentos oficiais da instituição, a sua constituição e as suas atribuições e estas lhe conferem excelente representatividade e portância nas decisões sobre assuntos acadêmicos do curso.
  • 20102.7Titulação do corpo docente (indicador de destaque)Ver os cinco critérios

    Corpo Docente · Página 10

    2.7 · Titulação do corpo docente (indicador de destaque)
    ConceitoCritério de análise
    1Quando menos de 15% dos docentes do curso têm titulação obtida em programas de pós-graduação stricto sensu.
    2Quando, pelo menos, 15% dos docentes do curso têm titulação obtida em programas de pós-graduação stricto sensu.
    3Quando, pelo menos, 33% dos docentes do curso têm titulação obtida em programas de pós-graduação stricto sensu.
    4Quando, pelo menos, 60% dos docentes têm titulação obtida em programas de pós-graduação stricto sensu, e destes, 50% possuem título de Doutor.
    5Quando, pelo menos, 80% dos docentes do curso têm titulação obtida em programas de pós-graduação stricto sensu, e estes, 50% possuem título de Doutor.
  • 20102.8Regime de trabalho do corpo docente (indicador de destaque)Ver os cinco critérios

    Corpo Docente · Página 10

    2.8 · Regime de trabalho do corpo docente (indicador de destaque)
    ConceitoCritério de análise
    1Quando menos de 15% dos docentes do curso são contratados em regime de tempo parcial ou integral.
    2Quando, pelo menos, 15% dos docentes do curso são contratados em regime de tempo parcial ou integral.
    3Quando, pelo menos, 1/3 dos docentes do curso são contratados em regime de tempo parcial ou integral.
    4Quando, pelo menos, 45% dos docentes do curso são contratados em regime de tempo parcial ou integral.
    5Quando, pelo menos, 60% dos docentes do curso são contratados em regime de tempo parcial ou integral.
  • 20102.9Tempo de experiência de magistério superior ou experiência do corpo docenteVer os cinco critérios

    Corpo Docente · Página 11

    2.9 · Tempo de experiência de magistério superior ou experiência do corpo docente
    ConceitoCritério de análise
    1Quando menos de 40% dos docentes do curso têm, pelo menos, três (3) anos de experiência acadêm ica no ensino superior ou experiência profissional.
    2Quando pelo menos 40% dos docentes do curso têm, no mínimo, três (3) anos de experiência acadêmica no ensino superior ou experiência profissional.
    3Quando pelo menos 50% dos docentes do curso têm, no mínimo, três (3) anos de experiência acadêmica no ensino superior ou experiência profissional.
    4Quando pelo menos 60% dos docentes do curso têm, no mínimo, quatro (4) anos de experiência acadêmica no ensino superior ou experiência profissional.
    5Quando pelo menos 70% dos docentes contratados têm, no mínimo, cinco (5) anos de experiência acadêmica no ensino superior ou experiência profissional.
  • 20103.1Sala de professores e sala de reuniõesVer os cinco critérios

    Instalações Físicas · Página 13

    3.1 · Sala de professores e sala de reuniões
    ConceitoCritério de análise
    1Quando não há instalações para docentes (salas de professores e de reuniões).
    2Quando as instalações para docentes (salas de professores e de reuniões) não estão equipadas segundo a finalidade ou atendem insuficientemente aos requisitos de limpeza, iluminação, acústica, ventilação, conservação e comodidade necessários à atividade desenvolvida.
    3Quando as instalações para docentes (salas de professores e de reuniões) estão equipadas segundo a finalidade e atendem, suficientemente, aos requisitos de dimensão, limpeza, iluminação, acústica, ventilação, conservação e comodidade necessários à atividade desenvolvida.
    4Quando as instalações para docentes (salas de professores e de reuniões) estão equipadas segundo a finalidade e atendem, plenamente, aos requisitos de dimensão, limpeza, iluminação, acústica, ventilação, conservação e comodidade necessários à atividade desenvolvida.
    5Quando as instalações para docentes (salas de professores e de reuniões) estão equipadas segundo a finalidade e atendem, de forma excelente, aos requisitos de dimensão, limpeza, iluminação, acústica, ventilação, conservação e comodidade necessários à atividade desenvolvida.
  • 20103.10Infraestrutura eVer os cinco critérios

    Instalações Físicas · Página 16

    título cortado na grade do documento

    3.10 · Infraestrutura e
    ConceitoCritério de análise
    1Quando não há espaços e/ou equipamentos e serviços destinados aos laboratórios especializados.
    2Quando os espaços, equipamentos e serviços destinados aos laboratórios especializados atendem de forma insuficiente às atividades desenvolvidas.
    3Quando os espaços, equipamentos e serviços destinados aos laboratórios especializados atendem suficientemente às atividades ali desenvolvidas.
    4Quando os espaços, equipamentos e serviços destinados aos laboratórios especializados atendem plenamente às atividades ali desenvolvidas.
    5Quando os espaços, equipamentos e serviços destinados aos laboratórios especializados atendem, de forma excelente, às atividades ali desenvolvidas.
  • 20103.2Gabinetes de trabalho para professoresVer os cinco critérios

    Instalações Físicas · Página 13

    3.2 · Gabinetes de trabalho para professores
    ConceitoCritério de análise
    1Quando o curso não tem gabinetes de trabalho.
    2Quando o curso tem gabinete de trabalho apenas para o coordenador do curso e atende insuficientemente aos requisitos de dimensão, limpeza, iluminação, acústica, ventilação, conservação e comodidade necessários à atividade desenvolvida.
    3Quando o curso tem gabinete de trabalho equipado, pelo menos para o coordenador do curso e para os integrantes do NDE, segundo a finalidade (computador conectado à internet) que atende, suficientemente, aos requisitos de dimensão, limpeza, iluminação, acústica, ventilação, conservação e comodidade necessários à atividade desenvolvida.
    4Quando o curso tem gabinete de trabalho equipado, pelo menos para o coordenador do curso, para os integrantes do NDE e docentes em tempo integral, segundo a finalidade (computador conectado à internet), que atende, plenamente, aos requisitos de dimensão, limpeza, iluminação, acústica, ventilação, conservação e comodidade necessárias à atividade desenvolvida.
    5Quando o curso tem gabinete de trabalho equipado, pelo menos para o coordenador do curso e para os integrantes do NDE, para os docentes em tempo integral e docentes em tempo parcial, segundo a finalidade (computador conectado à internet), que atende, de forma excelente, aos requisitos de dimensão, limpeza, iluminação, acústica, ventilação, conservação e comodidade necessários à atividade desenvolvida.
  • 20103.3Salas de aulaVer os cinco critérios

    Instalações Físicas · Página 14

    3.3 · Salas de aula
    ConceitoCritério de análise
    1Quando as salas de aula do curso não atendem aos requisitos de dimensão, limpeza, iluminação, acústica, ventilação, conservação e comodidade necessários à atividade desenvolvida.
    2Quando as salas de aula do curso não estão equipadas segundo a finalidade ou atendem, insuficientemente, aos requisitos de dimensão, limpeza, iluminação, acústica, ventilação, conservação e comodidade necessários à atividade desenvolvida.
    3Quando as salas de aula do curso estão equipadas segundo a finalidade e atendem, suficientemente, aos requisitaos de dimensão, limpeza, iluminação, acústica, ventilação, conservação e comodidade necessários à atividade desenvolvida.
    4Quando as salas de aula do curso estão equipadas segundo a finalidade e atendem, plenamente, aos requisitos de dimensão, limpeza, iluminação, acústica, ventilação, conservação e comodidade necessários à atividade desenvolvida.
    5Quando as salas de aula do curso estão equipadas segundo a finalidade e atendem, de forma excelente, aos requisitos de dimensão, limpeza, iluminação, acústica, ventilação, conservação e comodidade necessários à atividade desenvolvida.
  • 20103.4Acesso dos alunos aos equipamentos de informáticaVer os cinco critérios

    Instalações Físicas · Página 14

    3.4 · Acesso dos alunos aos equipamentos de informática
    ConceitoCritério de análise
    1Quando o curso disponibiliza laboratório de informática com acesso à internet, na proporção de um terminal para mais de quarenta e cinco (45) alunos, considerando o total de matrículas dos cursos em funcionamento.
    2Quando o curso disponibiliza laboratório de informática com acesso à internet, na proporção de um terminal para até quarenta e cinco (45) alunos, considerando o total de matrículas dos cursos em funcionamento.
    3Quando o curso disponibiliza laboratório de informática com acesso à internet, na proporção de um terminal para até quarenta (40) alunos, considerando o total de matrículas dos cursos em funcionamento.
    4Quando o curso disponibiliza laboratório de informática com acesso à internet, na proporção de um terminal para até trinta e cinco (35) alunos, considerando o total de matrículas dos cursos em funcionamento.
    5Quando o curso disponibiliza laboratório de informática com acesso à internet, na proporção de um terminal para até trinta (30) alunos, considerando o total de matrículas dos cursos em funcionamento.
  • 20103.5Registros acadêmicosVer os cinco critérios

    Instalações Físicas · Página 14

    3.5 · Registros acadêmicos
    ConceitoCritério de análise
    1Quando o processo de registros acadêmicos não funciona.
    2Quando existe processo de registros acadêmicos informatizado e implantado, com garantia de atualização, confiabilidade e eficiênc ia, mas o acesso aos corpos docente e discente é insuficiente.
    3Quando existe processo de registros acadêmicos informatizado e implantado, com garantia de atualização, confiabilidade e eficiência, e o acesso aos corpos docente e discente é suficiente.
    4Quando existe processo de registros acadêmicos informatizado e implantado, com garantia de atualização, confiabilidade e eficiência, e o acesso aos corpos docente e discente é pleno.
    5Quando existe processo de registros acadêmicos informatizado e implantado, com garantia de atualização, confiabilidade e eficiência, e o acesso aos corpos docente e discente é excelente.
  • 20103.6Livros da bibliografia básica (indicador de destaque)Ver os cinco critérios

    Instalações Físicas · Página 15

    3.6 · Livros da bibliografia básica (indicador de destaque)
    ConceitoCritério de análise
    1Quando o acervo referente aos títulos indicados na bibliografia básica (mínimo de 3 bibliografias) atende aos programas das disciplinas do curso, na proporção de um exemplar para mais de quinze (15) alunos para cada turma e/ou não está informatizado, atualizado e tombado junto ao patrimônio da IES.
    2Quando o acervo referente aos títulos indicados na bibliografia básica (mínimo de 3 bibliografias) atende aos programas das disciplinas do curso, na proporção de um exemplar para até quinze (15) alunos e não está adequadamente informatizado, atualizado e tombado junto ao patrimônio da IES.
    3Quando o acervo referente aos títulos indicados na bibliografia básica (mínimo de 3 bibliografias) atende aos programas das disciplinas do curso, em quantidade suficiente, na proporção de um exemplar para até dez (10) alunos para cada turma, e está informatizado, atualizado e tombado junto ao patrimônio da IES.
    4Quando o acervo referente aos títulos indicados na bibliografia básica (mínimo de 3 bibliografias) atende aos programas das disciplinas do curso, em quantidade suficiente, na proporção de um exemplar para até oito (8) alunos para cada turma, e está informatizado, atualizado e tombado junto ao patrimônio da IES.
    5Quando o acervo referente aos títulos indicados na bibliografia básica (mínimo de 3 bibliografias) atende aos programas das disciplinas do curso, em quantidade suficiente, na proporção de um exemplar para até seis (6) alunos para cada turma, e está informatizado, atualizado e tombado junto ao patrimônio da IES.
  • 20103.7Livros da bibliografiaVer os cinco critérios

    Instalações Físicas · Página 15

    3.7 · Livros da bibliografia
    ConceitoCritério de análise
    1Quando o acervo não atende às indicações bibliográficas complementares, referidas os programas das disciplinas.
    2Quando o acervo atende, insuficientemente, às indicações bibliográficas complementares, referidas os programas das disciplinas (mínimo de 5 bibliográficas), referidas nos programas das disciplinas.
    3Quando o acervo atende, suficientemente, às indicações bibliográficas complementares, referidas os programas das disciplinas (mínimo de 5 bibliográficas), referidas nos programas das disciplinas.
    4Quando o acervo atende, plenamente, às indicações bibliográficas complementares, referidas os programas das disciplinas (mínimo de 5 bibliográficas), referidas nos programas das disciplinas.
    5Quando o acervo atende, excelentemente, às indicações bibliográficas complementares, referidas os programas das disciplinas (mínimo de 5 bibliográficas), referidas nos programas das disciplinas.
  • 20103.8Períodicos especializados indexados e correntesVer os cinco critérios

    Instalações Físicas · Página 16

    3.8 · Períodicos especializados indexados e correntes
    ConceitoCritério de análise
    1Quando não há assinaturas de periódicos especializados, sob a forma impressa ou informatizada.
    2Quando as assinaturas de periódicos especializados, sob a forma impressa ou informatizada atendem, de maneira insatisfatória, às principais áreas do curso.
    3Quando as assinaturas de periódicos especializados, indexados e correntes, sob a forma impressa ou informatizada, estão atualizadas, em sua maioria, no último anos, abragem as principais áreastemáticas e estão distribuídos entre as principais áreas do curso.
    4Quando as assinaturas de periódicos especializados, indexados e correntes, sob a forma impressa ou informatizada, estão atualizadas, em sua maioria, nos últimos dois anos, abragem as principais áreastemáticas e estão distribuídos entre as principais áreas do curso.
    5Quando as assinaturas de periódicos especializados, indexados e correntes, sob a forma impressa ou informatizada, estão atualizadas, em sua maioria, nos últimos três anos, abragem as principais áreastemáticas e estão distribuídos entre as principais áreas do curso.
  • 20103.9Laboratórios especializadosVer os cinco critérios

    Instalações Físicas · Página 16

    3.9 · Laboratórios especializados
    ConceitoCritério de análise
    1Quando não existem laboratórios especializados para as atividades práticas do curso.
    2Quando os laboratórios especializados atendem insuficientemente às demandas do curso.
    3Quando os laboratórios especializados possuem regulamento específico, destinam-se à realização das aulas práticas, e atendem suficientemente às demandas do curso.
    4Quando os laboratórios especializados possuem regulamento específico, destinam-se à realização das aulas práticas, e atendem plenamente às demandas do curso.
    5Quando os laboratórios especializados possuem regulamento específico, destinam-se à realização das aulas práticas, e atendem, de forma excelente, às demandas do curso.
  • 20101.1.1Contexto educacionalVer os cinco critérios

    Organização Didático Pedagógica · Página 2 · Peso do item 1

    1.1.1 · Contexto educacional
    ConceitoCritério de análise
    1Quando o projeto pedagógico do curso nãoconsidera as metas do PNE eo atendimento na educação superior, o desenvolvimento econômico e ademanda do setor produtivo da região, a população do ensino médio etécnico local e a política institucional de expansão para a área tecnológica.
    2Quando o projeto pedagógico do curso considera as metas do PNE e oatendimento na educação superior, o desenvolvimento econômico e ademanda do setor produtivo da região, a população do ensino médio etécnico local e a política institucional de expansão para a área tecnológica, de maneira insuficiente.
    3Quando o projeto pedagógico do curso considera as metas do PNE e oatendimento na educação superior, o desenvolvimento econômico e ademanda do setor produtivo da região, a população do ensino médio etécnico local e a política institucional de expansão para a área tecnológica, de maneira suficiente.
    4Quando o projeto pedagógico do curso considera as metas do PNE e oatendimento na educação superior, o desenvolvimento econômico e ademanda do setor produtivo da região, a população do ensino médio etécnico local e a política institucional de expansão para a área tecnológica, de maneira adequada.
    5Quando o projeto pedagógico do curso considera as metas do PNE e oatendimento na educação superior, o desenvolvimento econômico e ademanda do setor produtivo da região, a população do ensino médio etécnico local e a política institucional de expansão para a área tecnológica, de maneira plenamenteadequada.
  • 20101.1.2Objetivos do cursoVer os cinco critérios

    Organização Didático Pedagógica · Página 2 · Peso do item 1

    1.1.2 · Objetivos do curso
    ConceitoCritério de análise
    1Quando os objetivos do curso não explicitam os compromissos institucionais de formação e de atendimento às demandas do setor produtivo da região.
    2Quando os objetivos do curso estão insuficientemente definidos e explicitam, parcialmente, os compromissos institucionais de formação e com as demandas do setor produtivo da região.
    3Quando os objetivos do curso estão definidos suficientemente, explicitando os compromissos institucionais de formação tecnológica, bem como com as demandas do setor produtivo da região.
    4Quando os objetivos do curso estão adequadamente definidos, explicitando os compromissos institucionais de formação tecnológica e humana, bem como com as demandas do setor produtivo da região.
    5Quando os objetivos do curso estão plenamente definidos, explicitando os compromissos institucionais de formação integral, tecnológica, humana e científica, bem como com as demandas do setor produtivo da região.
  • 20101.1.3Perfil profissional do egressoVer os cinco critérios

    Organização Didático Pedagógica · Página 3 · Peso do item 2

    1.1.3 · Perfil profissional do egresso
    ConceitoCritério de análise
    1Quando o perfil profissional do egresso não relaciona as competências profissionais tecnológicas.
    2Quando o perfil profissional do egresso está insuficientemente definido, relacionando de forma parcialmente coerente as competências profissionais tecnológicas aos objetivos e ao eixo tecnológico do curso.
    3Quando o perfil profissional do egresso está suficientemente definido, relacionando de forma coerente as competências profissionais tecnológicas aos objetivos e ao eixo tecnológico do curso.
    4Quando o perfil profissional do egresso está adequadamente definido, relacionando de forma coerente as competências profissionais tecnológicas aos objetivos e ao eixo tecnológico do curso.
    5Quando o perfil profissional do egresso está plenamente definido, relacionando de forma coerente as competências profissionais tecnológicas aos objetivos e ao eixo tecnológico do curso.
  • 20101.1.4Número de VagasVer os cinco critérios

    Organização Didático Pedagógica · Página 3 · Peso do item 1

    1.1.4 · Número de Vagas
    ConceitoCritério de análise
    1Quando o número de vagas proposto não corresponde à dimensão do corpo docente ou à infraestrutura da IES no âmbito do curso.
    2Quando o número de vagas proposto corresponde de forma insuficiente à dimensão do corpo docente e às condições de infraestrutura da IES no âmbito do curso.
    3Quando o número de vagas proposto corresponde suficientemente à dimensão do corpo docente e às condições de infraestrutura da IES no âmbito do curso.
    4Quando o número de vagas proposto corresponde adequadamente à dimensão do corpo docente e às condições de infraestrutura da IES no âmbito do curso.
    5Quando o número de vagas proposto corresponde plenamente à dimensão do corpo docente e às condições de infraestrutura da IES no âmbito do curso.
  • 20101.2.1Estrutura curricularVer os cinco critérios

    Organização Didático Pedagógica · Página 4 · Peso do item 1

    1.2.1 · Estrutura curricular
    ConceitoCritério de análise
    1Quando a estrutura curricular não possui flexibilidade, contextualização, interdisciplinaridade, atualização com o mundo do trabalho e articulação da teoria com a prática.
    2Quando a estrutura curricular possui insuficiente flexibilidade, contextualização, interdisciplinaridade, atualização com o mundo do trabalho e articulação da teoria com a prática.
    3Quando a estrutura curricular possui suficiente flexibilidade (certificação por módulos ou aproveitamento de competências), contextualização, interdisciplinaridade, atualização com o mundo do trabalho e articulação da teoria com a prática, possibilitando a aquisição de competências profissionais, a compreensão do processo tecnológico e incentivando o desenvolvimento da capacidade empreendedora.
    4Quando a estrutura curricular possui adequada flexibilidade (certificação por módulos e aproveitamento de competências), contextualização, interdisciplinaridade, atualização com o mundo do trabalho e articulação da teoria com a prática, possibilitando a aquisição de competências profissionais, a compreensão do processo tecnológico e incentivando o desenvolvimento da capacidade empreendedora.
    5Quando a estrutura curricular possui plena flexibilidade (certificação por módulos e aproveitamento de competências), contextualização, interdisciplinaridade, atualização com o mundo do trabalho e articulação da teoria com a prática, possibilitando a aquisição de competências profissionais, a compreensão do processo tecnológico e incentivando o desenvolvimento da capacidade empreendedora.
  • 20101.2.2Conteúdos curricularesVer os cinco critérios

    Organização Didático Pedagógica · Página 4 · Peso do item 4

    1.2.2 · Conteúdos curriculares
    ConceitoCritério de análise
    1Quando os conteúdos curriculares (ementas ou competências) são desatualizados ou incoerentes com o perfil profissional, com as competências tecnológicas do egresso e com as cargas horárias previstas.
    2Quando os conteúdos curriculares (ementas ou competências) são insuficientemente atualizados ou coerentes com o perfil profissional, com as competências tecnológicas do egresso e com as cargas horárias previstas.
    3Quando os conteúdos curriculares (ementas ou competências) são atualizados e suficientemente coerentes com o perfil profissional, com as competências tecnológicas do egresso e com as cargas horárias previstas.
    4Quando os conteúdos curriculares (ementas ou competências) são atualizados e adequadamente coerentes com o perfil profissional, com as competências tecnológicas do egresso e com as cargas horárias previstas.
    5Quando os conteúdos curriculares (ementas ou competências) são atualizados e plenamente coerentes com o perfil profissional, com as competências tecnológicas do egresso e com as cargas horárias previstas.
  • 20101.2.3MetodologiaVer os cinco critérios

    Organização Didático Pedagógica · Página 5 · Peso do item 1

    1.2.3 · Metodologia
    ConceitoCritério de análise
    1Quando a metodologia definida para desenvolver as atividades do curso não está comprometida com a interdisciplinaridade e contextualização, com o desenvolvimento do espírito científico e com a formação de sujeitos autônomos e cidadãos.
    2Quando a metodologia definida para desenvolver as atividades do curso está insuficientemente comprometida com a interdisciplinaridade e contextualização, com o desenvolvimento do espírito científico e com a formação de sujeitos autônomos e cidadãos.
    3Quando a metodologia definida para desenvolver as atividades do curso está suficientemente comprometida com a interdisciplinaridade e contextualização, com o desenvolvimento do espírito científico e com a formação de sujeitos autônomos e cidadãos.
    4Quando a metodologia definida para desenvolver as atividades do curso está adequadamente comprometida com a interdisciplinaridade e contextualização, com o desenvolvimento do espírito científico e com a formação de sujeitos autônomos e cidadãos.
    5Quando a metodologia definida para desenvolver as atividades do curso está plenamente comprometida com a interdisciplinaridade e contextualização, com o desenvolvimento do espírito científico e com a formação de sujeitos autônomos e cidadãos.
  • 20101.2.4Atendimento ao discenteVer os cinco critérios

    Organização Didático Pedagógica · Página 5 · Peso do item 2

    1.2.4 · Atendimento ao discente
    ConceitoCritério de análise
    1Quando não existe previsão de ações de atendimento extraclasse e de apoio psicopedagógico aos discentes no projeto do curso.
    2Quando o projeto do curso prevê, de forma insuficiente, atendimento extraclasse e apoio psicopedagógico ao discente.
    3Quando o projeto do curso prevê suficiente atendimento extraclasse e apoio psicopedagógico ao discente.
    4Quando o projeto do curso prevê, em programa sistemático, adequado atendimento extraclasse e apoio psicopedagógico ao discente.
    5Quando o projeto do curso prevê, em programa sistemático, pleno atendimento extraclasse, apoio psicopedagógico ao discente e atividades de nivelamento.
  • 20102.1.1Composição do NDE (Núcleo docente estruturante)Ver os cinco critérios

    Corpo Docente · Página 7 · Peso do item 2

    2.1.1 · Composição do NDE (Núcleo docente estruturante)
    ConceitoCritério de análise
    1Quando não há NDE.
    2Quando o NDE é composto por menos de cinco (5) dos docentes do curso, previstos para os três primeiros anos, ou a maioria participou insuficientemente na elaboração do projeto pedagógico do curso.
    3Quando o NDE é composto por, pelo menos, cinco (5) dos docentes do curso, previstos para os três primeiros anos, sendo que todos eles participaram suficientemente na elaboração do Projeto Pedagógico do Curso e têm clara responsabilidade com a implantação do mesmo.
    4Quando o NDE é composto por, pelo menos, cinco (5) dos docentes do curso, previstos para os três primeiros anos, sendo que todos eles participaram adequadamente na elaboração do Projeto Pedagógico do Curso e têm clara responsabilidade com a implantação do mesmo.
    5Quando o NDE é composto por, pelo menos, cinco (5) dos docentes do curso, previstos para os três primeiros anos, sendo que todos eles participaram plenamente na elaboração do Projeto Pedagógico do Curso e têm clara responsabilidade com a implantação do mesmo.
  • 20102.1.2Titulação do NDEVer os cinco critérios

    Corpo Docente · Página 7 · Peso do item 1

    2.1.2 · Titulação do NDE
    ConceitoCritério de análise
    1Quando menos de 40% do NDE possui titulação acadêmica obtida em programas de pós-graduação stricto sensu.
    2Quando entre 40% (inclusive) e 60% (exclusive) do NDE possui titulação acadêmica obtida em programas de pós-graduação stricto sensu.
    3Quando entre 60% (inclusive) e 80% (exclusive) do NDE possui titulação acadêmica obtida em programas de pós-graduação stricto sensu.
    4Quando entre 80% (inclusive) e 100% (exclusive) do NDE possui titulação acadêmica obtida em programas de pós-graduação stricto sensu.
    5Quando 100% do NDE possui titulação acadêmica obtida em programas de pós-graduação stricto sensu.
  • 20102.1.3Experiência profissional do NDEVer os cinco critérios

    Corpo Docente · Página 8 · Peso do item 1

    2.1.3 · Experiência profissional do NDE
    ConceitoCritério de análise
    1Quando menos de 15% do NDE possui experiência profissional fora do magistério de, no mínimo, dois (2) anos.
    2Quando entre 15% (inclusive) e 30% (exclusive) possui experiência profissional fora do magistério de, no mínimo, dois (2) anos.
    3Quando entre 30% (inclusive) e 50% (exclusive) do NDE possui experiência profissional fora do magistério de, no mínimo, dois (2) anos.
    4Quando entre 50% (inclusive) e 70% (exclusive) do NDE possui experiência profissional fora do magistério de, no mínimo, dois (2) anos.
    5Quando pelo menos 70% do NDE possui experiência profissional fora do magistério de, no mínimo, dois (2) anos.
  • 20102.1.4Regime de trabalho do NDEVer os cinco critérios

    Corpo Docente · Página 8 · Peso do item 1

    2.1.4 · Regime de trabalho do NDE
    ConceitoCritério de análise
    1Quando menos de 60% dos docentes do NDE têm previsão de contratação em regime de tempo parcial ou integral.
    2Quando entre 60% (inclusive) e 100% (exclusive) dos docentes do NDE têm previsão de contratação em regime de tempo parcial ou integral.
    3Quando 100% dos docentes do NDE têm previsão de contratação em regime de tempo parcial ou integral e, pelo menos, 20% têm previsão de contrato em tempo integral.
    4Quando 100% dos docentes do NDE têm previsão de contratação em regime de tempo parcial ou integral e, destes, entre 20% (inclusive) e 50% (exclusive) em tempo integral.
    5Quando 100% dos docentes do NDE têm previsão de contratação em regime de tempo parcial ou integral e, destes, pelo menos 50% em tempo integral.
  • 20102.1.5Titulação, formação acadêmica e experiência do coordenador do cursoVer os cinco critérios

    Corpo Docente · Página 8 · Peso do item 1

    2.1.5 · Titulação, formação acadêmica e experiência do coordenador do curso
    ConceitoCritério de análise
    1Quando o coordenador não possui experiência de magistério superior ou de gestão acadêmica, ou é apenas graduado.
    2Quando o coordenador possui titulação acadêmica obtida em programas de pós-graduação stricto ou lato sensu e experiência de magistério superior e de gestão acadêmica, somadas, menor que três (3) anos.
    3Quando o coordenador possui titulação acadêmica obtida em programas de pós-graduação lato sensu e experiência de magistério superior e de gestão acadêmica, somadas, de no mínimo três (3) anos.
    4Quando o coordenador possui titulação acadêmica obtida em programas de pós-graduação stricto sensu e experiência de magistério superior e de gestão acadêmica, somadas, de no mínimo três (3) anos.
    5Quando o coordenador possui graduação no curso, titulação acadêmica obtida em programas de pós-graduação stricto sensu e experiência de magistério superior e de gestão acadêmica, somadas, de no mínimo cinco (5) anos.
  • 20102.1.6Regime de trabalho do coordenador do cursoVer os cinco critérios

    Corpo Docente · Página 9 · Peso do item 1

    2.1.6 · Regime de trabalho do coordenador do curso
    ConceitoCritério de análise
    1Quando o regime de trabalho previsto para o coordenador do curso for de tempo parcial ou integral e o número de vagas previstas para os dois primeiros anos do curso dividido pelo número de horas semanais de trabalho do coordenador no curso for maior que 22; ou se o coordenador do curso for horista.
    2Quando o regime de trabalho previsto para o coordenador do curso for de tempo parcial ou integral e o número de vagas previstas para os dois primeiros anos do curso dividido pelo número de horas semanais de trabalho do coordenador no curso for maior que 16 e menor ou igual a 22.
    3Quando o regime de trabalho previsto para o coordenador do curso for de tempo parcial ou integral e o número de vagas previstas para os dois primeiros anos do curso dividido pelo número de horas semanais de trabalho do coordenador no curso for maior que 11 e menor ou igual a 16.
    4Quando o regime de trabalho previsto para o coordenador do curso for de tempo parcial ou integral e o número de vagas previstas para os dois primeiros anos do curso dividido pelo número de horas semanais de trabalho do coordenador no curso for maior que 7 e menor ou igual a 11.
    5Quando o regime de trabalho previsto para o coordenador do curso for de tempo parcial ou integral e o número de vagas previstas para os dois primeiros anos do curso dividido pelo número de horas semanais de trabalho do coordenador no curso for menor ou igual a 7.
  • 20102.2.1Titulação do corpo docente (5) (Observar o disposto no critério de análise 1 a respeito de professor graduado)Ver os cinco critérios

    Corpo Docente · Página 10

    2.2.1 · Titulação do corpo docente (5) (Observar o disposto no critério de análise 1 a respeito de professor graduado)
    ConceitoCritério de análise
    1Quando menos de 30% dos docentes previstos para o primeiro ano do curso têm titulação obtida em programas de pós-graduação stricto sensu, ou pelo menos um docente tem apenas graduação.
    2Quando pelo menos 30% dos docentes previstos para o primeiro ano do curso têm titulação obtida em programas de pós-graduação stricto sensu e menos de 15% do total dos docentes é de doutores.
    3Quando pelo menos 30% dos docentes previstos para o primeiro ano do curso têm titulação obtida em programas de pós-graduação stricto sensu e pelo menos 15% do total dos docentes é de doutores.
    4Quando entre 45% (inclusive) e 60% (exclusive) dos docentes previstos para o primeiro ano do curso têm titulação obtida em programas de pós-graduação stricto sensu e pelo menos 22,5% do total dos docentes é de doutores.
    5Quando pelo menos 60% dos docentes previstos para o primeiro ano do curso têm titulação obtida em programas de pós-graduação stricto sensu e pelo menos 30% do total dos docentes é de doutores.
  • 20102.2.2Regime de trabalho do corpo docente (2) (Considerar apenas as horas destinadas para as atividades da Mantida à qual pertence o curso)Ver os cinco critérios

    Corpo Docente · Página 10

    2.2.2 · Regime de trabalho do corpo docente (2) (Considerar apenas as horas destinadas para as atividades da Mantida à qual pertence o curso)
    ConceitoCritério de análise
    1Quando menos de 15% dos docentes indicados para o primeiro ano do curso têm previsão de contratação em regime de tempo parcial ou integral.
    2Quando pelo menos 15% dos docentes indicados para o primeiro ano do curso têm previsão de contratação em regime de tempo parcial ou integral.
    3Quando pelo menos 30% dos docentes indicados para o primeiro ano do curso têm previsão de contratação em regime de tempo parcial ou integral e pelo menos 15% do total dos docentes em tempo integral.
    4Quando pelo menos 45% dos docentes indicados para o primeiro ano do curso têm previsão de contratação em regime de tempo parcial ou integral e pelo menos 22,5% do total dos docentes em tempo integral.
    5Quando pelo menos 60% dos docentes indicados para o primeiro ano do curso têm previsão de contratação em regime de tempo parcial ou integral e pelo menos 30% do total dos docentes em tempo integral.
  • 20102.2.3Tempo de experiência de magistério superior ou experiência na educação profissionalVer os cinco critérios

    Corpo Docente · Página 11 · Peso do item 3

    2.2.3 · Tempo de experiência de magistério superior ou experiência na educação profissional
    ConceitoCritério de análise
    1Quando menos de 40% dos docentes previstos para o primeiro ano do curso têm experiência acadêmica na educação superior ou na educação profissional, somadas, de no mínimo três (03) anos.
    2Quando entre 40% (inclusive) e 50% (exclusive) dos docentes previstos para o primeiro ano do curso têm experiência acadêmica na educação superior ou na educação profissional, somadas, de no mínimo três (03) anos.
    3Quando entre 50% (inclusive) e 60% (exclusive) dos docentes previstos para o primeiro ano do curso têm experiência acadêmica na educação superior ou na educação profissional, somadas, de no mínimo três (03) anos.
    4Quando entre 60% (inclusive) e 70% (exclusive) dos docentes previstos para o primeiro ano do curso têm experiência acadêmica na educação superior ou na educação profissional, somadas, de no mínimo três (03) anos.
    5Quando, pelo menos, 70% dos docentes previstos para o primeiro ano do curso têm experiência acadêmica na educação superior ou na educação profissional, somadas, de no mínimo três (03) anos.
  • 20102.2.4Tempo de experiência profissional do corpo docente (fora do magistério)Ver os cinco critérios

    Corpo Docente · Página 11 · Peso do item 5

    2.2.4 · Tempo de experiência profissional do corpo docente (fora do magistério)
    ConceitoCritério de análise
    1Quando menos de 40% dos docentes previstos para o primeiro ano do curso têm, pelo menos, três (3) anos de experiência profissional.
    2Quando entre 40% (inclusive) e 50% (exclusive) dos docentes previstos para o primeiro ano do curso têm, pelo menos, três (3) anos de experiência profissional.
    3Quando entre 50% (inclusive) e 60% (exclusive) dos docentes previstos para o primeiro ano do curso têm, pelo menos, três (3) anos de experiência profissional.
    4Quando entre 60% (inclusive) e 70% (exclusive) dos docentes previstos para o primeiro ano do curso têm, pelo menos, quatro (4) anos de experiência profissional.
    5Quando pelo menos 70% dos docentes previstos para o primeiro ano do curso têm, pelo menos, cinco (5) anos de experiência profissional.
  • 20102.3.1Número de alunos por docente equivalente a tempo integralVer os cinco critérios

    Corpo Docente · Página 12 · Peso do item 1

    2.3.1 · Número de alunos por docente equivalente a tempo integral
    ConceitoCritério de análise
    1Quando o número de vagas previstas para o primeiro ano, dividido pelo número docente equivalente a tempo integral, previsto para o primeiro ano do curso, for superior a 35.
    2Quando o número de vagas previstas para o primeiro ano, dividido pelo número docente equivalente a tempo integral, previsto para o primeiro ano do curso, estiver entre 30 (exclusive) e 35 (inclusive).
    3Quando o número de vagas previstas para o primeiro ano, dividido pelo número docente equivalente a tempo integral, previsto para o primeiro ano do curso, estiver entre 25 (exclusive) e 30 (inclusive).
    4Quando o número de vagas previstas para o primeiro ano, dividido pelo número docente equivalente a tempo integral, previsto para o primeiro ano do curso, estiver entre 20 (exclusive) e 25 (inclusive).
    5Quando o número de vagas previstas para o primeiro ano, dividido pelo número docente equivalente a tempo integral, previsto para o primeiro ano do curso, for no máximo de 20.
  • 20102.3.2Número de alunos por turma em disciplina teóricaVer os cinco critérios

    Corpo Docente · Página 12 · Peso do item 1

    2.3.2 · Número de alunos por turma em disciplina teórica
    ConceitoCritério de análise
    1Quando o projeto do curso prevê pelo menos uma disciplina teórica com mais de 80 alunos por turma.
    2Quando o projeto do curso prevê pelo menos uma disciplina teórica com 60 (exclusive) a 80 (inclusive) alunos por turma.
    3Quando o projeto do curso prevê pelo menos uma disciplina teórica com 50 (exclusive) a 60 (inclusive) alunos por turma.
    4Quando o projeto do curso prevê pelo menos uma disciplina teórica com 40 (exclusive) a 50 (inclusive) alunos por turma.
    5Quando o projeto do curso prevê todas as disciplinas teóricas com, no máximo, 40 alunos por turma.
  • 20102.3.3Pesquisa, produção científica e tecnológicaVer os cinco critérios

    Corpo Docente · Página 12 · Peso do item 2

    2.3.3 · Pesquisa, produção científica e tecnológica
    ConceitoCritério de análise
    1Quando o projeto do curso não prevê o desenvolvimento de pesquisa e inovação tecnológica, com participação de estudantes.
    2Quando o projeto do curso prevê, insuficientemente, o desenvolvimento de pesquisa e inovação tecnológica, com participação de estudantes.
    3Quando o projeto do curso prevê, suficientemente, o desenvolvimento de pesquisa e inovação tecnológica, com participação de estudantes.
    4Quando o projeto do curso prevê, adequadamente, o desenvolvimento de pesquisa e inovação tecnológica, com participação de estudantes; e quando os docentes previstos para o primeiro ano do curso têm, em média, nos últimos três (3) anos, pelo menos uma produção por docente.
    5Quando o projeto do curso prevê, plenamente, o desenvolvimento de pesquisa e inovação tecnológica, com participação de estudantes; e quando os docentes previstos para o primeiro ano do curso têm, em média, nos últimos três (3) anos, pelo menos duas (2) produções por docente.
  • 20103.1.1Sala de professores e sala de reuniõesVer os cinco critérios

    Instalações Físicas · Página 14 · Peso do item 1

    3.1.1 · Sala de professores e sala de reuniões
    ConceitoCritério de análise
    1Quando não há instalações para docentes (salas de professores, de reuniões).
    2Quando as instalações para docentes (salas de professores e de reuniões) estão insuficientemente equipadas segundo a finalidade ou atendem, insuficientemente, aos requisitos de dimensão, limpeza, iluminação, acústica, ventilação, conservação e comodidade necessária à atividade proposta.
    3Quando as instalações para docentes (salas de professores e de reuniões) estão equipadas segundo a finalidade e atendem, suficientemente, aos requisitos de dimensão, limpeza, iluminação, acústica, ventilação, conservação e comodidade necessária à atividade proposta.
    4Quando as instalações para docentes (salas de professores e de reuniões) estão equipadas segundo a finalidade e atendem, adequadamente, aos requisitos de dimensão, limpeza, iluminação, acústica, ventilação, conservação e comodidade necessária à atividade proposta.
    5Quando as instalações para docentes (salas de professores e de reuniões) estão equipadas segundo a finalidade e atendem, plenamente, aos requisitos de dimensão, limpeza, iluminação, acústica, ventilação, conservação e comodidade necessária à atividade proposta.
  • 20103.1.2Gabinetes de trabalho para professoresVer os cinco critérios

    Instalações Físicas · Página 14 · Peso do item 1

    3.1.2 · Gabinetes de trabalho para professores
    ConceitoCritério de análise
    1Quando o curso não oferece gabinete de trabalho.
    2Quando o curso oferece gabinete de trabalho apenas para o coordenador do curso.
    3Quando o curso oferece gabinete de trabalho equipado, pelo menos para o coordenador do curso e para os integrantes do NDE, segundo a finalidade (computador conectado à internet, imprescindível).
    4Quando o curso oferece gabinete de trabalho equipado, pelo menos para o coordenador do curso, para os integrantes do NDE e professores de tempo integral, segundo a finalidade (computador conectado à internet, imprescindível).
    5Quando o curso oferece gabinete de trabalho equipado, pelo menos para o coordenador do curso e para os integrantes do NDE, professores de tempo integral e professores de tempo parcial, segundo a finalidade (computador conectado à internet, imprescindível).
  • 20103.1.3Salas de aulaVer os cinco critérios

    Instalações Físicas · Página 15 · Peso do item 3

    3.1.3 · Salas de aula
    ConceitoCritério de análise
    1Quando as salas de aula, previstas para o primeiro ano do curso, são, em todos os sentidos, precárias.
    2Quando as salas de aula, previstas para o primeiro ano do curso, estão insuficientemente equipadas segundo a finalidade, ou atendem, insuficientemente, aos requisitos de dimensão, limpeza, iluminação, acústica, ventilação, conservação e comodidade necessária à atividade proposta.
    3Quando as salas de aula, previstas para o primeiro ano do curso, estão equipadas segundo a finalidade e atendem, suficientemente, aos requisitos de dimensão, limpeza, iluminação, acústica, ventilação, conservação e comodidade necessária à atividade proposta.
    4Quando as salas de aula, previstas para o primeiro ano do curso, estão equipadas segundo a finalidade e atendem, adequadamente, aos requisitos de dimensão, limpeza, iluminação, acústica, ventilação, conservação e comodidade necessária à atividade proposta.
    5Quando as salas de aula, previstas para o primeiro ano do curso, estão equipadas segundo a finalidade e atendem, plenamente, aos requisitos de dimensão, limpeza, iluminação, acústica, ventilação, conservação e comodidade necessária à atividade proposta.
  • 20103.1.4Acesso dos alunos a equipamentos de informáticaVer os cinco critérios

    Instalações Físicas · Página 15 · Peso do item 2

    3.1.4 · Acesso dos alunos a equipamentos de informática
    ConceitoCritério de análise
    1Quando o curso disponibiliza laboratório de informática com acesso à internet, na proporção de um (1) terminal para mais de 45 alunos, considerado o total de matrículas dos cursos em funcionamento, mais as vagas a serem oferecidas no primeiro ano do curso proposto.
    2Quando o curso disponibiliza laboratório de informática com acesso à internet, na proporção de um (1) terminal para a faixa de 35 alunos (exclusive) e 45 alunos (inclusive), considerado o total de matrículas dos cursos em funcionamento, mais as vagas a serem oferecidas no primeiro ano do curso proposto.
    3Quando o curso disponibiliza laboratório de informática com acesso à internet, na proporção de um (1) terminal para a faixa de 25 alunos (exclusive) e 35 alunos (inclusive), considerado o total de matrículas dos cursos em funcionamento mais as vagas a serem oferecidas no primeiro ano do curso proposto.
    4Quando o curso disponibiliza laboratório de informática com acesso à internet, na proporção de um (1) terminal para a faixa de 15 alunos (exclusive) a 25 alunos (inclusive), considerado o total de matrículas dos cursos em funcionamento, mais as vagas a serem oferecidas no primeiro ano do curso proposto.
    5Quando o curso disponibiliza laboratório(s) de informática com acesso à internet, na proporção de um (1) terminal para até 15 alunos, considerado o total de matrículas dos cursos em funcionamento, mais as vagas a serem oferecidas no primeiro ano do curso proposto.
  • 20103.2.1Livros da bibliografia básicaVer os cinco critérios

    Instalações Físicas · Página 17 · Peso do item 5

    3.2.1 · Livros da bibliografia básica
    ConceitoCritério de análise
    1Quando o acervo atende aos programas das disciplinas do primeiro ano do curso, na proporção de um (1) exemplar para mais de quinze (15) alunos previstos para cada turma, referentes aos títulos indicados na bibliografia básica, ou não está adequadamente atualizado ou tombado junto ao patrimônio da IES.
    2Quando o acervo atende aos programas das disciplinas do primeiro ano do curso, na proporção de um (1) exemplar para mais de dez (10) alunos até quinze (15) alunos previstos para cada turma, referentes aos títulos indicados na bibliografia básica (mínimo de 2 títulos), ou não está adequadamente atualizado ou tombado junto ao patrimônio da IES.
    3Quando o acervo atende aos programas das disciplinas do primeiro ano do curso, em quantidade suficiente, na proporção de um (1) exemplar para mais de oito (8) alunos até dez (10) alunos previstos para cada turma, referentes aos títulos indicados na bibliografia básica (mínimo de 2 títulos), e está atualizado e tombado junto ao patrimônio da IES.
    4Quando o acervo atende aos programas das disciplinas do primeiro ano do curso, em quantidade suficiente, na proporção de um (1) exemplar para mais de seis (6) alunos até oito (8) alunos previstos para cada turma, referentes aos títulos indicados na bibliografia básica (mínimo de 2 títulos), e está atualizado e tombado junto ao patrimônio da IES.
    5Quando o acervo atende aos programas das disciplinas do primeiro ano do curso, em quantidade suficiente, na proporção de um (1) exemplar para até seis (6) alunos previstos para cada turma, referentes aos títulos indicados na bibliografia básica (mínimo de 2 títulos), e está atualizado e tombado junto ao patrimônio da IES.
  • 20103.2.2Livros da bibliografia complementarVer os cinco critérios

    Instalações Físicas · Página 17 · Peso do item 1

    3.2.2 · Livros da bibliografia complementar
    ConceitoCritério de análise
    1Quando o acervo não atende às indicações bibliográficas complementares, referidas nos programas das disciplinas.
    2Quando o acervo atende, insuficientemente, às indicações bibliográficas complementares, referidas nos programas das disciplinas, com pelo menos dois exemplares de cada título.
    3Quando o acervo atende, suficientemente, às indicações bibliográficas complementares, referidas nos programas das disciplinas, com pelo menos dois exemplares de cada título.
    4Quando o acervo atende, adequadamente, às indicações bibliográficas complementares, referidas nos programas das disciplinas, com pelo menos dois exemplares de cada título.
    5Quando o acervo atende, plenamente, às indicações bibliográficas complementares, referidas nos programas das disciplinas, com pelo menos dois exemplares de cada título.
  • 20103.2.3Periódicos especializadosVer os cinco critérios

    Instalações Físicas · Página 18 · Peso do item 2

    3.2.3 · Periódicos especializados
    ConceitoCritério de análise
    1Quando não há assinatura de periódicos especializados.
    2Quando os periódicos especializados, sob a forma impressa ou informatizada, atendem de maneira insuficiente as principais áreas.
    3Quando existe assinatura de periódicos especializados, indexados e correntes, sob a forma impressa ou informatizada, abrangendo as principais áreas temáticas do curso em quantidade suficiente.
    4Quando existe assinatura de periódicos especializados, indexados e correntes, sob a forma impressa ou informatizada, abrangendo as principais áreas temáticas do curso em quantidade adequada.
    5Quando existe assinatura de periódicos especializados, indexados e correntes, sob a forma impressa ou informatizada, abrangendo as principais áreas temáticas do curso em quantidade plenamente adequada.
  • 20103.3.1Laboratórios especializadosVer os cinco critérios

    Instalações Físicas · Página 18 · Peso do item 5

    3.3.1 · Laboratórios especializados
    ConceitoCritério de análise
    1Quando os laboratórios especializados, necessários à realização das aulas do primeiro ano do curso, não estão implantados.
    2Quando os laboratórios especializados, necessários à realização das aulas do primeiro ano do curso, estão implantados em quantidade e qualidade insuficiente.
    3Quando os laboratórios especializados, necessários à realização das aulas do primeiro ano do curso, estão implantados em quantidade e qualidade suficiente.
    4Quando os laboratórios especializados, necessários à realização das aulas do primeiro ano do curso, estão implantados em quantidade e qualidade adequada.
    5Quando os laboratórios especializados, necessários à realização das aulas do primeiro ano do curso, estão implantados em quantidade e qualidade plenamente adequada.
  • 20103.3.2Infraestrutura e serviços dos laboratórios especializadosVer os cinco critérios

    Instalações Físicas · Página 19 · Peso do item 1

    3.3.2 · Infraestrutura e serviços dos laboratórios especializados
    ConceitoCritério de análise
    1Quando os espaços, equipamentos e serviços e relação aluno/posto de trabalho dos laboratórios são precários em todos os sentidos.
    2Quando os espaços, equipamentos e serviços e relação aluno/posto de trabalho dos laboratórios atendem de forma insuficiente as atividades propostas para ele.
    3Quando os espaços, equipamentos, serviços e relação aluno/posto de trabalho dos laboratórios atendem, suficientemente, as atividades propostas para ele.
    4Quando os espaços, equipamentos e serviços e relação aluno/posto de trabalho dos laboratórios atendem, adequadamente, as atividades propostas para ele.
    5Quando os espaços, equipamentos e serviços e relação aluno/posto de trabalho dos laboratórios atendem, plenamente, as atividades propostas para ele.
  • 20121.1Contexto educacionalVer os cinco critérios

    Organização Didático-Pedagógica · Página 4

    1.1 · Contexto educacional
    ConceitoCritério de análise
    1Quando o PPC não contempla as demandas efetivas de natureza econômica e social.
    2Quando o PPC contempla, de maneira insuficiente, as demandas efetivas de natureza econômica e social.
    3Quando o PPC contempla, de maneira suficiente, as demandas efetivas de natureza econômica e social.
    4Quando o PPC contempla muito bem as demandas efetivas de natureza econômica e social.
    5Quando o PPC contempla, de maneira excelente, as demandas efetivas de natureza econômica e social.
  • 20121.10Trabalho de conclusão de curso (TCC)Ver os cinco critérios

    Organização Didático-Pedagógica · Página 7

    Aplicação: NSA para cursos que não contemplam TCC no PPC e que não possuem diretrizes curriculares nacionais ou suas diretrizes não preveem a obrigatoriedade de TCC

    1.10 · Trabalho de conclusão de curso (TCC)
    ConceitoCritério de análise
    1Quando o trabalho de conclusão de curso previsto/implantado não está regulamentado/institucionalizado.
    2Quando o trabalho de conclusão de curso previsto/implantado está regulamentado/institucionalizado, de maneira insuficiente, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: carga horária, formas de apresentação, orientação e coordenação.
    3Quando o trabalho de conclusão de curso previsto/implantado está regulamentado/institucionalizado, de maneira suficiente, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: carga horária, formas de apresentação, orientação e coordenação.
    4Quando o trabalho de conclusão de curso previsto/implantado está muito bem regulamentado/institucionalizado considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: carga horária, formas de apresentação, orientação e coordenação.
    5Quando o trabalho de conclusão de curso previsto/implantado está regulamentado/institucionalizado, de maneira excelente, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: carga horária, formas de apresentação, orientação e coordenação.
  • 20121.11Apoio ao discenteVer os cinco critérios

    Organização Didático-Pedagógica · Página 7

    1.11 · Apoio ao discente
    ConceitoCritério de análise
    1Quando não existe programa de apoio ao discente previsto ou implantado.
    2Quando o apoio ao discente previsto/implantado contempla, de maneira insuficiente, os programas de apoio extraclasse e psicopedagógico, de atividades de nivelamento e extracurriculares não computadas como atividades complementares e de participação em centros acadêmicos e em intercâmbios.
    3Quando o apoio ao discente previsto/implantado contempla, de maneira suficiente, os programas de apoio extraclasse e psicopedagógico, de atividades de nivelamento e extracurriculares não computadas como atividades complementares e de participação em centros acadêmicos e em intercâmbios.
    4Quando o apoio ao discente previsto/implantado contempla muito bem os programas de apoio extraclasse e psicopedagógico, de atividades de nivelamento e extracurriculares não computadas como atividades complementares e de participação em centros acadêmicos e em intercâmbios.
    5Quando o apoio ao discente previsto/implantado contempla, de maneira excelente, os programas de apoio extraclasse e psicopedagógico, de atividades de nivelamento e extracurriculares não computadas como atividades complementares e de participação em centros acadêmicos e em intercâmbios.
  • 20121.12Ações decorrentes dos processos de avaliação do cursoVer os cinco critérios

    Organização Didático-Pedagógica · Página 7

    1.12 · Ações decorrentes dos processos de avaliação do curso
    ConceitoCritério de análise
    1Quando não há ações acadêmico-administrativas, em decorrência das autoavaliações e das avaliações externas (avaliação de curso, ENADE, CPC e outras) no âmbito do curso.
    2Quando as ações acadêmico-administrativas, em decorrência das autoavaliações e das avaliações externas (avaliação de curso, ENADE, CPC e outras), no âmbito do curso, estão previstas/implantadas de maneira insuficiente.
    3Quando as ações acadêmico-administrativas, em decorrência das autoavaliações e das avaliações externas (avaliação de curso, ENADE, CPC e outras), no âmbito do curso, estão previstas/implantadas de maneira suficiente.
    4Quando as ações acadêmico-administrativas, em decorrência das autoavaliações e das avaliações externas (avaliação de curso, ENADE, CPC e outras), no âmbito do curso, estão muito bem previstas/implantadas.
    5Quando as ações acadêmico-administrativas, em decorrência das autoavaliações e das avaliações externas (avaliação de curso, ENADE, CPC e outras), no âmbito do curso, estão previstas/implantadas de maneira excelente.
  • 20121.13Atividades de tutoriaVer os cinco critérios

    Organização Didático-Pedagógica · Página 8

    Aplicação: NSA para cursos presenciais. Obrigatório para cursos a distância e presenciais, reconhecidos, que ofertam até 20% da carga horária total do curso na modalidade a distância, conforme portaria 4.059 de 10 de dezembro de 2004

    1.13 · Atividades de tutoria
    ConceitoCritério de análise
    1Quando não há o desenvolvimento de atividades de tutoria (presencial e a distância).
    2Quando as atividades de tutoria previstas/implantadas atendem, de maneira insuficiente, às demandas didático-pedagógicas da estrutura curricular.
    3Quando as atividades de tutoria previstas/implantadas atendem, de maneira suficiente, às demandas didático-pedagógicas da estrutura curricular.
    4Quando as atividades de tutoria previstas/implantadas atendem muito bem às demandas didático-pedagógicas da estrutura curricular.
    5Quando as atividades de tutoria previstas/implantadas atendem, de maneira excelente, às demandas didático-pedagógicas da estrutura curricular.
  • 20121.14Tecnologias de informação e comunicação – TICs – no processo ensino-aprendizagemVer os cinco critérios

    Organização Didático-Pedagógica · Página 8

    1.14 · Tecnologias de informação e comunicação – TICs – no processo ensino-aprendizagem
    ConceitoCritério de análise
    1Quando as tecnologias de informação e comunicação (TICs) previstas/implantadas no processo de ensino-aprendizagem não permitem executar o projeto pedagógico do curso.
    2Quando as tecnologias de informação e comunicação (TICs) previstas/implantadas no processo de ensino-aprendizagem permitem executar, de maneira insuficiente, o projeto pedagógico do curso.
    3Quando as tecnologias de informação e comunicação (TICs) previstas/implantadas no processo de ensino-aprendizagem permitem executar, de maneira suficiente, o projeto pedagógico do curso.
    4Quando as tecnologias de informação e comunicação (TICs) previstas/implantadas no processo de ensino-aprendizagem permitem executar muito bem o projeto pedagógico do curso.
    5Quando as tecnologias de informação e comunicação (TICs) previstas/implantadas no processo de ensino-aprendizagem permitem executar, de maneira excelente, o projeto pedagógico do curso.
  • 20121.15Material didático institucionalVer os cinco critérios

    Organização Didático-Pedagógica · Página 8

    Aplicação: NSA para cursos presenciais que não contemplam material didático institucional no PPC, obrigatório para cursos a distância (Para fins de autorização, considerar o material didático disponibilizado para o primeiro ano do curso, se CSTs, ou dois primeiros anos, se bacharelados/licenciaturas)

    1.15 · Material didático institucional
    ConceitoCritério de análise
    1Quando o material didático institucional previsto/implantado, disponibilizado aos estudantes, não permite executar a formação definida no projeto pedagógico do curso.
    2Quando o material didático institucional previsto/implantado, disponibilizado aos estudantes, permite executar, de maneira insuficiente, a formação definida no projeto pedagógico do curso considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: abrangência, bibliografia adequada às exigências da formação, aprofundamento e coerência teórica.
    3Quando o material didático institucional previsto/implantado, disponibilizado aos estudantes, permite executar, de maneira suficiente, a formação definida no projeto pedagógico do curso considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: abrangência, bibliografia adequada às exigências da formação, aprofundamento e coerência teórica.
    4Quando o material didático institucional previsto/implantado, disponibilizado aos estudantes, permite executar, muito bem, a formação definida no projeto pedagógico do curso considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: abrangência, bibliografia adequada às exigências da formação, aprofundamento e coerência teórica.
    5Quando o material didático institucional previsto/implantado, disponibilizado aos estudantes, permite executar, de maneira excelente, a formação definida no projeto pedagógico do curso considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: abrangência, bibliografia adequada às exigências da formação, aprofundamento e coerência teórica.
  • 20121.16Mecanismos de interação entre docentes, tutores e estudantesVer os cinco critérios

    Organização Didático-Pedagógica · Página 9

    Aplicação: NSA para cursos presenciais que não contemplam mecanismos de interação entre docentes, tutores e estudantes no PPC, obrigatório para cursos a distância

    1.16 · Mecanismos de interação entre docentes, tutores e estudantes
    ConceitoCritério de análise
    1Quando não há mecanismos de interação entre docentes, tutores e estudantes.
    2Quando os mecanismos de interação entre docentes, tutores e estudantes previstos/implantados atendem, de maneira insuficiente, às propostas do curso.
    3Quando os mecanismos de interação entre docentes, tutores e estudantes previstos/implantados atendem, de maneira suficiente, às propostas do curso.
    4Quando os mecanismos de interação entre docentes, tutores e estudantes previstos/implantados atendem muito bem às propostas do curso.
    5Quando os mecanismos de interação entre docentes, tutores e estudantes previstos/implantados atendem, de maneira excelente, às propostas do curso.
  • 20121.17Procedimentos de avaliação dos processos de ensino-aprendizagemVer os cinco critérios

    Organização Didático-Pedagógica · Página 9

    1.17 · Procedimentos de avaliação dos processos de ensino-aprendizagem
    ConceitoCritério de análise
    1Quando os procedimentos de avaliação previstos/implantados utilizados nos processos de ensino-aprendizagem não atendem à concepção do curso definida no seu Projeto Pedagógico do Curso – PPC.
    2Quando os procedimentos de avaliação previstos/implantados utilizados nos processos de ensino-aprendizagem atendem, de maneira insuficiente, à concepção do curso definida no seu Projeto Pedagógico do Curso – PPC.
    3Quando os procedimentos de avaliação previstos/implantados utilizados nos processos de ensino-aprendizagem atendem, de maneira suficiente, à concepção do curso definida no seu Projeto Pedagógico do Curso – PPC.
    4Quando os procedimentos de avaliação previstos/implantados utilizados nos processos de ensino-aprendizagem atendem, muito bem, à concepção do curso definida no seu Projeto Pedagógico do Curso – PPC.
    5Quando os procedimentos de avaliação previstos/implantados utilizados nos processos de ensino-aprendizagem atendem, de maneira excelente, à concepção do curso definida no seu Projeto Pedagógico do Curso – PPC.
  • 20121.18Número de vagas (Para os cursos de Medicina, considerar também como critério de análise: disponibilidade de serviços assistenciais, incluindo hospital, ambulatório e centro de saúde, com capacidade de absorção de um número de alunos equivalente à matricula total prevista para o curso; a previsão de 5 ou mais leitos na (s) unidade (s) hospitalar (es) própria (s) ou conveniada (s) para cada vaga oferecida no vestibular do curso, resultando em um egresso treinado em urgência e emergência; atendimento primário e secundário capaz de diagnosticar e tratar as principais doenças e apto a referir casos que necessitem cuidados especializados)Ver os cinco critérios

    Organização Didático-Pedagógica · Página 9

    1.18 · Número de vagas (Para os cursos de Medicina, considerar também como critério de análise: disponibilidade de serviços assistenciais, incluindo hospital, ambulatório e centro de saúde, com capacidade de absorção de um número de alunos equivalente à matricula total prevista para o curso; a previsão de 5 ou mais leitos na (s) unidade (s) hospitalar (es) própria (s) ou conveniada (s) para cada vaga oferecida no vestibular do curso, resultando em um egresso treinado em urgência e emergência; atendimento primário e secundário capaz de diagnosticar e tratar as principais doenças e apto a referir casos que necessitem cuidados especializados)
    ConceitoCritério de análise
    1Quando o número de vagas previstas/implantadas não corresponde à dimensão do corpo docente e às condições de infraestrutura da IES.
    2Quando o número de vagas previstas/implantadas corresponde, de maneira insuficiente, à dimensão do corpo docente e às condições de infraestrutura da IES.
    3Quando o número de vagas previstas/implantadas corresponde, de maneira suficiente, à dimensão do corpo docente e às condições de infraestrutura da IES.
    4Quando o número de vagas previstas/implantadas atende muito bem à dimensão do corpo docente e às condições de infraestrutura da IES.
    5Quando o número de vagas previstas/implantadas corresponde, de maneira excelente, à dimensão do corpo docente e às condições de infraestrutura da IES.
  • 20121.19Integração com as redes públicas de ensinoVer os cinco critérios

    Organização Didático-Pedagógica · Página 10

    Aplicação: Obrigatório para as Licenciaturas, NSA para os demais que não contemplam integração com as redes públicas de ensino no PPC

    1.19 · Integração com as redes públicas de ensino
    ConceitoCritério de análise
    1Quando não existem ações ou convênios que promovam integração com as escolas da educação básica das redes públicas de ensino.
    2Quando as ações ou convênios que promovam integração com as escolas da educação básica das redes públicas de ensino estão previstos/implantados com abrangência e consolidação insuficiente.
    3Quando as ações ou convênios que promovam integração com as escolas da educação básica das redes públicas de ensino estão previstos/implantados com abrangência e consolidação suficiente.
    4Quando as ações ou convênios que promovam integração com as escolas da educação básica das redes públicas de ensino estão muito bem previstos/implantados com abrangência e consolidação.
    5Quando as ações ou convênios que promovam integração com as escolas da educação básica das redes públicas de ensino estão previstos/implantados com abrangência e consolidação excelente.
  • 20121.2Políticas institucionais no âmbito do cursoVer os cinco critérios

    Organização Didático-Pedagógica · Página 4

    1.2 · Políticas institucionais no âmbito do curso
    ConceitoCritério de análise
    1Quando as políticas institucionais de ensino, de extensão e de pesquisa (esta última, quando for o caso) constantes no PDI não estão previstas/implantadas no âmbito do curso.
    2Quando as políticas institucionais de ensino, de extensão e de pesquisa (esta última, quando for o caso) constantes no PDI estão previstas/implantadas, de maneira insuficiente, no âmbito do curso.
    3Quando as políticas institucionais de ensino, de extensão e de pesquisa (esta última, quando for o caso) constantes no PDI estão previstas/implantadas, de maneira suficiente, no âmbito do curso.
    4Quando as políticas institucionais de ensino, de extensão e de pesquisa (esta última, quando for o caso) constantes no PDI estão muito bem previstas/implantadas no âmbito do curso.
    5Quando as políticas institucionais de ensino, de extensão e de pesquisa (esta última,quando for o caso) constantes no PDI estão previstas/implantadas, de maneira excelente, no âmbito do curso.
  • 20121.20Integração com o sistema local e regional de saúde e o SUSVer os cinco critérios

    Organização Didático-Pedagógica · Página 10

    Aplicação: Obrigatório para o curso de Medicina, NSA para os demais cursos que não contemplam integração com o sistema local e regional de saúde e o SUS no PPC

    1.20 · Integração com o sistema local e regional de saúde e o SUS
    ConceitoCritério de análise
    1Quando a integração do curso com o sistema de saúde local e regional e o SUS não está formalizada por meio de convênio.
    2Quando a integração do curso com o sistema de saúde local e regional e o SUS formalizada por meio de convênio é insuficiente sendo a relação alunos/paciente ambulatorial/docente ou preceptor não professor do curso de mais de 4, atendendo aos princípios éticos da formação e atuação profissional.
    3Quando a integração do curso com o sistema de saúde local e regional e o SUS formalizada por meio de convênio é suficiente sendo a relação alunos/paciente ambulatorial/docente ou preceptor não professor do curso de no máximo 4, atendendo aos princípios éticos da formação e atuação profissional.
    4Quando a integração do curso com o sistema de saúde local e regional e o SUS formalizada por meio de convênio é muito boa sendo a relação alunos/paciente ambulatorial/docente ou preceptor não professor do curso de no máximo 3, atendendo aos princípios éticos da formação e atuação profissional.
    5Quando a integração do curso com o sistema de saúde local e regional e o SUS formalizada por meio de convênio é excelente sendo a relação alunos/paciente ambulatorial/docente ou preceptor não professor do curso de no máximo 2, atendendo aos princípios éticos da formação e atuação profissional.
  • 20121.21Ensino na área de saúdeVer os cinco critérios

    Organização Didático-Pedagógica · Página 10

    Aplicação: Obrigatório para o curso de Medicina, NSA para os demais cursos

    1.21 · Ensino na área de saúde
    ConceitoCritério de análise
    1Quando a IES oferece menos de 2 cursos de graduação na área de saúde reconhecidos, com conceito mínimo 4 (quatro) no ENADE e no CPC (quando houver).
    2Quando a IES oferece pelo menos 2 cursos de graduação na área de saúde reconhecidos, com conceito mínimo 4 (quatro) no ENADE e no CPC (quando houver).
    3Quando a IES oferece pelo menos 4 cursos de graduação na área de saúde reconhecidos, e que, no último ciclo avaliativo, alcançaram no mínimo conceito 4 no ENADE e no CPC (quando houver).
    4Quando a IES oferece pelo menos 5 cursos de graduação na área de saúde reconhecidos, com conceito mínimo 4 (quatro) no ENADE e no CPC (quando houver).
    5Quando a IES oferece pelo menos 6 cursos de graduação na área de saúde reconhecidos, com conceito mínimo 4 (quatro) no ENADE e no CPC (quando houver).
  • 20121.22Atividades práticas de ensinoVer os cinco critérios

    Organização Didático-Pedagógica · Página 11

    Aplicação: Obrigatório para o curso de Medicina, NSA para os demais cursos

    1.22 · Atividades práticas de ensino
    ConceitoCritério de análise
    1Quando não estão previstas/implantadas atividades práticas de formação.
    2Quando estão previstas/implantadas, de maneira insuficiente, atividades práticas de formação priorizando o enfoque de atenção básica, especialmente nas áreas de clínica médica, cirurgia, pediatria, saúde coletiva, ginecologia e obstetrícia, em unidades básicas de saúde, ambulatórios (de nível secundário) ou unidades de internação, considerando a perspectiva da hierarquização dos serviços de saúde e da atenção médica, supervisionadas pelos docentes das respectivas disciplinas.
    3Quando estão previstas/implantadas, de maneira suficiente, atividades práticas de formação priorizando o enfoque de atenção básica, especialmente nas áreas de clínica médica, cirurgia, pediatria, saúde coletiva, ginecologia e obstetrícia, em unidades básicas de saúde, ambulatórios (de nível secundário) ou unidades de internação, considerando a perspectiva da hierarquização dos serviços de saúde e da atenção médica, supervisionadas pelos docentes das respectivas disciplinas.
    4Quando estão previstas/implantadas, muito bem, atividades práticas de formação priorizando o enfoque de atenção básica, especialmente nas áreas de clínica médica, cirurgia, pediatria, saúde coletiva, ginecologia e obstetrícia, em unidades básicas de saúde, ambulatórios (de nível secundário) ou unidades de internação, considerando a perspectiva da hierarquização dos serviços de saúde e da atenção médica, supervisionadas pelos docentes das respectivas disciplinas.
    5Quando estão previstas/implantadas, de maneira excelente, atividades práticas de formação priorizando o enfoque de atenção básica, especialmente nas áreas de clínica médica, cirurgia, pediatria, saúde coletiva, ginecologia e obstetrícia, em unidades básicas de saúde, ambulatórios (de nível secundário) ou unidades de internação, considerando a perspectiva da hierarquização dos serviços de saúde e da atenção médica, supervisionadas pelos docentes das respectivas disciplinas.
  • 20121.3Objetivos do cursoVer os cinco critérios

    Organização Didático-Pedagógica · Página 4

    1.3 · Objetivos do curso
    ConceitoCritério de análise
    1Quando os objetivos do curso não apresentam coerência, em uma análise sistêmica e global, com os aspectos: perfil profissional do egresso, estrutura curricular e contexto educacional.
    2Quando os objetivos do curso apresentam insuficiente coerência, em uma análise sistêmica e global, com os aspectos: perfil profissional do egresso, estrutura curricular e contexto educacional.
    3Quando os objetivos do curso apresentam suficiente coerência, em uma análise sistêmica e global, com os aspectos: perfil profissional do egresso, estrutura curricular e contexto educacional.
    4Quando os objetivos do curso apresentam muito boa coerência, em uma análise sistêmica e global, com os aspectos: perfil profissional do egresso, estrutura curricular e contexto educacional.
    5Quando os objetivos do curso apresentam excelente coerência, em uma análise sistêmica e global, com os aspectos: perfil profissional do egresso, estrutura curricular e contexto educacional.
  • 20121.4Perfil profissional do egressoVer os cinco critérios

    Organização Didático-Pedagógica · Página 5

    1.4 · Perfil profissional do egresso
    ConceitoCritério de análise
    1Quando o perfil profissional não expressa as competências do egresso.
    2Quando o perfil profissional expressa, de maneira insuficiente, as competências do egresso.
    3Quando o perfil profissional expressa, de maneira suficiente, as competências do egresso.
    4Quando o perfil profissional expressa muito bem as competências do egresso.
    5Quando o perfil profissional expressa, de maneira excelente, as competências do egresso.
  • 20121.5Estrutura curricular (Considerar como critério de análise também a pesquisa e a extensão, caso estejam contempladas no PPC)Ver os cinco critérios

    Organização Didático-Pedagógica · Página 5

    1.5 · Estrutura curricular (Considerar como critério de análise também a pesquisa e a extensão, caso estejam contempladas no PPC)
    ConceitoCritério de análise
    1Quando a estrutura curricular prevista/implantada não contempla, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: flexibilidade, interdisciplinaridade, compatibilidade da carga horária total (em horas), articulação da teoria com a prática e, nos casos de cursos a distância, mecanismos de familiarização com essa modalidade.
    2Quando a estrutura curricular prevista/implantada contempla, de maneira insuficiente, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: flexibilidade, interdisciplinaridade, compatibilidade da carga horária total (em horas), articulação da teoria com a prática, e nos casos de cursos a distância, mecanismos de familiarização com essa modalidade.
    3Quando a estrutura curricular prevista/implantada contempla, de maneira suficiente, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: flexibilidade, interdisciplinaridade, compatibilidade da carga horária total (em horas), articulação da teoria com a prática e, nos casos de cursos a distância, mecanismos de familiarização com essa modalidade.
    4Quando a estrutura curricular prevista/implantada contempla, muito bem, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: flexibilidade, interdisciplinaridade, compatibilidade da carga horária total (em horas), articulação da teoria com a prática e, nos casos de cursos a distância, mecanismos de familiarização com essa modalidade.
    5Quando a estrutura curricular prevista/implantada contempla, de maneira excelente, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: flexibilidade, interdisciplinaridade, compatibilidade da carga horária total (em horas), articulação da teoria com a prática e, nos casos de cursos a distância, mecanismos de familiarização com essa modalidade.
  • 20121.6Conteúdos curricularesVer os cinco critérios

    Organização Didático-Pedagógica · Página 5

    1.6 · Conteúdos curriculares
    ConceitoCritério de análise
    1Quando os conteúdos curriculares previstos/implantados não possibilitam o desenvolvimento do perfil profissional do egresso considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: atualização, adequação das cargas horárias (em horas) e adequação da bibliografia.
    2Quando os conteúdos curriculares previstos/implantados possibilitam, de maneira insuficiente, o desenvolvimento do perfil profissional do egresso considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: atualização, adequação das cargas horárias (em horas) e adequação da bibliografia.
    3Quando os conteúdos curriculares previstos/implantados possibilitam, de maneira suficiente, o desenvolvimento do perfil profissional do egresso considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: atualização, adequação das cargas horárias (em horas) e adequação da bibliografia.
    4Quando os conteúdos curriculares previstos/implantados possibilitam, muito bem, o desenvolvimento do perfil profissional do egresso considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: atualização, adequação das cargas horárias (em horas) e adequação da bibliografia.
    5Quando os conteúdos curriculares previstos/implantados possibilitam, de maneira excelente, o desenvolvimento do perfil profissional do egresso considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: atualização, adequação das cargas horárias (em horas) e adequação da bibliografia.
  • 20121.7MetodologiaVer os cinco critérios

    Organização Didático-Pedagógica · Página 6

    1.7 · Metodologia
    ConceitoCritério de análise
    1Quando as atividades pedagógicas não apresentam coerência com a metodologia prevista/implantada.
    2Quando as atividades pedagógicas apresentam insuficiente coerência com a metodologia prevista/implantada.
    3Quando as atividades pedagógicas apresentam suficiente coerência com a metodologia prevista/implantada.
    4Quando as atividades pedagógicas apresentam muito boa coerência com a metodologia prevista/implantada.
    5Quando as atividades pedagógicas apresentam excelente coerência com a metodologia prevista/implantada.
  • 20121.8Estágio curricular supervisionadoVer os cinco critérios

    Organização Didático-Pedagógica · Página 6

    Aplicação: NSA para cursos que não contemplam estágio no PPC e que não possuem diretrizes curriculares nacionais ou suas diretrizes não preveem a obrigatoriedade de estágio supervisionado

    1.8 · Estágio curricular supervisionado
    ConceitoCritério de análise
    1Quando o estágio curricular supervisionado previsto/implantado não está regulamentado/institucionalizado.
    2Quando o estágio curricular supervisionado previsto/implantado está regulamentado/institucionalizado, de maneira insuficiente, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: carga horária, previsão/existência de convênios, formas de apresentação, orientação, supervisão e coordenação.
    3Quando o estágio curricular supervisionado previsto/implantado está regulamentado/institucionalizado, de maneira suficiente, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: carga horária, previsão/existência de convênios, formas de apresentação, orientação, supervisão e coordenação.
    4Quando o estágio curricular supervisionado previsto/implantado está muito bem regulamentado/institucionalizado considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: carga horária, previsão/existência de convênios, formas de apresentação, orientação, supervisão e coordenação.
    5Quando o estágio curricular supervisionado previsto/implantado está regulamentado/institucionalizado, de maneira excelente, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: carga horária, previsão/existência de convênios, formas de apresentação, orientação, supervisão e coordenação.
  • 20121.9Atividades complementaresVer os cinco critérios

    Organização Didático-Pedagógica · Página 6

    Aplicação: NSA para cursos que não contemplam atividades complementares no PPC e que não possuem diretrizes curriculares nacionais ou suas diretrizes não preveem a obrigatoriedade de atividades complementares

    1.9 · Atividades complementares
    ConceitoCritério de análise
    1Quando as atividades complementares previstas/implantadas não estão regulamentadas/institucionalizadas.
    2Quando as atividades complementares previstas/implantadas estão regulamentadas/ institucionalizadas, de maneira insuficiente, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: carga horária, diversidade de atividades e formas de aproveitamento.
    3Quando as atividades complementares previstas/implantadas estão regulamentadas/ institucionalizadas, de maneira suficiente, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: carga horária, diversidade de atividades e formas de aproveitamento.
    4Quando as atividades complementares previstas/implantadas estão muito bem regulamentadas/institucionalizadas considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: carga horária, diversidade de atividades e formas de aproveitamento.
    5Quando as atividades complementares previstas/implantadas estão regulamentadas/ institucionalizadas, de maneira excelente, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: carga horária, diversidade de atividades e formas de aproveitamento.
  • 20122.1Atuação do Núcleo Docente Estruturante – NDEVer os cinco critérios

    Corpo Docente e Tutorial · Página 12

    2.1 · Atuação do Núcleo Docente Estruturante – NDE
    ConceitoCritério de análise
    1Quando o NDE não está previsto/implantado.
    2Quando a atuação do NDE previsto/implantado é insuficiente considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: concepção, acompanhamento, consolidação e avaliação do PPC.
    3Quando a atuação do NDE previsto/implantado é suficiente considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: concepção, acompanhamento, consolidação e avaliação do PPC.
    4Quando a atuação do NDE previsto/implantado é muito boa considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: concepção, acompanhamento, consolidação e avaliação do PPC.
    5Quando a atuação do NDE previsto/implantado é excelente considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: concepção, acompanhamento, consolidação e avaliação do PPC.
  • 20122.10Experiência profissional do corpo docente (Para fins de autorização, considerar os docentes previstos para o primeiro ano do curso, se CSTs, ou dois primeiros anos, se bacharelados/licenciaturas)Ver os cinco critérios

    Corpo Docente e Tutorial · Página 15

    Aplicação: NSA para egressos de cursos de licenciatura (Para os cursos de Medicina, os critérios de análise passam a figurar da seguinte maneira: Conceito 1 – menor que 40% possui, pelo menos, 5 anos Conceito 2 – maior ou igual a 40% e menor que 50% possui, pelo menos, 5 anos Conceito 3 – maior ou igual a 50% e menor que 60% possui, pelo menos, 5 anos Conceito 4 – maior ou igual a 60% e menor que 70% possui, pelo menos, 5 anos Conceito 5 – maior ou igual a 70% possui, pelo menos, 5 anos)

    2.10 · Experiência profissional do corpo docente (Para fins de autorização, considerar os docentes previstos para o primeiro ano do curso, se CSTs, ou dois primeiros anos, se bacharelados/licenciaturas)
    ConceitoCritério de análise
    1Quando um contingente menor que 20% do corpo docente previsto/efetivo possui experiência profissional (excluída as atividades no magistério superior) de, pelo menos, 2 anos para bacharelados/licenciaturas ou 3 anos para cursos superiores de tecnologia.
    2Quando um contingente maior ou igual a 20% e menor que 40% do corpo docente previsto/efetivo possui experiência profissional (excluída as atividades no magistério superior) de, pelo menos, 2 anos para bacharelados/licenciaturas ou 3 anos para cursos superiores de tecnologia.
    3Quando um contingente maior ou igual a 40% e menor que 60% do corpo docente previsto/efetivo possui experiência profissional (excluída as atividades no magistério superior) de, pelo menos, 2 anos para bacharelados/licenciaturas ou 3 anos para cursos superiores de tecnologia.
    4Quando um contingente maior ou igual a 60% e menor que 80% do corpo docente previsto/efetivo possui experiência profissional (excluída as atividades no magistério superior) de, pelo menos, 2 anos para bacharelados/licenciaturas ou 3 anos para cursos superiores de tecnologia.
    5Quando um contingente maior ou igual a 80% do corpo docente previsto/efetivo possui experiência profissional (excluída as atividades no magistério superior) de, pelo menos, 2 anos para bacharelados/licenciaturas ou 3 anos para cursos superiores de tecnologia.
  • 20122.11Experiência no exercício da docência na educação básica (Para fins de autorização, considerar os docentes previstos para os dois primeiros anos do curso)Ver os cinco critérios

    Corpo Docente e Tutorial · Página 15

    Aplicação: Obrigatório para cursos de licenciatura, NSA para os demais

    2.11 · Experiência no exercício da docência na educação básica (Para fins de autorização, considerar os docentes previstos para os dois primeiros anos do curso)
    ConceitoCritério de análise
    1Quando um contingente menor que 20% do corpo docente previsto/efetivo tem, pelo menos, 3 anos de experiência no exercício da docência na educação básica.
    2Quando um contingente maior ou igual a 20% e menor que 30% do corpo docente previsto/efetivo tem, pelo menos, 3 anos de experiência no exercício da docência na educação básica.
    3Quando um contingente maior ou igual a 30% e menor que 40% do corpo docente previsto/efetivo tem, pelo menos, 3 anos de experiência no exercício da docência na educação básica.
    4Quando um contingente maior ou igual a 40% e menor que 50% do corpo docente previsto/efetivo tem, pelo menos, 3 anos de experiência no exercício da docência na educação básica.
    5Quando um contingente maior ou igual a 50% do corpo docente previsto/efetivo tem, pelo menos, 3 anos de experiência no exercício da docência na educação básica.
  • 20122.12Experiência de magistério superior do corpo docente (Para fins de autorização, considerar os docentes previstos para o primeiro ano do curso, se CSTs, ou dois primeiros anos, se bacharelados/licenciaturas) (Para os cursos de Medicina, os critérios de análise passam a figurar da seguinte maneira: Conceito 1 – menor que 40% possui, pelo menos, 5 anos Conceito 2 – maior ou igual a 40% e menor que 50% possui, pelo menos, 5 anos Conceito 3 – maior ou igual a 50% e menor que 60% possui, pelo menos, 5 anos Conceito 4 – maior ou igual a 60% e menor que 70% possui, pelo menos, 5 anos Conceito 5 – maior ou igual a 70% possui, pelo menos, 5 anos)Ver os cinco critérios

    Corpo Docente e Tutorial · Página 16

    2.12 · Experiência de magistério superior do corpo docente (Para fins de autorização, considerar os docentes previstos para o primeiro ano do curso, se CSTs, ou dois primeiros anos, se bacharelados/licenciaturas) (Para os cursos de Medicina, os critérios de análise passam a figurar da seguinte maneira: Conceito 1 – menor que 40% possui, pelo menos, 5 anos Conceito 2 – maior ou igual a 40% e menor que 50% possui, pelo menos, 5 anos Conceito 3 – maior ou igual a 50% e menor que 60% possui, pelo menos, 5 anos Conceito 4 – maior ou igual a 60% e menor que 70% possui, pelo menos, 5 anos Conceito 5 – maior ou igual a 70% possui, pelo menos, 5 anos)
    ConceitoCritério de análise
    1Quando um contingente menor que 20% do corpo docente previsto/efetivo possui experiência de magistério superior de, pelo menos, 3 anos para bacharelados/licenciaturas ou 2 anos para cursos superiores de tecnologia.
    2Quando um contingente maior ou igual a 20% e menor que 40% do corpo docente previsto/efetivo possui experiência de magistério superior de, pelo menos, 3 anos para bacharelados/licenciaturas ou 2 anos para cursos superiores de tecnologia.
    3Quando um contingente maior ou igual a 40% e menor que 60% do corpo docente previsto/efetivo possui experiência de magistério superior de, pelo menos, 3 anos para bacharelados/licenciaturas ou 2 anos para cursos superiores de tecnologia.
    4Quando um contingente maior ou igual a 60% e menor que 80% do corpo docente previsto/efetivo possui experiência de magistério superior de, pelo menos, 3 anos para bacharelados/licenciaturas ou 2 anos para cursos superiores de tecnologia.
    5Quando um contingente maior ou igual a 80% do corpo docente previsto/efetivo possui experiência de magistério superior de, pelo menos, 3 anos para bacharelados/licenciaturas ou 2 anos para cursos superiores de tecnologia.
  • 20122.13Relação entre o número de docentes e o número de estudantesVer os cinco critérios

    Corpo Docente e Tutorial · Página 16

    Aplicação: NSA para cursos presenciais. Obrigatório para cursos a distância (relação entre o número de docentes e o número de estudantes equivalente 40h em dedicação à EAD)

    2.13 · Relação entre o número de docentes e o número de estudantes
    ConceitoCritério de análise
    1Quando a média entre o número de docentes do curso (equivalentes 40h) e o número de vagas previstas/implantadas é de 1 docente para 161 vagas ou mais.
    2Quando a média entre o número de docentes do curso (equivalentes 40h) e o número de vagas previstas/implantadas é de 1 docente para 151 a 160 vagas.
    3Quando a média entre o número de docentes do curso (equivalentes 40h) e o número de vagas previstas/implantadas é de 1 docente para 141 a 150 vagas.
    4Quando a média entre o número de docentes do curso (equivalentes 40h) e o número de vagas previstas/implantadas é de 1 docente para 131 a 140 vagas.
    5Quando a média entre o número de docentes do curso (equivalentes 40h) e o número de vagas previstas/implantadas é de 1 docente para 130.
  • 20122.14Funcionamento do colegiado de curso ou equivalenteVer os cinco critérios

    Corpo Docente e Tutorial · Página 16

    2.14 · Funcionamento do colegiado de curso ou equivalente
    ConceitoCritério de análise
    1Quando o colegiado não está previsto/implantado.
    2Quando o funcionamento do colegiado previsto/implantado está regulamentado/ institucionalizado, de maneira insuficiente, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: representatividade dos segmentos, periodicidade das reuniões, registros e encaminhamento das decisões.
    3Quando o funcionamento do colegiado previsto/implantado está regulamentado/ institucionalizado, de maneira suficiente, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: representatividade dos segmentos, periodicidade das reuniões, registros e encaminhamento das decisões.
    4Quando o funcionamento do colegiado previsto/implantado está muito bem regulamentado/institucionalizado considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: representatividade dos segmentos, periodicidade das reuniões, registros e encaminhamento das decisões.
    5Quando o funcionamento do colegiado previsto/implantado está regulamentado/ institucionalizado, de maneira excelente, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: representatividade dos segmentos, periodicidade das reuniões, registros e encaminhamento das decisões.
  • 20122.15Produção científica, cultural, artística ou tecnológica (para fins de autorização, considerar os docentes previstos para o primeiro ano do curso, se CSTs, ou dois primeiros anos, se bacharelados/licenciaturas)Ver os cinco critérios

    Corpo Docente e Tutorial · Página 17

    2.15 · Produção científica, cultural, artística ou tecnológica (para fins de autorização, considerar os docentes previstos para o primeiro ano do curso, se CSTs, ou dois primeiros anos, se bacharelados/licenciaturas)
    ConceitoCritério de análise
    1Quando menos de 50% dos docentes não têm produção nos últimos 3 anos.
    2Quando pelo menos 50% dos docentes têm entre 1 a 3 produções nos últimos 3 anos.
    3Quando pelo menos 50% dos docentes têm entre 4 a 6 produções nos últimos 3 anos.
    4Quando pelo menos 50% dos docentes têm entre 7 a 9 produções nos últimos 3 anos.
    5Quando pelo menos 50% dos docentes têm mais de 9 produções nos últimos 3 anos.
  • 20122.16Titulação e formação do corpo de tutores do curso (Para fins de autorização, considerar os tutores previstos para o primeiro ano do curso, se CSTs, ou dois primeiros anos, se bacharelados/licenciaturas)Ver os cinco critérios

    Corpo Docente e Tutorial · Página 17

    Aplicação: NSA para cursos presenciais. Obrigatório para cursos a distância e presenciais, reconhecidos, que ofertam até 20% da carga horária total do curso na modalidade a distância, conforme Portaria 4.059/2004

    2.16 · Titulação e formação do corpo de tutores do curso (Para fins de autorização, considerar os tutores previstos para o primeiro ano do curso, se CSTs, ou dois primeiros anos, se bacharelados/licenciaturas)
    ConceitoCritério de análise
    1Quando existem tutores não graduados.
    2Quando todos os tutores previstos/efetivos são graduados.
    3Quando todos os tutores previstos/efetivos são graduados na área.
    4Quando todos os tutores previstos/efetivos são graduados na área, sendo que, no mínimo, 30% têm titulação obtida em programas de pós-graduação lato sensu.
    5Quando todos os tutores previstos/efetivos são graduados na área, sendo que, no mínimo, 30% têm titulação obtida em programas de pós-graduação stricto sensu.
  • 20122.17Experiência do corpo de tutores em educação a distância (Para fins de autorização, considerar os tutores previstos para o primeiro ano do curso, se CSTs, ou dois primeiros anos, se bacharelados/licenciaturas)Ver os cinco critérios

    Corpo Docente e Tutorial · Página 17

    Aplicação: NSA para cursos presenciais. Obrigatório para cursos a distância e presenciais, reconhecidos, que ofertam até 20% da carga horária total do curso na modalidade a distância, conforme Portaria 4.059/ 2004

    2.17 · Experiência do corpo de tutores em educação a distância (Para fins de autorização, considerar os tutores previstos para o primeiro ano do curso, se CSTs, ou dois primeiros anos, se bacharelados/licenciaturas)
    ConceitoCritério de análise
    1Quando o percentual de tutores do curso previstos/efetivos que possui experiência mínima de 3 anos em cursos a distância é menor que 40%.
    2Quando o percentual de tutores do curso previstos/efetivos que possui experiência mínima de 3 anos em cursos a distância é maior ou igual a 40% e menor que 50%.
    3Quando o percentual de tutores do curso previstos/efetivos que possui experiência mínima de 3 anos em cursos a distância é maior ou igual a 50% e menor que 60%.
    4Quando o percentual de tutores do curso previstos/efetivos que possui experiência mínima de 3 anos em cursos a distância é maior ou igual a 60% e menor que 70%.
    5Quando o percentual de tutores do curso previstos/efetivos que possui experiência mínima de 3 anos em cursos a distância é maior ou igual a 70%.
  • 20122.18Relação docentes e tutores – presenciais e a distância – por estudanteVer os cinco critérios

    Corpo Docente e Tutorial · Página 18

    Aplicação: NSA para cursos presenciais. Obrigatório para cursos a distância e presenciais, reconhecidos, que ofertam até 20% da carga horária total do curso na modalidade a distância, conforme Portaria 4.059 /2004

    2.18 · Relação docentes e tutores – presenciais e a distância – por estudante
    ConceitoCritério de análise
    1Quando a relação entre o número de estudantes e o total de docentes mais tutores (presenciais e a distância) previstos/contratados é maior que 60.
    2Quando a relação entre o número de estudantes e o total de docentes mais tutores (presenciais e a distância) previstos/contratados é maior que 50 e menor ou igual a 60.
    3Quando a relação entre o número de estudantes e o total de docentes mais tutores (presenciais e a distância) previstos/contratados é maior que 40 e menor ou igual a 50.
    4Quando a relação entre o número de estudantes e o total de docentes mais tutores (presenciais e a distância) previstos/contratados é maior que 30 e menor ou igual a 40.
    5Quando a relação entre o número de estudantes e o total de docentes mais tutores (presenciais e a distância) previstos/contratados é menor ou igual a 30.
  • 20122.19Responsabilidade docente pela supervisão da assistência médicaVer os cinco critérios

    Corpo Docente e Tutorial · Página 18

    Aplicação: Obrigatório para o curso de Medicina, NSA para os demais cursos

    2.19 · Responsabilidade docente pela supervisão da assistência médica
    ConceitoCritério de análise
    1Quando a porcentagem dos docentes responsáveis pelas atividades de ensino envolvendo pacientes que se responsabiliza pela supervisão da assistência médica a elas vinculadas é menor que 25%.
    2Quando a porcentagem dos docentes responsáveis pelas atividades de ensino envolvendo pacientes que se responsabiliza pela supervisão da assistência médica a elas vinculadas é maior ou igual a 25% e menor que 50%, sendo que, destes, pelo menos 30% dos docentes supervisionam e são responsáveis pelos serviços clínico-cirúrgicos frequentados pelos alunos.
    3Quando a porcentagem dos docentes responsáveis pelas atividades de ensino envolvendo pacientes que se responsabiliza pela supervisão da assistência médica a elas vinculadas é maior ou igual a 50% e menor que 75%, sendo que, destes, pelo menos 30% dos docentes supervisionam e são responsáveis pelos serviços clínico-cirúrgicos frequentados pelos alunos.
    4Quando a porcentagem dos docentes responsáveis pelas atividades de ensino envolvendo pacientes que se responsabiliza pela supervisão da assistência médica a elas vinculadas é maior ou igual a 75% e menor que 90%, sendo que, destes, pelo menos 30% dos docentes supervisionam e são responsáveis pelos serviços clínico-cirúrgicos frequentados pelos alunos.
    5Quando a porcentagem dos docentes responsáveis pelas atividades de ensino envolvendo pacientes que se responsabiliza pela supervisão da assistência médica a elas vinculadas é maior ou igual a 90%, sendo que, destes, pelo menos 30% dos docentes supervisionam e são responsáveis pelos serviços clínico-cirúrgicos frequentados pelos alunos.
  • 20122.2Atuação do (a) coordenador (a)Ver os cinco critérios

    Corpo Docente e Tutorial · Página 12

    2.2 · Atuação do (a) coordenador (a)
    ConceitoCritério de análise
    1Quando não há atuação do (a) coordenador (a) do curso.
    2Quando a atuação do (a) coordenador (a) é insuficiente considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: gestão do curso, relação com os docentes e discentes e representatividade nos colegiados superiores.
    3Quando a atuação do (a) coordenador (a) é suficiente considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: gestão do curso, relação com os docentes e discentes e representatividade nos colegiados superiores.
    4Quando a atuação do (a) coordenador (a) é muito boa considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: gestão do curso, relação com os docentes e discentes e representatividade nos colegiados superiores.
    5Quando a atuação do (a) coordenador (a) é excelente considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: gestão do curso, relação com os docentes e discentes e representatividade nos colegiados superiores.
  • 20122.20Núcleo de apoio pedagógico e experiência docenteVer os cinco critérios

    Corpo Docente e Tutorial · Página 18

    Aplicação: Obrigatório para o curso de Medicina, NSA para os demais cursos

    2.20 · Núcleo de apoio pedagógico e experiência docente
    ConceitoCritério de análise
    1Quando o núcleo de apoio pedagógico e experiência docente não está previsto/implantado, ou quando menos de 6 das áreas do curso estão representadas no núcleo existente.
    2Quando o núcleo de apoio pedagógico e experiência docente previsto/implantado é composto por docentes do curso com, no mínimo, 2 anos de experiência docente, ou não cobre todas as áreas temáticas do curso.
    3Quando o núcleo de apoio pedagógico e experiência docente previsto/implantado é composto por docentes do curso com, no mínimo, 3 anos de experiência docente, cobrindo todas as áreas temáticas do curso.
    4Quando o núcleo de apoio pedagógico e experiência docente previsto/implantado é composto por docentes do curso com, no mínimo, 4 anos de experiência docente, cobrindo todas as áreas temáticas do curso.
    5Quando o núcleo de apoio pedagógico e experiência docente previsto/implantado é composto por docentes do curso com, no mínimo, 5 anos de experiência docente, cobrindo todas as áreas temáticas do curso.
  • 20122.3Experiência do (a) coordenador (a) do curso em cursos a distância (Indicador específico para cursos a distância)Ver os cinco critérios

    Corpo Docente e Tutorial · Página 12

    2.3 · Experiência do (a) coordenador (a) do curso em cursos a distância (Indicador específico para cursos a distância)
    ConceitoCritério de análise
    1Quando o (a) coordenador (a) possui menos de 1 ano de experiência em cursos a distância.
    2Quando o (a) coordenador (a) possui experiência em cursos a distância maior ou igual a 1 ano e menor que 2 anos.
    3Quando o (a) coordenador (a) possui experiência em cursos a distância maior ou igual a 2 anos e menor que 3 anos.
    4Quando o (a) coordenador (a) possui experiência em cursos a distância maior ou igual a 3 anos e menor que 4 anos.
    5Quando o (a) coordenador (a) possui experiência em cursos a distância maior ou igual a 4 anos.
  • 20122.4Experiência profissional, de magistério superior e de gestão acadêmica do (a) coordenador (a)Ver os cinco critérios

    Corpo Docente e Tutorial · Página 13

    2.4 · Experiência profissional, de magistério superior e de gestão acadêmica do (a) coordenador (a)
    ConceitoCritério de análise
    1Quando o (a) coordenador (a) possui experiência profissional, de magistério superior e de gestão acadêmica, somadas, menor que 1 ano ou menos de 1 ano de magistério superior.
    2Quando o (a) coordenador (a) possui experiência profissional, de magistério superior e de gestão acadêmica, somadas, maior ou igual a 1 ano e menor que 4 anos sendo, no mínimo, 1 ano de magistério superior.
    3Quando o (a) coordenador (a) possui experiência profissional, de magistério superior e de gestão acadêmica, somadas, maior ou igual a 4 anos e menor que 7 anos sendo, no mínimo, 1 ano de magistério superior.
    4Quando o (a) coordenador (a) possui experiência profissional, de magistério superior e de gestão acadêmica, somadas, maior ou igual a 7 anos e menor que 10 anos sendo, no mínimo, 1 ano de magistério superior.
    5Quando o (a) coordenador (a) possui experiência profissional, de magistério superior e de gestão acadêmica, somadas, maior ou igual a 10 anos sendo, no mínimo, 1 ano de magistério superior.
  • 20122.5Regime de trabalho do (a) coordenador (a) do cursoVer os cinco critérios

    Corpo Docente e Tutorial · Página 13

    Aplicação: NSA para cursos a distância, obrigatório para cursos presenciais

    2.5 · Regime de trabalho do (a) coordenador (a) do curso
    ConceitoCritério de análise
    1Quando o regime de trabalho previsto/implantado do (a) coordenador (a) não é de tempo parcial ou integral; ou a relação entre o número de vagas anuais pretendidas/autorizadas e as horas semanais dedicadas à coordenação é maior que 25, ou não é respeitado o limite mínimo de 10 horas semanais dedicadas à coordenação do curso.
    2Quando o regime de trabalho previsto/implantado do (a) coordenador (a) é de tempo parcial ou integral, sendo que a relação entre o número de vagas anuais pretendidas/autorizadas e as horas semanais dedicadas à coordenação é maior que 20 e menor ou igual a 25.
    3Quando o regime de trabalho previsto/implantado do (a) coordenador (a) é de tempo parcial ou integral, sendo que a relação entre o número de vagas anuais pretendidas/autorizadas e as horas semanais dedicadas à coordenação é maior que 15 e menor ou igual a 20.
    4Quando o regime de trabalho previsto/implantado do (a) coordenador (a) é de tempo parcial ou integral, sendo que a relação entre o número de vagas anuais pretendidas/autorizadas e as horas semanais dedicadas à coordenação é maior que 10 e menor ou igual a 15.
    5Quando o regime de trabalho previsto/implantado do (a) coordenador (a) é de tempo parcial ou integral, sendo que a relação entre o número de vagas anuais pretendidas/autorizadas e as horas semanais dedicadas à coordenação é menor ou igual a 10.
  • 20122.6Carga horária de coordenação de cursoVer os cinco critérios

    Corpo Docente e Tutorial · Página 13

    Aplicação: NSA para cursos presenciais, obrigatório para cursos a distância

    2.6 · Carga horária de coordenação de curso
    ConceitoCritério de análise
    1Quando a carga horária prevista/implantada para o (a) coordenador (a) for menor que 10 horas.
    2Quando a carga horária prevista/implantada para o (a) coordenador (a) do curso for maior ou igual a 10 e menor que 15 horas semanais dedicadas totalmente à coordenação.
    3Quando a carga horária prevista/implantada para (a) o coordenador (a) do curso for maior ou igual a 15 e menor que 20 horas semanais dedicadas totalmente à coordenação.
    4Quando a carga horária prevista/implantada para o (a) coordenador (a) do curso for maior ou igual a 20 e menor que 25 horas semanais dedicadas totalmente à coordenação.
    5Quando a carga horária prevista/implantada para o (a) coordenador (a) do curso for maior ou igual a 25 horas semanais dedicadas totalmente à coordenação.
  • 20122.7Titulação do corpo docente do curso (Para fins de autorização, considerar os docentes previstos para o primeiro ano do curso, se CSTs, ou dois primeiros anos, se bacharelados/licenciaturas)Ver os cinco critérios

    Corpo Docente e Tutorial · Página 14

    2.7 · Titulação do corpo docente do curso (Para fins de autorização, considerar os docentes previstos para o primeiro ano do curso, se CSTs, ou dois primeiros anos, se bacharelados/licenciaturas)
    ConceitoCritério de análise
    1Quando o percentual dos docentes do curso com titulação obtida em programas de pósgraduação stricto sensu é menor que 15%.
    2Quando o percentual dos docentes do curso com titulação obtida em programas de pósgraduação stricto sensu é maior ou igual a 15% e menor que 30%.
    3Quando o percentual dos docentes do curso com titulação obtida em programas de pósgraduação stricto sensu é maior ou igual a 30% e menor que 50%.
    4Quando o percentual dos docentes do curso com titulação obtida em programas de pósgraduação stricto sensu é maior ou igual a 50% e menor que 75%.
    5Quando o percentual dos docentes do curso com titulação obtida em programas de pósgraduação stricto sensu é maior ou igual a 75%.
  • 20122.8Titulação do corpo docente do curso – percentual de doutores (Para fins de autorização, considerar os docentes previstos para o primeiro ano do curso, se CSTs, ou dois primeiros anos, se bacharelados/licenciaturas)Ver os cinco critérios

    Corpo Docente e Tutorial · Página 14

    2.8 · Titulação do corpo docente do curso – percentual de doutores (Para fins de autorização, considerar os docentes previstos para o primeiro ano do curso, se CSTs, ou dois primeiros anos, se bacharelados/licenciaturas)
    ConceitoCritério de análise
    1Quando não há doutores do curso.
    2Quando o percentual de doutores do curso é menor ou igual a 10%.
    3Quando o percentual de doutores do curso é maior que 10% e menor ou igual a 20%.
    4Quando o percentual de doutores do curso é maior que 20% e menor ou igual a 35%.
    5Quando o percentual de doutores do curso é maior que 35%.
  • 20122.9Regime de trabalho do corpo docente do curso (Para fins de autorização, considerar os docentes previstos para o primeiro ano do curso, se CSTs, ou dois primeiros anos, se bacharelados/licenciaturas) (Para os cursos de Medicina, os critérios de análise passam a figurar da seguinte maneira: Conceito 1 – menor que 50% Conceito 2 – maior ou igual a 50% e menor que 60% Conceito 3 – maior ou igual a 60% e menor que 70% Conceito 4 – maior ou igual a 70% e menor que 80% Conceito 5 – maior ou igual a 80%)Ver os cinco critérios

    Corpo Docente e Tutorial · Página 14

    2.9 · Regime de trabalho do corpo docente do curso (Para fins de autorização, considerar os docentes previstos para o primeiro ano do curso, se CSTs, ou dois primeiros anos, se bacharelados/licenciaturas) (Para os cursos de Medicina, os critérios de análise passam a figurar da seguinte maneira: Conceito 1 – menor que 50% Conceito 2 – maior ou igual a 50% e menor que 60% Conceito 3 – maior ou igual a 60% e menor que 70% Conceito 4 – maior ou igual a 70% e menor que 80% Conceito 5 – maior ou igual a 80%)
    ConceitoCritério de análise
    1Quando o percentual do corpo docente previsto/efetivo com regime de trabalho de tempo parcial ou integral é menor que 20%.
    2Quando o percentual do corpo docente previsto/efetivo com regime de trabalho de tempo parcial ou integral é maior ou igual a 20% e menor que 33%.
    3Quando o percentual do corpo docente previsto/efetivo com regime de trabalho de tempo parcial ou integral é maior ou igual a 33% e menor que 60%.
    4Quando o percentual do corpo docente previsto/efetivo com regime de trabalho de tempo parcial ou integral é maior ou igual a 60% e menor que 80%.
    5Quando o percentual do corpo docente previsto/efetivo com regime de trabalho de tempo parcial ou integral é maior ou igual que 80%.
  • 20123.1Gabinetes de trabalho para professores Tempo Integral – TI (Para fins de autorização, considerar os gabinetes de trabalho para os docentes em tempo integral do primeiro ano do curso, se CSTs, ou dois primeiros anos, se bacharelados/licenciaturas)Ver os cinco critérios

    Infraestrutura · Página 19

    3.1 · Gabinetes de trabalho para professores Tempo Integral – TI (Para fins de autorização, considerar os gabinetes de trabalho para os docentes em tempo integral do primeiro ano do curso, se CSTs, ou dois primeiros anos, se bacharelados/licenciaturas)
    ConceitoCritério de análise
    1Quando não existem gabinetes de trabalho implantados para os docentes em tempo integral.
    2Quando os gabinetes de trabalho implantados para os docentes em tempo integral são insuficientes considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: disponibilidade de equipamentos de informática em função do número de professores, dimensão, limpeza, iluminação, acústica, ventilação, acessibilidade, conservação e comodidade.
    3Quando os gabinetes de trabalho implantados para os docentes em tempo integral são suficientes considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: disponibilidade de equipamentos de informática em função do número de professores, dimensão, limpeza, iluminação, acústica, ventilação, acessibilidade, conservação e comodidade.
    4Quando os gabinetes de trabalho implantados para os docentes em tempo integral são muito bons considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: disponibilidade de equipamentos de informática em função do número de professores, dimensão, limpeza, iluminação, acústica, ventilação, acessibilidade, conservação e comodidade.
    5Quando os gabinetes de trabalho implantados para os docentes em tempo integral são excelentes considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: disponibilidade de equipamentos de informática em função do número de professores, dimensão, limpeza, iluminação, acústica, ventilação, acessibilidade, conservação e comodidade.
  • 20123.10Laboratórios didáticos especializados: qualidadeVer os cinco critérios

    Infraestrutura · Página 23

    Aplicação: NSA para cursos que não utilizam laboratórios especializados. (Para fins de autorização, considerar os laboratórios didáticos especializados implantados para o primeiro ano do curso, se CSTs, ou dois primeiros anos, se bacharelados/licenciaturas) Para cursos a distância, verificar os laboratórios especializados da sede e dos polos Para Pedagogia é obrigatório verificar a Brinquedoteca

    3.10 · Laboratórios didáticos especializados: qualidade
    ConceitoCritério de análise
    1Quando os laboratórios didáticos especializados não estão implantados; ou não existem normas de funcionamento, utilização e segurança.
    2Quando os laboratórios especializados implantados com respectivas normas de funcionamento, utilização e segurança atendem, de maneira insuficiente, em uma análise sistêmica e global, aos aspectos: adequação, acessibilidade, atualização de equipamentos e disponibilidade de insumos.
    3Quando os laboratórios especializados implantados com respectivas normas de funcionamento, utilização e segurança atendem, de maneira suficiente, em uma análise sistêmica e global, aos aspectos: adequação, acessibilidade, atualização de equipamentos e disponibilidade de insumos.
    4Quando os laboratórios especializados implantados com respectivas normas de funcionamento, utilização e segurança atendem, muito bem, em uma análise sistêmica e global, aos aspectos: adequação, acessibilidade, atualização de equipamentos e disponibilidade de insumos.
    5Quando os laboratórios especializados implantados com respectivas normas de funcionamento, utilização e segurança atendem, de maneira excelente, em uma análise sistêmica e global, aos aspectos: adequação, acessibilidade, atualização de equipamentos e disponibilidade de insumos.
  • 20123.11Laboratórios didáticos especializados: serviçosVer os cinco critérios

    Infraestrutura · Página 23

    Aplicação: NSA para cursos que não utilizam laboratórios especializados (Para fins de autorização, considerar os laboratórios didáticos especializados implantados para o primeiro ano do curso, se CSTs, ou dois primeiros anos, se bacharelados/licenciaturas) Para cursos a distância, verificar os laboratórios especializados da sede e dos polos Para Pedagogia é obrigatório verificar a Brinquedoteca

    3.11 · Laboratórios didáticos especializados: serviços
    ConceitoCritério de análise
    1Quando os laboratórios didáticos especializados não estão implantados; ou não existem normas de funcionamento, utilização e segurança.
    2Quando os serviços dos laboratórios especializados implantados com respectivas normas de funcionamento, utilização e segurança atendem, de maneira insuficiente, em uma análise sistêmica e global, aos aspectos: apoio técnico, manutenção de equipamentos e atendimento à comunidade.
    3Quando os serviços dos laboratórios especializados implantados com respectivas normas de funcionamento, utilização e segurança atendem, de maneira suficiente, em uma análise sistêmica e global, aos aspectos: apoio técnico, manutenção de equipamentos e atendimento à comunidade.
    4Quando os serviços dos laboratórios especializados implantados com respectivas normas de funcionamento, utilização e segurança atendem, muito bem, em uma análise sistêmica e global, aos aspectos: apoio técnico, manutenção de equipamentos e atendimento à comunidade.
    5Quando os serviços dos laboratórios especializados implantados com respectivas normas de funcionamento, utilização e segurança atendem, de maneira excelente, em uma análise sistêmica e global, aos aspectos: apoio técnico, manutenção de equipamentos e atendimento à comunidade.
  • 20123.12Sistema de controle de produção e distribuição de material didático (logística)Ver os cinco critérios

    Infraestrutura · Página 23

    Aplicação: NSA para cursos presenciais, obrigatório para cursos a distância

    3.12 · Sistema de controle de produção e distribuição de material didático (logística)
    ConceitoCritério de análise
    1Quando não há sistema de controle de produção e distribuição de material didático previsto/implantado.
    2Quando o sistema de controle de produção e distribuição de material didático previsto/implantado é insuficiente para atender à demanda real.
    3Quando o sistema de controle de produção e distribuição de material didático previsto/implantado é suficiente para atender à demanda real.
    4Quando o sistema de controle de produção e distribuição de material didático previsto/implantado atende muito bem à demanda real.
    5Quando o sistema de controle de produção e distribuição de material didático previsto/implantado é excelente para atender à demanda real.
  • 20123.13Núcleo de Práticas Jurídicas: atividades básicasVer os cinco critérios

    Infraestrutura · Página 24

    Aplicação: Obrigatório para cursos de direito (presencial e a distância), NSA para os demais cursos

    3.13 · Núcleo de Práticas Jurídicas: atividades básicas
    ConceitoCritério de análise
    1Quando o Núcleo de Práticas Jurídicas não está previsto/implantado; ou não possui regulamento específico.
    2Quando o Núcleo de Práticas Jurídicas previsto/implantado possui regulamento específico destinado à realização de práticas jurídicas simuladas e visitas orientadas e atende, de maneira insuficiente, às demandas do curso.
    3Quando o Núcleo de Práticas Jurídicas previsto/implantado possui regulamento específico destinado à realização de práticas jurídicas simuladas e visitas orientadas e atende, de maneira suficiente, às demandas do curso.
    4Quando o Núcleo de Práticas Jurídicas previsto/implantado possui regulamento específico destinado à realização de práticas jurídicas simuladas e visitas orientadas e atende muito bem às demandas do curso.
    5Quando o Núcleo de Práticas Jurídicas previsto/implantado possui regulamento específico destinado à realização de práticas jurídicas simuladas e visitas orientadas e atende, de maneira excelente, às demandas do curso.
  • 20123.14Núcleo de Práticas Jurídicas: atividades de arbitragem, negociação e mediaçãoVer os cinco critérios

    Infraestrutura · Página 24

    Aplicação: Obrigatório para cursos de direito (presencial e a distância), NSA para os demais cursos

    3.14 · Núcleo de Práticas Jurídicas: atividades de arbitragem, negociação e mediação
    ConceitoCritério de análise
    1Quando o Núcleo de Práticas Jurídicas com atividades de arbitragem, negociação, conciliação, mediação e atividades jurídicas reais não está previsto/implantado.
    2Quando o Núcleo de Práticas Jurídicas previsto/implantado possui atividades de arbitragem, negociação, conciliação, mediação e atividades jurídicas reais com insuficiente atendimento às demandas do curso.
    3Quando o Núcleo de Práticas Jurídicas previsto/implantado possui atividades de arbitragem, negociação, conciliação, mediação e atividades jurídicas reais com suficiente atendimento às demandas do curso.
    4Quando o Núcleo de Práticas Jurídicas previsto/implantado possui atividades de arbitragem, negociação, conciliação, mediação e atividades jurídicas reais atende muito bem às demandas do curso.
    5Quando o Núcleo de Práticas Jurídicas previsto/implantado possui atividades de arbitragem, negociação, conciliação, mediação e atividades jurídicas reais com excelente atendimento às demandas do curso.
  • 20123.15Unidades hospitalares de ensino e complexo assistencialVer os cinco critérios

    Infraestrutura · Página 24

    Aplicação: Obrigatório para o curso de Medicina, NSA para os demais cursos que não contemplam unidades hospitalares de ensino e complexo assistencial no PPC

    3.15 · Unidades hospitalares de ensino e complexo assistencial
    ConceitoCritério de análise
    1Quando a IES não conta com unidade(s) hospitalar (es) de ensino, própria(s) ou conveniada(s) garantidas legalmente por período mínimo de cinco anos, certificada(s) como Hospital de Ensino pelo MEC/MS (portaria 2.400/07), que seja(m) centro de referência regional há pelo menos 2 anos.
    2Quando a IES conta com unidade(s) hospitalar (es) de ensino, própria(s) ou conveniada(s) garantidas legalmente por período mínimo de cinco anos, certificada(s) como Hospital de Ensino pelo MEC/MS (portaria 2.400/07), que seja(m) centro de referência regional há pelo menos 2 anos e que apresentem condições insuficientes de formação do estudante de medicina.
    3Quando a IES conta com unidade(s) hospitalar (es) de ensino, própria(s) ou conveniada(s) garantidas legalmente por período mínimo de cinco anos, certificada(s) como Hospital de Ensino pelo MEC/MS (portaria 2.400/07), que seja(m) centro de referência regional há pelo menos 2 anos e que apresentem condições suficientes de formação do estudante de medicina.
    4Quando a IES conta com unidade(s) hospitalar (es) de ensino, própria(s) ou conveniada(s) garantidas legalmente por período mínimo de cinco anos, certificada(s) como Hospital de Ensino pelo MEC/MS (portaria 2.400/07), que seja(m) centro de referência regional há pelo menos 2 anos e que apresentem condições muito boas de formação do estudante de medicina.
    5Quando a IES conta com unidade(s) hospitalar (es) de ensino, própria(s) ou conveniada(s) garantidas legalmente por período mínimo de cinco anos, certificada(s) como Hospital de Ensino pelo MEC/MS (portaria 2.400/07), que seja(m) centro de referência regional há pelo menos 2 anos e que apresentem condições excelentes de formação do estudante de medicina.
  • 20123.16Sistema de referência e contrarreferênciaVer os cinco critérios

    Infraestrutura · Página 25

    Aplicação: Obrigatório para o curso de Medicina, NSA para os demais cursos

    3.16 · Sistema de referência e contrarreferência
    ConceitoCritério de análise
    1Quando não está previsto/implantado o funcionamento do sistema de referência e contrarreferência que assegure a integralidade da atenção e a resolubilidade dos problemas existentes, não permitindo que o aluno participe do atendimento ambulatorial bem como acompanhe o doente que seja referido ao hospital secundário.
    2Quando está previsto/implantado, de maneira insuficiente, o funcionamento do sistema de referência e contrarreferência que assegure a integralidade da atenção e a resolubilidade dos problemas existentes, permitindo que o aluno participe do atendimento ambulatorial bem como acompanhe o doente que seja referido ao hospital secundário.
    3Quando está previsto/implantado, de maneira suficiente, o funcionamento do sistema de referência e contrarreferência que assegure a integralidade da atenção e a resolubilidade dos problemas existentes, permitindo que o aluno participe do atendimento ambulatorial bem como acompanhe o doente que seja referido ao hospital secundário.
    4Quando está previsto/implantado, de maneira muito boa, o funcionamento do sistema de referência e contrarreferência que assegure a integralidade da atenção e a resolubilidade dos problemas existentes, permitindo que o aluno participe do atendimento ambulatorial bem como acompanhe o doente que seja referido ao hospital secundário.
    5Quando está previsto/implantado, de maneira excelente, o funcionamento do sistema de referência e contrarreferência que assegure a integralidade da atenção e a resolubilidade dos problemas existentes, permitindo que o aluno participe do atendimento ambulatorial bem como acompanhe o doente que seja referido ao hospital secundário.
  • 20123.17BiotériosVer os cinco critérios

    Infraestrutura · Página 25

    Aplicação: Obrigatório para o curso de Medicina, NSA para os demais cursos que não contemplam biotério no PPC

    3.17 · Biotérios
    ConceitoCritério de análise
    1Quando não há biotério.
    2Quando o biotério atende, de maneira insuficiente, às necessidades práticas do ensino.
    3Quando o biotério atende, de maneira suficiente, às necessidades práticas do ensino.
    4Quando o biotério atende muito bem às necessidades práticas do ensino.
    5Quando o biotério atende, de maneira excelente, às necessidades práticas do ensino.
  • 20123.18Laboratórios de ensinoVer os cinco critérios

    Infraestrutura · Página 25

    Aplicação: Obrigatório para o curso de Medicina, NSA para os demais cursos que não contemplam laboratórios de ensino no PPC

    3.18 · Laboratórios de ensino
    ConceitoCritério de análise
    1Quando o curso não dispõe de laboratórios específicos e multidisciplinares para a abordagem dos diferentes aspectos celulares e moleculares das ciências da vida.
    2Quando o curso dispõe de laboratórios específicos e multidisciplinares previstos/ implantados insuficientes para a abordagem dos diferentes aspectos celulares e moleculares das ciências da vida (incluindo anatomia, histologia, bioquímica, farmacologia, fisiologia/biofísica e técnica operatória) considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: espaço físico, equipamentos e material de consumo compatíveis com a formação dos estudantes prevista no PPC, levando-se em conta a relação aluno/equipamento ou material.
    3Quando o curso dispõe de laboratórios específicos e multidisciplinares previstos/implantados suficientes para a abordagem dos diferentes aspectos celulares e moleculares das ciências da vida (incluindo anatomia, histologia, bioquímica, farmacologia, fisiologia/biofísica e técnica operatória) considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: espaço físico, equipamentos e material de consumo compatíveis com a formação dos estudantes prevista no PPC, levando-se em conta a relação aluno/equipamento ou material.
    4Quando o curso dispõe de laboratórios específicos e multidisciplinares previstos/implantados muito bons para a abordagem dos diferentes aspectos celulares e moleculares das ciências da vida (incluindo anatomia, histologia, bioquímica, farmacologia, fisiologia/biofísica e técnica operatória) considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: espaço físico, equipamentos e material de consumo compatíveis com a formação dos estudantes prevista no PPC, levando-se em conta a relação aluno/equipamento ou material.
    5Quando o curso dispõe de laboratórios específicos e multidisciplinares previstos/implantados excelentes para a abordagem dos diferentes aspectos celulares e moleculares das ciências da vida (incluindo anatomia, histologia, bioquímica, farmacologia, fisiologia/biofísica e técnica operatória) considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: espaço físico, equipamentos e material de consumo compatíveis com a formação dos estudantes prevista no PPC, levando-se em conta a relação aluno/equipamento ou material.
  • 20123.19Laboratórios de habilidadesVer os cinco critérios

    Infraestrutura · Página 26

    Aplicação: Obrigatório para o curso de Medicina, NSA para os demais cursos que não contemplam laboratórios de habilidades no PPC

    3.19 · Laboratórios de habilidades
    ConceitoCritério de análise
    1Quando o curso não dispõe de laboratórios com equipamentos e instrumentos em quantidade e diversidade para a capacitação dos estudantes nas diversas habilidades da atividade médica.
    2Quando o curso dispõe de laboratórios previstos/implantados com equipamentos e instrumentos em quantidade e diversidade insuficientes para a capacitação dos estudantes nas diversas habilidades da atividade médica.
    3Quando o curso dispõe de laboratórios previstos/implantados com equipamentos e instrumentos em quantidade e diversidade suficientes para a capacitação dos estudantes nas diversas habilidades da atividade médica.
    4Quando o curso dispõe de laboratórios previstos/implantados com equipamentos e instrumentos em quantidade e diversidade muito boas para a capacitação dos estudantes nas diversas habilidades da atividade médica.
    5Quando o curso dispõe de laboratórios previstos/implantados com equipamentos e instrumentos em quantidade e diversidade excelentes para a capacitação dos estudantes nas diversas habilidades da atividade médica.
  • 20123.2Espaço de trabalho para coordenação do curso e serviços acadêmicosVer os cinco critérios

    Infraestrutura · Página 20

    3.2 · Espaço de trabalho para coordenação do curso e serviços acadêmicos
    ConceitoCritério de análise
    1Quando não existe espaço específico para as atividades de coordenação do curso.
    2Quando o espaço destinado às atividades de coordenação é insuficiente considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: dimensão, equipamentos, conservação, gabinete individual para coordenador, número de funcionários e atendimento aos alunos e aos professores.
    3Quando o espaço destinado às atividades de coordenação é suficiente considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: dimensão, equipamentos, conservação, gabinete individual para coordenador, número de funcionários e atendimento aos alunos e aos professores.
    4Quando o espaço destinado às atividades de coordenação é muito bom considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: dimensão, equipamentos, conservação, gabinete individual para coordenador, número de funcionários e atendimento aos alunos e aos professores.
    5Quando o espaço destinado às atividades de coordenação é excelente considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: dimensão, equipamentos, conservação, gabinete individual para coordenador, número de funcionários e atendimento aos alunos e aos professores.
  • 20123.20Protocolos de experimentosVer os cinco critérios

    Infraestrutura · Página 26

    Aplicação: Obrigatório para o curso de Medicina, NSA para os demais cursos que não contemplam protocolos de experimentos no PPC

    3.20 · Protocolos de experimentos
    ConceitoCritério de análise
    1Quando não há protocolos dos experimentos previstos/implantados.
    2Quando os protocolos dos experimentos previstos/implantados, prevendo procedimentos, equipamentos, instrumentos, materiais e utilidades, devidamente aprovados pelo comitê de ética da instituição ou formalmente conveniado são explicitados e desenvolvidos de maneira insuficiente para a orientação das atividades práticas desenvolvidas nos ambientes/laboratórios de formação geral/básica e profissionalizante/específica, garantindo o respeito das normas internacionalmente aceitas (códigos de Nüremberg e Helsinki).
    3Quando os protocolos dos experimentos previstos/implantados, prevendo procedimentos, equipamentos, instrumentos, materiais e utilidades, devidamente aprovados pelo comitê de ética da instituição ou formalmente conveniado são explicitados e desenvolvidos de maneira suficiente para a orientação das atividades práticas desenvolvidas nos ambientes/laboratórios de formação geral/básica e profissionalizante/específica, garantindo o respeito das normas internacionalmente aceitas (códigos de Nüremberg e Helsinki).
    4Quando os protocolos dos experimentos previstos/implantados, prevendo procedimentos, equipamentos, instrumentos, materiais e utilidades, devidamente aprovados pelo comitê de ética da instituição ou formalmente conveniado são muito bem explicitados e desenvolvidos para a orientação das atividades práticas desenvolvidas nos ambientes/laboratórios de formação geral/básica e profissionalizante/específica, garantindo o respeito das normas internacionalmente aceitas (códigos de Nüremberg e Helsinki).
    5Quando os protocolos dos experimentos previstos/implantados, prevendo procedimentos, equipamentos, instrumentos, materiais e utilidades, devidamente aprovados pelo comitê de ética da instituição ou formalmente conveniado são explicitados e desenvolvidos de maneira excelente para a orientação das atividades práticas desenvolvidas nos ambientes/laboratórios de formação geral/básica e profissionalizante/específica, garantindo o respeito das normas internacionalmente aceitas (códigos de Nüremberg e Helsinki).
  • 20123.21Comitê de ética em pesquisaVer os cinco critérios

    Infraestrutura · Página 26

    Aplicação: Obrigatório para o curso de Medicina, NSA para os demais cursos que não contemplam comitê de ética em pesquisa no PPC

    3.21 · Comitê de ética em pesquisa
    ConceitoCritério de análise
    1Quando não existe o comitê de ética funcionando.
    2Quando existe o comitê de ética funcionando de maneira insuficiente.
    3Quando existe o comitê de ética funcionando de maneira suficiente e em processo de homologação pela CONEP.
    4Quando existe o comitê de ética funcionando muito bem e homologado pela CONEP.
    5Quando existe o comitê de ética funcionando de maneira excelente e homologado pela CONEP.
  • 20123.3Sala de professores (Para fins de autorização, considerar a sala de professores implantada para os docentes do primeiro ano do curso, se CSTs, ou dois primeiros anos, se bacharelados/licenciaturas)Ver os cinco critérios

    Infraestrutura · Página 20

    Aplicação: NSA para IES que possui gabinetes de trabalho para 100% dos docentes do curso

    3.3 · Sala de professores (Para fins de autorização, considerar a sala de professores implantada para os docentes do primeiro ano do curso, se CSTs, ou dois primeiros anos, se bacharelados/licenciaturas)
    ConceitoCritério de análise
    1Quando não existe sala de professores implantada para os docentes do curso.
    2Quando a sala de professores implantada para os docentes do curso é insuficiente considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: disponibilidade de equipamentos de informática em função do número de professores, dimensão, limpeza, iluminação, acústica, ventilação, acessibilidade, conservação e comodidade.
    3Quando a sala de professores implantada para os docentes do curso é suficiente considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: disponibilidade de equipamentos de informática em função do número de professores, dimensão, limpeza, iluminação, acústica, ventilação, acessibilidade, conservação e comodidade.
    4Quando a sala de professores implantada para os docentes do curso é muito boa considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: disponibilidade de equipamentos de informática em função do número de professores, dimensão, limpeza, iluminação, acústica, ventilação, acessibilidade, conservação e comodidade.
    5Quando a sala de professores implantada para os docentes do curso é excelente considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: disponibilidade de equipamentos de informática em função do número de professores, dimensão, limpeza, iluminação, acústica, ventilação, acessibilidade, conservação e comodidade.
  • 20123.4Salas de aula (Para fins de autorização, considerar as salas de aula implantadas para o primeiro ano do curso, se CSTs, ou dois primeiros anos, se bacharelados/licenciaturas)Ver os cinco critérios

    Infraestrutura · Página 20

    3.4 · Salas de aula (Para fins de autorização, considerar as salas de aula implantadas para o primeiro ano do curso, se CSTs, ou dois primeiros anos, se bacharelados/licenciaturas)
    ConceitoCritério de análise
    1Quando as salas de aula implantadas no curso não têm condições de funcionamento.
    2Quando as salas de aula implantadas para o curso são insuficientes considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: quantidades e número de alunos por turma, disponibilidade de equipamentos, dimensões em função das vagas previstas/autorizadas, limpeza, iluminação, acústica, ventilação, acessibilidade, conservação e comodidade.
    3Quando as salas de aula implantadas para o curso são suficientes considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: quantidades e número de alunos por turma, disponibilidade de equipamentos, dimensões em função das vagas previstas/autorizadas, limpeza, iluminação, acústica, ventilação, acessibilidade, conservação e comodidade.
    4Quando as salas de aula implantadas para o curso são muito boas considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: quantidades e número de alunos por turma, disponibilidade de equipamentos, dimensões em função das vagas previstas/autorizadas, limpeza, iluminação, acústica, ventilação, acessibilidade, conservação e comodidade.
    5Quando as salas de aula implantadas para o curso são excelentes considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: quantidades e número de alunos por turma, disponibilidade de equipamentos, dimensões em função das vagas previstas/autorizadas, limpeza, iluminação, acústica, ventilação, acessibilidade, conservação e comodidade.
  • 20123.5Acesso dos alunos a equipamentos de informática (Para fins de autorização, considerar os laboratórios de informática implantados para o primeiro ano do curso, se CSTs, ou dois primeiros anos, se bacharelados/licenciaturas)Ver os cinco critérios

    Infraestrutura · Página 21

    3.5 · Acesso dos alunos a equipamentos de informática (Para fins de autorização, considerar os laboratórios de informática implantados para o primeiro ano do curso, se CSTs, ou dois primeiros anos, se bacharelados/licenciaturas)
    ConceitoCritério de análise
    1Quando não há meios implantados de acesso à informática para o curso.
    2Quando os laboratórios ou outros meios implantados de acesso à informática para o curso atendem, de maneira insuficiente, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: quantidade de equipamentos relativa ao número total de usuários, acessibilidade, velocidade de acesso à internet, política de atualização de equipamentos e softwares e adequação do espaço físico.
    3Quando os laboratórios ou outros meios implantados de acesso à informática para o curso atendem, de maneira suficiente, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: quantidade de equipamentos relativa ao número total de usuários, acessibilidade, velocidade de acesso à internet, política de atualização de equipamentos e softwares e adequação do espaço físico.
    4Quando os laboratórios ou outros meios implantados de acesso à informática para o curso atendem, muito bem, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: quantidade de equipamentos relativa ao número total de usuários, acessibilidade, velocidade de acesso à internet, política de atualização de equipamentos e softwares e adequação do espaço físico.
    5Quando os laboratórios ou outros meios implantados de acesso à informática para o curso atendem, de maneira excelente, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: quantidade de equipamentos relativa ao número total de usuários, acessibilidade, velocidade de acesso à internet, política de atualização de equipamentos e softwares e adequação do espaço físico.
  • 20123.6Bibliografia básica (Para fins de autorização, considerar o acervo da bibliografia básica disponível para o primeiro ano do curso, se CSTs, ou dois primeiros anos, se bacharelados/licenciaturas) Nos cursos que possuem acervo virtual (pelo menos 1 título virtual por unidade curricular), a proporção de alunos por exemplar físico passam a figurar da seguinte maneira para os conceitos 3, 4 e 5: Conceito 3 – 13 a 19 vagas anuais Conceito 4 – de 6 a 13 vagas anuais Conceito 5 – menos de 6 vagas anuais)Ver os cinco critérios

    Infraestrutura · Página 21

    3.6 · Bibliografia básica (Para fins de autorização, considerar o acervo da bibliografia básica disponível para o primeiro ano do curso, se CSTs, ou dois primeiros anos, se bacharelados/licenciaturas) Nos cursos que possuem acervo virtual (pelo menos 1 título virtual por unidade curricular), a proporção de alunos por exemplar físico passam a figurar da seguinte maneira para os conceitos 3, 4 e 5: Conceito 3 – 13 a 19 vagas anuais Conceito 4 – de 6 a 13 vagas anuais Conceito 5 – menos de 6 vagas anuais)
    ConceitoCritério de análise
    1Quando o acervo da bibliografia básica não está disponível; ou quando está disponível na proporção média de um exemplar para 20 ou mais vagas anuais pretendidas/autorizadas, de cada uma das unidades curriculares, de todos os cursos que efetivamente utilizam o acervo; ou quando o acervo existente não está informatizado e tombado junto ao patrimônio da IES; ou quando não existe um mínimo de três títulos por unidade curricular.
    2Quando o acervo da bibliografia básica, com no mínimo três títulos por unidade curricular, está disponível na proporção média de um exemplar para a faixa de 15 a menos de 20 vagas anuais pretendidas/autorizadas, de cada uma das unidades curriculares, de todos os cursos que efetivamente utilizam o acervo, além de estar informatizado e tombado junto ao patrimônio da IES.
    3Quando o acervo da bibliografia básica, com no mínimo três títulos por unidade curricular, está disponível na proporção média de um exemplar para a faixa de 10 a menos de 15 vagas anuais pretendidas/autorizadas, de cada uma das unidades curriculares, de todos os cursos que efetivamente utilizam o acervo, além de estar informatizado e tombado junto ao patrimônio da IES.
    4Quando o acervo da bibliografia básica, com no mínimo três títulos por unidade curricular, está disponível na proporção média de um exemplar para a faixa de 5 a menos de 10 vagas anuais pretendidas/autorizadas, de cada uma das unidades curriculares, de todos os cursos que efetivamente utilizam o acervo, além de estar informatizado e tombado junto ao patrimônio da IES.
    5Quando o acervo da bibliografia básica, com no mínimo três títulos por unidade curricular, está disponível na proporção média de um exemplar para menos de 5 vagas anuais pretendidas/autorizadas, de cada uma das unidades curriculares, de todos os cursos que efetivamente utilizam o acervo, além de estar informatizado e tombado junto ao patrimônio da IES.
  • 20123.7Bibliografia complementar (Para fins de autorização, considerar o acervo da bibliografia complementar disponível para o primeiro ano do curso, se CSTs, ou dois primeiros anos, se bacharelados/licenciaturas)Ver os cinco critérios

    Infraestrutura · Página 22

    3.7 · Bibliografia complementar (Para fins de autorização, considerar o acervo da bibliografia complementar disponível para o primeiro ano do curso, se CSTs, ou dois primeiros anos, se bacharelados/licenciaturas)
    ConceitoCritério de análise
    1Quando o acervo da bibliografia complementar não está disponível; ou quando o acervo da bibliografia complementar possui menos de dois títulos por unidade curricular.
    2Quando o acervo da bibliografia complementar possui, pelo menos, dois títulos por unidade curricular, com dois exemplares de cada título ou com acesso virtual.
    3Quando o acervo da bibliografia complementar possui, pelo menos, três títulos por unidade curricular, com dois exemplares de cada título ou com acesso virtual.
    4Quando o acervo da bibliografia complementar possui, pelo menos, quatro títulos por unidade curricular, com dois exemplares de cada título ou com acesso virtual.
    5Quando o acervo da bibliografia complementar possui, pelo menos, cinco títulos por unidade curricular, com dois exemplares de cada título ou com acesso virtual.
  • 20123.8Periódicos especializados (Para fins de autorização, considerar os periódicos relativos às áreas do primeiro ano do curso, se CSTs, ou dois primeiros anos, se bacharelados/licenciaturas. Para fins de autorização, os critérios de análise passam a figurar da seguinte maneira: Conceito 1 – menor que 3 títulos Conceito 2 – maior ou igual a 3 e menor que 6 Conceito 3 – maior ou igual a 6 e menor que 9 Conceito 4 – maior ou igual a 9 e menor que 12 Conceito 5 – maior ou igual a 12)Ver os cinco critérios

    Infraestrutura · Página 22

    3.8 · Periódicos especializados (Para fins de autorização, considerar os periódicos relativos às áreas do primeiro ano do curso, se CSTs, ou dois primeiros anos, se bacharelados/licenciaturas. Para fins de autorização, os critérios de análise passam a figurar da seguinte maneira: Conceito 1 – menor que 3 títulos Conceito 2 – maior ou igual a 3 e menor que 6 Conceito 3 – maior ou igual a 6 e menor que 9 Conceito 4 – maior ou igual a 9 e menor que 12 Conceito 5 – maior ou igual a 12)
    ConceitoCritério de análise
    1Quando há assinatura/acesso de periódicos especializados, indexados e correntes, sob a forma impressa ou virtual, menor que 5 títulos distribuídos entre as principais áreas do curso, ou com acervo não atualizado em relação aos últimos 3 anos.
    2Quando há assinatura/acesso de periódicos especializados, indexados e correntes, sob a forma impressa ou virtual, maior ou igual a 5 e menor que 10 títulos distribuídos entre as principais áreas do curso, a maioria deles com acervo atualizado em relação aos últimos 3 anos.
    3Quando há assinatura/acesso de periódicos especializados, indexados e correntes, sob a forma impressa ou virtual, maior ou igual a 10 e menor que 15 títulos distribuídos entre as principais áreas do curso, a maioria deles com acervo atualizado em relação aos últimos 3 anos.
    4Quando há assinatura/acesso de periódicos especializados, indexados e correntes, sob a forma impressa ou virtual, maior ou igual a 15 e menor que 20 títulos distribuídos entre as principais áreas do curso, a maioria deles com acervo atualizado em relação aos últimos 3 anos.
    5Quando há assinatura/acesso de periódicos especializados, indexados e correntes, sob a forma impressa ou virtual, maior ou igual a 20 títulos distribuídos entre as principais áreas do curso, a maioria deles com acervo atualizado em relação aos últimos 3 anos.
  • 20123.9Laboratórios didáticos especializados: quantidadeVer os cinco critérios

    Infraestrutura · Página 22

    Aplicação: NSA para cursos que não utilizam laboratórios especializados Para fins de autorização, considerar os laboratórios didáticos especializados implantados para o primeiro ano do curso, se CSTs, ou dois primeiros anos, se bacharelados/licenciaturas. Para cursos a distância, verificar os laboratórios especializados da sede e dos polos Para Pedagogia é obrigatório verificar a Brinquedoteca

    3.9 · Laboratórios didáticos especializados: quantidade
    ConceitoCritério de análise
    1Quando os laboratórios didáticos especializados não estão implantados; ou não existem normas de funcionamento, utilização e segurança.
    2Quando os laboratórios didáticos especializados implantados com respectivas normas de funcionamento, utilização e segurança atendem, de maneira insuficiente, em uma análise sistêmica e global, aos aspectos: quantidade de equipamentos adequada aos espaços físicos e vagas pretendidas/autorizadas.
    3Quando os laboratórios didáticos especializados implantados com respectivas normas de funcionamento, utilização e segurança atendem, de maneira suficiente, em uma análise sistêmica e global, aos aspectos: quantidade de equipamentos adequada aos espaços físicos e vagas pretendidas/autorizadas.
    4Quando os laboratórios didáticos especializados implantados com respectivas normas de funcionamento, utilização e segurança atendem, muito bem, em uma análise sistêmica e global, aos aspectos: quantidade de equipamentos adequada aos espaços físicos e vagas pretendidas/autorizadas.
    5Quando os laboratórios didáticos especializados implantados com respectivas normas de funcionamento, utilização e segurança atendem, de maneira excelente, em uma análise sistêmica e global, aos aspectos: quantidade de equipamentos adequada aos espaços físicos e alunos vagas pretendidas/autorizadas.
  • 20151.1Contexto educacionalVer os cinco critérios

    Organização Didático-Pedagógica · Página 5

    1.1 · Contexto educacional
    ConceitoCritério de análise
    1Quando o PPC não contempla as demandas efetivas de natureza econômica, social, cultural, política e ambiental.
    2Quando o PPC contempla, de maneira insuficiente, as demandas efetivas de natureza econômica, social, cultural, política e ambiental.
    3Quando o PPC contempla, de maneira suficiente, as demandas efetivas de natureza econômica, social, cultural, política e ambiental.
    4Quando o PPC contempla muito bem as demandas efetivas de natureza econômica, social, cultural, política e ambiental.
    5Quando o PPC contempla, de maneira excelente, as demandas efetivas de natureza econômica, social, cultural, política e ambiental.
  • 20151.10Estágio curricular supervisionado – relação entre licenciandos, docentes e supervisores da rede de escolas da Educação BásicaVer os cinco critérios

    Organização Didático-Pedagógica · Página 9

    Aplicação: Obrigatório para Licenciaturas. NSA para os demais cursos

    1.10 · Estágio curricular supervisionado – relação entre licenciandos, docentes e supervisores da rede de escolas da Educação Básica
    ConceitoCritério de análise
    1Quando o estágio curricular supervisionado previsto/implantado não está regulamentado/institucionalizado.
    2Quando o estágio curricular supervisionado previsto/implantado está regulamentado/institucionalizado, de maneira insuficiente, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: parceria entre docentes da IES, licenciandos e docentes da Educação Básica, incluindo o supervisor de estágio; acompanhamento/participação do licenciando em atividades de planejamento, desenvolvimento e avaliação realizadas pelos docentes da Educação Básica; participação dos docentes da Educação Básica no processo de orientação/formação dos licenciandos.
    3Quando o estágio curricular supervisionado previsto/implantado está regulamentado/institucionalizado, de maneira suficiente, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: parceria entre docentes da IES, licenciandos e docentes da Educação Básica, incluindo o supervisor de estágio; acompanhamento/participação do licenciando em atividades de planejamento, desenvolvimento e avaliação realizadas pelos docentes da Educação Básica; participação dos docentes da Educação Básica no processo de orientação/formação dos licenciandos.
    4Quando o estágio curricular supervisionado previsto/implantado está muito bem regulamentado/institucionalizado considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: parceria entre docentes da IES, licenciandos e docentes da Educação Básica, incluindo o supervisor de estágio; acompanhamento/participação do licenciando em atividades de planejamento, desenvolvimento e avaliação realizadas pelos docentes da Educação Básica; participação dos docentes da Educação Básica no processo de orientação/formação dos licenciandos.
    5Quando o estágio curricular supervisionado previsto/implantado está regulamentado/institucionalizado, de maneira excelente, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: parceria entre docentes da IES, licenciandos e docentes da Educação Básica, incluindo o supervisor de estágio; acompanhamento/participação do licenciando em atividades de planejamento, desenvolvimento e avaliação realizadas pelos docentes da Educação Básica; participação dos docentes da Educação Básica no processo de orientação/formação dos licenciandos.
  • 20151.11Estágio curricular supervisionado – relação teoria e práticaVer os cinco critérios

    Organização Didático-Pedagógica · Página 10

    Aplicação: Obrigatório para Licenciaturas. NSA para os demais cursos

    1.11 · Estágio curricular supervisionado – relação teoria e prática
    ConceitoCritério de análise
    1Quando o estágio curricular supervisionado previsto/implantado não está regulamentado/institucionalizado.
    2Quando o estágio curricular supervisionado previsto/implantado está regulamentado/institucionalizado e promove, de maneira insuficiente, a relação teoria e prática, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: articulação entre o currículo do curso e aspectos práticos da Educação Básica; embasamento teórico das atividades planejadas/desenvolvidas no campo da prática; reflexão teórica acerca de situações vivenciadas pelos licenciandos em contextos de educação formal e não formal; produção acadêmica que articule a teoria estudada e a prática vivenciada.
    3Quando o estágio curricular supervisionado previsto/implantado está regulamentado/institucionalizado, de maneira suficiente, a relação teoria e prática, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: articulação entre o currículo do curso e aspectos práticos da Educação Básica; embasamento teórico das atividades planejadas/desenvolvidas no campo da prática; reflexão teórica acerca de situações vivenciadas pelos licenciandos em contextos de educação formal e não formal; produção acadêmica que articule a teoria estudada e a prática vivenciada.
    4Quando o estágio curricular supervisionado previsto/implantado está muito bem regulamentado/institucionalizado, promovendo a relação teoria e prática, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: articulação entre o currículo do curso e aspectos práticos da Educação Básica; embasamento teórico das atividades planejadas/desenvolvidas no campo da prática; reflexão teórica acerca de situações vivenciadas pelos licenciandos em contextos de educação formal e não formal; produção acadêmica que articule a teoria estudada e a prática vivenciada.
    5Quando o estágio curricular supervisionado previsto/implantado está regulamentado/institucionalizado, de maneira excelente, a relação teoria e prática, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: articulação entre o currículo do curso e aspectos práticos da Educação Básica; embasamento teórico das atividades planejadas/desenvolvidas no campo da prática; reflexão teórica acerca de situações vivenciadas pelos licenciandos em contextos de educação formal e não formal; produção acadêmica que articule a teoria estudada e a prática vivenciada.
  • 20151.12Atividades complementaresVer os cinco critérios

    Organização Didático-Pedagógica · Página 10

    Aplicação: Obrigatório para os cursos que contemplam atividades complementares no PPC. NSA para cursos que não possuem diretrizes curriculares nacionais ou para cursos cujas

    1.12 · Atividades complementares
    ConceitoCritério de análise
    1Quando as atividades complementares previstas/implantadas não estão regulamentadas/institucionalizadas.
    2Quando as atividades complementares previstas/implantadas estão regulamentadas/ institucionalizadas, de maneira insuficiente, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: carga horária, diversidade de atividades e formas de aproveitamento.
    3Quando as atividades complementares previstas/implantadas estão regulamentadas/ institucionalizadas, de maneira suficiente, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: carga horária, diversidade de atividades e formas de aproveitamento.
    4Quando as atividades complementares previstas/implantadas estão muito bem regulamentadas/institucionalizadas considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: carga horária, diversidade de atividades e formas de aproveitamento.
    5Quando as atividades complementares previstas/implantadas estão regulamentadas/ institucionalizadas, de maneira excelente, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: carga horária, diversidade de atividades e formas de aproveitamento.
  • 20151.13Trabalho de conclusão de curso (TCC)Ver os cinco critérios

    Organização Didático-Pedagógica · Página 11

    Aplicação: Obrigatório para os cursos que contemplam TCC no PPC. NSA para cursos que não possuem diretrizes curriculares nacionais ou para cursos cujas diretrizes não preveem a obrigatoriedade de TCC.

    1.13 · Trabalho de conclusão de curso (TCC)
    ConceitoCritério de análise
    1Quando o trabalho de conclusão de curso previsto/implantado não está regulamentado/institucionalizado.
    2Quando o trabalho de conclusão de curso previsto/implantado está regulamentado/institucionalizado, de maneira insuficiente, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: carga horária, formas de apresentação, orientação e coordenação.
    3Quando o trabalho de conclusão de curso previsto/implantado está regulamentado/institucionalizado, de maneira suficiente, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: carga horária, formas de apresentação, orientação e coordenação.
    4Quando o trabalho de conclusão de curso previsto/implantado está muito bem regulamentado/institucionalizado, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: carga horária, formas de apresentação, orientação e coordenação.
    5Quando o trabalho de conclusão de curso previsto/implantado está regulamentado/institucionalizado, de maneira excelente, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: carga horária, formas de apresentação, orientação e coordenação.
  • 20151.14Apoio ao discenteVer os cinco critérios

    Organização Didático-Pedagógica · Página 11

    1.14 · Apoio ao discente
    ConceitoCritério de análise
    1Quando não existe programa de apoio ao discente previsto ou implantado.
    2Quando o apoio ao discente previsto/implantado contempla, de maneira insuficiente, os programas de apoio extraclasse e psicopedagógico, de acessibilidade, de atividades de nivelamento e extracurriculares não computadas como atividades complementares e de participação em centros acadêmicos e em intercâmbios.
    3Quando o apoio ao discente previsto/implantado contempla, de maneira suficiente, os programas de apoio extraclasse e psicopedagógico, de acessibilidade, de atividades de nivelamento e extracurriculares não computadas como atividades complementares e de participação em centros acadêmicos e em intercâmbios.
    4Quando o apoio ao discente previsto/implantado contempla muito bem os programas de apoio extraclasse e psicopedagógico, de acessibilidade, de atividades de nivelamento e extracurriculares não computadas como atividades complementares e de participação em centros acadêmicos e em intercâmbios.
    5Quando o apoio ao discente previsto/implantado contempla, de maneira excelente, os programas de apoio extraclasse e psicopedagógico, de acessibilidade, de atividades de nivelamento e extracurriculares não computadas como atividades complementares e de participação em centros acadêmicos e em intercâmbios.
  • 20151.15Ações decorrentes dos processos de avaliação do cursoVer os cinco critérios

    Organização Didático-Pedagógica · Página 12

    1.15 · Ações decorrentes dos processos de avaliação do curso
    ConceitoCritério de análise
    1Quando não há ações acadêmico-administrativas, em decorrência das autoavaliações e das avaliações externas (avaliação de curso, ENADE, CPC e outras) no âmbito do curso.
    2Quando as ações acadêmico-administrativas, em decorrência das autoavaliações e das avaliações externas (avaliação de curso, ENADE, CPC e outras), no âmbito do curso, estão previstas/implantadas de maneira insuficiente.
    3Quando as ações acadêmico-administrativas, em decorrência das autoavaliações e das avaliações externas (avaliação de curso, ENADE, CPC e outras), no âmbito do curso, estão previstas/implantadas de maneira suficiente.
    4Quando as ações acadêmico-administrativas, em decorrência das autoavaliações e das avaliações externas (avaliação de curso, ENADE, CPC e outras), no âmbito do curso, estão muito bem previstas/implantadas.
    5Quando as ações acadêmico-administrativas, em decorrência das autoavaliações e das avaliações externas (avaliação de curso, ENADE, CPC e outras), no âmbito do curso, estão previstas/implantadas de maneira excelente.
  • 20151.16Atividades de tutoriaVer os cinco critérios

    Organização Didático-Pedagógica · Página 12

    Aplicação: Obrigatório para cursos a distância e presenciais, reconhecidos, que ofertam até 20% da carga horária total do curso na modalidade a distância, conforme portaria 4.059 de 10 de dezembro de 2004. NSA para cursos presenciais.

    1.16 · Atividades de tutoria
    ConceitoCritério de análise
    1Quando não há o desenvolvimento de atividades de tutoria (presencial e a distância).
    2Quando as atividades de tutoria previstas/implantadas atendem, de maneira insuficiente, às demandas didático-pedagógicas da estrutura curricular.
    3Quando as atividades de tutoria previstas/implantadas atendem, de maneira suficiente, às demandas didático-pedagógicas da estrutura curricular.
    4Quando as atividades de tutoria previstas/implantadas atendem muito bem às demandas didático-pedagógicas da estrutura curricular.
    5Quando as atividades de tutoria previstas/implantadas atendem, de maneira excelente, às demandas didático-pedagógicas da estrutura curricular.
  • 20151.17Tecnologias de Informação e Comunicação – TICs – no processo ensinoaprendizagemVer os cinco critérios

    Organização Didático-Pedagógica · Página 13

    1.17 · Tecnologias de Informação e Comunicação – TICs – no processo ensinoaprendizagem
    ConceitoCritério de análise
    1Quando as Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) previstas/implantadas no processo de ensino-aprendizagem não permitem executar o projeto pedagógico do curso.
    2Quando as Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) previstas/implantadas no processo de ensino-aprendizagem permitem, de maneira insuficiente, a execução do projeto pedagógico do curso e a garantia da acessibilidade e do domínio das TICs.
    3Quando as Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) previstas/implantadas no processo de ensino-aprendizagem permitem, de maneira suficiente, a execução do projeto pedagógico do curso e a garantia da acessibilidade e do domínio das TICs.
    4Quando as Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) previstas/implantadas no processo de ensino-aprendizagem permitem, de maneira muito boa, a execução do projeto pedagógico do curso e a garantia da acessibilidade e do domínio das TICs.
    5Quando as Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) previstas/implantadas no processo de ensino-aprendizagem permitem, de maneira excelente, a execução do projeto pedagógico do curso e a garantia da acessibilidade e do domínio das TICs.
  • 20151.18Material didático institucionalVer os cinco critérios

    Organização Didático-Pedagógica · Página 13

    Aplicação: Obrigatório para cursos a distância. NSA para cursos presenciais que não contemplam material didático institucional no PPC. (Para fins de autorização, considerar o material didático institucional disponibilizado para o primeiro ano do curso, se CSTs, ou dois primeiros anos, se bacharelados/licenciaturas)

    1.18 · Material didático institucional
    ConceitoCritério de análise
    1Quando o material didático institucional previsto/implantado, disponibilizado aos estudantes, não permite executar a formação definida no projeto pedagógico do curso.
    2Quando o material didático institucional previsto/implantado, disponibilizado aos estudantes, permite executar, de maneira insuficiente, a formação definida no projeto pedagógico do curso considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: abrangência, acessibilidade, bibliografia adequada às exigências da formação, aprofundamento e coerência teórica.
    3Quando o material didático institucional previsto/implantado, disponibilizado aos estudantes, permite executar, de maneira suficiente, a formação definida no projeto pedagógico do curso considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: abrangência, acessibilidade, bibliografia adequada às exigências da formação, aprofundamento e coerência teórica
    4Quando o material didático institucional previsto/implantado, disponibilizado aos estudantes, permite executar, muito bem, a formação definida no projeto pedagógico do curso considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: abrangência, acessibilidade, bibliografia adequada às exigências da formação, aprofundamento e coerência teórica.
    5Quando o material didático institucional previsto/implantado, disponibilizado aos estudantes, permite executar, de maneira excelente, a formação definida no projeto pedagógico do curso considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: abrangência, acessibilidade, bibliografia adequada às exigências da formação, aprofundamento e coerência teórica.
  • 20151.19Mecanismos de interação entre docentes, tutores e estudantesVer os cinco critérios

    Organização Didático-Pedagógica · Página 14

    Aplicação: Obrigatório para cursos a distância. NSA para cursos presenciais que não contemplam mecanismos de interação entre docentes, tutores e estudantes no PPC.

    1.19 · Mecanismos de interação entre docentes, tutores e estudantes
    ConceitoCritério de análise
    1Quando não há mecanismos de interação entre docentes, tutores e estudantes.
    2Quando os mecanismos de interação entre docentes, tutores e estudantes previstos/implantados atendem, de maneira insuficiente, às propostas do curso.
    3Quando os mecanismos de interação entre docentes, tutores e estudantes previstos/implantados atendem, de maneira suficiente, às propostas do curso.
    4Quando os mecanismos de interação entre docentes, tutores e estudantes previstos/implantados atendem muito bem às propostas do curso.
    5Quando os mecanismos de interação entre docentes, tutores e estudantes previstos/implantados atendem, de maneira excelente, às propostas do curso.
  • 20151.2Políticas institucionais no âmbito do cursoVer os cinco critérios

    Organização Didático-Pedagógica · Página 5

    1.2 · Políticas institucionais no âmbito do curso
    ConceitoCritério de análise
    1Quando as políticas institucionais de ensino, de extensão e de pesquisa (esta última, quando for o caso) constantes no PDI não estão previstas/implantadas no âmbito do curso.
    2Quando as políticas institucionais de ensino, de extensão e de pesquisa (esta última, quando for o caso) constantes no PDI estão previstas/implantadas, de maneira insuficiente, no âmbito do curso.
    3Quando as políticas institucionais de ensino, de extensão e de pesquisa (esta última, quando for o caso) constantes no PDI estão previstas/implantadas, de maneira suficiente, no âmbito do curso.
    4Quando as políticas institucionais de ensino, de extensão e de pesquisa (esta última, quando for o caso) constantes no PDI estão muito bem previstas/implantadas no âmbito do curso.
    5Quando as políticas institucionais de ensino, de extensão e de pesquisa (esta última, quando for o caso) constantes no PDI estão previstas/implantadas, de maneira excelente, no âmbito do curso.
  • 20151.20Procedimentos de avaliação dos processos de ensino-aprendizagemVer os cinco critérios

    Organização Didático-Pedagógica · Página 14

    1.20 · Procedimentos de avaliação dos processos de ensino-aprendizagem
    ConceitoCritério de análise
    1Quando os procedimentos de avaliação previstos/implantados utilizados nos processos de ensino-aprendizagem não atendem à concepção do curso definida no seu Projeto Pedagógico do Curso – PPC.
    2Quando os procedimentos de avaliação previstos/implantados utilizados nos processos de ensino-aprendizagem atendem, de maneira insuficiente, à concepção do curso definida no seu Projeto Pedagógico do Curso – PPC.
    3Quando os procedimentos de avaliação previstos/implantados utilizados nos processos de ensino-aprendizagem atendem, de maneira suficiente, à concepção do curso definida no seu Projeto Pedagógico do Curso – PPC.
    4Quando os procedimentos de avaliação previstos/implantados utilizados nos processos de ensino-aprendizagem atendem, muito bem, à concepção do curso definida no seu Projeto Pedagógico do Curso – PPC.
    5Quando os procedimentos de avaliação previstos/implantados utilizados nos processos de ensino-aprendizagem atendem, de maneira excelente, à concepção do curso definida no seu Projeto Pedagógico do Curso – PPC.
  • 20151.21Número de vagas (Para os cursos de Medicina, considerar também como critério de análise: disponibilidade de serviços assistenciais, incluindo hospital, ambulatório e centro de saúde, com capacidade deVer os cinco critérios

    Organização Didático-Pedagógica · Página 14

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    1.21 · Número de vagas (Para os cursos de Medicina, considerar também como critério de análise: disponibilidade de serviços assistenciais, incluindo hospital, ambulatório e centro de saúde, com capacidade de
    ConceitoCritério de análise
    1Quando o número de vagas previstas/implantadas não corresponde à dimensão do corpo docente e às condições de infraestrutura da IES.
    2Quando o número de vagas previstas/implantadas corresponde, de maneira insuficiente, à dimensão do corpo docente e às condições de infraestrutura da IES.
    3Quando o número de vagas previstas/implantadas corresponde, de maneira suficiente, à dimensão do corpo docente e às condições de infraestrutura da IES.
    4Quando o número de vagas previstas/implantadas atende muito bem à dimensão do corpo docente e às condições de infraestrutura da IES.
    5Quando o número de vagas previstas/implantadas corresponde, de maneira excelente, à dimensão do corpo docente e às condições de infraestrutura da IES.
  • 20151.22Integração com as redes públicas de ensinoVer os cinco critérios

    Organização Didático-Pedagógica · Página 15

    Aplicação: Obrigatório para as Licenciaturas. NSA para os demais que não contemplam integração com as redes públicas de ensino no PPC.

    1.22 · Integração com as redes públicas de ensino
    ConceitoCritério de análise
    1Quando não existem ações ou convênios que promovam integração com as escolas da educação básica das redes públicas de ensino.
    2Quando as ações ou convênios que promovam integração com as escolas da educação básica das redes públicas de ensino estão previstos/implantados com abrangência e consolidação insuficientes.
    3Quando as ações ou convênios que promovam integração com as escolas da educação básica das redes públicas de ensino estão previstos/implantados com abrangência e consolidação suficientes.
    4Quando as ações ou convênios que promovam integração com as escolas da educação básica das redes públicas de ensino estão muito bem previstos/implantados com abrangência e consolidação.
    5Quando as ações ou convênios que promovam integração com as escolas da educação básica das redes públicas de ensino estão previstos/implantados com abrangência e consolidação excelentes.
  • 20151.23Integração do curso com o sistema local e regional de saúde/ SUS – relação alunos/docenteVer os cinco critérios

    Organização Didático-Pedagógica · Página 15

    Aplicação: Obrigatório para os cursos da área da saúde que contemplam, no PPC, a integração com o sistema local e regional de saúde/SUS.

    1.23 · Integração do curso com o sistema local e regional de saúde/ SUS – relação alunos/docente
    ConceitoCritério de análise
    1Quando a integração do curso com o sistema de saúde local e regional/SUS não está prevista/implantada (ou está implantada, mas não formalizada) por meio de convênio.
    2Quando a integração do curso com o sistema de saúde local e regional/SUS prevista/implantada (se implantada, deve estar formalizada) por meio de convênio é insuficiente, sendo a relação alunos/docente ou preceptor não professor do curso de mais de 8, atendendo aos princípios éticos da formação e atuação profissional.
    3Quando a integração do curso com o sistema de saúde local e regional/SUS prevista/implantada (se implantada, deve estar formalizada) por meio de convênio é suficiente, sendo a relação alunos/docente ou preceptor não professor do curso de no máximo 8, atendendo aos princípios éticos da formação e atuação profissional.
    4Quando a integração do curso com o sistema de saúde local e regional e o SUS prevista/implantada (se implantada, deve estar formalizada) por meio de convênio é muito boa, sendo a relação alunos/docente ou preceptor não professor do curso de no máximo 6, atendendo aos princípios éticos da formação e atuação profissional.
    5Quando a integração do curso com o sistema de saúde local e regional e o SUS prevista/implantada (se implantada, deve estar formalizada) por meio de convênio é excelente, sendo a relação/docente ou preceptor não professor do curso de no máximo 4, atendendo aos princípios éticos da formação e atuação profissional.
  • 20151.24Integração do curso com o sistema local e regional de saúde/SUS – relação alunos/usuárioVer os cinco critérios

    Organização Didático-Pedagógica · Página 16

    Aplicação: Obrigatório para os cursos da área da saúde que contemplam, no PPC, a integração com o sistema local e regional de saúde/SUS. NSA para os demais cursos.

    1.24 · Integração do curso com o sistema local e regional de saúde/SUS – relação alunos/usuário
    ConceitoCritério de análise
    1Quando a integração do curso com o sistema de saúde local e regional/SUS não está prevista/implantada (ou está implantada, mas não formalizada) por meio de convênio.
    2Quando a integração do curso com o sistema de saúde local e regional/SUS prevista/implantada (se implantada, deve estar formalizada) por meio de convênio é insuficiente, considerando a relação alunos/usuário e o atendimento aos princípios éticos da formação e atuação profissional.
    3Quando a integração do curso com o sistema de saúde local e regional/SUS prevista/implantada (se implantada, deve estar formalizada) por meio de convênio é suficiente, considerando a relação alunos/usuário e o atendimento aos princípios éticos da formação e atuação profissional.
    4Quando a integração do curso com o sistema de saúde local e regional/SUS prevista/implantada (se implantada, deve estar formalizada) por meio de convênio é muito boa, considerando a relação alunos/usuário e o atendimento aos princípios éticos da formação e atuação profissional.
    5Quando a integração do curso com o sistema de saúde local e regional/SUS prevista/implantada (se implantada, deve estar formalizada) por meio de convênio é excelente, considerando a relação alunos/usuário e o atendimento aos princípios éticos da formação e atuação profissional.
  • 20151.25Atividades práticas de ensino Exclusivo para o curso de MedicinaVer os cinco critérios

    Organização Didático-Pedagógica · Página 16

    Aplicação: NSA para os demais cursos.

    1.25 · Atividades práticas de ensino Exclusivo para o curso de Medicina
    ConceitoCritério de análise
    1Quando não estão previstas/implantadas atividades práticas de ensino.
    2Quando estão previstas/implantadas, de maneira insuficiente, atividades práticas de ensino priorizando o enfoque de atenção básica, especialmente nas áreas de clínica médica, cirurgia, pediatria, saúde coletiva, ginecologia, obstetrícia e saúde mental, em unidades básicas de saúde, ambulatórios (de nível secundário) ou unidades de internação, considerando a perspectiva da hierarquização dos serviços de saúde e da atenção médica, supervisionadas pelos docentes das respectivas disciplinas.
    3Quando estão previstas/implantadas, de maneira suficiente, atividades práticas de ensino priorizando o enfoque de atenção básica, especialmente nas áreas de clínica médica, cirurgia, pediatria, saúde coletiva, ginecologia, obstetrícia e saúde mental, em unidades básicas de saúde, ambulatórios (de nível secundário) ou unidades de internação, considerando a perspectiva da hierarquização dos serviços de saúde e da atenção médica, supervisionadas pelos docentes das respectivas disciplinas.
    4Quando estão muito bem previstas/implantadas, atividades práticas de ensino priorizando o enfoque de atenção básica, especialmente nas áreas de clínica médica, cirurgia, pediatria, saúde coletiva, ginecologia, obstetrícia e saúde mental, em unidades básicas de saúde, ambulatórios (de nível secundário) ou unidades de internação, considerando a perspectiva da hierarquização dos serviços de saúde e da atenção médica, supervisionadas pelos docentes das respectivas disciplinas.
    5Quando estão previstas/implantadas, de maneira excelente, atividades práticas de ensino priorizando o enfoque de atenção básica, especialmente nas áreas de clínica médica, cirurgia, pediatria, saúde coletiva, ginecologia, obstetrícia e saúde mental, em unidades básicas de saúde, ambulatórios (de nível secundário) ou unidades de internação, considerando a perspectiva da hierarquização dos serviços de saúde e da atenção médica, supervisionadas pelos docentes das respectivas disciplinas.
  • 20151.26Atividades práticas de ensino para áreas da saúdeVer os cinco critérios

    Organização Didático-Pedagógica · Página 17

    Aplicação: Obrigatório para os cursos da área da saúde. NSA para Medicina e demais cursos.

    1.26 · Atividades práticas de ensino para áreas da saúde
    ConceitoCritério de análise
    1Quando não estão previstas/implantadas atividades práticas de ensino conforme as Diretrizes Curriculares Nacionais.
    2Quando estão previstas/implantadas, de maneira insuficiente, atividades práticas de ensino conforme as Diretrizes Curriculares Nacionais priorizando o enfoque de atenção à saúde.
    3Quando estão previstas/implantadas, de maneira suficiente, atividades práticas de ensino conforme as Diretrizes Curriculares Nacionais priorizando o enfoque de atenção à saúde.
    4Quando estão previstas/implantadas, muito bem, atividades práticas de ensino conforme as Diretrizes Curriculares Nacionais priorizando o enfoque de atenção à saúde.
    5Quando estão previstas/implantadas, de maneira excelente, atividades práticas de ensino conforme as Diretrizes Curriculares Nacionais priorizando o enfoque de atenção à saúde.
  • 20151.27Atividades práticas de ensino para LicenciaturasVer os cinco critérios

    Organização Didático-Pedagógica · Página 17

    Aplicação: Obrigatório para Licenciaturas. NSA para demais cursos.

    1.27 · Atividades práticas de ensino para Licenciaturas
    ConceitoCritério de análise
    1Quando não estão previstas/implantadas atividades práticas de ensino conforme as Diretrizes Curriculares Nacionais.
    2Quando estão previstas/implantadas, de maneira insuficiente, atividades práticas de ensino conforme as Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Básica, da Formação de Professores e da área de conhecimento da Licenciatura.
    3Quando estão previstas/implantadas, de maneira suficiente, atividades práticas de ensino conforme as Diretrizes Curriculares da Educação Básica, da Formação de Professores e da área de conhecimento da Licenciatura.
    4Quando estão previstas/implantadas, muito bem, atividades práticas de ensino conforme as Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Básica, da Formação de Professores e da área de conhecimento da Licenciatura.
    5Quando estão previstas/implantadas, de maneira excelente, atividades práticas de ensino conforme as Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Básica, da Formação de Professores e da área de conhecimento da Licenciatura.
  • 20151.3Objetivos do cursoVer os cinco critérios

    Organização Didático-Pedagógica · Página 5

    1.3 · Objetivos do curso
    ConceitoCritério de análise
    1Quando os objetivos do curso não apresentam coerência, em uma análise sistêmica e global, com os aspectos: perfil profissional do egresso, estrutura curricular e contexto educacional.
    2Quando os objetivos do curso apresentam insuficiente coerência, em uma análise sistêmica e global, com os aspectos: perfil profissional do egresso, estrutura curricular e contexto educacional.
    3Quando os objetivos do curso apresentam suficiente coerência, em uma análise sistêmica e global, com os aspectos: perfil profissional do egresso, estrutura curricular e contexto educacional.
    4Quando os objetivos do curso apresentam muito boa coerência, em uma análise sistêmica e global, com os aspectos: perfil profissional do egresso, estrutura curricular e contexto educacional.
    5Quando os objetivos do curso apresentam excelente coerência, em uma análise sistêmica e global, com os aspectos: perfil profissional do egresso, estrutura curricular e contexto educacional.
  • 20151.4Perfil profissional do egressoVer os cinco critérios

    Organização Didático-Pedagógica · Página 6

    1.4 · Perfil profissional do egresso
    ConceitoCritério de análise
    1Quando o perfil profissional não expressa competências do egresso.
    2Quando o perfil profissional expressa, de maneira insuficiente, as competências do egresso.
    3Quando o perfil profissional expressa, de maneira suficiente, as competências do egresso.
    4Quando o perfil profissional expressa, muito bem, as competências do egresso.
    5Quando o perfil profissional expressa, de maneira excelente, as competências do egresso.
  • 20151.5Estrutura curricular (Considerar como critério de análise a pesquisa e a extensão, caso estejam contempladas no PPC)Ver os cinco critérios

    Organização Didático-Pedagógica · Página 6

    1.5 · Estrutura curricular (Considerar como critério de análise a pesquisa e a extensão, caso estejam contempladas no PPC)
    ConceitoCritério de análise
    1Quando a estrutura curricular prevista/implantada não contempla, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: flexibilidade, interdisciplinaridade, acessibilidade pedagógica e atitudinal, compatibilidade da carga horária total (em horas), articulação da teoria com a prática e, nos casos de cursos a distância, mecanismos de familiarização com essa modalidade.
    2Quando a estrutura curricular prevista/implantada contempla, de maneira insuficiente, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: flexibilidade, interdisciplinaridade, acessibilidade pedagógica e atitudinal, compatibilidade da carga horária total (em horas), articulação da teoria com a prática, e nos casos de cursos a distância, mecanismos de familiarização com essa modalidade.
    3Quando a estrutura curricular prevista/implantada contempla, de maneira suficiente, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: flexibilidade, interdisciplinaridade, acessibilidade pedagógica e atitudinal, compatibilidade da carga horária total (em horas), articulação da teoria com a prática e, nos casos de cursos a distância, mecanismos de familiarização com essa modalidade.
    4Quando a estrutura curricular prevista/implantada contempla, muito bem, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: flexibilidade, interdisciplinaridade, acessibilidade pedagógica e atitudinal, compatibilidade da carga horária total (em horas), articulação da teoria com a prática e, nos casos de cursos a distância, mecanismos de familiarização com essa modalidade.
    5Quando a estrutura curricular prevista/implantada contempla, de maneira excelente, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: flexibilidade, interdisciplinaridade, acessibilidade pedagógica e atitudinal, compatibilidade da carga horária total (em horas), articulação da teoria com a prática e, nos casos de cursos a distância, mecanismos de familiarização com essa modalidade.
  • 20151.6Conteúdos curricularesVer os cinco critérios

    Organização Didático-Pedagógica · Página 7

    1.6 · Conteúdos curriculares
    ConceitoCritério de análise
    1Quando os conteúdos curriculares previstos/implantados não possibilitam o desenvolvimento do perfil profissional do egresso, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: atualização, adequação das cargas horárias (em horas), adequação da bibliografia, abordagem de conteúdos referentes às relações étnico-raciais, direitos humanos, políticas ambientais, bem como acessibilidade.
    2Quando os conteúdos curriculares previstos/implantados possibilitam, de maneira insuficiente, o desenvolvimento do perfil profissional do egresso, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: atualização, acessibilidade, adequação das cargas horárias (em horas), adequação da bibliografia, abordagem de conteúdos pertinentes às políticas de educação ambiental, de educação em direitos humanos e de educação das relações étnico-raciais e para o ensino de história e cultura afro-brasileira, africana e indígena.
    3Quando os conteúdos curriculares previstos/implantados possibilitam, de maneira suficiente, o desenvolvimento do perfil profissional do egresso, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: atualização, acessibilidade, adequação das cargas horárias (em horas), adequação da bibliografia, abordagem de conteúdos pertinentes às políticas de educação ambiental, de educação em direitos humanos e de educação das relações étnico-raciais e para o ensino de história e cultura afro-brasileira, africana e indígena.
    4Quando os conteúdos curriculares previstos/implantados possibilitam, muito bem, o desenvolvimento do perfil profissional do egresso, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: atualização, acessibilidade, adequação das cargas horárias (em horas), adequação da bibliografia, abordagem de conteúdos pertinentes às políticas de educação ambiental, de educação em direitos humanos e de educação das relações étnicoraciais e para o ensino de história e cultura afro-brasileira, africana e indígena.
    5Quando os conteúdos curriculares previstos/implantados possibilitam, de maneira excelente, o desenvolvimento do perfil profissional do egresso, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: atualização, acessibilidade, adequação das cargas horárias (em horas), adequação da bibliografia, abordagem de conteúdos pertinentes às políticas de educação ambiental, de educação em direitos humanos e de educação das relações étnico-raciais e para o ensino de história e cultura afro-brasileira, africana e indígena.
  • 20151.7MetodologiaVer os cinco critérios

    Organização Didático-Pedagógica · Página 7

    1.7 · Metodologia
    ConceitoCritério de análise
    1Quando as atividades pedagógicas não apresentam coerência com a metodologia prevista/implantada.
    2Quando as atividades pedagógicas apresentam insuficiente coerência com a metodologia prevista/implantada, inclusive em relação aos aspectos referentes à acessibilidade pedagógica e atitudinal.
    3Quando as atividades pedagógicas apresentam suficiente coerência com a metodologia prevista/implantada, inclusive em relação aos aspectos referentes à acessibilidade pedagógica e atitudinal.
    4Quando as atividades pedagógicas apresentam muito boa coerência com a metodologia prevista/implantada, inclusive em relação aos aspectos referentes à acessibilidade pedagógica e atitudinal.
    5Quando as atividades pedagógicas apresentam excelente coerência com a metodologia prevista/implantada, inclusive em relação aos aspectos referentes à acessibilidade pedagógica e atitudinal.
  • 20151.8Estágio curricular supervisionadoVer os cinco critérios

    Organização Didático-Pedagógica · Página 8

    Aplicação: Obrigatório para os cursos que contemplam estágio no PPC. NSA para cursos que não possuem diretrizes curriculares nacionais ou para cursos cujas diretrizes não preveem a obrigatoriedade de estágio supervisionado.

    1.8 · Estágio curricular supervisionado
    ConceitoCritério de análise
    1Quando o estágio curricular supervisionado previsto/implantado não está regulamentado/institucionalizado.
    2Quando o estágio curricular supervisionado previsto/implantado está regulamentado/institucionalizado, de maneira insuficiente, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: carga horária, previsão/existência de convênios, formas de apresentação, orientação, supervisão e coordenação.
    3Quando o estágio curricular supervisionado previsto/implantado está regulamentado/institucionalizado, de maneira suficiente, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: carga horária, previsão/existência de convênios, formas de apresentação, orientação, supervisão e coordenação.
    4Quando o estágio curricular supervisionado previsto/implantado está muito bem regulamentado/institucionalizado, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: carga horária, previsão/existência de convênios, formas de apresentação, orientação, supervisão e coordenação.
    5Quando o estágio curricular supervisionado previsto/implantado está regulamentado/institucionalizado, de maneira excelente, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: carga horária, previsão/existência de convênios, formas de apresentação, orientação, supervisão e coordenação.
  • 20151.9Estágio curricular supervisionado – relação com a rede de escolas da Educação BásicaVer os cinco critérios

    Organização Didático-Pedagógica · Página 8

    Aplicação: Obrigatório para Licenciaturas. NSA para os demais cursos

    1.9 · Estágio curricular supervisionado – relação com a rede de escolas da Educação Básica
    ConceitoCritério de análise
    1Quando o estágio curricular supervisionado previsto/implantado não está regulamentado/institucionalizado.
    2Quando o estágio curricular supervisionado previsto/implantado está regulamentado/institucionalizado e promove, de maneira insuficiente, relação com a rede de escolas da Educação Básica, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: acompanhamento pelo docente da IES (Orientador) nas atividades no campo da prática, ao longo do ano letivo, com vivência da realidade escolar de forma integral, incluindo participação em conselhos de classe/reunião de professores.
    3Quando o estágio curricular supervisionado previsto/implantado está regulamentado/institucionalizado e promove, de maneira suficiente, relação com a rede de escolas da Educação Básica, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: acompanhamento pelo docente da IES (Orientador) nas atividades no campo da prática, ao longo do ano letivo, com vivência da realidade escolar de forma integral, incluindo participação em conselhos de classe/reunião de professores.
    4Quando o estágio curricular supervisionado previsto/implantado está muito bem regulamentado/institucionalizado e promove relação com a rede de escolas da Educação Básica considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: acompanhamento pelo docente da IES (Orientador) nas atividades no campo da prática, ao longo do ano letivo, com vivência da realidade escolar de forma integral, incluindo participação em conselhos de classe/reunião de professores.
    5Quando o estágio curricular supervisionado previsto/implantado está regulamentado/institucionalizado e promove, de maneira excelente, relação com a rede de escolas da Educação Básica, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: acompanhamento pelo docente da IES (Orientador) nas atividades no campo da prática, ao longo do ano letivo, com vivência da realidade escolar de forma integral, incluindo participação em conselhos de classe/reunião de professores.
  • 20152.1Atuação do Núcleo Docente Estruturante – NDEVer os cinco critérios

    Corpo Docente e Tutorial · Página 19

    Aplicação: NSA para cursos sequenciais.

    2.1 · Atuação do Núcleo Docente Estruturante – NDE
    ConceitoCritério de análise
    1Quando o NDE não está previsto/implantado.
    2Quando a atuação do NDE previsto/implantado é insuficiente considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: concepção, acompanhamento, consolidação e avaliação do PPC.
    3Quando a atuação do NDE previsto/implantado é suficiente considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: concepção, acompanhamento, consolidação e avaliação do PPC.
    4Quando a atuação do NDE previsto/implantado é muito boa considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: concepção, acompanhamento, consolidação e avaliação do PPC.
    5Quando a atuação do NDE previsto/implantado é excelente considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: concepção, acompanhamento, consolidação e avaliação do PPC.
  • 20152.10Experiência no exercício da docência na educação básica (Para fins de autorização, considerar os docentes previstos para o primeiro ano do curso, se CST, ou dois primeiros anos, se licenciaturas)Ver os cinco critérios

    Corpo Docente e Tutorial · Página 23

    Aplicação: Obrigatório para cursos de licenciatura e para CST da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica. NSA para os demais cursos.

    2.10 · Experiência no exercício da docência na educação básica (Para fins de autorização, considerar os docentes previstos para o primeiro ano do curso, se CST, ou dois primeiros anos, se licenciaturas)
    ConceitoCritério de análise
    1Quando um contingente menor que 20% do corpo docente previsto/efetivo tem, pelo menos, 3 anos de experiência no exercício da docência na educação básica.
    2Quando um contingente maior ou igual a 20% e menor que 30% do corpo docente previsto/efetivo tem, pelo menos, 3 anos de experiência no exercício da docência na educação básica.
    3Quando um contingente maior ou igual a 30% e menor que 40% do corpo docente previsto/efetivo tem, pelo menos, 3 anos de experiência no exercício da docência na educação básica.
    4Quando um contingente maior ou igual a 40% e menor que 50% do corpo docente previsto/efetivo tem, pelo menos, 3 anos de experiência no exercício da docência na educação básica.
    5Quando um contingente maior ou igual a 50% do corpo docente previsto/efetivo tem, pelo menos, 3 anos de experiência no exercício da docência na educação básica.
  • 20152.11Experiência de magistério superior do corpo docente (Para fins de autorização, considerar os docentes previstos para o primeiro ano do curso, se CSTs, ou dois primeiros anos, se bacharelados/licenciaturas) (Para os cursos de Medicina, os critérios de análise passam a figurar da seguinte maneira: Conceito 1 – menor que 40% possui, pelo menos, 5 anos Conceito 2 – maior ou igual a 40% e menor que 50% possui, pelo menos, 5 anos Conceito 3 – maior ou igual a 50% e menor que 60% possui, pelo menos, 5 anos Conceito 4 – maior ou igual a 60% e menor que 70% possui, pelo menos, 5 anos Conceito 5 – maior ou igual a 70% possui, pelo menos, 5 anos)Ver os cinco critérios

    Corpo Docente e Tutorial · Página 23

    2.11 · Experiência de magistério superior do corpo docente (Para fins de autorização, considerar os docentes previstos para o primeiro ano do curso, se CSTs, ou dois primeiros anos, se bacharelados/licenciaturas) (Para os cursos de Medicina, os critérios de análise passam a figurar da seguinte maneira: Conceito 1 – menor que 40% possui, pelo menos, 5 anos Conceito 2 – maior ou igual a 40% e menor que 50% possui, pelo menos, 5 anos Conceito 3 – maior ou igual a 50% e menor que 60% possui, pelo menos, 5 anos Conceito 4 – maior ou igual a 60% e menor que 70% possui, pelo menos, 5 anos Conceito 5 – maior ou igual a 70% possui, pelo menos, 5 anos)
    ConceitoCritério de análise
    1Quando um contingente menor que 20% do corpo docente previsto/efetivo possui experiência de magistério superior de, pelo menos, 3 anos para bacharelados/licenciaturas ou 2 anos para cursos superiores de tecnologia.
    2Quando um contingente maior ou igual a 20% e menor que 40% do corpo docente previsto/efetivo possui experiência de magistério superior de, pelo menos, 3 anos para bacharelados/licenciaturas ou 2 anos para cursos superiores de tecnologia.
    3Quando um contingente maior ou igual a 40% e menor que 60% do corpo docente previsto/efetivo possui experiência de magistério superior de, pelo menos, 3 anos para bacharelados/licenciaturas ou 2 anos para cursos superiores de tecnologia.
    4Quando um contingente maior ou igual a 60% e menor que 80% do corpo docente previsto/efetivo possui experiência de magistério superior de, pelo menos, 3 anos para bacharelados/licenciaturas ou 2 anos para cursos superiores de tecnologia.
    5Quando um contingente maior ou igual a 80% do corpo docente previsto/efetivo possui experiência de magistério superior de, pelo menos, 3 anos para bacharelados/licenciaturas ou 2 anos para cursos superiores de tecnologia.
  • 20152.12Relação entre o número de docentes e o número de vagasVer os cinco critérios

    Corpo Docente e Tutorial · Página 24

    Aplicação: Obrigatório para cursos a distância (relação entre o número de docentes - 40h em dedicação à EAD - e o número de vagas). NSA para cursos presenciais.

    2.12 · Relação entre o número de docentes e o número de vagas
    ConceitoCritério de análise
    1Quando a relação entre o número de vagas previstas/implantadas e o número de docentes do curso (equivalentes 40h) é de 161 vagas ou mais por docente.
    2Quando a relação entre o número de vagas previstas/implantadas e o número de docentes do curso (equivalentes 40h) é de 151 a 160 vagas por docente.
    3Quando a relação entre o número de vagas previstas/implantadas e o número de docentes do curso (equivalentes 40h) é de 141 a 150 vagas por docente.
    4Quando a relação entre o número de vagas previstas/implantadas e o número de docentes do curso (equivalentes 40h) é de 131 a 140 vagas por docente.
    5Quando a relação entre o número de vagas previstas/implantadas e o número de docentes do curso (equivalentes 40h) é de até 130 vagas por docente.
  • 20152.13Funcionamento do colegiado de curso ou equivalenteVer os cinco critérios

    Corpo Docente e Tutorial · Página 24

    2.13 · Funcionamento do colegiado de curso ou equivalente
    ConceitoCritério de análise
    1Quando o colegiado não está previsto/implantado.
    2Quando o funcionamento do colegiado previsto/implantado está regulamentado/ institucionalizado, de maneira insuficiente, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: representatividade dos segmentos, periodicidade das reuniões, registros e encaminhamento das decisões.
    3Quando o funcionamento do colegiado previsto/implantado está regulamentado/ institucionalizado, de maneira suficiente, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: representatividade dos segmentos, periodicidade das reuniões, registros e encaminhamento das decisões.
    4Quando o funcionamento do colegiado previsto/implantado está muito bem regulamentado/institucionalizado, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: representatividade dos segmentos, periodicidade das reuniões, registros e encaminhamento das decisões.
    5Quando o funcionamento do colegiado previsto/implantado está regulamentado/ institucionalizado, de maneira excelente, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: representatividade dos segmentos, periodicidade das reuniões, registros e encaminhamento das decisões.
  • 20152.14Produção científica, cultural, artística ou tecnológica (Para fins de autorização, considerar os docentes previstos para o primeiro ano do curso, se CSTs, ou dois primeiros anos, se bacharelados/licenciaturas)Ver os cinco critérios

    Corpo Docente e Tutorial · Página 25

    2.14 · Produção científica, cultural, artística ou tecnológica (Para fins de autorização, considerar os docentes previstos para o primeiro ano do curso, se CSTs, ou dois primeiros anos, se bacharelados/licenciaturas)
    ConceitoCritério de análise
    1Quando mais de 50% dos docentes não têm produção nos últimos 3 anos.
    2Quando pelo menos 50% dos docentes têm de 1 a 3 produções nos últimos 3 anos.
    3Quando pelo menos 50% dos docentes têm de 4 a 6 produções nos últimos 3 anos.
    4Quando pelo menos 50% dos docentes têm de 7 a 9 produções nos últimos 3 anos.
    5Quando pelo menos 50% dos docentes têm mais de 9 produções nos últimos 3 anos.
  • 20152.15Titulação e formação do corpo de tutores do curso (Para fins de autorização, considerar os tutores previstos para o primeiro ano do curso, se CSTs, ou dois primeiros anos, se bacharelados/licenciaturas)Ver os cinco critérios

    Corpo Docente e Tutorial · Página 25

    Aplicação: Obrigatório para cursos a distância e presenciais, reconhecidos, que ofertam até 20% da carga horária total do curso na modalidade a distância, conforme Portaria 4.059/2004. NSA para cursos presenciais.

    2.15 · Titulação e formação do corpo de tutores do curso (Para fins de autorização, considerar os tutores previstos para o primeiro ano do curso, se CSTs, ou dois primeiros anos, se bacharelados/licenciaturas)
    ConceitoCritério de análise
    1Quando existem tutores não graduados.
    2Quando todos os tutores previstos/efetivos são graduados.
    3Quando todos os tutores previstos/efetivos são graduados na área.
    4Quando todos os tutores previstos/efetivos são graduados na área, sendo que, no mínimo, 30% têm titulação obtida em programas de pós-graduação lato sensu.
    5Quando todos os tutores previstos/efetivos são graduados na área, sendo que, no mínimo, 30% têm titulação obtida em programas de pós-graduação stricto sensu.
  • 20152.16Experiência do corpo de tutores em educação a distância (Para fins de autorização, considerar os tutores previstos para o primeiro ano do curso, se CSTs, ou dois primeiros anos, se bacharelados/licenciaturas)Ver os cinco critérios

    Corpo Docente e Tutorial · Página 25

    Aplicação: Obrigatório para cursos

    2.16 · Experiência do corpo de tutores em educação a distância (Para fins de autorização, considerar os tutores previstos para o primeiro ano do curso, se CSTs, ou dois primeiros anos, se bacharelados/licenciaturas)
    ConceitoCritério de análise
    1Quando o percentual de tutores do curso previstos/efetivos que possui experiência mínima de 3 anos em cursos a distância é menor que 40%.
    2Quando o percentual de tutores do curso previstos/efetivos que possui experiência mínima de 3 anos em cursos a distância é maior ou igual a 40% e menor que 50%.
    3Quando o percentual de tutores do curso previstos/efetivos que possui experiência mínima de 3 anos em cursos a distância é maior ou igual a 50% e menor que 60%.
    4Quando o percentual de tutores do curso previstos/efetivos que possui experiência mínima de 3 anos em cursos a distância é maior ou igual a 60% e menor que 70%.
    5Quando o percentual de tutores do curso previstos/efetivos que possui experiência mínima de 3 anos em cursos a distância é maior ou igual a 70%.
  • 20152.17Relação docentes e tutores – presenciais e a distância – por estudanteVer os cinco critérios

    Corpo Docente e Tutorial · Página 26

    Aplicação: Obrigatório para cursos a distância e presenciais, reconhecidos, que ofertam até 20% da carga horária total do curso na modalidade a distância, conforme Portaria 4.059 /2004. NSA para cursos presenciais.

    2.17 · Relação docentes e tutores – presenciais e a distância – por estudante
    ConceitoCritério de análise
    1Quando a relação entre o número de estudantes e o total de docentes mais tutores (presenciais e a distância) previstos/contratados é maior que 60.
    2Quando a relação entre o número de estudantes e o total de docentes mais tutores (presenciais e a distância) previstos/contratados é maior que 50 e menor ou igual a 60.
    3Quando a relação entre o número de estudantes e o total de docentes mais tutores (presenciais e a distância) previstos/contratados é maior que 40 e menor ou igual a 50.
    4Quando a relação entre o número de estudantes e o total de docentes mais tutores (presenciais e a distância) previstos/contratados é maior que 30 e menor ou igual a 40.
    5Quando a relação entre o número de estudantes e o total de docentes mais tutores (presenciais e a distância) previstos/contratados é menor ou igual a 30.
  • 20152.18Responsabilidade docente pela supervisão da assistência médica Exclusivo para o curso de MedicinaVer os cinco critérios

    Corpo Docente e Tutorial · Página 26

    Aplicação: NSA para os demais cursos.

    2.18 · Responsabilidade docente pela supervisão da assistência médica Exclusivo para o curso de Medicina
    ConceitoCritério de análise
    1Quando a porcentagem dos docentes que se responsabiliza pelas atividades de ensino envolvendo usuários e pela supervisão da assistência médica a elas vinculadas é menor que 25%.
    2Quando a porcentagem dos docentes que se responsabiliza pelas atividades de ensino envolvendo usuários e pela supervisão da assistência médica a elas vinculadas é maior ou igual a 25% e menor que 50%, sendo que, destes, pelo menos 30% dos docentes supervisionam e são responsáveis pelos serviços clínico-cirúrgicos frequentados pelos alunos.
    3Quando a porcentagem dos docentes que se responsabiliza pelas atividades de ensino envolvendo usuários e pela supervisão da assistência médica a elas vinculadas é maior ou igual a 50% e menor que 75%, sendo que, destes, pelo menos 30% dos docentes supervisionam e são responsáveis pelos serviços clínico-cirúrgicos frequentados pelos alunos.
    4Quando a porcentagem dos docentes que se responsabiliza pelas atividades de ensino envolvendo usuários e pela supervisão da assistência médica a elas vinculadas é maior ou igual a 75% e menor que 90%, sendo que, destes, pelo menos 30% dos docentes supervisionam e são responsáveis pelos serviços clínico-cirúrgicos frequentados pelos alunos.
    5Quando a porcentagem dos docentes que se responsabiliza pelas atividades de ensino envolvendo usuários e pela supervisão da assistência médica a elas vinculadas é maior ou igual a 90%, sendo que, destes, pelo menos 30% dos docentes supervisionam e são responsáveis pelos serviços clínico-cirúrgicos frequentados pelos alunos.
  • 20152.19Responsabilidade docente pela supervisão da assistência odontológica Exclusivo para o curso de OdontologiaVer os cinco critérios

    Corpo Docente e Tutorial · Página 27

    Aplicação: NSA para os demais cursos.

    2.19 · Responsabilidade docente pela supervisão da assistência odontológica Exclusivo para o curso de Odontologia
    ConceitoCritério de análise
    1Quando a proporção dos docentes responsáveis pelas atividades de ensino envolvendo usuários e pela supervisão da assistência odontológica a elas vinculadas é de um docente para oito unidades de atendimento, constituída, no máximo, por dois alunos trabalhando conjuntamente.
    2Quando a proporção dos docentes responsáveis pelas atividades de ensino envolvendo usuários e pela supervisão da assistência odontológica a elas vinculadas é de um docente para sete unidades de atendimento, constituída, no máximo, por dois alunos trabalhando conjuntamente.
    3Quando a proporção dos docentes responsáveis pelas atividades de ensino envolvendo usuários e pela supervisão da assistência odontológica a elas vinculadas é de um docente para seis unidades de atendimento, constituída, no máximo, por dois alunos trabalhando conjuntamente.
    4Quando a proporção dos docentes responsáveis pelas atividades de ensino envolvendo usuários e pela supervisão da assistência odontológica a elas vinculadas é de um docente para cinco unidades de atendimento, constituída, no máximo, por dois alunos trabalhando conjuntamente.
    5Quando a proporção dos docentes responsáveis pelas atividades de ensino envolvendo usuários e pela supervisão da assistência odontológica a elas vinculadas é de um docente para quatro unidades de atendimento, constituída, no máximo, por dois alunos trabalhando conjuntamente.
  • 20152.2Atuação do (a) coordenador (a)Ver os cinco critérios

    Corpo Docente e Tutorial · Página 19

    2.2 · Atuação do (a) coordenador (a)
    ConceitoCritério de análise
    1Quando não há atuação do (a) coordenador (a) do curso.
    2Quando a atuação do (a) coordenador (a) é insuficiente, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: gestão do curso, relação com os docentes e discentes e representatividade nos colegiados superiores.
    3Quando a atuação do (a) coordenador (a) é suficiente, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: gestão do curso, relação com os docentes e discentes e representatividade nos colegiados superiores.
    4Quando a atuação do (a) coordenador (a) é muito boa, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: gestão do curso, relação com os docentes e discentes e representatividade nos colegiados superiores.
    5Quando a atuação do (a) coordenador (a) é excelente, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: gestão do curso, relação com os docentes e discentes e representatividade nos colegiados superiores.
  • 20152.20Núcleo de apoio pedagógico e experiência docenteVer os cinco critérios

    Corpo Docente e Tutorial · Página 28

    Aplicação: Obrigatório para os cursos da área de saúde, desde que contemplem no PPC. NSA para os demais cursos.

    2.20 · Núcleo de apoio pedagógico e experiência docente
    ConceitoCritério de análise
    1Quando o núcleo de apoio pedagógico e experiência docente não está previsto/implantado.
    2Quando o núcleo de apoio pedagógico e experiência docente previsto/implantado é composto por docentes do curso com, no mínimo, 2 anos de experiência docente, ou não cobre todas as áreas temáticas do curso.
    3Quando o núcleo de apoio pedagógico e experiência docente previsto/implantado é composto por docentes do curso com, no mínimo, 3 anos de experiência docente, cobrindo todas as áreas temáticas do curso.
    4Quando o núcleo de apoio pedagógico e experiência docente previsto/implantado é composto por docentes do curso com, no mínimo, 4 anos de experiência docente, cobrindo todas as áreas temáticas do curso.
    5Quando o núcleo de apoio pedagógico e experiência docente previsto/implantado é composto por docentes do curso com, no mínimo, 5 anos de experiência docente, cobrindo todas as áreas temáticas do curso.
  • 20152.3Experiência profissional, de magistério superior e de gestão acadêmica do (a) coordenador (a) (Para casos de CST, as experiências de gestão acadêmica dos coordenadores de curso em nível técnico - Ensino Básico também podem ser consideradas, englobando todos os setores envolvidos com ensino, pesquisa e extensão, em qualquer nível)Ver os cinco critérios

    Corpo Docente e Tutorial · Página 20

    2.3 · Experiência profissional, de magistério superior e de gestão acadêmica do (a) coordenador (a) (Para casos de CST, as experiências de gestão acadêmica dos coordenadores de curso em nível técnico - Ensino Básico também podem ser consideradas, englobando todos os setores envolvidos com ensino, pesquisa e extensão, em qualquer nível)
    ConceitoCritério de análise
    1Quando o (a) coordenador (a) possui experiência profissional, de magistério superior e de gestão acadêmica, somadas, menor que 1 ano ou menos de 1 ano de magistério superior.
    2Quando o (a) coordenador (a) possui experiência profissional, de magistério superior e de gestão acadêmica, somadas, maior ou igual a 1 ano e menor que 4 anos sendo, no mínimo, 1 ano de magistério superior.
    3Quando o (a) coordenador (a) possui experiência profissional, de magistério superior e de gestão acadêmica, somadas, maior ou igual a 4 anos e menor que 7 anos sendo, no mínimo, 1 ano de magistério superior.
    4Quando o (a) coordenador (a) possui experiência profissional, de magistério superior e de gestão acadêmica, somadas, maior ou igual a 7 anos e menor que 10 anos sendo, no mínimo, 1 ano de magistério superior.
    5Quando o (a) coordenador (a) possui experiência profissional, de magistério superior e de gestão acadêmica, somadas, maior ou igual a 10 anos sendo, no mínimo, 1 ano de magistério superior.
  • 20152.4Regime de trabalho do (a) coordenador (a) do cursoVer os cinco critérios

    Corpo Docente e Tutorial · Página 20

    Aplicação: Obrigatório para cursos presenciais. NSA para cursos a distância.

    2.4 · Regime de trabalho do (a) coordenador (a) do curso
    ConceitoCritério de análise
    1Quando o regime de trabalho previsto/implantado do (a) coordenador (a) não é de tempo parcial ou integral; ou a relação entre o número de vagas anuais pretendidas/autorizadas e as horas semanais dedicadas à coordenação é maior que 25, ou não é respeitado o limite mínimo de 10 horas semanais dedicadas à coordenação do curso.
    2Quando o regime de trabalho previsto/implantado do (a) coordenador (a) é de tempo parcial ou integral, sendo que a relação entre o número de vagas anuais pretendidas/autorizadas e as horas semanais dedicadas à coordenação é maior que 20 e menor ou igual a 25.
    3Quando o regime de trabalho previsto/implantado do (a) coordenador (a) é de tempo parcial ou integral, sendo que a relação entre o número de vagas anuais pretendidas/autorizadas e as horas semanais dedicadas à coordenação é maior que 15 e menor ou igual a 20.
    4Quando o regime de trabalho previsto/implantado do (a) coordenador (a) é de tempo parcial ou integral, sendo que a relação entre o número de vagas anuais pretendidas/autorizadas e as horas semanais dedicadas à coordenação é maior que 10 e menor ou igual a 15.
    5Quando o regime de trabalho previsto/implantado do (a) coordenador (a) é de tempo parcial ou integral, sendo que a relação entre o número de vagas anuais pretendidas/autorizadas e as horas semanais dedicadas à coordenação é menor ou igual a 10.
  • 20152.5Carga horária de coordenação de cursoVer os cinco critérios

    Corpo Docente e Tutorial · Página 21

    Aplicação: Obrigatório para cursos a distância. NSA para cursos presenciais.

    2.5 · Carga horária de coordenação de curso
    ConceitoCritério de análise
    1Quando a carga horária prevista/implantada para o (a) coordenador (a) for menor que 10 horas.
    2Quando a carga horária prevista/implantada para o (a) coordenador (a) do curso for maior ou igual a 10 e menor que 15 horas semanais dedicadas totalmente à coordenação.
    3Quando a carga horária prevista/implantada para (a) o coordenador (a) do curso for maior ou igual a 15 e menor que 20 horas semanais dedicadas totalmente à coordenação.
    4Quando a carga horária prevista/implantada para o (a) coordenador (a) do curso for maior ou igual a 20 e menor que 25 horas semanais dedicadas totalmente à coordenação.
    5Quando a carga horária prevista/implantada para o (a) coordenador (a) do curso for maior ou igual a 25 horas semanais dedicadas totalmente à coordenação.
  • 20152.6Titulação do corpo docente do curso (Para fins de autorização, considerar os docentes previstos para o primeiro ano do curso, se CSTs, ou dois primeiros anos, se bacharelados/licenciaturas)Ver os cinco critérios

    Corpo Docente e Tutorial · Página 21

    2.6 · Titulação do corpo docente do curso (Para fins de autorização, considerar os docentes previstos para o primeiro ano do curso, se CSTs, ou dois primeiros anos, se bacharelados/licenciaturas)
    ConceitoCritério de análise
    1Quando o percentual dos docentes do curso com titulação obtida em programas de pósgraduação stricto sensu é menor que 15%.
    2Quando o percentual dos docentes do curso com titulação obtida em programas de pósgraduação stricto sensu é maior ou igual a 15% e menor que 30%.
    3Quando o percentual dos docentes do curso com titulação obtida em programas de pósgraduação stricto sensu é maior ou igual a 30% e menor que 50%.
    4Quando o percentual dos docentes do curso com titulação obtida em programas de pósgraduação stricto sensu é maior ou igual a 50% e menor que 75%.
    5Quando o percentual dos docentes do curso com titulação obtida em programas de pósgraduação stricto sensu é maior ou igual a 75%.
  • 20152.7Titulação do corpo docente do curso – percentual de doutores (Para fins de autorização, considerar os docentes previstos para o primeiro ano do curso, se CSTs, ou dois primeiros anos, se bacharelados/licenciaturas)Ver os cinco critérios

    Corpo Docente e Tutorial · Página 21

    2.7 · Titulação do corpo docente do curso – percentual de doutores (Para fins de autorização, considerar os docentes previstos para o primeiro ano do curso, se CSTs, ou dois primeiros anos, se bacharelados/licenciaturas)
    ConceitoCritério de análise
    1Quando não há doutores do curso.
    2Quando o percentual de doutores do curso é menor ou igual a 10%.
    3Quando o percentual de doutores do curso é maior que 10% e menor ou igual a 20%.
    4Quando o percentual de doutores do curso é maior que 20% e menor ou igual a 35%.
    5Quando o percentual de doutores do curso é maior que 35%.
  • 20152.8Regime de trabalho do corpo docente do curso (Para fins de autorização, considerar os docentes previstos para o primeiro ano do curso, se CSTs, ou dois primeiros anos, se bacharelados/licenciaturas) (Para os cursos de Medicina, os critérios de análise passam a figurar da seguinte maneira: Conceito 1 – menor que 50% Conceito 2 – maior ou igual a 50% e menor que 60% Conceito 3 – maior ou igual a 60% e menor que 70% Conceito 4 – maior ou igual a 70% e menor que 80% Conceito 5 – maior ou igual a 80%)Ver os cinco critérios

    Corpo Docente e Tutorial · Página 22

    2.8 · Regime de trabalho do corpo docente do curso (Para fins de autorização, considerar os docentes previstos para o primeiro ano do curso, se CSTs, ou dois primeiros anos, se bacharelados/licenciaturas) (Para os cursos de Medicina, os critérios de análise passam a figurar da seguinte maneira: Conceito 1 – menor que 50% Conceito 2 – maior ou igual a 50% e menor que 60% Conceito 3 – maior ou igual a 60% e menor que 70% Conceito 4 – maior ou igual a 70% e menor que 80% Conceito 5 – maior ou igual a 80%)
    ConceitoCritério de análise
    1Quando o percentual do corpo docente previsto/efetivo com regime de trabalho de tempo parcial ou integral é menor que 20%.
    2Quando o percentual do corpo docente previsto/efetivo com regime de trabalho de tempo parcial ou integral é maior ou igual a 20% e menor que 33%.
    3Quando o percentual do corpo docente previsto/efetivo com regime de trabalho de tempo parcial ou integral é maior ou igual a 33% e menor que 60%.
    4Quando o percentual do corpo docente previsto/efetivo com regime de trabalho de tempo parcial ou integral é maior ou igual a 60% e menor que 80%.
    5Quando o percentual do corpo docente previsto/efetivo com regime de trabalho de tempo parcial ou integral é maior ou igual a 80%.
  • 20152.9Experiência profissional do corpo docente (Para fins de autorização, considerar os docentes previstos para o primeiro ano do curso, se CSTs, ou dois primeiros anos, se bacharelados/licenciaturas)Ver os cinco critérios

    Corpo Docente e Tutorial · Página 22

    Aplicação: NSA para egressos de cursos de licenciatura. (Para os cursos de Medicina, os critérios de análise passam a figurar da seguinte maneira: Conceito 1 – menor que 40% possui, pelo menos, 5 anos Conceito 2 – maior ou igual a 40% e menor que 50% possui, pelo menos, 5 anos Conceito 3 – maior ou igual a 50% e menor que 60% possui, pelo menos, 5 anos Conceito 4 – maior ou igual a 60% e menor que 70% possui, pelo menos, 5 anos Conceito 5 – maior ou igual a 70% possui, pelo menos, 5 anos)

    2.9 · Experiência profissional do corpo docente (Para fins de autorização, considerar os docentes previstos para o primeiro ano do curso, se CSTs, ou dois primeiros anos, se bacharelados/licenciaturas)
    ConceitoCritério de análise
    1Quando um contingente menor que 20% do corpo docente previsto/efetivo possui experiência profissional (excluída as atividades no magistério superior) de, pelo menos, 2 anos para bacharelados/licenciaturas ou 3 anos para cursos superiores de tecnologia.
    2Quando um contingente maior ou igual a 20% e menor que 40% do corpo docente previsto/efetivo possui experiência profissional (excluída as atividades no magistério superior) de, pelo menos, 2 anos para bacharelados/licenciaturas ou 3 anos para cursos superiores de tecnologia.
    3Quando um contingente maior ou igual a 40% e menor que 60% do corpo docente previsto/efetivo possui experiência profissional (excluída as atividades no magistério superior) de, pelo menos, 2 anos para bacharelados/licenciaturas ou 3 anos para cursos superiores de tecnologia.
    4Quando um contingente maior ou igual a 60% e menor que 80% do corpo docente previsto/efetivo possui experiência profissional (excluída as atividades no magistério superior) de, pelo menos, 2 anos para bacharelados/licenciaturas ou 3 anos para cursos superiores de tecnologia.
    5Quando um contingente maior ou igual a 80% do corpo docente previsto/efetivo possui experiência profissional (excluída as atividades no magistério superior) de, pelo menos, 2 anos para bacharelados/licenciaturas ou 3 anos para cursos superiores de tecnologia.
  • 20153.1Gabinetes de trabalho para professores Tempo Integral – TI (Para fins de autorização, considerar os gabinetes de trabalho para os docentes em tempo integral do primeiro ano do curso, se CSTs, ou dois primeiros anos, se bacharelados/licenciaturas)Ver os cinco critérios

    Infraestrutura · Página 29

    3.1 · Gabinetes de trabalho para professores Tempo Integral – TI (Para fins de autorização, considerar os gabinetes de trabalho para os docentes em tempo integral do primeiro ano do curso, se CSTs, ou dois primeiros anos, se bacharelados/licenciaturas)
    ConceitoCritério de análise
    1Quando não existem gabinetes de trabalho implantados para os docentes em tempo integral.
    2Quando os gabinetes de trabalho implantados para os docentes em tempo integral são insuficientes considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: disponibilidade de equipamentos de informática em função do número de professores, dimensão, limpeza, iluminação, acústica, ventilação, acessibilidade, conservação e comodidade.
    3Quando os gabinetes de trabalho implantados para os docentes em tempo integral são suficientes considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: disponibilidade de equipamentos de informática em função do número de professores, dimensão, limpeza, iluminação, acústica, ventilação, acessibilidade, conservação e comodidade.
    4Quando os gabinetes de trabalho implantados para os docentes em tempo integral são muito bons considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: disponibilidade de equipamentos de informática em função do número de professores, dimensão, limpeza, iluminação, acústica, ventilação, acessibilidade, conservação e comodidade.
    5Quando os gabinetes de trabalho implantados para os docentes em tempo integral são excelentes considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: disponibilidade de equipamentos de informática em função do número de professores, dimensão, limpeza, iluminação, acústica, ventilação, acessibilidade, conservação e comodidade.
  • 20153.10Laboratórios didáticos especializados: qualidadeVer os cinco critérios

    Infraestrutura · Página 34

    Aplicação: NSA para cursos que não utilizam laboratórios especializados. (Para fins de autorização, considerar os laboratórios didáticos especializados implantados para o primeiro ano do curso, se CSTs, ou dois primeiros anos, se bacharelados/licenciaturas) Para cursos a distância, verificar os laboratórios especializados da sede e dos polos. Para Pedagogia é obrigatório verificar a Brinquedoteca. Para as demais Licenciaturas, verificar os respectivos laboratórios de ensino. Para a Farmácia é obrigatório verificar a Farmácia Universitária. Para Medicina Veterinária é obrigatório verificar o Hospital Veterinário e a Fazenda Escola. Para Agronomia e Zootecnia é obrigatório verificar a Fazenda Escola.

    3.10 · Laboratórios didáticos especializados: qualidade
    ConceitoCritério de análise
    1Quando os laboratórios didáticos especializados não estão implantados; ou não existem normas de funcionamento, utilização e segurança.
    2Quando os laboratórios especializados implantados com respectivas normas de funcionamento, utilização e segurança atendem, de maneira insuficiente, em uma análise sistêmica e global, aos aspectos: adequação ao currículo, acessibilidade, atualização de equipamentos e disponibilidade de insumos.
    3Quando os laboratórios especializados implantados com respectivas normas de funcionamento, utilização e segurança atendem, de maneira suficiente, em uma análise sistêmica e global, aos aspectos: adequação ao currículo, acessibilidade, atualização de equipamentos e disponibilidade de insumos.
    4Quando os laboratórios especializados implantados com respectivas normas de funcionamento, utilização e segurança atendem, muito bem, em uma análise sistêmica e global, aos aspectos: adequação ao currículo, acessibilidade, atualização de equipamentos e disponibilidade de insumos.
    5Quando os laboratórios especializados implantados com respectivas normas de funcionamento, utilização e segurança atendem, de maneira excelente, em uma análise sistêmica e global, aos aspectos: adequação ao currículo, acessibilidade, atualização de equipamentos e disponibilidade de insumos.
  • 20153.11Laboratórios didáticos especializados: serviçosVer os cinco critérios

    Infraestrutura · Página 34

    Aplicação: NSA para cursos que não utilizam laboratórios especializados.

    3.11 · Laboratórios didáticos especializados: serviços
    ConceitoCritério de análise
    1Quando os laboratórios didáticos especializados não estão implantados; ou não existem normas de funcionamento, utilização e segurança.
    2Quando os serviços dos laboratórios especializados implantados com respectivas normas de funcionamento, utilização e segurança atendem, de maneira insuficiente, em uma análise sistêmica e global, aos aspectos: apoio técnico, manutenção de equipamentos e atendimento à comunidade.
    3Quando os serviços dos laboratórios especializados implantados com respectivas normas de funcionamento, utilização e segurança atendem, de maneira suficiente, em uma análise sistêmica e global, aos aspectos: apoio técnico, manutenção de equipamentos e atendimento à comunidade.
    4Quando os serviços dos laboratórios especializados implantados com respectivas normas de funcionamento, utilização e segurança atendem, muito bem, em uma análise sistêmica e global, aos aspectos: apoio técnico, manutenção de equipamentos e atendimento à comunidade.
    5Quando os serviços dos laboratórios especializados implantados com respectivas normas de funcionamento, utilização e segurança atendem, de maneira excelente, em uma análise sistêmica e global, aos aspectos: apoio técnico, manutenção de equipamentos e atendimento à comunidade.
  • 20153.12Sistema de controle de produção e distribuição de material didático (logística)Ver os cinco critérios

    Infraestrutura · Página 35

    Aplicação: Obrigatório para cursos a distância. NSA para cursos presenciais.

    3.12 · Sistema de controle de produção e distribuição de material didático (logística)
    ConceitoCritério de análise
    1Quando não há sistema de controle de produção e distribuição de material didático previsto/implantado.
    2Quando o sistema de controle de produção e distribuição de material didático previsto/implantado é insuficiente para atender à demanda real.
    3Quando o sistema de controle de produção e distribuição de material didático previsto/implantado é suficiente para atender à demanda real.
    4Quando o sistema de controle de produção e distribuição de material didático previsto/implantado atende muito bem à demanda real.
    5Quando o sistema de controle de produção e distribuição de material didático previsto/implantado é excelente para atender à demanda real.
  • 20153.13Núcleo de Práticas Jurídicas: atividades básicasVer os cinco critérios

    Infraestrutura · Página 36

    Aplicação: Obrigatório para cursos de Direito. NSA para os demais cursos.

    3.13 · Núcleo de Práticas Jurídicas: atividades básicas
    ConceitoCritério de análise
    1Quando o Núcleo de Práticas Jurídicas não está previsto/implantado; ou não possui regulamento específico.
    2Quando o Núcleo de Práticas Jurídicas previsto/implantado possui regulamento específico destinado à realização de práticas jurídicas simuladas e visitas orientadas e atende, de maneira insuficiente, às demandas do curso.
    3Quando o Núcleo de Práticas Jurídicas previsto/implantado possui regulamento específico destinado à realização de práticas jurídicas simuladas e visitas orientadas e atende, de maneira suficiente, às demandas do curso.
    4Quando o Núcleo de Práticas Jurídicas previsto/implantado possui regulamento específico destinado à realização de práticas jurídicas simuladas e visitas orientadas e atende muito bem às demandas do curso.
    5Quando o Núcleo de Práticas Jurídicas previsto/implantado possui regulamento específico destinado à realização de práticas jurídicas simuladas e visitas orientadas e atende, de maneira excelente, às demandas do curso.
  • 20153.14Núcleo de Práticas Jurídicas: atividades de arbitragem, negociação e mediaçãoVer os cinco critérios

    Infraestrutura · Página 36

    Aplicação: Obrigatório para cursos de Direito. NSA para os demais cursos.

    3.14 · Núcleo de Práticas Jurídicas: atividades de arbitragem, negociação e mediação
    ConceitoCritério de análise
    1Quando o Núcleo de Práticas Jurídicas com atividades de arbitragem, negociação, conciliação, mediação e atividades jurídicas reais não está previsto/implantado.
    2Quando o Núcleo de Práticas Jurídicas previsto/implantado possui atividades de arbitragem, negociação, conciliação, mediação e atividades jurídicas reais com insuficiente atendimento às demandas do curso.
    3Quando o Núcleo de Práticas Jurídicas previsto/implantado possui atividades de arbitragem, negociação, conciliação, mediação e atividades jurídicas reais com suficiente atendimento às demandas do curso.
    4Quando o Núcleo de Práticas Jurídicas previsto/implantado possui atividades de arbitragem, negociação, conciliação, mediação e atividades jurídicas reais atende muito bem às demandas do curso.
    5Quando o Núcleo de Práticas Jurídicas previsto/implantado possui atividades de arbitragem, negociação, conciliação, mediação e atividades jurídicas reais com excelente atendimento às demandas do curso.
  • 20153.15Unidades hospitalares e complexo assistencial, conveniadosVer os cinco critérios

    Infraestrutura · Página 36

    Aplicação: Obrigatório para

    3.15 · Unidades hospitalares e complexo assistencial, conveniados
    ConceitoCritério de análise
    1Quando a IES não conta com unidade(s) hospitalar(es), própria(s) ou conveniada(s), garantidas legalmente por período mínimo de cinco anos, que seja(m) centro de referência regional há pelo menos 2 anos.
    2Quando a IES conta com unidade(s) hospitalar(es), própria(s) ou conveniada(s), garantidas legalmente por período mínimo de cinco anos, que seja(m) centro de referência regional há pelo menos 2 anos e que apresentem condições insuficientes de formação do estudante da área de saúde, caso contemplado no PPC.
    3Quando a IES conta com unidade(s) hospitalar(es), própria(s) ou conveniada(s), garantidas legalmente por período mínimo de cinco anos, que seja(m) centro de referência regional há pelo menos 2 anos e que apresentem condições suficientes de formação do estudante da área de saúde, caso contemplado no PPC.
    4Quando a IES conta com unidade(s) hospitalar(es), própria(s) ou conveniada(s), garantidas legalmente por período mínimo de cinco anos, que seja(m) centro de referência regional há pelo menos 2 anos e que apresentem condições muito boas de formação do estudante da área de saúde, caso contemplado no PPC.
    5Quando a IES conta com unidade(s) hospitalar(es), própria(s) ou conveniada(s), garantidas legalmente por período mínimo de cinco anos, que seja(m) centro de referência regional há pelo menos 2 anos e que apresentem condições excelentes de formação do estudante da área de saúde, caso contemplado no PPC.
  • 20153.16Sistema de referência e contrarreferênciaVer os cinco critérios

    Infraestrutura · Página 37

    Aplicação: Obrigatório para os cursos da área de saúde, desde que contemplem no PPC. NSA para os demais cursos.

    3.16 · Sistema de referência e contrarreferência
    ConceitoCritério de análise
    1Quando não está previsto/implantado o funcionamento do sistema de referência e contrarreferência.
    2Quando está previsto/implantado, de maneira insuficiente, o acompanhamento da rede de atenção em saúde, o funcionamento do sistema de referência e contrarreferência que assegure a integralidade da atenção e a resolubilidade dos problemas existentes, permitindo que o aluno participe do atendimento nos diferentes níveis de complexidade.
    3Quando está previsto/implantado, de maneira suficiente, o acompanhamento da rede de atenção em saúde, o funcionamento do sistema de referência e contrarreferência que assegure a integralidade da atenção e a resolubilidade dos problemas existentes, permitindo que o aluno participe do atendimento nos diferentes níveis de complexidade.
    4Quando está previsto/implantado, de maneira muito boa, o acompanhamento da rede de atenção em saúde, o funcionamento do sistema de referência e contrarreferência que assegure a integralidade da atenção e a resolubilidade dos problemas existentes, permitindo que o aluno participe do atendimento nos diferentes níveis de complexidade.
    5Quando está previsto/implantado, de maneira excelente, o acompanhamento da rede de atenção em saúde, o funcionamento do sistema de referência e contrarreferência que assegure a integralidade da atenção e a resolubilidade dos problemas existentes, permitindo que o aluno participe do atendimento nos diferentes níveis de complexidade.
  • 20153.17BiotériosVer os cinco critérios

    Infraestrutura · Página 37

    Aplicação: Obrigatório para os cursos da área de saúde, desde que contemplem no PPC. NSA para os demais cursos.

    3.17 · Biotérios
    ConceitoCritério de análise
    1Quando não há biotério.
    2Quando o biotério atende, de maneira insuficiente, às necessidades práticas do ensino.
    3Quando o biotério atende, de maneira suficiente, às necessidades práticas do ensino.
    4Quando o biotério atende muito bem às necessidades práticas do ensino.
    5Quando o biotério atende, de maneira excelente, às necessidades práticas do ensino.
  • 20153.18Laboratórios de ensino para a área da saúdeVer os cinco critérios

    Infraestrutura · Página 38

    Aplicação: Obrigatório para os cursos da área de saúde, desde que contemplem no PPC. NSA para os demais cursos.

    3.18 · Laboratórios de ensino para a área da saúde
    ConceitoCritério de análise
    1Quando o curso não dispõe de laboratórios específicos e multidisciplinares para a abordagem dos diferentes aspectos celulares e moleculares das ciências da vida, de acordo com as Diretrizes Curriculares Nacionais para a área da saúde.
    2Quando o curso dispõe de laboratórios específicos e multidisciplinares previstos/implantados insuficientes para a abordagem dos diferentes aspectos celulares e moleculares das ciências da vida de acordo com as Diretrizes Curriculares Nacionais para a área da saúde.
    3Quando o curso dispõe de laboratórios específicos e multidisciplinares previstos/implantados suficientes para a abordagem dos diferentes aspectos celulares e moleculares das ciências da vida de acordo com as Diretrizes Curriculares Nacionais para a área da saúde.
    4Quando o curso dispõe de laboratórios específicos e multidisciplinares previstos/implantados muito bons para a abordagem dos diferentes aspectos celulares e moleculares das ciências da vida de acordo com as Diretrizes Curriculares Nacionais para a área da saúde.
    5Quando o curso dispõe de laboratórios específicos e multidisciplinares previstos/implantados excelentes para a abordagem dos diferentes aspectos celulares e moleculares das ciências da vida de acordo com as Diretrizes Curriculares Nacionais para a área da saúde.
  • 20153.19Laboratórios de habilidadesVer os cinco critérios

    Infraestrutura · Página 38

    Aplicação: Obrigatório para os cursos da área de saúde, desde que contemplem no PPC. NSA para os demais cursos.

    3.19 · Laboratórios de habilidades
    ConceitoCritério de análise
    1Quando o curso não dispõe de laboratórios com equipamentos e instrumentos em quantidade e diversidade para a capacitação dos estudantes nas diversas habilidades da atividade médica e/ou para a área da saúde.
    2Quando o curso dispõe de laboratórios previstos/implantados com equipamentos e instrumentos em quantidade e diversidade insuficientes para a capacitação dos estudantes nas diversas habilidades da atividade médica e/ou para a área da saúde.
    3Quando o curso dispõe de laboratórios previstos/implantados com equipamentos e instrumentos em quantidade e diversidade suficientes para a capacitação dos estudantes nas diversas habilidades da atividade médica e/ou para a área da saúde.
    4Quando o curso dispõe de laboratórios previstos/implantados com equipamentos e instrumentos em quantidade e diversidade muito boas para a capacitação dos estudantes nas diversas habilidades da atividade médica e/ou para a área da saúde.
    5Quando o curso dispõe de laboratórios previstos/implantados com equipamentos e instrumentos em quantidade e diversidade excelentes para a capacitação dos estudantes nas diversas habilidades da atividade médica e/ou para a área da saúde.
  • 20153.2Espaço de trabalho para coordenação do curso e serviços acadêmicosVer os cinco critérios

    Infraestrutura · Página 29

    3.2 · Espaço de trabalho para coordenação do curso e serviços acadêmicos
    ConceitoCritério de análise
    1Quando não existe espaço específico para as atividades de coordenação do curso.
    2Quando o espaço destinado às atividades de coordenação é insuficiente considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: dimensão, equipamentos, conservação, gabinete individual para coordenador, número de funcionários e atendimento aos alunos e aos professores.
    3Quando o espaço destinado às atividades de coordenação é suficiente considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: dimensão, equipamentos, conservação, gabinete individual para coordenador, número de funcionários e atendimento aos alunos e aos professores.
    4Quando o espaço destinado às atividades de coordenação é muito bom considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: dimensão, equipamentos, conservação, gabinete individual para coordenador, número de funcionários e atendimento aos alunos e aos professores.
    5Quando o espaço destinado às atividades de coordenação é excelente considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: dimensão, equipamentos, conservação, gabinete individual para coordenador, número de funcionários e atendimento aos alunos e aos professores.
  • 20153.20Protocolos de experimentosVer os cinco critérios

    Infraestrutura · Página 39

    Aplicação: Obrigatório para os cursos da área de saúde, desde que contemplem no PPC. NSA para os demais cursos.

    3.20 · Protocolos de experimentos
    ConceitoCritério de análise
    1Quando não há protocolos dos experimentos previstos/implantados.
    2Quando os protocolos dos experimentos previstos/implantados, prevendo procedimentos, equipamentos, instrumentos, materiais e utilidades, devidamente aprovados pelo comitê de ética da instituição ou formalmente conveniados são explicitados e desenvolvidos de maneira insuficiente para a orientação das atividades práticas desenvolvidas nos ambientes/laboratórios de formação geral/básica e profissionalizante/específica, garantindo o respeito das normas internacionalmente aceitas (código de Nüremberg e declaração de Helsinki).
    3Quando os protocolos dos experimentos previstos/implantados, prevendo procedimentos, equipamentos, instrumentos, materiais e utilidades, devidamente aprovados pelo comitê de ética da instituição ou formalmente conveniados são explicitados e desenvolvidos de maneira suficiente para a orientação das atividades práticas desenvolvidas nos ambientes/laboratórios de formação geral/básica e profissionalizante/específica, garantindo o respeito das normas internacionalmente aceitas (código de Nüremberg e declaração de Helsinki).
    4Quando os protocolos dos experimentos previstos/implantados, prevendo procedimentos, equipamentos, instrumentos, materiais e utilidades, devidamente aprovados pelo comitê de ética da instituição ou formalmente conveniados são muito bem explicitados e desenvolvidos para a orientação das atividades práticas desenvolvidas nos ambientes/laboratórios de formação geral/básica e profissionalizante/específica, garantindo o respeito das normas internacionalmente aceitas (código de Nüremberg e declaração de Helsinki).
    5Quando os protocolos dos experimentos previstos/implantados, prevendo procedimentos, equipamentos, instrumentos, materiais e utilidades, devidamente aprovados pelo comitê de ética da instituição ou formalmente conveniados são explicitados e desenvolvidos de maneira excelente para a orientação das atividades práticas desenvolvidas nos ambientes/laboratórios de formação geral/básica e profissionalizante/específica, garantindo o respeito das normas internacionalmente aceitas (código de Nüremberg e declaração de Helsinki).
  • 20153.21Comitê de Ética em Pesquisa (CEP)Ver os cinco critérios

    Infraestrutura · Página 39

    Aplicação: Obrigatório para todos os cursos que contemplem no PPC a realização de pesquisa envolvendo seres humanos.

    3.21 · Comitê de Ética em Pesquisa (CEP)
    ConceitoCritério de análise
    1Quando não existe o Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) funcionando.
    2Quando existe o Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) funcionando de maneira insuficiente.
    3Quando existe o Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) funcionando de maneira suficiente e em processo de homologação pela CONEP.
    4Quando existe o Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) funcionando muito bem e homologado pela CONEP.
    5Quando existe o Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) funcionando de maneira excelente e homologado pela CONEP.
  • 20153.22Comitê de Ética na Utilização de Animais (CEUA)Ver os cinco critérios

    Infraestrutura · Página 40

    Aplicação: Obrigatório para todos os cursos que contemplem no PPC a utilização de animais em suas pesquisas.

    3.22 · Comitê de Ética na Utilização de Animais (CEUA)
    ConceitoCritério de análise
    1Quando não existe o Comitê de Ética na Utilização de Animais (CEUA) funcionando.
    2Quando existe o Comitê de Ética na Utilização de Animais (CEUA) funcionando de maneira insuficiente.
    3Quando existe o Comitê de Ética na Utilização de Animais (CEUA) funcionando de maneira suficiente e em processo de homologação pela CONEP.
    4Quando existe o Comitê de Ética na Utilização de Animais (CEUA) funcionando muito bem e homologado pela CONEP.
    5Quando existe o Comitê de Ética na Utilização de Animais (CEUA) funcionando de maneira excelente e homologado pela CONEP.
  • 20153.3Sala de professores (Para fins de autorização, considerar a sala de professores implantada para os docentes do primeiro ano do curso, se CSTs, ou dois primeiros anos, se bacharelados/licenciaturas)Ver os cinco critérios

    Infraestrutura · Página 30

    Aplicação: NSA para IES que possui gabinetes de trabalho para 100% dos docentes do curso.

    3.3 · Sala de professores (Para fins de autorização, considerar a sala de professores implantada para os docentes do primeiro ano do curso, se CSTs, ou dois primeiros anos, se bacharelados/licenciaturas)
    ConceitoCritério de análise
    1Quando não existe sala de professores implantada para os docentes do curso.
    2Quando a sala de professores implantada para os docentes do curso é insuficiente considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: disponibilidade de equipamentos de informática em função do número de professores, dimensão, limpeza, iluminação, acústica, ventilação, acessibilidade, conservação e comodidade.
    3Quando a sala de professores implantada para os docentes do curso é suficiente considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: disponibilidade de equipamentos de informática em função do número de professores, dimensão, limpeza, iluminação, acústica, ventilação, acessibilidade, conservação e comodidade.
    4Quando a sala de professores implantada para os docentes do curso é muito boa considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: disponibilidade de equipamentos de informática em função do número de professores, dimensão, limpeza, iluminação, acústica, ventilação, acessibilidade, conservação e comodidade.
    5Quando a sala de professores implantada para os docentes do curso é excelente considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: disponibilidade de equipamentos de informática em função do número de professores, dimensão, limpeza, iluminação, acústica, ventilação, acessibilidade, conservação e comodidade.
  • 20153.4Salas de aula (Para fins de autorização, considerar as salas de aula implantadas para o primeiro ano do curso, se CSTs, ou dois primeiros anos, se bacharelados/licenciaturas)Ver os cinco critérios

    Infraestrutura · Página 30

    3.4 · Salas de aula (Para fins de autorização, considerar as salas de aula implantadas para o primeiro ano do curso, se CSTs, ou dois primeiros anos, se bacharelados/licenciaturas)
    ConceitoCritério de análise
    1Quando as salas de aula implantadas no curso não têm condições de funcionamento.
    2Quando as salas de aula implantadas para o curso são insuficientes considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: quantidades e número de alunos por turma, disponibilidade de equipamentos, dimensões em função das vagas previstas/autorizadas, limpeza, iluminação, acústica, ventilação, acessibilidade, conservação e comodidade.
    3Quando as salas de aula implantadas para o curso são suficientes considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: quantidades e número de alunos por turma, disponibilidade de equipamentos, dimensões em função das vagas previstas/autorizadas, limpeza, iluminação, acústica, ventilação, acessibilidade, conservação e comodidade.
    4Quando as salas de aula implantadas para o curso são muito boas considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: quantidades e número de alunos por turma, disponibilidade de equipamentos, dimensões em função das vagas previstas/autorizadas, limpeza, iluminação, acústica, ventilação, acessibilidade, conservação e comodidade.
    5Quando as salas de aula implantadas para o curso são excelentes considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: quantidades e número de alunos por turma, disponibilidade de equipamentos, dimensões em função das vagas previstas/autorizadas, limpeza, iluminação, acústica, ventilação, acessibilidade, conservação e comodidade.
  • 20153.5Acesso dos alunos a equipamentos de informática (Para fins de autorização, considerar os laboratórios de informática implantados para o primeiro ano do curso, se CSTs, ou dois primeiros anos, se bacharelados/licenciaturas)Ver os cinco critérios

    Infraestrutura · Página 31

    3.5 · Acesso dos alunos a equipamentos de informática (Para fins de autorização, considerar os laboratórios de informática implantados para o primeiro ano do curso, se CSTs, ou dois primeiros anos, se bacharelados/licenciaturas)
    ConceitoCritério de análise
    1Quando não há meios implantados de acesso à informática para o curso.
    2Quando os laboratórios ou outros meios implantados de acesso à informática para o curso atendem, de maneira insuficiente, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: quantidade de equipamentos relativa ao número total de usuários, acessibilidade, velocidade de acesso à internet, wi-fi, política de atualização de equipamentos e softwares e adequação do espaço físico.
    3Quando os laboratórios ou outros meios implantados de acesso à informática para o curso atendem, de maneira suficiente, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: quantidade de equipamentos relativa ao número total de usuários, acessibilidade, velocidade de acesso à internet, wi-fi, política de atualização de equipamentos e softwares e adequação do espaço físico.
    4Quando os laboratórios ou outros meios implantados de acesso à informática para o curso atendem, muito bem, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: quantidade de equipamentos relativa ao número total de usuários, acessibilidade, velocidade de acesso à internet, wi-fi, política de atualização de equipamentos e softwares e adequação do espaço físico.
    5Quando os laboratórios ou outros meios implantados de acesso à informática para o curso atendem, de maneira excelente, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: quantidade de equipamentos relativa ao número total de usuários, acessibilidade, velocidade de acesso à internet, wi-fi, política de atualização de equipamentos e softwares e adequação do espaço físico.
  • 20153.6Bibliografia básica (Para fins de autorização, considerar o acervo da bibliografia básica disponível para o primeiro ano do curso, se CSTs, ou dois primeiros anos, se bacharelados/licenciaturas) Nos cursos que possuem acervo virtual (pelo menos 1 título virtual por unidade curricular), a proporção de alunos por exemplar físico passa a figurar da seguinte maneira para os conceitos 3, 4 e 5: Conceito 3 – de 13 a 19 vagas anuaisVer os cinco critérios

    Infraestrutura · Página 31

    3.6 · Bibliografia básica (Para fins de autorização, considerar o acervo da bibliografia básica disponível para o primeiro ano do curso, se CSTs, ou dois primeiros anos, se bacharelados/licenciaturas) Nos cursos que possuem acervo virtual (pelo menos 1 título virtual por unidade curricular), a proporção de alunos por exemplar físico passa a figurar da seguinte maneira para os conceitos 3, 4 e 5: Conceito 3 – de 13 a 19 vagas anuais
    ConceitoCritério de análise
    1Quando o acervo da bibliografia básica não está disponível; ou quando está disponível na proporção média de um exemplar para 20 ou mais vagas anuais pretendidas/autorizadas, de cada uma das unidades curriculares, de todos os cursos que efetivamente utilizam o acervo; ou quando o acervo existente não está informatizado e tombado junto ao patrimônio da IES; ou quando não existe um mínimo de três títulos por unidade curricular.
    2Quando o acervo da bibliografia básica, com no mínimo três títulos por unidade curricular, está disponível na proporção média de um exemplar para a faixa de 15 a menos de 20 vagas anuais pretendidas/autorizadas, de cada uma das unidades curriculares, de todos os cursos que efetivamente utilizam o acervo, além de estar informatizado e tombado junto ao patrimônio da IES.
    3Quando o acervo da bibliografia básica, com no mínimo três títulos por unidade curricular, está disponível na proporção média de um exemplar para a faixa de 10 a menos de 15 vagas anuais pretendidas/autorizadas, de cada uma das unidades curriculares, de todos os cursos que efetivamente utilizam o acervo, além de estar informatizado e tombado junto ao patrimônio da IES.
    4Quando o acervo da bibliografia básica, com no mínimo três títulos por unidade curricular, está disponível na proporção média de um exemplar para a faixa de 5 a menos de 10 vagas anuais pretendidas/autorizadas, de cada uma das unidades curriculares, de todos os cursos que efetivamente utilizam o acervo, além de estar informatizado e tombado junto ao patrimônio da IES.
    5Quando o acervo da bibliografia básica, com no mínimo três títulos por unidade curricular, está disponível na proporção média de um exemplar para menos de 5 vagas anuais pretendidas/autorizadas, de cada uma das unidades curriculares, de todos os cursos que efetivamente utilizam o acervo, além de estar informatizado e tombado junto ao patrimônio da IES.
  • 20153.7Bibliografia complementar (Para fins de autorização, considerar o acervo da bibliografia complementar disponível para o primeiro ano do curso, se CSTs, ou dois primeiros anos, se bacharelados/licenciaturas)Ver os cinco critérios

    Infraestrutura · Página 32

    3.7 · Bibliografia complementar (Para fins de autorização, considerar o acervo da bibliografia complementar disponível para o primeiro ano do curso, se CSTs, ou dois primeiros anos, se bacharelados/licenciaturas)
    ConceitoCritério de análise
    1Quando o acervo da bibliografia complementar não está disponível; ou quando o acervo da bibliografia complementar possui menos de dois títulos por unidade curricular.
    2Quando o acervo da bibliografia complementar possui, pelo menos, dois títulos por unidade curricular, com dois exemplares de cada título ou com acesso virtual.
    3Quando o acervo da bibliografia complementar possui, pelo menos, três títulos por unidade curricular, com dois exemplares de cada título ou com acesso virtual.
    4Quando o acervo da bibliografia complementar possui, pelo menos, quatro títulos por unidade curricular, com dois exemplares de cada título ou com acesso virtual.
    5Quando o acervo da bibliografia complementar possui, pelo menos, cinco títulos por unidade curricular, com dois exemplares de cada título ou com acesso virtual.
  • 20153.8Periódicos especializadosVer os cinco critérios

    Infraestrutura · Página 32

    3.8 · Periódicos especializados
    ConceitoCritério de análise
    1Quando há assinatura com acesso de periódicos especializados, indexados e correntes, sob a forma impressa ou virtual, menor que 5 títulos distribuídos entre as principais áreas do curso, ou com acervo não atualizado em relação aos últimos 3 anos.
    2Quando há assinatura com acesso de periódicos especializados, indexados e correntes, sob a forma impressa ou virtual, maior ou igual a 5 e menor que 10 títulos distribuídos entre as principais áreas do curso, a maioria deles com acervo atualizado em relação aos últimos 3 anos.
    3Quando há assinatura com acesso de periódicos especializados, indexados e correntes, sob a forma impressa ou virtual, maior ou igual a 10 e menor que 15 títulos distribuídos entre as principais áreas do curso, a maioria deles com acervo atualizado em relação aos últimos 3 anos.
    4Quando há assinatura com acesso de periódicos especializados, indexados e correntes, sob a forma impressa ou virtual, maior ou igual a 15 e menor que 20 títulos distribuídos entre as principais áreas do curso, a maioria deles com acervo atualizado em relação aos últimos 3 anos.
    5Quando há assinatura com acesso de periódicos especializados, indexados e correntes, sob a forma impressa ou virtual, maior ou igual a 20 títulos distribuídos entre as principais áreas do curso, a maioria deles com acervo atualizado em relação aos últimos 3 anos.
  • 20153.9Laboratórios didáticos especializados: quantidadeVer os cinco critérios

    Infraestrutura · Página 33

    Aplicação: NSA para cursos que não utilizam laboratórios especializados. (Para fins de autorização, considerar os laboratórios didáticos especializados implantados para o primeiro ano do curso, se CSTs, ou dois primeiros anos, se bacharelados/licenciaturas) Para cursos a distância, verificar os laboratórios especializados da sede e dos polos. Para Pedagogia é obrigatório verificar a Brinquedoteca. Para as demais Licenciaturas, verificar os respectivos laboratórios de ensino. Para a Farmácia é obrigatório verificar a Farmácia Universitária. Para Medicina Veterinária é obrigatório verificar o Hospital Veterinário e a Fazenda Escola. Para Agronomia e Zootecnia é obrigatório verificar a Fazenda Escola.

    3.9 · Laboratórios didáticos especializados: quantidade
    ConceitoCritério de análise
    1Quando os laboratórios didáticos especializados não estão implantados; ou não existem normas de funcionamento, utilização e segurança.
    2Quando os laboratórios didáticos especializados implantados com respectivas normas de funcionamento, utilização e segurança atendem, de maneira insuficiente, em uma análise sistêmica e global, aos aspectos: quantidade de equipamentos adequada aos espaços físicos e vagas pretendidas/autorizadas.
    3Quando os laboratórios didáticos especializados implantados com respectivas normas de funcionamento, utilização e segurança atendem, de maneira suficiente, em uma análise sistêmica e global, aos aspectos: quantidade de equipamentos adequada aos espaços físicos e vagas pretendidas/autorizadas.
    4Quando os laboratórios didáticos especializados implantados com respectivas normas de funcionamento, utilização e segurança atendem, muito bem, em uma análise sistêmica e global, aos aspectos: quantidade de equipamentos adequada aos espaços físicos e vagas pretendidas/autorizadas.
    5Quando os laboratórios didáticos especializados implantados com respectivas normas de funcionamento, utilização e segurança atendem, de maneira excelente, em uma análise sistêmica e global, aos aspectos: quantidade de equipamentos adequada aos espaços físicos e alunos vagas pretendidas/autorizadas.
  • 20171.1Políticas institucionais no âmbito do cursoVer os cinco critérios

    Organização Didático-Pedagógica · Página 11

    1.1 · Políticas institucionais no âmbito do curso
    ConceitoCritério de análise
    1As políticas institucionais de ensino, extensão e pesquisa (quando for o caso), constantes no PDI, não estão implantadas no âmbito do curso.
    2As políticas institucionais de ensino, extensão e pesquisa (quando for o caso), constantes no PDI, estão implantadas no âmbito do curso de maneira limitada.
    3As políticas institucionais de ensino, extensão e pesquisa (quando for o caso), constantes no PDI, estão implantadas no âmbito do curso.
    4As políticas institucionais de ensino, extensão e pesquisa (quando for o caso), constantes no PDI, estão implantadas no âmbito do curso e claramente voltadas para a promoção de oportunidades de aprendizagem alinhadas ao perfil do egresso.
    5As políticas institucionais de ensino, extensão e pesquisa (quando for o caso), constantes no PDI, estão implantadas no âmbito do curso e claramente voltadas para a promoção de oportunidades de aprendizagem alinhadas ao perfil do egresso, adotando-se práticas comprovadamente exitosas ou inovadoras para a sua revisão.
  • 20171.10Atividades complementaresVer os cinco critérios

    Organização Didático-Pedagógica · Página 16

    1.10 · Atividades complementares
    ConceitoCritério de análise
    1As atividades complementares não estão institucionalizadas.
    2As atividades complementares estão institucionalizadas, mas não consideram a carga horária; ou a diversidade de atividades e de formas de aproveitamento; ou a aderência à formação geral do discente, constante no PPC.
    3As atividades complementares estão institucionalizadas e consideram a carga horária, a diversidade de atividades e de formas de aproveitamento e a aderência à formação geral do discente, constante no PPC.
    4As atividades complementares estão institucionalizadas e consideram a carga horária, a diversidade de atividades e de formas de aproveitamento e a aderência à formação geral e específica do discente, constante no PPC.
    5As atividades complementares estão institucionalizadas e consideram a carga horária, a diversidade de atividades e de formas de aproveitamento, a aderência à formação geral e específica do discente, constante no PPC, e a existência de mecanismos comprovadamente exitosos ou inovadores na sua regulação, gestão e aproveitamento.
  • 20171.11Trabalhos de conclusão de curso (Tcc)Ver os cinco critérios

    Organização Didático-Pedagógica · Página 16

    1.11 · Trabalhos de conclusão de curso (Tcc)
    ConceitoCritério de análise
    1O Trabalho de Conclusão de Curso não está institucionalizado.
    2O Trabalho de Conclusão de Curso está institucionalizado, mas não considera carga horária, formas de apresentação, orientação ou coordenação.
    3O Trabalho de Conclusão de Curso está institucionalizado e considera carga horária, formas de apresentação, orientação e coordenação.
    4O Trabalho de Conclusão de Curso está institucionalizado e considera carga horária, formas de apresentação, orientação e coordenação e a divulgação de manuais atualizados de apoio à produção dos trabalhos.
    5O Trabalho de Conclusão de Curso está institucionalizado e considera carga horária, formas de apresentação, orientação e coordenação, a divulgação de manuais atualizados de apoio à produção dos trabalhos e a disponibilização dos TCC em repositórios institucionais próprios, acessíveis pela internet.
  • 20171.12Apoio ao discenteVer os cinco critérios

    Organização Didático-Pedagógica · Página 17

    1.12 · Apoio ao discente
    ConceitoCritério de análise
    1Não há ações de apoio ao discente.
    2O apoio ao discente não contempla ações de acolhimento e permanência, acessibilidade metodológica e instrumental, monitoria, nivelamento, intermediação e acompanhamento de estágios não obrigatórios remunerados ou apoio psicopedagógico.
    3O apoio ao discente contempla ações de acolhimento e permanência, acessibilidade metodológica e instrumental, monitoria, nivelamento, intermediação e acompanhamento de estágios não obrigatórios remunerados, e apoio psicopedagógico.
    4O apoio ao discente contempla ações de acolhimento e permanência, acessibilidade metodológica e instrumental, monitoria, nivelamento, intermediação e acompanhamento de estágios não obrigatórios remunerados, apoio psicopedagógico e participação em centros acadêmicos ou intercâmbios nacionais e internacionais.
    5O apoio ao discente contempla ações de acolhimento e permanência, acessibilidade metodológica e instrumental, monitoria, nivelamento, intermediação e acompanhamento de estágios não obrigatórios remunerados, apoio psicopedagógico, participação em centros acadêmicos ou intercâmbios nacionais e internacionais e promove outras ações comprovadamente exitosas ou inovadoras.
  • 20171.13Gestão do curso e os processos de avaliação interna e externaVer os cinco critérios

    Organização Didático-Pedagógica · Página 17

    1.13 · Gestão do curso e os processos de avaliação interna e externa
    ConceitoCritério de análise
    1A gestão do curso não é realizada considerando a autoavaliação institucional e o resultado das avaliações externas como insumo para aprimoramento contínuo do planejamento do curso.
    2A gestão do curso é realizada considerando apenas a autoavaliação institucional ou o resultado das avaliações externas como insumo para aprimoramento contínuo do planejamento do curso.
    3A gestão do curso é realizada considerando a autoavaliação institucional e o resultado das avaliações externas como insumo para aprimoramento contínuo do planejamento do curso.
    4A gestão do curso é realizada considerando a autoavaliação institucional e o resultado das avaliações externas como insumo para aprimoramento contínuo do planejamento do curso, com evidência da apropriação dos resultados pela comunidade acadêmica.
    5A gestão do curso é realizada considerando a autoavaliação institucional e o resultado das avaliações externas como insumo para aprimoramento contínuo do planejamento do curso, com evidência da apropriação dos resultados pela comunidade acadêmica e existência de processo de autoavaliação periódica do curso.
  • 20171.14Atividades de tutoriaVer os cinco critérios

    Organização Didático-Pedagógica · Página 18

    1.14 · Atividades de tutoria
    ConceitoCritério de análise
    1As atividades de tutoria não atendem às demandas didático-pedagógicas da estrutura curricular.
    2As atividades de tutoria atendem às demandas didático-pedagógicas da estrutura curricular de maneira limitada, compreendendo a mediação pedagógica junto aos discentes, inclusive em momentos presenciais, o domínio do conteúdo, de recursos e dos materiais didáticos e o acompanhamento dos discentes no processo formativo.
    3As atividades de tutoria atendem às demandas didático-pedagógicas da estrutura curricular, compreendendo a mediação pedagógica junto aos discentes, inclusive em momentos presenciais, o domínio do conteúdo, de recursos e dos materiais didáticos e o acompanhamento dos discentes no processo formativo.
    4As atividades de tutoria atendem às demandas didático-pedagógicas da estrutura curricular, compreendendo a mediação pedagógica junto aos discentes, inclusive em momentos presenciais, o domínio do conteúdo, de recursos e dos materiais didáticos e o acompanhamento dos discentes no processo formativo, e são avaliadas periodicamente por estudantes e equipe pedagógica do curso.
    5As atividades de tutoria atendem às demandas didático-pedagógicas da estrutura curricular, compreendendo a mediação pedagógica junto aos discentes, inclusive em momentos presenciais, o domínio do conteúdo, de recursos e dos materiais didáticos e o acompanhamento dos discentes no processo formativo, e são avaliadas periodicamente por estudantes e equipe pedagógica do curso, embasando ações corretivas e de aperfeiçoamento para o planejamento de atividades futuras.
  • 20171.15conhecimentos, habilidades e atitudes necessárias às atividades de tutoriaVer os cinco critérios

    Organização Didático-Pedagógica · Página 18

    1.15 · conhecimentos, habilidades e atitudes necessárias às atividades de tutoria
    ConceitoCritério de análise
    1Os conhecimentos, habilidades e atitudes da equipe de tutoria não são adequados para a realização de suas atividades.
    2Os conhecimentos, habilidades e atitudes da equipe de tutoria são adequados para a realização de suas atividades, mas suas ações não estão alinhadas ao PPC, às demandas comunicacionais ou às tecnologias adotadas no curso.
    3Os conhecimentos, habilidades e atitudes da equipe de tutoria são adequados para a realização de suas atividades e suas ações estão alinhadas ao PPC, às demandas comunicacionais e às tecnologias adotadas no curso.
    4Os conhecimentos, habilidades e atitudes da equipe de tutoria são adequados para a realização de suas atividades, e suas ações estão alinhadas ao PPC, às demandas comunicacionais e às tecnologias adotadas no curso, e são realizadas avaliações periódicas para identificar necessidade de capacitação dos tutores.
    5Os conhecimentos, habilidades e atitudes da equipe de tutoria são adequados para a realização de suas atividades, e suas ações estão alinhadas ao PPC, às demandas comunicacionais e às tecnologias adotadas no curso, são realizadas avaliações periódicas para identificar necessidade de capacitação dos tutores e há apoio institucional para adoção de práticas criativas e inovadoras para a permanência e êxito dos discentes.
  • 20171.16Tecnologias de Informação e comunicação (TIc) no processo ensino-aprendizagemVer os cinco critérios

    Organização Didático-Pedagógica · Página 19

    1.16 · Tecnologias de Informação e comunicação (TIc) no processo ensino-aprendizagem
    ConceitoCritério de análise
    1As tecnologias de informação e comunicação adotadas no processo de ensinoaprendizagem não permitem a execução do projeto pedagógico do curso.
    2As tecnologias de informação e comunicação adotadas no processo de ensinoaprendizagem permitem a execução do projeto pedagógico do curso, mas não garantem a acessibilidade digital e comunicacional ou não promovem a interatividade entre docentes, discentes e tutores (estes últimos, quando for o caso).
    3As tecnologias de informação e comunicação adotadas no processo de ensinoaprendizagem permitem a execução do projeto pedagógico do curso, garantem a acessibilidade digital e comunicacional e promovem a interatividade entre docentes, discentes e tutores (estes últimos, quando for o caso).
    4As tecnologias de informação e comunicação adotadas no processo de ensinoaprendizagem permitem a execução do projeto pedagógico do curso, garantem a acessibilidade digital e comunicacional, promovem a interatividade entre docentes, discentes e tutores (estes últimos, quando for o caso) e asseguram o acesso a materiais ou recursos didáticos a qualquer hora e lugar.
    5As tecnologias de informação e comunicação adotadas no processo de ensinoaprendizagem permitem a execução do projeto pedagógico do curso, garantem a acessibilidade digital e comunicacional, promovem a interatividade entre docentes, discentes e tutores (estes últimos, quando for o caso), asseguram o acesso a materiais ou recursos didáticos a qualquer hora e lugar e possibilitam experiências diferenciadas de aprendizagem baseadas em seu uso.
  • 20171.17Ambiente virtual de Aprendizagem (AvA)Ver os cinco critérios

    Organização Didático-Pedagógica · Página 19

    1.17 · Ambiente virtual de Aprendizagem (AvA)
    ConceitoCritério de análise
    1O Ambiente Virtual de Aprendizagem, constante no PPC, não apresenta materiais, recursos ou tecnologias; ou os materiais, recursos ou tecnologias apresentadas não permitem desenvolver a cooperação entre tutores, discentes e docentes.
    2O Ambiente Virtual de Aprendizagem, constante no PPC, apresenta materiais, recursos e tecnologias apropriadas, que permitem desenvolver a cooperação entre tutores, discentes e docentes, mas não permitem a reflexão sobre o conteúdo das disciplinas ou a acessibilidade metodológica, instrumental ou comunicacional.
    3O Ambiente Virtual de Aprendizagem, constante no PPC, apresenta materiais, recursos e tecnologias apropriadas, que permitem desenvolver a cooperação entre tutores, discentes e docentes, a reflexão sobre o conteúdo das disciplinas e a acessibilidade metodológica, instrumental e comunicacional.
    4O Ambiente Virtual de Aprendizagem, constante no PPC, apresenta materiais, recursos e tecnologias apropriadas, que permitem desenvolver a cooperação entre tutores, discentes e docentes, a reflexão sobre o conteúdo das disciplinas e a acessibilidade metodológica, instrumental e comunicacional, e passa por avaliações periódicas devidamente documentadas.
    5O Ambiente Virtual de Aprendizagem, constante no PPC, apresenta materiais, recursos e tecnologias apropriadas, que permitem desenvolver a cooperação entre tutores, discentes e docentes, a reflexão sobre o conteúdo das disciplinas e a acessibilidade metodológica, instrumental e comunicacional, e passa por avaliações periódicas devidamente documentadas, que resultam em ações de melhoria contínua.
  • 20171.18Material didáticoVer os cinco critérios

    Organização Didático-Pedagógica · Página 20

    1.18 · Material didático
    ConceitoCritério de análise
    1O material didático descrito no PPC, disponibilizado aos discentes, não foi elaborado ou validado pela equipe multidisciplinar (no caso de eAD) ou equivalente (no caso presencial), ou não permite desenvolver a formação definida no projeto pedagógico.
    2O material didático descrito no PPC, disponibilizado aos discentes, elaborado ou validado pela equipe multidisciplinar (no caso de eAD) ou equivalente (no caso presencial), permite desenvolver de maneira limitada a formação definida no projeto pedagógico, considerando sua abrangência, aprofundamento e coerência teórica, sua acessibilidade metodológica e instrumental e a adequação da bibliografia às exigências da formação.
    3O material didático descrito no PPC, disponibilizado aos discentes, elaborado ou validado pela equipe multidisciplinar (no caso de eAD) ou equivalente (no caso presencial), permite desenvolver a formação definida no projeto pedagógico, considerando sua abrangência, aprofundamento e coerência teórica, sua acessibilidade metodológica e instrumental e a adequação da bibliografia às exigências da formação.
    4O material didático descrito no PPC, disponibilizado aos discentes, elaborado ou validado pela equipe multidisciplinar (no caso de eAD) ou equivalente (no caso presencial), permite desenvolver a formação definida no projeto pedagógico, considerando sua abrangência, aprofundamento e coerência teórica, sua acessibilidade metodológica e instrumental e a adequação da bibliografia às exigências da formação, e apresenta linguagem inclusiva e acessível.
    5O material didático descrito no PPC, disponibilizado aos discentes, elaborado ou validado pela equipe multidisciplinar (no caso de eAD) ou equivalente (no caso presencial), permite desenvolver a formação definida no projeto pedagógico, considerando sua abrangência, aprofundamento e coerência teórica, sua acessibilidade metodológica e instrumental e a adequação da bibliografia às exigências da formação, e apresenta linguagem inclusiva e acessível, com recursos comprovadamente inovadores.
  • 20171.19Procedimentos de acompanhamento e de avaliação dos processos deVer os cinco critérios

    Organização Didático-Pedagógica · Página 20

    título cortado na grade do documento

    1.19 · Procedimentos de acompanhamento e de avaliação dos processos de
    ConceitoCritério de análise
    1Os procedimentos de acompanhamento e de avaliação, utilizados nos processos de ensino-aprendizagem, não atendem à concepção do curso definida no PPC.
    2Os procedimentos de acompanhamento e de avaliação, utilizados nos processos de ensino-aprendizagem, atendem à concepção do curso definida no PPC, mas não permitem o desenvolvimento e a autonomia do discente de forma contínua e efetiva ou não resultam em informações sistematizadas e disponibilizadas aos discentes.
    3Os procedimentos de acompanhamento e de avaliação, utilizados nos processos de ensino-aprendizagem, atendem à concepção do curso definida no PPC, permitindo o desenvolvimento e a autonomia do discente de forma contínua e efetiva, e resultam em informações sistematizadas e disponibilizadas aos estudantes.
    4Os procedimentos de acompanhamento e de avaliação, utilizados nos processos de ensino-aprendizagem, atendem à concepção do curso definida no PPC, permitindo o desenvolvimento e a autonomia do discente de forma contínua e efetiva, e resultam em informações sistematizadas e disponibilizadas aos estudantes, com mecanismos que garantam sua natureza formativa.
    5Os procedimentos de acompanhamento e de avaliação, utilizados nos processos de ensino-aprendizagem, atendem à concepção do curso definida no PPC, permitindo o desenvolvimento e a autonomia do discente de forma contínua e efetiva, e resultam em informações sistematizadas e disponibilizadas aos estudantes, com mecanismos que garantam sua natureza formativa, sendo adotadas ações concretas para a melhoria da aprendizagem em função das avaliações realizadas.
  • 20171.2objetivos do cursoVer os cinco critérios

    Organização Didático-Pedagógica · Página 12

    1.2 · objetivos do curso
    ConceitoCritério de análise
    1Os objetivos do curso, constantes no PPC, não estão implementados, considerando o perfil profissional do egresso, a estrutura curricular e o contexto educacional.
    2Os objetivos do curso, constantes no PPC, estão implementados de maneira limitada, considerando o perfil profissional do egresso, a estrutura curricular e o contexto educacional.
    3Os objetivos do curso, constantes no PPC, estão implementados, considerando o perfil profissional do egresso, a estrutura curricular e o contexto educacional.
    4Os objetivos do curso, constantes no PPC, estão implementados, considerando o perfil profissional do egresso, a estrutura curricular, o contexto educacional e características locais e regionais.
    5Os objetivos do curso, constantes no PPC, estão implementados, considerando o perfil profissional do egresso, a estrutura curricular, o contexto educacional, características locais e regionais e novas práticas emergentes no campo do conhecimento relacionado ao curso.
  • 20171.20Número de vagasVer os cinco critérios

    Organização Didático-Pedagógica · Página 21

    1.20 · Número de vagas
    ConceitoCritério de análise
    1O número de vagas para o curso não está fundamentado em estudos quantitativos e qualitativos.
    2O número de vagas para o curso está fundamentado em estudos quantitativos e qualitativos, mas não há comprovação da sua adequação à dimensão do corpo docente (e tutorial, na modalidade a distância) e às condições de infraestrutura física e tecnológica para o ensino e a pesquisa (esta última, quando for o caso).
    3O número de vagas para o curso está fundamentado em estudos quantitativos e qualitativos, que comprovam sua adequação à dimensão do corpo docente (e tutorial, na modalidade a distância) e às condições de infraestrutura física e tecnológica para o ensino e a pesquisa (esta última, quando for o caso).
    4O número de vagas para o curso está fundamentado em estudos periódicos, quantitativos e qualitativos, que comprovam sua adequação à dimensão do corpo docente (e tutorial, na modalidade a distância) e às condições de infraestrutura física e tecnológica para o ensino e a pesquisa (esta última, quando for o caso).
    5O número de vagas para o curso está fundamentado em estudos periódicos, quantitativos e qualitativos, e em pesquisas com a comunidade acadêmica, que comprovam sua adequação à dimensão do corpo docente (e tutorial, na modalidade a distância) e às condições de infraestrutura física e tecnológica para o ensino e a pesquisa (esta última, quando for o caso).
  • 20171.21Integração com as redes públicas de ensinoVer os cinco critérios

    Organização Didático-Pedagógica · Página 21

    1.21 · Integração com as redes públicas de ensino
    ConceitoCritério de análise
    1Não há convênios ou ações de integração com a rede pública de ensino.
    2Os convênios e ações não promovem integração com a rede pública de ensino.
    3Os convênios e ações promovem integração com a rede pública de ensino e permitem o desenvolvimento, a testagem, a execução e a avaliação de estratégias didático-pedagógicas, inclusive com o uso de tecnologias educacionais, sendo as experiências documentadas, abrangentes e consolidadas.
    4Os convênios e ações promovem integração com a rede pública de ensino e permitem o desenvolvimento, a testagem, a execução e a avaliação de estratégias didático-pedagógicas, inclusive com o uso de tecnologias educacionais, sendo as experiências documentadas, abrangentes e consolidadas, com resultados relevantes para os discentes e para as escolas de educação básica.
    5Os convênios e ações promovem integração com a rede pública de ensino e permitem o desenvolvimento, a testagem, a execução e a avaliação de estratégias didático-pedagógicas, inclusive com o uso de tecnologias educacionais, sendo as experiências documentadas, abrangentes e consolidadas, com resultados relevantes para os discentes e para as escolas de educação básica, havendo ações comprovadamente exitosas ou inovadoras.
  • 20171.22Integração do curso com o sistema local e regional de saúde (sus)Ver os cinco critérios

    Organização Didático-Pedagógica · Página 22

    1.22 · Integração do curso com o sistema local e regional de saúde (sus)
    ConceitoCritério de análise
    1A integração do curso com o sistema de saúde local e regional (SUS) não está formalizada por meio de convênio.
    2A integração do curso com o sistema de saúde local e regional (SUS) está formalizada por meio de convênio, mas não viabiliza a formação do discente em serviço.
    3A integração do curso com o sistema de saúde local e regional (SUS) está formalizada por meio de convênio, conforme as DCn e/ou o PPC, viabiliza a formação do discente em serviço e permite sua inserção em diferentes cenários do Sistema, em nível de complexidade crescente.
    4A integração do curso com o sistema de saúde local e regional (SUS) está formalizada por meio de convênio, conforme as DCn e/ou o PPC, viabiliza a formação do discente em serviço e permite sua inserção em equipes multidisciplinares, considerando diferentes cenários do Sistema, com nível de complexidade crescente.
    5A integração do curso com o sistema de saúde local e regional (SUS) está formalizada por meio de convênio, conforme as DCn e/ou o PPC, viabiliza a formação do discente em serviço e permite sua inserção em equipes multidisciplinares e multiprofissionais, considerando diferentes cenários do Sistema, com nível de complexidade crescente.
  • 20171.23Atividades práticas de ensino para áreas da saúdeVer os cinco critérios

    Organização Didático-Pedagógica · Página 22

    1.23 · Atividades práticas de ensino para áreas da saúde
    ConceitoCritério de análise
    1As atividades práticas de ensino não apresentam conformidade com as Diretrizes Curriculares nacionais do curso.
    2As atividades práticas de ensino apresentam conformidade com as Diretrizes Curriculares nacionais do curso, mas não há regulamentação para a orientação, supervisão e responsabilidade docente.
    3As atividades práticas de ensino apresentam conformidade com as Diretrizes Curriculares nacionais do curso, com regulamentação para a orientação, supervisão e responsabilidade docente.
    4As atividades práticas de ensino apresentam conformidade com as Diretrizes Curriculares nacionais do curso, com regulamentação para a orientação, supervisão e responsabilidade docente, permitindo a inserção nos cenários do SUS e em outros ambientes (laboratórios ou espaços de ensino), resultando no desenvolvimento de competências específicas da profissão.
    5As atividades práticas de ensino apresentam conformidade com as Diretrizes Curriculares nacionais do curso, com regulamentação para a orientação, supervisão e responsabilidade docente, permitindo a inserção nos cenários do SUS e em outros ambientes (laboratórios ou espaços de ensino), resultando no desenvolvimento de competências específicas da profissão, e estando, ainda, relacionadas ao contexto de saúde da região.
  • 20171.24Atividades práticas de ensino para licenciaturasVer os cinco critérios

    Organização Didático-Pedagógica · Página 23

    1.24 · Atividades práticas de ensino para licenciaturas
    ConceitoCritério de análise
    1As atividades práticas de ensino não estão implantadas, conforme as Diretrizes Curriculares da educação Básica, da Formação de Professores e da área de conhecimento da licenciatura.
    2As atividades práticas de ensino estão implantadas de maneira limitada, conforme as Diretrizes Curriculares da educação Básica, da Formação de Professores e da área de conhecimento da licenciatura.
    3As atividades práticas de ensino estão em conformidade com as Diretrizes Curriculares da educação Básica, da Formação de Professores e da área de conhecimento da licenciatura, em articulação com o PPC.
    4As atividades práticas de ensino estão em conformidade com as Diretrizes Curriculares da educação Básica, da Formação de Professores e da área de conhecimento da licenciatura, em articulação com o PPC, e estão presentes em todo o curso.
    5As atividades práticas de ensino estão em conformidade com as Diretrizes Curriculares da educação Básica, da Formação de Professores e da área de conhecimento da licenciatura, em articulação com o PPC, estão presentes e relacionam teoria e prática de forma reflexiva durante todo o curso.
  • 20171.3Perfil profissional do egressoVer os cinco critérios

    Organização Didático-Pedagógica · Página 12

    1.3 · Perfil profissional do egresso
    ConceitoCritério de análise
    1O perfil profissional do egresso não consta no PPC.
    2O perfil profissional do egresso consta no PPC, mas não está de acordo com as DCn (quando houver) ou não expressa as competências a serem desenvolvidas pelo discente.
    3O perfil profissional do egresso consta no PPC, está de acordo com as DCn (quando houver) e expressa as competências a serem desenvolvidas pelo discente.
    4O perfil profissional do egresso consta no PPC, está de acordo com as DCn (quando houver), expressa as competências a serem desenvolvidas pelo discente e as articula com necessidades locais e regionais.
    5O perfil profissional do egresso consta no PPC, está de acordo com as DCn (quando houver), expressa as competências a serem desenvolvidas pelo discente e as articula com necessidades locais e regionais, sendo ampliado em função de novas demandas apresentadas pelo mundo do trabalho.
  • 20171.4Estrutura curricularVer os cinco critérios

    Organização Didático-Pedagógica · Página 12

    1.4 · Estrutura curricular
    ConceitoCritério de análise
    1A estrutura curricular, constante no PPC, não está implementada, ou não considera a flexibilidade, a interdisciplinaridade, a acessibilidade metodológica ou a compatibilidade da carga horária total (em horas-relógio).
    2A estrutura curricular, constante no PPC e implementada, considera a flexibilidade, a interdisciplinaridade, a acessibilidade metodológica, a compatibilidade da carga horária total (em horas-relógio), mas não evidencia a articulação da teoria com a prática, a oferta da disciplina de LIBRAS e mecanismos de familiarização com a modalidade a distância (quando for o caso).
    3A estrutura curricular, constante no PPC e implementada, considera a flexibilidade, a interdisciplinaridade, a acessibilidade metodológica, a compatibilidade da carga horária total (em horas-relógio) e evidencia a articulação da teoria com a prática, a oferta da disciplina de LIBRAS e mecanismos de familiarização com a modalidade a distância (quando for o caso).
    4A estrutura curricular, constante no PPC e implementada, considera a flexibilidade, a interdisciplinaridade, a acessibilidade metodológica, a compatibilidade da carga horária total (em horas-relógio), evidencia a articulação da teoria com a prática, a oferta da disciplina de LIBRAS e mecanismos de familiarização com a modalidade a distância (quando for o caso) e explicita claramente a articulação entre os componentes curriculares no percurso de formação.
    5A estrutura curricular, constante no PPC e implementada, considera a flexibilidade, a interdisciplinaridade, a acessibilidade metodológica, a compatibilidade da carga horária total (em horas-relógio), evidencia a articulação da teoria com a prática, a oferta da disciplina de LIBRAS e mecanismos de familiarização com a modalidade a distância (quando for o caso), explicita claramente a articulação entre os componentes curriculares no percurso de formação e apresenta elementos comprovadamente inovadores.
  • 20171.5conteúdos curricularesVer os cinco critérios

    Organização Didático-Pedagógica · Página 13

    1.5 · conteúdos curriculares
    ConceitoCritério de análise
    1Os conteúdos curriculares, constantes no PPC, não promovem o efetivo desenvolvimento do perfil profissional do egresso.
    2Os conteúdos curriculares, constantes no PPC, promovem o efetivo desenvolvimento do perfil profissional do egresso, mas não consideram a atualização da área, a adequação das cargas horárias (em horas-relógio), a adequação da bibliografia, a acessibilidade metodológica, a abordagem de conteúdos pertinentes às políticas de educação ambiental, de educação em direitos humanos e de educação das relações étnico-raciais ou o ensino de história e cultura afro-brasileira, africana e indígena.
    3Os conteúdos curriculares, constantes no PPC, promovem o efetivo desenvolvimento do perfil profissional do egresso, considerando a atualização da área, a adequação das cargas horárias (em horas-relógio), a adequação da bibliografia, a acessibilidade metodológica, a abordagem de conteúdos pertinentes às políticas de educação ambiental, de educação em direitos humanos e de educação das relações étnico-raciais e o ensino de história e cultura afro-brasileira, africana e indígena.
    4Os conteúdos curriculares, constantes no PPC, promovem o efetivo desenvolvimento do perfil profissional do egresso, considerando a atualização da área, a adequação das cargas horárias (em horas-relógio), a adequação da bibliografia, a acessibilidade metodológica, a abordagem de conteúdos pertinentes às políticas de educação ambiental, de educação em direitos humanos e de educação das relações étnico-raciais e o ensino de história e cultura afro-brasileira, africana e indígena, e diferenciam o curso dentro da área profissional.
    5Os conteúdos curriculares, constantes no PPC, promovem o efetivo desenvolvimento do perfil profissional do egresso, considerando a atualização da área, a adequação das cargas horárias (em horas-relógio), a adequação da bibliografia, a acessibilidade metodológica, a abordagem de conteúdos pertinentes às políticas de educação ambiental, de educação em direitos humanos e de educação das relações étnico-raciais e o ensino de história e cultura afro-brasileira, africana e indígena, diferenciam o curso dentro da área profissional e induzem o contato com conhecimento recente e inovador.
  • 20171.6MetodologiaVer os cinco critérios

    Organização Didático-Pedagógica · Página 14

    1.6 · Metodologia
    ConceitoCritério de análise
    1A metodologia, constante no PPC (e de acordo com as DCn, quando houver), não atende ao desenvolvimento de conteúdos.
    2A metodologia, constante no PPC (e de acordo com as DCn, quando houver), atende ao desenvolvimento de conteúdos, mas não às estratégias de aprendizagem; ou ao contínuo acompanhamento das atividades; ou à acessibilidade metodológica; ou à autonomia do discente.
    3A metodologia, constante no PPC (e de acordo com as DCn, quando houver), atende ao desenvolvimento de conteúdos, às estratégias de aprendizagem, ao contínuo acompanhamento das atividades, à acessibilidade metodológica e à autonomia do discente.
    4A metodologia, constante no PPC (e de acordo com as DCn, quando houver), atende ao desenvolvimento de conteúdos, às estratégias de aprendizagem, ao contínuo acompanhamento das atividades, à acessibilidade metodológica e à autonomia do discente, e se coaduna com práticas pedagógicas que estimulam a ação discente em uma relação teoria-prática.
    5A metodologia, constante no PPC (e de acordo com as DCn, quando houver), atende ao desenvolvimento de conteúdos, às estratégias de aprendizagem, ao contínuo acompanhamento das atividades, à acessibilidade metodológica e à autonomia do discente, coaduna-se com práticas pedagógicas que estimulam a ação discente em uma relação teoria-prática, e é claramente inovadora e embasada em recursos que proporcionam aprendizagens diferenciadas dentro da área.
  • 20171.7Estágio curricular supervisionadoVer os cinco critérios

    Organização Didático-Pedagógica · Página 14

    1.7 · Estágio curricular supervisionado
    ConceitoCritério de análise
    1O estágio curricular supervisionado não está institucionalizado.
    2O estágio curricular supervisionado está institucionalizado, mas não contempla carga horária adequada; ou orientação cuja relação orientador/aluno seja compatível com as atividades; ou coordenação e supervisão; ou existência de convênios.
    3O estágio curricular supervisionado está institucionalizado e contempla carga horária adequada, orientação cuja relação orientador/aluno seja compatível com as atividades, coordenação e supervisão e existência de convênios.
    4O estágio curricular supervisionado está institucionalizado e contempla carga horária adequada, orientação cuja relação orientador/aluno seja compatível com as atividades, coordenação e supervisão, existência de convênios e estratégias para gestão da integração entre ensino e mundo do trabalho, considerando as competências previstas no perfil do egresso.
    5O estágio curricular supervisionado está institucionalizado e contempla carga horária adequada, orientação cuja relação orientador/aluno seja compatível com as atividades, coordenação e supervisão, existência de convênios, estratégias para gestão da integração entre ensino e mundo do trabalho, considerando as competências previstas no perfil do egresso, e interlocução institucionalizada da IeS com o(s) ambiente(s) de estágio, gerando insumos para atualização das práticas do estágio.
  • 20171.8Estágio curricular supervisionado – relação com a rede de escolas da educação básicaVer os cinco critérios

    Organização Didático-Pedagógica · Página 15

    1.8 · Estágio curricular supervisionado – relação com a rede de escolas da educação básica
    ConceitoCritério de análise
    1O estágio curricular supervisionado não está institucionalizado.
    2O estágio curricular supervisionado está institucionalizado, mas não promove a vivência da realidade escolar de forma integral; ou a participação em conselhos de classe/reuniões de professores; ou a relação com a rede de escolas da educação Básica; ou não há acompanhamento pelo docente da IeS (orientador) nas atividades no campo da prática, ao longo do ano letivo.
    3O estágio curricular supervisionado está institucionalizado e promove a vivência da realidade escolar de forma integral, a participação em conselhos de classe/ reuniões de professores e a relação com a rede de escolas da educação Básica, havendo acompanhamento pelo docente da IeS (orientador) nas atividades no campo da prática, ao longo do ano letivo.
    4O estágio curricular supervisionado está institucionalizado e promove a vivência da realidade escolar de forma integral, a participação em conselhos de classe/ reuniões de professores e a relação com a rede de escolas da educação Básica, mantendo-se registro acadêmico e havendo acompanhamento pelo docente da IeS (orientador) nas atividades no campo da prática, ao longo do ano letivo.
    5O estágio curricular supervisionado está institucionalizado e promove a vivência da realidade escolar de forma integral, a participação em conselhos de classe/reuniões de professores, a relação com a rede de escolas da educação Básica, mantendo-se registro acadêmico, havendo acompanhamento pelo docente da IeS (orientador) nas atividades no campo da prática, ao longo do ano letivo, e práticas inovadoras para a gestão da relação entre a IeS e a rede de escolas da educação Básica.
  • 20171.9Estágio curricular supervisionado – relação teoria e práticaVer os cinco critérios

    Organização Didático-Pedagógica · Página 15

    1.9 · Estágio curricular supervisionado – relação teoria e prática
    ConceitoCritério de análise
    1O estágio curricular supervisionado não promove a relação teoria e prática ou não contempla a articulação entre o currículo do curso e aspectos práticos da educação Básica.
    2O estágio curricular supervisionado promove a relação teoria e prática e contempla a articulação entre o currículo do curso e aspectos práticos da educação Básica, mas não há o embasamento teórico das atividades planejadas no campo da prática; ou a participação do licenciando em atividades de planejamento, desenvolvimento e avaliação realizadas pelos docentes da educação Básica; ou a reflexão teórica acerca de situações vivenciadas pelos licenciandos.
    3O estágio curricular supervisionado promove a relação teoria e prática e contempla a articulação entre o currículo do curso e aspectos práticos da educação Básica, o embasamento teórico das atividades planejadas no campo da prática, a participação do licenciando em atividades de planejamento, desenvolvimento e avaliação realizadas pelos docentes da educação Básica e a reflexão teórica acerca de situações vivenciadas pelos licenciandos.
    4O estágio curricular supervisionado promove a relação teoria e prática e contempla a articulação entre o currículo do curso e aspectos práticos da educação Básica, o embasamento teórico das atividades planejadas no campo da prática, a participação do licenciando em atividades de planejamento, desenvolvimento e avaliação realizadas pelos docentes da educação Básica, a reflexão teórica acerca de situações vivenciadas pelos licenciandos e a criação e divulgação de produtos que articulam e sistematizam a relação teoria e prática.
    5O estágio curricular supervisionado promove a relação teoria e prática e contempla a articulação entre o currículo do curso e aspectos práticos da educação Básica, o embasamento teórico das atividades planejadas no campo da prática, a participação do licenciando em atividades de planejamento, desenvolvimento e avaliação realizadas pelos docentes da educação Básica, a reflexão teórica acerca de situações vivenciadas pelos licenciandos, a criação e divulgação de produtos que articulam e sistematizam a relação teoria e prática, com atividades comprovadamente exitosas ou inovadoras.
  • 20172.1Núcleo docente Estruturante – NdEVer os cinco critérios

    Corpo Docente e Tutorial · Página 23

    2.1 · Núcleo docente Estruturante – NdE
    ConceitoCritério de análise
    1Não há nDe; ou o nDe possui menos de 5 docentes do curso; ou menos de 20% de seus membros atuam em regime de tempo integral ou parcial; ou menos de 60% de seus membros possuem titulação stricto sensu.
    2O nDe possui, no mínimo, 5 docentes do curso; seus membros atuam em regime de tempo integral ou parcial (mínimo de 20% em tempo integral); pelo menos 60% de seus membros possuem titulação stricto sensu; mas não atua no acompanhamento, na consolidação ou na atualização do PPC.
    3O nDe possui, no mínimo, 5 docentes do curso; seus membros atuam em regime de tempo integral ou parcial (mínimo de 20% em tempo integral); pelo menos 60% de seus membros possuem titulação stricto sensu; e atua no acompanhamento, na consolidação e na atualização do PPC.
    4O nDe possui, no mínimo, 5 docentes do curso; seus membros atuam em regime de tempo integral ou parcial (mínimo de 20% em tempo integral); pelo menos 60% de seus membros possuem titulação stricto sensu; tem o coordenador de curso como integrante; atua no acompanhamento, na consolidação e na atualização do PPC, realizando estudos e atualização periódica, verificando o impacto do sistema de avaliação de aprendizagem na formação do estudante e analisando a adequação do perfil do egresso, considerando as DCn e as novas demandas do mundo do trabalho.
    5O nDe possui, no mínimo, 5 docentes do curso; seus membros atuam em regime de tempo integral ou parcial (mínimo de 20% em tempo integral); pelo menos 60% de seus membros possuem titulação stricto sensu; tem o coordenador de curso como integrante; atua no acompanhamento, na consolidação e na atualização do PPC, realizando estudos e atualização periódica, verificando o impacto do sistema de avaliação de aprendizagem na formação do estudante e analisando a adequação do perfil do egresso, considerando as DCn e as novas demandas do mundo do trabalho; e mantém parte de seus membros desde o último ato regulatório.
  • 20172.10Experiência no exercício da docência na educação a distânciaVer os cinco critérios

    Corpo Docente e Tutorial · Página 28

    2.10 · Experiência no exercício da docência na educação a distância
    ConceitoCritério de análise
    1A experiência do corpo docente não permite identificar as dificuldades dos discentes ou expor o conteúdo em linguagem aderente às características da turma.
    2A experiência do corpo docente no exercício da docência na educação a distância permite identificar as dificuldades dos discentes, expor o conteúdo em linguagem aderente às características da turma, mas não apresentar exemplos contextualizados com os conteúdos dos componentes curriculares ou elaborar atividades específicas para a promoção da aprendizagem de discentes com dificuldades.
    3A experiência do corpo docente no exercício da docência na educação a distância permite identificar as dificuldades dos discentes, expor o conteúdo em linguagem aderente às características da turma, apresentar exemplos contextualizados com os conteúdos dos componentes curriculares e elaborar atividades específicas para a promoção da aprendizagem de discentes com dificuldades.
    4A experiência do corpo docente no exercício da docência na educação a distância permite identificar as dificuldades dos discentes, expor o conteúdo em linguagem aderente às características da turma, apresentar exemplos contextualizados com os conteúdos dos componentes curriculares, e elaborar atividades específicas para a promoção da aprendizagem de discentes com dificuldades e avaliações diagnósticas, formativas e somativas, utilizando os resultados para redefinição de sua prática docente no período.
    5A experiência do corpo docente no exercício da docência na educação a distância permite identificar as dificuldades dos discentes, expor o conteúdo em linguagem aderente às características da turma, apresentar exemplos contextualizados com os conteúdos dos componentes curriculares, e elaborar atividades específicas para a promoção da aprendizagem de discentes com dificuldades e avaliações diagnósticas, formativas e somativas, utilizando os resultados para redefinição de sua prática docente no período, exerce liderança e é reconhecido pela sua produção.
  • 20172.11Experiência no exercício da tutoria na educação a distânciaVer os cinco critérios

    Corpo Docente e Tutorial · Página 29

    2.11 · Experiência no exercício da tutoria na educação a distância
    ConceitoCritério de análise
    1A experiência do corpo tutorial não permite fornecer suporte às atividades dos docentes.
    2A experiência do corpo tutorial permite fornecer suporte às atividades dos docentes, mas não realizar mediação pedagógica junto aos discentes.
    3A experiência do corpo tutorial permite fornecer suporte às atividades dos docentes e realizar mediação pedagógica junto aos discentes.
    4A experiência do corpo tutorial permite fornecer suporte às atividades dos docentes, realizar mediação pedagógica junto aos discentes e demonstrar inequívoca qualidade no relacionamento com os estudantes, incrementando processos de ensino aprendizagem.
    5A experiência do corpo tutorial permite fornecer suporte às atividades dos docentes, realizar mediação pedagógica junto aos discentes, demonstrar inequívoca qualidade no relacionamento com os estudantes, incrementando processos de ensino aprendizagem, e orientar os alunos, sugerindo atividades e leituras complementares que auxiliam sua formação.
  • 20172.12Atuação do colegiado de curso ou equivalenteVer os cinco critérios

    Corpo Docente e Tutorial · Página 29

    2.12 · Atuação do colegiado de curso ou equivalente
    ConceitoCritério de análise
    1A atuação do colegiado não está institucionalizada.
    2O colegiado atua e está institucionalizado, mas não possui representatividade dos segmentos; ou não se reúne com periodicidade determinada; ou as reuniões e as decisões associadas não são devidamente registradas; ou não há fluxo determinado para o encaminhamento das decisões.
    3O colegiado atua, está institucionalizado, possui representatividade dos segmentos, reúne-se com periodicidade determinada, sendo suas reuniões e as decisões associadas devidamente registradas, havendo um fluxo determinado para o encaminhamento das decisões.
    4O colegiado atua, está institucionalizado, possui representatividade dos segmentos, reúne-se com periodicidade determinada, sendo suas reuniões e as decisões associadas devidamente registradas, havendo um fluxo determinado para o encaminhamento das decisões, e dispõe de sistema de suporte ao registro, acompanhamento e execução de seus processos e decisões.
    5O colegiado atua, está institucionalizado, possui representatividade dos segmentos, reúne-se com periodicidade determinada, sendo suas reuniões e as decisões associadas devidamente registradas, havendo um fluxo determinado para o encaminhamento das decisões, dispõe de sistema de suporte ao registro, acompanhamento e execução de seus processos e decisões e realiza avaliação periódica sobre seu desempenho, para implementação ou ajuste de práticas de gestão.
  • 20172.13Titulação e formação do corpo de tutores do cursoVer os cinco critérios

    Corpo Docente e Tutorial · Página 30

    2.13 · Titulação e formação do corpo de tutores do curso
    ConceitoCritério de análise
    1Nenhum tutor é graduado na área da disciplina pela qual é responsável.
    2Parte dos tutores é graduada na área da disciplina pelas quais são responsáveis.
    3Todos os tutores são graduados na área da disciplina pelas quais são responsáveis.
    4Todos os tutores são graduados na área da disciplina pelas quais são responsáveis e a maioria possui titulação obtida em pós-graduação lato sensu.
    5Todos os tutores são graduados na área da disciplina pelas quais são responsáveis e a maioria possui titulação obtida em pós-graduação em stricto sensu.
  • 20172.14Experiência do corpo de tutores em educação a distânciaVer os cinco critérios

    Corpo Docente e Tutorial · Página 30

    2.14 · Experiência do corpo de tutores em educação a distância
    ConceitoCritério de análise
    1O corpo de tutores não possui experiência em educação a distância não permite identificar as dificuldades dos alunos ou expor o conteúdo em linguagem aderente às características da turma.
    2O corpo de tutores possui experiência em educação a distância, que permite identificar as dificuldades dos discentes e expor o conteúdo em linguagem aderente às características da turma, mas não apresentar exemplos contextualizados com os conteúdos dos componentes curriculares.
    3O corpo de tutores possui experiência em educação a distância que permite identificar as dificuldades dos discentes, expor o conteúdo em linguagem aderente às características da turma e apresentar exemplos contextualizados com os conteúdos dos componentes curriculares.
    4O corpo de tutores possui experiência em educação a distância que permite identificar as dificuldades dos discentes, expor o conteúdo em linguagem aderente às características da turma, apresentar exemplos contextualizados com os conteúdos dos componentes curriculares e elaborar atividades específicas, em colaboração com os docentes, para a promoção da aprendizagem de alunos com dificuldades.
    5O corpo de tutores possui experiência em educação a distância que permite identificar as dificuldades dos discentes, expor o conteúdo em linguagem aderente às características da turma, apresentar exemplos contextualizados com os conteúdos dos componentes curriculares e elaborar atividades específicas, em colaboração com os docentes, para a promoção da aprendizagem de alunos com dificuldades, e adota práticas comprovadamente exitosas ou inovadoras no contexto da modalidade a distância.
  • 20172.15Interação entre tutores (presenciais – quando for o caso – e a distância), docentesVer os cinco critérios

    Corpo Docente e Tutorial · Página 31

    2.15 · Interação entre tutores (presenciais – quando for o caso – e a distância), docentes
    ConceitoCritério de análise
    1Não há interação, explicitada no PPC, para garantir a mediação ou a articulação entre tutores, docentes e coordenador do curso.
    2Há interação, explicitada no PPC, que não garante a mediação ou a articulação entre tutores, docentes e coordenador do curso.
    3Háinteração, explicitada no PPC, que garante a mediação e a articulação entre tutores, docentes e coordenador do curso.
    4Há interação, explicitada no PPC, que garante a mediação e a articulação entre tutores, docentes e coordenador do curso e há planejamento devidamente documentado de interação para encaminhamento de questões do curso.
    5Há interação, explicitada no PPC, que garante a mediação e a articulação entre tutores, docentes e coordenador do curso (e, quando for o caso, coordenador do polo), há planejamento devidamente documentado de interação para encaminhamento de questões do curso, e são realizadas avaliações periódicas para a identificação de problemas ou incremento na interação entre os interlocutores.
  • 20172.16Produção científica, cultural, artística ou tecnológicaVer os cinco critérios

    Corpo Docente e Tutorial · Página 31

    2.16 · Produção científica, cultural, artística ou tecnológica
    ConceitoCritério de análise
    1Mais de 50% dos docentes não possuem produção nos últimos 3 anos.
    2Pelo menos 50% dos docentes possuem, no mínimo, 1 produção nos últimos 3 anos.
    3Pelo menos 50% dos docentes possuem, no mínimo, 4 produções nos últimos 3 anos.
    4Pelo menos 50% dos docentes possuem, no mínimo, 7 produções nos últimos 3 anos.
    5Pelo menos 50% dos docentes possuem, no mínimo, 9 produções nos últimos 3 anos.
  • 20172.2Equipe multidisciplinarVer os cinco critérios

    Corpo Docente e Tutorial · Página 24

    2.2 · Equipe multidisciplinar
    ConceitoCritério de análise
    1Não há equipe multidisciplinar estabelecida.
    2A equipe multidisciplinar não está em consonância com o PPC, ou não é constituída por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, ou não é responsável pela concepção, produção e disseminação de tecnologias, metodologias e os recursos educacionais para a educação a distância.
    3A equipe multidisciplinar, estabelecida em consonância com o PPC, é constituída por profissionais de diferentes áreas do conhecimento e é responsável pela concepção, produção e disseminação de tecnologias, metodologias e os recursos educacionais para a educação a distância.
    4A equipe multidisciplinar, estabelecida em consonância com o PPC, é constituída por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, é responsável pela concepção, produção e disseminação de tecnologias, metodologias e os recursos educacionais para a educação a distância e possui plano de ação documentado e implementado.
    5A equipe multidisciplinar, estabelecida em consonância com o PPC, é constituída por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, é responsável pela concepção, produção e disseminação de tecnologias, metodologias e os recursos educacionais para a educação a distância e possui plano de ação documentado e implementado e processos de trabalho formalizados.
  • 20172.3Atuação do coordenadorVer os cinco critérios

    Corpo Docente e Tutorial · Página 24

    2.3 · Atuação do coordenador
    ConceitoCritério de análise
    1A atuação do coordenador não está de acordo com o PPC.
    2A atuação do coordenador está de acordo com o PPC, mas não atende à demanda existente, considerando a gestão do curso, a relação com os docentes e discentes, com tutores e equipe multidisciplinar (quando for o caso) ou a representatividade nos colegiados superiores.
    3A atuação do coordenador está de acordo com o PPC e atende à demanda existente, considerando a gestão do curso, a relação com os docentes e discentes, com tutores e equipe multidisciplinar (quando for o caso) e a representatividade nos colegiados superiores.
    4A atuação do coordenador está de acordo com o PPC, atende à demanda existente, considerando a gestão do curso, a relação com os docentes e discentes, com tutores e equipe multidisciplinar (quando for o caso) e a representatividade nos colegiados superiores, é pautada em um plano de ação documentado e compartilhado e dispõe de indicadores de desempenho da coordenação disponíveis e públicos.
    5A atuação do coordenador está de acordo com o PPC, atende à demanda existente, considerando a gestão do curso, a relação com os docentes e discentes, com tutores e equipe multidisciplinar (quando for o caso) e a representatividade nos colegiados superiores, é pautada em um plano de ação documentado e compartilhado, dispõe de indicadores de desempenho da coordenação disponíveis e públicos e administra a potencialidade do corpo docente do seu curso, favorecendo a integração e a melhoria contínua.
  • 20172.4regime de trabalho do coordenador de cursoVer os cinco critérios

    Corpo Docente e Tutorial · Página 25

    2.4 · regime de trabalho do coordenador de curso
    ConceitoCritério de análise
    1O regime de trabalho do coordenador não é de tempo parcial nem integral.
    2O regime de trabalho do coordenador é de tempo parcial, mas não permite o atendimento da demanda existente, considerando a gestão do curso, a relação com os docentes, discentes, tutores e equipe multidisciplinar (quando for o caso) e a representatividade nos colegiados superiores.
    3O regime de trabalho do coordenador é de tempo parcial ou integral e permite o atendimento da demanda existente, considerando a gestão do curso, a relação com os docentes, discentes, tutores e equipe multidisciplinar (quando for o caso) e a representatividade nos colegiados superiores.
    4O regime de trabalho do coordenador é de tempo integral e permite o atendimento da demanda existente, considerando a gestão do curso, a relação com os docentes, discentes, tutores e equipe multidisciplinar (quando for o caso) e a representatividade nos colegiados superiores, por meio de um plano de ação documentado e compartilhado, com indicadores disponíveis e públicos com relação ao desempenho da coordenação.
    5O regime de trabalho do coordenador é de tempo integral e permite o atendimento da demanda existente, considerando a gestão do curso, a relação com os docentes, discentes, tutores e equipe multidisciplinar (quando for o caso) e a representatividade nos colegiados superiores, por meio de um plano de ação documentado e compartilhado, com indicadores disponíveis e públicos com relação ao desempenho da coordenação, e proporciona a administração da potencialidade do corpo docente do seu curso, favorecendo a integração e a melhoria contínua.
  • 20172.5corpo docente: titulaçãoVer os cinco critérios

    Corpo Docente e Tutorial · Página 25

    2.5 · corpo docente: titulação
    ConceitoCritério de análise
    1O corpo docente apresenta os conteúdos dos componentes curriculares sem abordar a sua relevância para a atuação profissional e acadêmica do discente.
    2O corpo docente descreve os conteúdos dos componentes curriculares, abordando a sua relevância para a atuação profissional e acadêmica do discente, mas não fomenta o raciocínio crítico com base em literatura atualizada.
    3O corpo docente analisa os conteúdos dos componentes curriculares, abordando a sua relevância para a atuação profissional e acadêmica do discente, e fomenta o raciocínio crítico com base em literatura atualizada, para além da bibliografia proposta.
    4O corpo docente analisa os conteúdos dos componentes curriculares, abordando a sua relevância para a atuação profissional e acadêmica do discente, fomenta o raciocínio crítico com base em literatura atualizada, para além da bibliografia proposta, e proporciona o acesso a conteúdos de pesquisa de ponta, relacionando-os aos objetivos das disciplinas e ao perfil do egresso.
    5O corpo docente analisa os conteúdos dos componentes curriculares, abordando a sua relevância para a atuação profissional e acadêmica do discente, fomenta o raciocínio crítico com base em literatura atualizada, para além da bibliografia proposta, proporciona o acesso a conteúdos de pesquisa de ponta, relacionando-os aos objetivos das disciplinas e ao perfil do egresso, e incentiva a produção do conhecimento, por meio de grupos de estudo ou de pesquisa e da publicação.
  • 20172.6regime de trabalho do corpo docente do cursoVer os cinco critérios

    Corpo Docente e Tutorial · Página 26

    2.6 · regime de trabalho do corpo docente do curso
    ConceitoCritério de análise
    1O regime de trabalho do corpo docente não permite o atendimento da demanda existente, considerando a dedicação à docência, o atendimento aos discentes, a participação no colegiado, o planejamento didático, a preparação e correção das avaliações de aprendizagem.
    2O regime de trabalho do corpo docente permite um atendimento limitado da demanda existente, considerando a dedicação à docência, o atendimento aos discentes, a participação no colegiado, o planejamento didático e a preparação e correção das avaliações de aprendizagem.
    3O regime de trabalho do corpo docente permite o atendimento integral da demanda existente, considerando a dedicação à docência, o atendimento aos discentes, a participação no colegiado, o planejamento didático e a preparação e correção das avaliações de aprendizagem.
    4O regime de trabalho do corpo docente permite o atendimento integral da demanda existente, considerando a dedicação à docência, o atendimento aos discentes, a participação no colegiado, o planejamento didático e a preparação e correção das avaliações de aprendizagem, havendo documentação sobre as atividades dos professores em registros individuais de atividade docente.
    5O regime de trabalho do corpo docente permite o atendimento integral da demanda existente, considerando a dedicação à docência, o atendimento aos discentes, a participação no colegiado, o planejamento didático e a preparação e correção das avaliações de aprendizagem, havendo documentação sobre as atividades dos professores em registros individuais de atividade docente, utilizados no planejamento e gestão para melhoria contínua.
  • 20172.7Experiência profissional do docenteVer os cinco critérios

    Corpo Docente e Tutorial · Página 26

    2.7 · Experiência profissional do docente
    ConceitoCritério de análise
    1O corpo docente não possui experiência profissional no mundo do trabalho, ou a experiência não permite apresentar exemplos contextualizados com relação a problemas práticos.
    2O corpo docente possui experiência profissional no mundo do trabalho, que permite apresentar exemplos contextualizados com relação a problemas práticos, de aplicação da teoria ministrada em diferentes unidades curriculares em relação ao fazer profissional, mas não se atualizar com relação à interação conteúdo e prática.
    3O corpo docente possui experiência profissional no mundo do trabalho, que permite apresentar exemplos contextualizados com relação a problemas práticos, de aplicação da teoria ministrada em diferentes unidades curriculares em relação ao fazer profissional e atualizar-se com relação à interação conteúdo e prática.
    4O corpo docente possui experiência profissional no mundo do trabalho, que permite apresentar exemplos contextualizados com relação a problemas práticos, de aplicação da teoria ministrada em diferentes unidades curriculares em relação ao fazer profissional, atualizar-se com relação à interação conteúdo e prática, e promover compreensão da aplicação da interdisciplinaridade no contexto laboral.
    5O corpo docente possui experiência profissional no mundo do trabalho, que permite apresentar exemplos contextualizados com relação a problemas práticos, de aplicação da teoria ministrada em diferentes unidades curriculares em relação ao fazer profissional, atualizar-se com relação à interação conteúdo e prática, promover compreensão da aplicação da interdisciplinaridade no contexto laboral e analisar as competências previstas no PPC considerando o conteúdo abordado e a profissão.
  • 20172.8Experiência no exercício da docência na educação básicaVer os cinco critérios

    Corpo Docente e Tutorial · Página 27

    2.8 · Experiência no exercício da docência na educação básica
    ConceitoCritério de análise
    1O corpo docente não possui experiência na docência da educação básica, ou a experiência não permite identificar as dificuldades dos alunos ou expor o conteúdo em linguagem aderente às características da turma.
    2O corpo docente possui experiência na docência da educação básica para promover ações que permitem identificar as dificuldades dos alunos e expor o conteúdo em linguagem aderente às características da turma.
    3O corpo docente possui experiência na docência da educação básica para promover ações que permitem identificar as dificuldades dos alunos, expor o conteúdo em linguagem aderente às características da turma, apresentar exemplos contextualizados com os conteúdos dos componentes curriculares e elaborar atividades específicas para a promoção da aprendizagem de alunos com dificuldades.
    4O corpo docente possui experiência na docência da educação básica para promover ações que permitem identificar as dificuldades dos alunos, expor o conteúdo em linguagem aderente às características da turma, apresentar exemplos contextualizados com os conteúdos dos componentes curriculares, e elaborar atividades específicas para a promoção da aprendizagem de alunos com dificuldades e avaliações diagnósticas, formativas e somativas, utilizando os resultados para redefinição de sua prática docente no período.
    5O corpo docente possui experiência na docência da educação básica para promover ações que permitem identificar as dificuldades dos alunos, expor o conteúdo em linguagem aderente às características da turma, apresentar exemplos contextualizados com os conteúdos dos componentes curriculares, elaborar atividades específicas para a promoção da aprendizagem de alunos com dificuldades e avaliações diagnósticas, formativas e somativas, utilizando os resultados para redefinição de sua prática docente no período, exerce liderança e é reconhecido pela sua produção.
  • 20172.9Experiência no exercício da docência superiorVer os cinco critérios

    Corpo Docente e Tutorial · Página 27

    2.9 · Experiência no exercício da docência superior
    ConceitoCritério de análise
    1O corpo docente não possui experiência na docência superior, ou a experiência não permite identificar as dificuldades dos discentes ou expor o conteúdo em linguagem aderente às características da turma.
    2O corpo docente possui experiência na docência superior para promover ações que permitem identificar as dificuldades dos discentes e expor o conteúdo em linguagem aderente às características da turma, mas não apresentar exemplos contextualizados com os conteúdos dos componentes curriculares ou elaborar atividades específicas para a promoção da aprendizagem de discentes com dificuldades.
    3O corpo docente possui experiência na docência superior para promover ações que permitem identificar as dificuldades dos discentes, expor o conteúdo em linguagem aderente às características da turma, apresentar exemplos contextualizados com os conteúdos dos componentes curriculares e elaborar atividades específicas para a promoção da aprendizagem de discentes com dificuldades.
    4O corpo docente possui experiência na docência superior para promover ações que permitem identificar as dificuldades dos discentes, expor o conteúdo em linguagem aderente às características da turma, apresentar exemplos contextualizados com os conteúdos dos componentes curriculares, e elaborar atividades específicas para a promoção da aprendizagem de alunos com dificuldades e avaliações diagnósticas, formativas e somativas, utilizando os resultados para redefinição de sua prática docente no período.
    5O corpo docente possui experiência na docência superior para promover ações que permitem identificar as dificuldades dos discentes, expor o conteúdo em linguagem aderente às características da turma, apresentar exemplos contextualizados com os conteúdos dos componentes curriculares, e elaborar atividades específicas para a promoção da aprendizagem de discentes com dificuldades e avaliações diagnósticas, formativas e somativas, utilizando os resultados para redefinição de sua prática docente no período, exerce liderança e é reconhecido pela sua produção.
  • 20173.1Espaço de trabalho para docentes em tempo integralVer os cinco critérios

    Infraestrutura · Página 32

    3.1 · Espaço de trabalho para docentes em tempo integral
    ConceitoCritério de análise
    1Os espaços de trabalho para docentes em Tempo Integral não viabilizam ações acadêmicas, como planejamento didático-pedagógico.
    2Os espaços de trabalho para docentes em Tempo Integral viabilizam ações acadêmicas, como planejamento didático-pedagógico, mas não atendem às necessidades institucionais ou não possuem recursos de tecnologias da informação e comunicação apropriados.
    3Os espaços de trabalho para docentes em Tempo Integral viabilizam ações acadêmicas, como planejamento didático-pedagógico, atendem às necessidades institucionais e possuem recursos de tecnologias da informação e comunicação apropriados.
    4Os espaços de trabalho para docentes em Tempo Integral viabilizam ações acadêmicas, como planejamento didático-pedagógico, atendem às necessidades institucionais, possuem recursos de tecnologias da informação e comunicação apropriados, e garantem privacidade para uso dos recursos e para o atendimento a discentes e orientandos.
    5Os espaços de trabalho para docentes em Tempo Integral viabilizam ações acadêmicas, como planejamento didático-pedagógico, atendem às necessidades institucionais, possuem recursos de tecnologias da informação e comunicação apropriados, garantem privacidade para uso dos recursos, para o atendimento a discentes e orientandos, e para a guarda de material e equipamentos pessoais, com segurança.
  • 20173.10laboratórios de ensino para a área de saúdeVer os cinco critérios

    Infraestrutura · Página 39

    3.10 · laboratórios de ensino para a área de saúde
    ConceitoCritério de análise
    1Não há laboratórios específicos e multidisciplinares em conformidade com as DCn.
    2Há laboratórios específicos e multidisciplinares, em conformidade com as DCn, que permitem a abordagem dos diferentes aspectos celulares e moleculares das ciências da vida.
    3Há laboratórios específicos e multidisciplinares, em conformidade com as DCn, que permitem a abordagem dos diferentes aspectos celulares e moleculares das ciências da vida e atendem ao PPC.
    4Há laboratórios específicos e multidisciplinares, em conformidade com as DCn, que permitem a abordagem dos diferentes aspectos celulares e moleculares das ciências da vida, atendem ao PPC e possuem recursos e insumos necessários para atender à demanda discente.
    5Há laboratórios específicos e multidisciplinares, em conformidade com as DCn, que permitem a abordagem dos diferentes aspectos celulares e moleculares das ciências da vida, atendem ao PPC, possuem recursos e insumos necessários para atender à demanda discente e apresentam recursos tecnológicos comprovadamente inovadores.
  • 20173.11laboratórios de habilidadesVer os cinco critérios

    Infraestrutura · Página 40

    3.11 · laboratórios de habilidades
    ConceitoCritério de análise
    1Não há laboratórios de habilidades da atividade médica ou de saúde em conformidade com o PPC.
    2Há laboratórios de habilidades da atividade médica ou de saúde em conformidade com o PPC, mas não permitem a capacitação dos discentes nas diversas competências desenvolvidas nas diferentes fases do curso.
    3Há laboratórios de habilidades da atividade médica ou de saúde, em conformidade com o PPC, que permitem a capacitação dos discentes nas diversas competências desenvolvidas nas diferentes fases do curso.
    4Há laboratórios de habilidades da atividade médica ou de saúde, em conformidade com o PPC, que permitem a capacitação dos discentes nas diversas competências desenvolvidas nas diferentes fases do curso, com recursos tecnológicos.
    5Há laboratórios de habilidades da atividade médica ou de saúde, em conformidade com o PPC, que permitem a capacitação dos discentes nas diversas competências desenvolvidas nas diferentes fases do curso, com recursos tecnológicos comprovadamente inovadores.
  • 20173.12unidades hospitalares e complexo assistencial conveniadosVer os cinco critérios

    Infraestrutura · Página 40

    3.12 · unidades hospitalares e complexo assistencial conveniados
    ConceitoCritério de análise
    1A IeS não conta com unidade(s) hospitalar(es), própria(s) ou conveniada(s), garantida(s) legalmente por período determinado.
    2A IeS conta com unidade(s) hospitalar(es), própria(s) ou conveniada(s), garantida(s) legalmente por período determinado, mas que não apresenta(m) condições para a formação do estudante da área de saúde.
    3A IeS conta com unidade(s) hospitalar(es), própria(s) ou conveniada(s), garantida(s) legalmente por período determinado, que apresenta(m) condições para a formação do estudante da área de saúde.
    4A IeS conta com unidade(s) hospitalar(es), própria(s) ou conveniada(s), garantida(s) legalmente por período determinado, que apresenta(m) condições para a formação do estudante da área de saúde e estabelece(m) sistema de referência e contrarreferência.
    5A IeS conta com unidade(s) hospitalar(es), própria(s) ou conveniada(s), garantida(s) legalmente por período determinado, que apresenta(m) condições para a formação do estudante da área de saúde, estabelece(m) sistema de referência e contrarreferência e favorece(m) práticas interdisciplinares e interprofissionais na atenção à saúde.
  • 20173.13BiotériosVer os cinco critérios

    Infraestrutura · Página 41

    3.13 · Biotérios
    ConceitoCritério de análise
    1O biotério não atende às necessidades práticas de ensino.
    2O biotério atende às necessidades práticas do ensino, mas não possui insumos necessários à demanda docente e discente ou não apresenta protocolos de experimentos de acordo com as normas internacionais vigentes.
    3O biotério atende às necessidades práticas do ensino, possuindo insumos necessários à demanda docente e discente e apresentando protocolos de experimentos de acordo com as normas internacionais vigentes.
    4O biotério atende às necessidades práticas do ensino, possuindo insumos necessários à demanda docente e discente e apresentando protocolos de experimentos de acordo com as normas internacionais vigentes e suporte técnico e experimental.
    5O biotério atende às necessidades práticas do ensino, possuindo insumos necessários à demanda docente e discente e apresentando protocolos de experimentos de acordo com as normas internacionais vigentes e suporte técnico, experimental e pedagógico.
  • 20173.14Processo de controle de produção ou distribuição de material didático (logística)Ver os cinco critérios

    Infraestrutura · Página 41

    3.14 · Processo de controle de produção ou distribuição de material didático (logística)
    ConceitoCritério de análise
    1Não há processo de controle de produção ou distribuição de material didático.
    2O processo de controle de produção ou distribuição de material didático não está formalizado ou não atende à demanda.
    3O processo de controle de produção ou distribuição de material didático está formalizado, atende à demanda e possui plano de contingência para a garantia de continuidade de funcionamento.
    4O processo de controle de produção ou distribuição de material didático está formalizado, atende à demanda e possui plano de contingência para a garantia de continuidade de funcionamento e dispõe de um sistema informatizado de acompanhamento para gerenciamento dos processos.
    5O processo de controle de produção ou distribuição de material didático está formalizado, atende à demanda e possui plano de contingência para a garantia de continuidade de funcionamento e dispõe de um sistema informatizado de acompanhamento para gerenciamento dos processos, com uso de indicadores bem definidos.
  • 20173.15Núcleo de práticas jurídicas: atividades básicas e arbitragem, negociação,Ver os cinco critérios

    Infraestrutura · Página 42

    3.15 · Núcleo de práticas jurídicas: atividades básicas e arbitragem, negociação,
    ConceitoCritério de análise
    1O núcleo de Práticas Jurídicas não está implantado ou não possui regulamento específico destinado à realização de práticas jurídicas simuladas ou arbitragem, negociação, conciliação, mediação e atividades jurídicas reais.
    2O núcleo de Práticas Jurídicas possui regulamento específico destinado à realização de práticas jurídicas simuladas e arbitragem, negociação, conciliação, mediação e atividades jurídicas reais e oferta visitas orientadas, mas não atende às demandas do curso.
    3O núcleo de Práticas Jurídicas possui regulamento específico destinado à realização de práticas jurídicas simuladas e de arbitragem, negociação, conciliação, mediação e atividades jurídicas reais e oferta visitas orientadas, atendendo às demandas do curso e buscando a interdisciplinaridade das matérias legais.
    4O núcleo de Práticas Jurídicas possui regulamento específico destinado à realização de práticas jurídicas simuladas e de arbitragem, negociação, conciliação, mediação e atividades jurídicas reais e oferta visitas orientadas, atendendo às demandas do curso e buscando a interdisciplinaridade das matérias legais, havendo avaliação periódica quanto ao atendimento da demanda do curso pelo núcleo de Práticas Jurídicas em suas atividades básicas.
    5O núcleo de Práticas Jurídicas possui regulamento específico destinado à realização de práticas jurídicas simuladas e de arbitragem, negociação, conciliação, mediação e atividades jurídicas reais e oferta visitas orientadas, atendendo às demandas do curso e buscando a interdisciplinaridade das matérias legais, havendo avaliação periódica quanto ao atendimento da demanda do curso pelo núcleo de Práticas Jurídicas em suas atividades básicas, também utilizada em processos de planejamento para o adequado atendimento da demanda existente.
  • 20173.16comitê de Ética em Pesquisa (cEP)Ver os cinco critérios

    Infraestrutura · Página 42

    3.16 · comitê de Ética em Pesquisa (cEP)
    ConceitoCritério de análise
    1Não há Comitê de Ética em Pesquisa (CeP).
    2O Comitê de Ética em Pesquisa não está homologado pela COneP.
    3O Comitê de Ética em Pesquisa (CeP) está homologado pela COneP e pertence a instituição parceira.
    4O Comitê de Ética em Pesquisa (CeP) está homologado pela COneP e pertence à própria instituição.
    5O Comitê de Ética em Pesquisa (CeP) está homologado pela COneP, pertence à própria instituição e presta atendimento a instituições parceiras.
  • 20173.17comitê de Ética na utilização de Animais (cEuA)Ver os cinco critérios

    Infraestrutura · Página 43

    3.17 · comitê de Ética na utilização de Animais (cEuA)
    ConceitoCritério de análise
    1Não há Comitê de Ética na Utilização de Animais (CeUA).
    2O Comitê de Ética na Utilização de Animais (CeUA) não está homologado pela COneP.
    3O Comitê de Ética na Utilização de Animais (CeUA) está homologado pela COneP e pertence a instituição parceira.
    4O Comitê de Ética na Utilização de Animais (CeUA) está homologado pela COneP e pertence à própria instituição.
    5O Comitê de Ética na Utilização de Animais (CeUA) está homologado pela COneP, pertence à própria instituição e presta atendimento a instituições parceiras.
  • 20173.18Ambientes profissionais vinculados ao cursoVer os cinco critérios

    Infraestrutura · Página 43

    3.18 · Ambientes profissionais vinculados ao curso
    ConceitoCritério de análise
    1Não há ambientes profissionais articulados com a sede ou com os polos.
    2Os ambientes profissionais estão articulados com a sede ou com os polos onde há oferta do curso, mas não atendem aos objetivos constantes no PPC.
    3Os ambientes profissionais estão articulados com a sede ou com os polos onde há oferta do curso e atendem aos objetivos constantes no PPC, considerando a função de espaços complementares para práticas laboratoriais e/ou profissionais.
    4Os ambientes profissionais estão articulados com a sede ou com os polos onde há oferta do curso e atendem aos objetivos constantes no PPC, considerando a função de espaços complementares para práticas laboratoriais e/ou profissionais que possibilitam experiências diferenciadas de aprendizagem.
    5Os ambientes profissionais estão articulados com a sede ou com os polos onde há oferta do curso e atendem aos objetivos constantes no PPC, considerando a função de espaços complementares para práticas laboratoriais e/ou profissionais que possibilitam experiências diferenciadas de aprendizagem, as quais passam por avaliações periódicas devidamente documentadas, que resultam em ações de melhoria contínua.
  • 20173.2Espaço de trabalho para o coordenadorVer os cinco critérios

    Infraestrutura · Página 32

    3.2 · Espaço de trabalho para o coordenador
    ConceitoCritério de análise
    1O espaço de trabalho para o coordenador não viabiliza as ações acadêmico-administrativas.
    2O espaço de trabalho para o coordenador viabiliza as ações acadêmicoadministrativas, mas não possui equipamentos adequados ou não atende às necessidades institucionais.
    3O espaço de trabalho para o coordenador viabiliza as ações acadêmicoadministrativas, possui equipamentos adequados e atende às necessidades institucionais.
    4O espaço de trabalho para o coordenador viabiliza as ações acadêmicoadministrativas, possui equipamentos adequados, atende às necessidades institucionais e permite o atendimento de indivíduos ou grupos com privacidade.
    5O espaço de trabalho para o coordenador viabiliza as ações acadêmicoadministrativas, possui equipamentos adequados, atende às necessidades institucionais, permite o atendimento de indivíduos ou grupos com privacidade e dispõe de infraestrutura tecnológica diferenciada, que possibilita formas distintas de trabalho.
  • 20173.3sala coletiva de professoresVer os cinco critérios

    Infraestrutura · Página 33

    3.3 · sala coletiva de professores
    ConceitoCritério de análise
    1A sala coletiva de professores não viabiliza o trabalho docente.
    2A sala coletiva de professores viabiliza o trabalho docente, mas não possui recursos de tecnologias da informação e comunicação apropriados para o quantitativo de docentes.
    3A sala coletiva de professores viabiliza o trabalho docente, apresenta acessibilidade e possui recursos de tecnologias da informação e comunicação apropriados para o quantitativo de docentes.
    4A sala coletiva de professores viabiliza o trabalho docente, possui recursos de tecnologias da informação e comunicação apropriados para o quantitativo de docentes e permite o descanso e atividades de lazer e integração.
    5A sala coletiva de professores viabiliza o trabalho docente, possui recursos de tecnologias da informação e comunicação apropriados para o quantitativo de docentes, permite o descanso e atividades de lazer e integração e dispõe de apoio técnico-administrativo próprio e espaço para a guarda de equipamentos e materiais.
  • 20173.4salas de aulaVer os cinco critérios

    Infraestrutura · Página 33

    3.4 · salas de aula
    ConceitoCritério de análise
    1As salas de aula não atendem às necessidades institucionais e do curso.
    2As salas de aula atendem às necessidades institucionais e do curso, mas não apresentam manutenção periódica, ou conforto, ou disponibilidade de recursos de tecnologias da informação e comunicação adequados às atividades a serem desenvolvidas.
    3As salas de aula atendem às necessidades institucionais e do curso, apresentando manutenção periódica, conforto e disponibilidade de recursos de tecnologias da informação e comunicação adequados às atividades a serem desenvolvidas.
    4As salas de aula atendem às necessidades institucionais e do curso, apresentando manutenção periódica, conforto, disponibilidade de recursos de tecnologias da informação e comunicação adequados às atividades a serem desenvolvidas e flexibilidade relacionada às configurações espaciais, oportunizando distintas situações de ensino-aprendizagem.
    5As salas de aula atendem às necessidades institucionais e do curso, apresentando manutenção periódica, conforto, disponibilidade de recursos de tecnologias da informação e comunicação adequados às atividades a serem desenvolvidas, flexibilidade relacionada às configurações espaciais, oportunizando distintas situações de ensino-aprendizagem, e possuem outros recursos cuja utilização é comprovadamente exitosa.
  • 20173.5Acesso dos alunos a equipamentos de informáticaVer os cinco critérios

    Infraestrutura · Página 34

    3.5 · Acesso dos alunos a equipamentos de informática
    ConceitoCritério de análise
    1O laboratório de informática, ou outro meio de acesso a equipamentos de informática pelos discentes, não atende às necessidades institucionais e do curso.
    2O laboratório de informática, ou outro meio de acesso a equipamentos de informática pelos discentes, atende às necessidades institucionais e do curso, mas não em relação à disponibilidade de equipamentos, ao conforto, à estabilidade e velocidade de acesso à internet, à rede sem fio ou à adequação do espaço físico.
    3O laboratório de informática, ou outro meio de acesso a equipamentos de informática pelos discentes, atende às necessidades institucionais e do curso em relação à disponibilidade de equipamentos, ao conforto, à estabilidade e velocidade de acesso à internet, à rede sem fio e à adequação do espaço físico.
    4O laboratório de informática, ou outro meio de acesso a equipamentos de informática pelos discentes, atende às necessidades institucionais e do curso em relação à disponibilidade de equipamentos, ao conforto, à estabilidade e velocidade de acesso à internet, à rede sem fio e à adequação do espaço físico, e possui hardware e software atualizados.
    5O laboratório de informática, ou outro meio de acesso a equipamentos de informática pelos discentes, atende às necessidades institucionais e do curso em relação à disponibilidade de equipamentos, ao conforto, à estabilidade e velocidade de acesso à internet, à rede sem fio e à adequação do espaço físico, possui hardware e software atualizados e passa por avaliação periódica de sua adequação, qualidade e pertinência.
  • 20173.6Bibliografia básica por unidade curricular (uc)Ver os cinco critérios

    Infraestrutura · Página 34

    3.6 · Bibliografia básica por unidade curricular (uc)
    ConceitoCritério de análise
    1O acervo físico não está tombado e informatizado; ou o virtual não possui contrato que garante o acesso ininterrupto pelos usuários; ou pelo menos um deles não está registrado em nome da IeS. Ou o acervo da bibliografia básica não é adequado em relação às unidades curriculares e aos conteúdos descritos no PPC ou não está atualizado, considerando a natureza das UC. Ou, ainda, não está referendado por relatório de adequação, ou não está assinado pelo NDE, comprovando a compatibilidade, em cada bibliografia básica da UC, entre o número de vagas autorizadas (do próprio curso e de outros que utilizem os títulos) e a quantidade de exemplares por título (ou assinatura de acesso) disponível no acervo.
    2O acervo físico está tombado e informatizado, o virtual possui contrato que garante o acesso ininterrupto pelos usuários e ambos estão registrados em nome da IeS. O acervo da bibliografia básica é adequado em relação às unidades curriculares e aos conteúdos descritos no PPC e está atualizado, considerando a natureza das UC. Porém, não está referendado por relatório de adequação, ou não está assinado pelo NDE, comprovando a compatibilidade, em cada bibliografia básica da UC, entre o número de vagas autorizadas (do próprio curso e de outros que utilizem os títulos) e a quantidade de exemplares por título (ou assinatura de acesso) disponível no acervo. Ou, nos casos dos títulos virtuais, não há garantia de acesso físico na IeS, com instalações e recursos tecnológicos que atendem à demanda e à oferta ininterrupta via internet, ou de ferramentas de acessibilidade ou de soluções de apoio à leitura, estudo e aprendizagem.
    3O acervo físico está tombado e informatizado, o virtual possui contrato que garante o acesso ininterrupto pelos usuários e ambos estão registrados em nome da IeS. O acervo da bibliografia básica é adequado em relação às unidades curriculares e aos conteúdos descritos no PPC e está atualizado, considerando a natureza das UC. Da mesma forma, está referendado por relatório de adequação, assinado pelo NDE, comprovando a compatibilidade, em cada bibliografia básica da UC, entre o número de vagas autorizadas (do próprio curso e de outros que utilizem os títulos) e a quantidade de exemplares por título (ou assinatura de acesso) disponível no acervo. nos casos dos títulos virtuais, há garantia de acesso físico na IeS, com instalações e recursos tecnológicos que atendem à demanda e à oferta ininterrupta via internet, bem como de ferramentas de acessibilidade e de soluções de apoio à leitura, estudo e aprendizagem.
    4O acervo físico está tombado e informatizado, o virtual possui contrato que garante o acesso ininterrupto pelos usuários e ambos estão registrados em nome da IeS. O acervo da bibliografia básica é adequado em relação às unidades curriculares e aos conteúdos descritos no PPC e está atualizado, considerando a natureza das UC. Da mesma forma, está referendado por relatório de adequação, assinado pelo NDE, comprovando a compatibilidade, em cada bibliografia básica da UC, entre o número de vagas autorizadas (do próprio curso e de outros que utilizem os títulos) e a quantidade de exemplares por título (ou assinatura de acesso) disponível no acervo. nos casos dos títulos virtuais, há garantia de acesso físico na IeS, com instalações e recursos tecnológicos que atendem à demanda e à oferta ininterrupta via internet, bem como de ferramentas de acessibilidade e de soluções de apoio à leitura, estudo e aprendizagem. O acervo possui exemplares, ou assinaturas de acesso virtual, de periódicos especializados que suplementam o conteúdo administrado nas UC.
    5O acervo físico está tombado e informatizado, o virtual possui contrato que garante o acesso ininterrupto pelos usuários e ambos estão registrados em nome da IeS. O acervo da bibliografia básica é adequado em relação às unidades curriculares e aos conteúdos descritos no PPC e está atualizado, considerando a natureza das UC. Da mesma forma, está referendado por relatório de adequação, assinado pelo NDE, comprovando a compatibilidade, em cada bibliografia básica da UC, entre o número de vagas autorizadas (do próprio curso e de outros que utilizem os títulos) e a quantidade de exemplares por título (ou assinatura de acesso) disponível no acervo. nos casos dos títulos virtuais, há garantia de acesso físico na IeS, com instalações e recursos tecnológicos que atendem à demanda e à oferta ininterrupta via internet, bem como de ferramentas de acessibilidade e de soluções de apoio à leitura, estudo e aprendizagem. O acervo possui exemplares, ou assinaturas de acesso virtual, de periódicos especializados que suplementam o conteúdo administrado nas UC. O acervo é gerenciado de modo a atualizar a quantidade de exemplares e/ou assinaturas de acesso mais demandadas, sendo adotado plano de contingência para a garantia do acesso e do serviço.
  • 20173.7Bibliografia complementar por unidade curricular (uc)Ver os cinco critérios

    Infraestrutura · Página 36

    3.7 · Bibliografia complementar por unidade curricular (uc)
    ConceitoCritério de análise
    1O acervo físico não está tombado e informatizado; ou o virtual não possui contrato que garante o acesso ininterrupto pelos usuários; ou pelo menos um deles não está registrado em nome da IeS. Ou o acervo da bibliografia complementar não é adequado em relação às unidades curriculares e aos conteúdos descritos no PPC ou não está atualizado, considerando a natureza das UC. Ou, ainda, não está referendado por relatório de adequação, ou não está assinado pelo NDE, comprovando a compatibilidade, em cada bibliografia básica da UC, entre o número de vagas autorizadas (do próprio curso e de outros que utilizem os títulos) e a quantidade de exemplares por título (ou assinatura de acesso) disponível no acervo.
    2O acervo físico está tombado e informatizado, o virtual possui contrato que garante o acesso ininterrupto pelos usuários e ambos estão registrados em nome da IeS. O acervo da bibliografia complementar é adequado em relação às unidades curriculares e aos conteúdos descritos no PPC e está atualizado, considerando a natureza das UC. Porém, não está referendado por relatório de adequação, ou não está assinado pelo NDE, comprovando a compatibilidade, em cada bibliografia complementar da UC, entre o número de vagas autorizadas (do próprio curso e de outros que utilizem os títulos) e a quantidade de exemplares por título (ou assinatura de acesso) disponível no acervo. Ou, nos casos dos títulos virtuais, não há garantia de acesso físico na IeS, com instalações e recursos tecnológicos que atendem à demanda e à oferta ininterrupta via internet, ou de ferramentas de acessibilidade ou de soluções de apoio à leitura, estudo e aprendizagem.
    3O acervo físico está tombado e informatizado, o virtual possui contrato que garante o acesso ininterrupto pelos usuários e ambos estão registrados em nome da IeS. O acervo da bibliografia complementar é adequado em relação às unidades curriculares e aos conteúdos descritos no PPC e está atualizado, considerando a natureza das UC. Da mesma forma, está referendado por relatório de adequação, assinado pelo NDE, comprovando a compatibilidade, em cada bibliografia complementar da UC, entre o número de vagas autorizadas (do próprio curso e de outros que utilizem os títulos) e a quantidade de exemplares por título (ou assinatura de acesso) disponível no acervo. nos casos dos títulos virtuais, há garantia de acesso físico na IeS, com instalações e recursos tecnológicos que atendem à demanda e à oferta ininterrupta via internet, bem como de ferramentas de acessibilidade e de soluções de apoio à leitura, estudo e aprendizagem.
    4O acervo físico está tombado e informatizado, o virtual possui contrato que garante o acesso ininterrupto pelos usuários e ambos estão registrados em nome da IeS. O acervo da bibliografia complementar é adequado em relação às unidades curriculares e aos conteúdos descritos no PPC e está atualizado, considerando a natureza das UC. Da mesma forma, está referendado por relatório de adequação, assinado pelo NDE, comprovando a compatibilidade, em cada bibliografia complementar da UC, entre o número de vagas autorizadas (do próprio curso e de outros que utilizem os títulos) e a quantidade de exemplares por título (ou assinatura de acesso) disponível no acervo. nos casos dos títulos virtuais, há garantia de acesso físico na IeS, com instalações e recursos tecnológicos que atendem à demanda e à oferta ininterrupta via internet, bem como de ferramentas de acessibilidade e de soluções de apoio à leitura, estudo e aprendizagem. O acervo possui exemplares, ou assinaturas de acesso virtual, de periódicos especializados que complementam o conteúdo administrado nas UC.
    5O acervo físico está tombado e informatizado, o virtual possui contrato que garante o acesso ininterrupto pelos usuários e ambos estão registrados em nome da IeS. O acervo da bibliografia complementar é adequado em relação às unidades curriculares e aos conteúdos descritos no PPC e está atualizado, considerando a natureza das UC. Da mesma forma, está referendado por relatório de adequação, assinado pelo NDE, comprovando a compatibilidade, em cada bibliografia complementar da UC, entre o número de vagas autorizadas (do próprio curso e de outros que utilizem os títulos) e a quantidade de exemplares por título (ou assinatura de acesso) disponível no acervo. nos casos dos títulos virtuais, há garantia de acesso físico na IeS, com instalações e recursos tecnológicos que atendem à demanda e à oferta ininterrupta via internet, bem como de ferramentas de acessibilidade e de soluções de apoio à leitura, estudo e aprendizagem. O acervo possui exemplares, ou assinaturas de acesso virtual, de periódicos especializados que complementam o conteúdo administrado nas UC. O acervo é gerenciado de modo a atualizar a quantidade de exemplares e/ou assinaturas de acesso mais demandadas, sendo adotado plano de contingência para a garantia do acesso e do serviço.
  • 20173.8laboratórios didáticos de formação básicaVer os cinco critérios

    Infraestrutura · Página 38

    3.8 · laboratórios didáticos de formação básica
    ConceitoCritério de análise
    1Os laboratórios didáticos não atendem às necessidades do curso, de acordo com o PPC e com as respectivas normas de funcionamento.
    2Os laboratórios didáticos atendem às necessidades do curso, de acordo com o PPC e com as respectivas normas de funcionamento, utilização e segurança, mas não apresentam conforto, manutenção periódica, serviços de apoio técnico ou disponibilidade de recursos de tecnologias da informação e comunicação adequados às atividades a serem desenvolvidas, ou não possuem quantidade de insumos, materiais ou equipamentos condizentes com os espaços físicos e o número de vagas.
    3Os laboratórios didáticos atendem às necessidades do curso, de acordo com o PPC e com as respectivas normas de funcionamento, utilização e segurança, apresentam conforto, manutenção periódica, serviços de apoio técnico e disponibilidade de recursos de tecnologias da informação e comunicação adequados às atividades a serem desenvolvidas, e possuem quantidade de insumos, materiais e equipamentos condizentes com os espaços físicos e o número de vagas.
    4Os laboratórios didáticos atendem às necessidades do curso, de acordo com o PPC e com as respectivas normas de funcionamento, utilização e segurança, apresentam conforto, manutenção periódica, serviços de apoio técnico e disponibilidade de recursos de tecnologias da informação e comunicação adequados às atividades a serem desenvolvidas, e possuem quantidade de insumos, materiais e equipamentos condizentes com os espaços físicos e o número de vagas, havendo, ainda, avaliação periódica quanto às demandas, aos serviços prestados e à qualidade dos laboratórios.
    5Os laboratórios didáticos atendem às necessidades do curso, de acordo com o PPC e com as respectivas normas de funcionamento, utilização e segurança, apresentam conforto, manutenção periódica, serviços de apoio técnico e disponibilidade de recursos de tecnologias da informação e comunicação adequados às atividades a serem desenvolvidas, e possuem quantidade de insumos, materiais e equipamentos condizentes com os espaços físicos e o número de vagas, havendo, ainda, avaliação periódica quanto às demandas, aos serviços prestados e à qualidade dos laboratórios, sendo os resultados utilizados pela gestão acadêmica para planejar o incremento da qualidade do atendimento, da demanda existente e futura e das aulas ministradas.
  • 20173.9laboratórios didáticos de formação específicaVer os cinco critérios

    Infraestrutura · Página 38

    3.9 · laboratórios didáticos de formação específica
    ConceitoCritério de análise
    1Os laboratórios didáticos não atendem às necessidades do curso, de acordo com o PPC e com as respectivas normas de funcionamento.
    2Os laboratórios didáticos atendem às necessidades do curso, de acordo com o PPC e com as respectivas normas de funcionamento, utilização e segurança, mas não apresentam conforto, manutenção periódica, serviços de apoio técnico ou disponibilidade de recursos de tecnologias da informação e comunicação adequados às atividades a serem desenvolvidas, ou não possuem quantidade de insumos, materiais ou equipamentos condizentes com os espaços físicos e o número de vagas.
    3Os laboratórios didáticos atendem às necessidades do curso, de acordo com o PPC e com as respectivas normas de funcionamento, utilização e segurança, apresentam conforto, manutenção periódica, serviços de apoio técnico e disponibilidade de recursos de tecnologias da informação e comunicação adequados às atividades a serem desenvolvidas, e possuem quantidade de insumos, materiais e equipamentos condizentes com os espaços físicos e o número de vagas.
    4Os laboratórios didáticos atendem às necessidades do curso, de acordo com o PPC e com as respectivas normas de funcionamento, utilização e segurança, apresentam conforto, manutenção periódica, serviços de apoio técnico e disponibilidade de recursos de tecnologias da informação e comunicação adequados às atividades a serem desenvolvidas, e possuem quantidade de insumos, materiais e equipamentos condizentes com os espaços físicos e o número de vagas, havendo, ainda, avaliação periódica quanto às demandas, aos serviços prestados e à qualidade dos laboratórios.
    5Os laboratórios didáticos atendem às necessidades do curso, de acordo com o PPC e com as respectivas normas de funcionamento, utilização e segurança, apresentam conforto, manutenção periódica, serviços de apoio técnico e disponibilidade de recursos de tecnologias da informação e comunicação adequados às atividades a serem desenvolvidas, e possuem quantidade de insumos, materiais e equipamentos condizentes com os espaços físicos e o número de vagas, havendo, ainda, avaliação periódica quanto às demandas, aos serviços prestados e à qualidade dos laboratórios, sendo os resultados utilizados pela gestão acadêmica para planejar o incremento da qualidade do atendimento, da demanda existente e futura e das aulas ministradas.

O que a leitura não alcançou

Em três dos 255 indicadores o título ficou cortado na grade do documento, porque a continuação dele caiu noutra tabela. Assim, a ressalva acompanha o item, e o título é publicado como a leitura o alcançou, sem emenda a esmo.

Procedência

Cada documento, com o endereço de onde foi baixado, a data da busca, o tamanho e o sha256. O Inep publica os cinco em PDF na página de instrumentos de avaliação.

Procedência
EdiçãoArquivoBuscado emTamanhosha256
2010instrumento_reconhecimento_bacharelado_licenciatura3.pdf2026-09-03555,7 kBce38a7bc3137
2010instrumento_autorizacao_curso_tecnologico2.pdf2026-09-03553,1 kBfb2d09ed2930
2012instrumento_com_alteracoes_maio_12.pdf2026-09-03561,9 kB52dfcf781a9e
2015instrumento_cursos_graduacao_publicacao_agosto_2015.pdf2026-09-03759,1 kB8642e99005ac
2017curso_reconhecimento.pdf2026-09-03887,5 kBbbac97390a8f

Fonte: Instrumentos de Avaliação de Cursos de Graduação, Inep · Atualizada em 2026-09-03

Onde estão os cursos, como a oferta mudou, quem estuda e o que a avaliação mede, pelas nove bases que esta plataforma publica.